História Dance Now - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 2.529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu nem vou falar nada da demora kkkkk

Capítulo 8 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction Dance Now - Capítulo 8 - Capítulo 8

Pov Abi

Eu estava assustada com a reação dele e principalmente PARA ONDE ELE ESTAVA ME LEVANDO? Nossa Abigail você é muito burra mesmo, por que você foi fazer o cara, que você mal conhece diga-se de passagem, diz que vai te dá uma carona e você fica provocando o homem? Porra, pra onde ele ta me levando?

Meu corpo estava totalmente tenso é isso tava fazendo minha perna doer ainda mais, porem fazer o que ne, mano eu posso estar nesse exato momento snedo sequestrada. Ta Abigail não é pra tanto, mas pra onde crlhs ele ta me levando? Depois de quase 5 min de tortura ele parou na frente de um condomínio e falou com o vigilante que logo abriu o portao, ok que finees, ele foi dirigindo, bem devagar agora, até chegar em frente à uma casa, muito linda por sinal, abriu a garagem que tinha do lado e entrou.

Ele desceu da moto super rápido, o que quase me fez cair porque não tava preparada pra algo tão súbito, e para não cair ridiculamente no chão eu apoiei a perna, mas óbvio que a anta aqui esqueceu que estava machucada e ferrou mais ainda. Na hora eu recoei a perna mas já era tarde a dor já tava alta pra cacete e eu dei um grito meio retraído e fiquei me xingando (bastante por sinal).

- vei você é muito burra. Disse resmungando tentando descer da moto, esse tempo todo eu estava tão atoa e com tanta dor que não me toquei no principal, onde raios eu estou? Assim que desci fiquei olhando em volta e dando uma massagem fuleira na minha perna pra vê se adiantava de alguma coisa e então me dei conta que não estava sozinha, bem eu já sabia mas me lembrei quando fui imprensanda contra a parede e ouvi a voz do meu profmagya.

- você me deixa excitado, quase provoca um acidente. Ele disse seco e parou quando disse isso olhando no fundo dos meus olhos deu um suspiro (acho que seria uma risada) e disse. -bem você quase causou dois acidentes por que eu não ia conseguir chegar em casa com a calça limpa. Gente juro que tentei não rir (o momento tava tenso) mas não teve como. Soltei um risinho na hora e em menos de um segundo eu estava gargalhando ainda mais da cara dele.

-descul.. Eu não consigo. Respirei fundo e disse. - desculpa, pode continuar. Mas assim que olhei pra cara dele comecei a rir de novo. Porra Abigail se controla você é a única louca que estaria rindo nessa situação. Bem não a única porque meu profmagya começou a rir também é aí ferrou eu não conseguia mais parar e ele também não.

- eu estava no meio de um discurso importante e você atrapalhou sabia? Ele disse pra mim ainda rindo. A meio minuto eu achei que ele fosse explodir e agora ele tá rindo mds.

- desculpa continue.. Você parou nos acidentes que quase provoquei. Rimos um pouco quando disse isso é eu fiquei olhando para ele, suas mãos ainda estavam na minha cintura e seu corpo bem colocado no meu, eu bem que podia tirar proveito disso né?

- como eu ia dizendo... O que você ta fazendo? Ele se separou quando percebeu que minhas mãos estava dentro da sua camisa.

- o que? Eu não estou fazendo nada.. Continuei subindo as mãos e cheguei no seu peito, espalmei minha mão e coloquei uma bem em cima do seu coração, dava pra sentir que ele tava bem acelerado, rir disso e me aproximei ainda mais colocando minha boca no seu pescoço. - pode continuar... O que foi tem alguma coisa te desconcentrando? Perguntei cínica e fui dando alguns chupoes enquanto acariciava a sua barriga.

- PQP eu to tentando me concentrar. Ele falava entre leves suspiros.

- sério? E o que te impede? Perguntei e fui me abaixando em direção da sua calça porém a anta aqui esqueceu que estva machucada (de novo) e apoiou nela para se abaixar resultado. A cena maravilhosa de minutos atrás foi atrapalhada comigo choramingando de dor.

- ô mds, vem cá vamos cuidar dessa perna. Meu profmagya disse enquanto me carregava no colo (de novo), coloquei a cabeça no seu pescoço e tentei da um beijo e voltar o que estava acontecendo antes mas ele recuou. - não, só depois de cuidar dessa perna. Disse serio e me colocou deitada no sofá da sala, me deu um selinho rapido e saiu em direção a um corredor, a sala era bonitinha, ta ela era meio estranha não tinha nada só um sofá e uma TV na parede, mais nada absolutamente nada nem um quadro ou foto NADA.

- eu me mudei faz pouco tempo por isso não tem ainda. Meu profmagya fala surgindo na sala com uma bolsa de gelo e uma pomada na mão. - deita aí. Fiz o que ele me pediu e ele se sentou na minha frente colocando minhas pernas no seu colo, ele colocou o gelo e ficou parado olhando como se tivesse se concentrando (para segurar um gelo, ok ne?) fiquei olhando pra ele, aquela expressão meio preocupada, a testa um pouco franzida os lábios juntos, mano ele é muito lindo mds. – Para de olhar assim pra mim eu ainda estou tentando me acalmar. Disse sem nem olhar pra mim e eu dei uma risada anasalada e ele deu um sorriso de lado.

- você vai terminar de me dar a bronca sobre os acidentes e tal? Perguntei brincando ainda o analisando, ele é perfeito.

- vou sim. Disse levantando para levar o que sobrou do gelo para o que eu acho que seja a cozinha, (não da pra ver de onde estou) poucos minutos depois ele volta e se senta no mesmo lugar dessa vez pegando apenas uma das minhas pernas (a machucada) e colocando no seu colo, deixando minha outra perna nas suas costas, ou seja, ele me deixou de fato arreganhada.

- posição legal você arranjou hein. Disse levantando uma sobrancelha e ele deu uma gargalhada gostosa.

- pois é essa posição ta bem favorável. Disse e começou a massagear a minha perna passando a pomada, fechei os olhos na hora e me arrepiei por causa da pomada gelada. – Mas já nem fiz nada? Ele falou e dessa vez que levantou uma sobrancelha foi ele me fazendo revirar os olhos e da um riso baixo. – ah mas deixa isso quieto que da ultima vez que falei de como você se arrepia quase enfiei minha moto num poste. Dessa vez foi impossível não rir mais alto. Ele não falou mais nada e nem eu, fiquei apenas aproveitando a massagem as vezes doía mais em alguns pontos e eu soltava uns grunhidos que ele dava apenas dava uns risinhos e aliviava o peso da mão. Depois de quase dez min nessa historia eu já estava quase dormindo de tão relaxada ele tirou minhas pernas do seu colo e colocou no sofá, imaginei que ele tinha se levantando e tentei me virar de lado para me aconchegar mais no sofá então sentir uma mão no meu quadril, segurando forte e outra na minha perna, abrir os olhos na hora e vi meu amado professor com aquele olhar de pura luxuria que tinha visto alguns minutos atrás quando quase provoquei um, não, dois acidentes.

- Porque você me provoca tanto? Eu estou me sentindo um virgem ficando excitado a cada dez minutos, ainda mais com você nessa posição. Disse e pressionou seu quadril no meu para que eu pudesse entender o que ele queria dizer, e com certeza eu entendi o que ele queria dizer, seu garoto tava totalmente duro e dava pra sentir perfeitamente mesmo por cima do jeans da calça. Dei um gemido involuntário e ele pressionou mais o quadril pra me torturar me fazendo fechar os olhos e acabar mordendo o lábio. – ai pqp garota não faz isso, eu vou gozar sem nem ter tirado a roupa ainda. Assim que terminou de falar ele me beijou, mas diferentes dos outros beijos esse ele tinha pressa e suas mãos passavam desesperadamente pelo meu corpo. Eu coloquei minha perna boa por ciam de seu quadril colocando ele mais perto de mim e minha outra mão foi para seus cabelos (tava muito arrumado para meu gosto) ele pareceu gostar do ato e foi descendo seus beijos para meu pescoço e deixando chupões que com certeza não sairiam tão fácil.

Já estávamos ofegantes quando eu decidir da um outro passo e tirar sua camisa, interrompemos o beijo quando ele passou a camisa pela cabeça e quando ele ia voltar a me beijar e segurei seu tronco e fiquei admirando aquele corpo (afinal não é todo dia que isso acontece ne?)

- quer fazer uma escultura? Perguntou rindo, mas não fez nada para mudar continuando parado e me deixando observa-lo.

- olha é uma boa ideia mas em carne e osso com certeza é mais gostoso. Ele deu uma gargalhada antes de voltar a me beijar mudando a posição, ele sentou no sofá e me puxou para cima de seu colo de maneira que eu estava apoiada nos joelhos. Posição maravilhosa diga-se de passagem, comecei a tirar proveito e parei o beijo descendo para seu maxilar e rindo as vezes com as cócegas que a sua barba rala fazia na minha boca, enquanto isso comecei a mexer meu quadril de fato “sarrando” nele.

Sentir seu corpo contrair e suas mãos apertarem mais ainda meu corpo, dei uma risada anasalada e puxei seu lóbulo entre os dentes e dei um leve suspiro, sentir ele agitado embaixo do meu quadril e aumentei mais ainda o ritmo, minha perna começou a doer mais FODA-SE o que importa é sarrar (kkkkkkk mds eu não pensei isso), dei outro suspiro/risinho leve enquanto diminuía a velocidade do meu quadril, sentir suas mãos me apertando (mano vai ficar um puta marca, mas quem se importa ne?) dei um risinho e fui diminuindo mais ainda a velocidade, contra a vontade dele que começou a mexer mais seu quadril para compensar e não perder o contato, e mais ainda eu ria e parava o quadril.

- Porra garota não faz isso. Disse seco e me apertou mais ainda contra ele. So pra provocar levantei um pouco os joelhos tirando o meu quadril de cima dele e antes que ele reclamasse desci de vez em cima de seu membro. Ele deu um suspiro alto no meu ouvido e antes que percebesse ele já tinha me deitado no sofa e se colocado entre minhas pernas. – Você gosta de provocar né? Agora você vai ter seu troco. Ele tirou minha camisa e meu short num piscar de olhos e ficou me observando, fiquei meio constrangida e surpresa pela pressa, mas não tentei esconder meu corpo, ele soltou um suspiro pesado e começou a beijar meu colo enquanto isso afastava meu sutiã liberando meus mamilos, rapidamente ele começou a chupa-los, eu já gemia baixo mas quando sua mão super gelada encostou no meu clitóris eu quase dei um grito, percebendo a minah reação ele riu e começou a acelerar a mão e dando beijos cada vez mais molhados no meu peito. Ele penetrou dois dedos em mim de maneira tão rápida que foi impossível não gritar. – isso gostosa grita pra mim. Ele começou a falar no meu ouvido e eu já não me controlava mais, eu mexia meus quadris de maneira que seus dedos entrassem mais profundamente em mim, ele ria da minha situação mas não parava nem por um segundo e quando aquela sensação maravilhosa começou a me atingir eu relaxei mais o quadril deixando apenas ele mexer a mão, porem pra minha surpresa ele simplesmente parou, sim ele PAROU, quando eu estava quase gozando. Fiquei esperando alguns segundos achando que ele ia voltar o que estava fazendo e quando não aconteceu abrir os olhos, eu estava pronta pra dar um bale nele quando vi algo que se não tivesse deitada com certeza eu ia cair pra tras. Ele estava na minha frente se masturbando e olhando pra mim de maneira mais sexy possível. Não tem a frustação de um min atrás? Então sumiu porque la estava eu de novo completamente molhada e me contorcendo com aquela cena. Minha boca com certeza estava aberta pois ele olhou pra ela e acelerou mais os movimentos, ele fechou os olhos respirou fundo e disse.

- Faz... tam..bem. QUE? Ele quer que eu me masturbe também? Mano nem no meu sonho mais erótico isso já tinha acontecido mds, eu fiquei paralisada observando aquela cena maravilhosa e tentando analisar o que ele tinha dito. – vai logo... faz logo que a gente goza junto. Ele disse e diminuiu o movimento da sua mão contra sua própria vontade pelo que dava pra perceber, como se tivesse me esperando. – eu to falando serio.. começa. Ele disse seco e na mesma hora minhas mãos se mexeram, eu comecei a passa minha mão pelo meu corpo sem desviar nem por um segundo meus olhos do dele, ele se contorcia desacelerando os movimentos, ele quer mesmo que a gente goze junto, enquanto uma mão passava pelo meu corpo a outra foi pra minha boca, eu tava tão molhada que nem precisava fazer isso mas o que vale é provocar ne? Comecei a chupar meus dedos e ele fechou os olhos jogando a cabeça pra tras.

- ei... ei. Chamei e ele levantou a cabeça mais não abriu os olhos. – abre os olhos.. olha pra mim. Ele balançou a cabeça super devagar negando e eu dei uma risada baixa e insistir de novo. – se você não olhar eu paro agora de fazer. (ta eu não ia fazer isso, tava excitada de mais com tudo isso pra parar assim do nada), na mesma hora ele abriu os olhos mas deixou entre aberto, com receio de abrir todo, rir um pouco e coloquei uma mão entre as minhas pernas enquanto a outra acariciava meu mamilo dolorido (obra dele) e finalmente enfiei um dedo, gemendo baixo, comecei a rebolar e imaginar que era a não dele no meu corpo, coloquei outro e abrir a boca deixando um gemido amis alto sair e fechando os olhos na hora, comecei a acelerar a mão e joguei minha cabeça pra tras, a única coisa que vinha na minha mente era ele se mastubando, ele fazendo aquilo na minha frente. Acelerei ainda meus movimentos e sentir meu corpo relaxando e antes de finalmente gozar escutei.

- abre.. abre os olhos... eu quero que.. você me vej.. me veja gozar por sua.. causa. Meu profmagya disse entre gemidos e eu abrir os olhos, ele tava totalmente suado e com o corpo jogado no sofá, seus lábios estavam entreabertos deixando alguns gemidos escapar e sua mão estava super rápida e sem coordenação. – isso continua olhando assim. Disse e acelerou ainda mais os movimentos não aguentei e gozei deixando sair um gemido alto e fechando os olhos, na mesma hora esculto um quase grito do outro lado do sofá e algo quente escorrendo pelos meus pes.

- Porra, acho que vou precisar comprar outro sofá.



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