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História Dance With The Devil - Capítulo 1


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Notas do Autor


Então galera! Como vão vossas senhorias? espero que bem, pq nossa situação aqui ta meio complicado por causa desse maldito vírus, bem essa é minha segunda fic da minha vida e diferente da minha primeira essa não trabalha um tema apocalíptico, tipico de The Walking Dead, essa vai abordar o tema de uma serie que eu particularmente não curto mas vários de amigos meu adoram que a Supernatural, achei o tema muito interessante e resolvi tentar, Não é exatamente baseada em Supernatural mas tem uma influencia dela, vocês irão perceber vários outras referencias, como Lobisomem Americano em Londres, e filmes de terror que sou muito fã, essa fic, vai ter varias referencia a lendas tanto brasileiras, americanas, indígenas, gregas entre outros.
Enfim é um grande teste Drive mas espero que vocês gostem, se divirtam e possam esquecer esse problemas todas que estão rolando, então fiquem com o cap.

Capítulo 1 - Garras Longas


Fanfic / Fanfiction Dance With The Devil - Capítulo 1 - Garras Longas

 

(Em algum lugar de Hartford)

Era 00h46min da madrugada, mas apesar do horário um boteco de beira de estrada ainda funcionava, o boteco era situado no lado de uma grande reta de pista de asfalto e estava há uns 160 km de uma pequena cidade, apesar das redondezas asfaltadas a cidade que haviam a frente era bem simples, assim como o boteco, uma forte chuva caia, e não havia nenhum carro passando no asfalto, haviam apenas três carros parados próximos ao boteco. Além da longínqua luz da cidadezinha a única iluminação que existia lá era a do próprio boteco.

O estabelecimento era extremamente simples, havia uma pequena varanda que era revertida com cerâmica quebrada e suja, o resto era pintado com uma tinta branca, mas por conta do tempo já estava descascada e com um tom sujo de poeira, o telhado era de lajem e tinha outro andar em cima, provavelmente usado como hotel; E em cima da porta principal havia uma representação de Jesus Cristo crucificado.

Dentro do boteco o estado não era tão melhor assim, o chão parecia não ser varrido a tempos, mesas quadradas, provavelmente de marcas de cervejas, forradas com panos brancos sujos, e os bancos eram de madeira e não pareciam ser dos mais novos, apenas o som chuva ecoava dentro do boteco, haviam nove pessoas no boteco, um estava debruçado em uma mesa, tão embriagado que nem conseguia se levantar, outro era um homem bem vestido de terno, que e sua mesa havia uma garrafa de Whisky e um pequeno copo com pequena dose nele, do lado do balcão em uma cadeira de balaço haviam uma velha gorda, com cabelos brancos bagunçados, sua pele parecia muito castigada pelo sol, tinha uma expressão de emburricada, e ficava se balançando de um lado para outro, em uma mesa perto da janela haviam três jovens um bem claro de olhos azuis, cabelo castanha claro bem penteado de lado, usava um palito marrom, com uma blusa e uma gravata verdes, e em seu colo, tinha um chapéu coco típico de britânicos, do outro lado da mesa haviam dois outros jovens, um aparentava ser mais velho do que o primeiro e outro da mesma idade, o que aparentava ter a mesma idade, tinha cabelos castanhos também, nem tão claros mas nem tão escuros também, usava um moletom preto com um “M” em amarelo e também em amarelo abaixo da letra estava escrito Michigan. O outro tinha cabelos loiros longos que chegavam perto do ombro, uma rala barba na crescia em seu rosto, ele usava uma blusa social branca dobrada até os cotovelos e bebia um shot de Whisky.

Os outros três eram dois garotos e o dono do bar, ele conversavam sobre algum assunto.

Garoto 1: Tem certeza que ele não passou por aqui?

Dizia um garoto vestido com um moletom cinza, e usava um boné preto com a aba vermelha, no boné estava escrito “Chicago”, assim como jovem loiro esse também tinha uma rala barba crescendo em seu rosto, mas a dele era negra assim como seu cabelo curto em um corte militar, ele mostrava a foto de um homem de uns 40 anos ao dono do boteco

Dono: Muitas pessoas passam por aqui, não me lembraria mesmo se ele estivesse vindo até aqui.

O dono era gordo usava uma blusa social velha abotoada só pela metade, o que deixava seu peito repleto de cabelos a mostra, ele tinha um bigode preto com alguns fios brancos e usava um velho boné de caminhoneiro. Ele respondeu friamente enquanto enxugava um copo americano.

Garoto 2: Bem, e esse outro aqui?

Disse o garoto que tinha longos cabelos negros, não tão longos quantos os do loiro, mas ainda sim bem grande esse era bem claro e tinha um nariz bem longo, ele usava uma blusa longa preta e outra blusa com manga curta cinza por cima. Ele mostrou a foto de outro homem no celular. O Dono analisa a foto enquanto continua a limpar o copo. Ele da uma longa suspirada e diz

Dono: Não!

Os dois jovens se olham e fazem expressam de decepcionados.         

Garoto 2: Ok, se você souber de algo, entre em contato com a gente.

Disse e entregou um cartão ao homem, o cartão era vermelho e estava escrito “Dance With The Devil” Bar & Serviços Especiais, Boston, Massachusetts, do lado do nome DWTD tinha uma silueta feminina vendado dançando com a silueta de um demônio em preto, havia uma pequena parte em roxo onde havia o numero deles.

Dano: Hum, Massachusetts? O que estão fazendo tão longe de casa?

Garoto 1: Resolvendo um probleminha familiar...

Disse e os dois direcionaram a mesa onde havia os outros três jovens. Quando eles se aproximaram o loiro pergunta.

Garoto 3: E ai, descobrimos alguma coisa?

Garoto 2: Não, ninguém falou com eles, nem se quer os viram.

Garoto 4: Já é a terceira cidade que visitamos e nada.

Disse o de palito.

Garoto 5: Estou falando, é perda tempo! O Bill deve estar bêbado em uma vala qualquer por ai!

Fala o de moletom de Michigan.

Garoto 3: Não podemos parar agora Tom.

Tom: Que seja...

Nisso o garoto com boné da Chicago se levanto e se encaminha para fora do estabelecimento.

Os demais olham para ele.

Garoto 2: Randy, onde você vai?

Randy: Tomar um ar.

Disse enquanto pegado um garrafa de cerveja.

Nisso o garoto 4 se levanta também.

Garoto 2: Você também Paul?

Paul: Não, eu só vou ao banheiro mesmo.

Garoto 3: Acho melhor você ir atrás dele Jake.

Jake: É também acho.

Disse Jake indo atrás de Randy.

Randy estava na varanda tomando sua cerveja olhando para o nada enquanto a chuva caia.

Jake: E ai mano?

Randy: Fala.

Jake: No que está pensando?

Randy fica em silencio por um tempo, mas responde.

Randy: E se o Tom estiver certo? Se o papai apenas bebeu demais e se confundiu se bairro.

Jake: Você conhece o Tommy, ele tem um senso de Urgência menor que o nosso.

Randy: Isso é verdade.

Disse e os dois riram.

Jake: Mas é serio, dessa vez é diferente, já fazem duas semanas e nenhuma noticia.

Randy: É...Não podemos parar agora.        

Enquanto os dois conversavam não perceberam, mas vindo da direção da cidade haviam 3 homens a cavalo todos com chapéu jaquetas, facões na cela e alguns com armas, eles galopavam rapidamente em meio a chuva a iluminação que eles tinham eram de lamparinas que carregavam. O semblante deles parecia de assustados como se tivessem visto fantasmas.

Os três se aproximaram do boteco e imediatamente desceram dos cavalos, e logo entraram no boteco, emburraram a porta com tanta força que quando ela se chocou com a parede um estrondoso barulho ecoou no bar.

 Todos que La dentro estavam olharam curiosos.

O Cowboy que aparentemente era o líder, dos outros dois foi andando até a mesa do homem que estava de terno tomando Whisky, pegou um pacote desses que é usado para colocar pães e o jogou em cima da mesa do homem.

Que apenas o olhou friamente.

Homem: O que é isso Chuck?

Chuck: Seu dinheiro Sr. Gregory, acabou!

Disse o cowboy.

Eles se encararam por um tempo, e dava para perceber que sangue escorria do rosto de Chuck, algo que não se percebia antes por conta da chuva.

Gregory: Que historia é essa? Tínhamos um acordo.

Chuck: Sim, mas você não me disse que eu estaria me metendo em um enredo de um filme de terror!

Gregory: Eu te paguei muito bem por esse serviço Chuck.

Chuck: Guarde a grana doutor, alguém morreu!           

Gregory: Vai mesmo me abandonar?

Chuck: Pro inferno! O que tem naquela mata, seja lá o que for não é do bem, se quiser que alguém volte lá para enfrentar aquele demônio vá você mesmo.

Disse e saiu lentamente caminhando para uma mesa onde seus outros dois companheiros estavam companheiros esses que também estavam feridos, a roupa de um estava praticamente dilacerada como se um animal com grandes garras tivesse o atacado, outro mancava muito e de sua perna escorria sangue.

Gregory fica aparentemente muito irritado da um soco na mesa, esbraveja e toma outra dose de Whisky.

Logo Randy e Jake entram no boteco e se encaminham para a mesa de seus amigo,no mesmo momento Paul sai do banheiro.

Randy: O que temos aqui Jon?

Jon: Parece que o mauricinho ali, contratou esses caras para uma espécie de serviço, mas as coisas saíram do controle.

Disse o garoto loiro.

Jake: Caça?

Tom: É o que parece...

Jon: O que você acha Paul.

Paul com toda sua classe britânica olha disfarçadamente para o trio de Cowboys analisa suas feridas e diz.

Paul: Não parece ser de animal, o comprimento das garras não é compatível com nenhum animal vivo na nossa era.

Jake: Será que é um dos nossos?

Randy: Talvez...

Tom: Eai vamos tentar descobrir?

Jake: O que o papai faria?

Paul: Ajudaria.

Randy: É e precisamos de Dinheiro para continuar nossa busca.

Todos ficam em silencio.

Randy: Todos de acordo?

Pouco um a um levanta lentamente suas mãos concordando com os termos.

Randy: Ótimo! Sabem o que fazer.

Nisso todos os cinco se levantam Randy e Jake vão para o lado dos Cowboys e Jon, Paul e Tom se dirigem a mesa de Gregory

Jon: Puro malte! Ótimo gosto!

Disse enquanto já se sentava à mesa de Gregory, seguido pelos outros dois.

Gregory: O que vocês querem?

Jon: Bem nos estávamos sentados aqui do lado, e por ventura ouvimos sua conversa com o Búfalo Bill ali.

Disse apontando para Chuck.

Gregory: E daí?

Paul: Talvez possamos lhe ajudar.

Gregory: Duas crianças que nem devem ter saindo do High School ainda e um adolescente cheio de espinhas na cara.

Jon: Bem... Acho que começamos com o pé errado, deixe-me me apresentar meu nome é Jonathan esse dois aqui são meus irmãos mais novos, Paul e Thomas e aqueles outros dois completam a família, Randal e Jacob, e como ele disse podemos ajudá-lo.

Gregory: Como me ajudariam?

Tom: Bom... Nós temos habilidades, habilidades essa que aparentemente muito te enterresa! Afinal todos temos os nossos... Demônios.

Tom disse dando grande ênfase a ultima palavra de sua frase.

Gregory: O que querem dizer com isso?

Jon: Ele quer dizer que não importa o que você quer caçar, nos apresente o dinheiro e a gente pega pra você.

Paul: Mas você dizendo o que é exatamente, adiantaria nosso serviço e tenho certeza que você quer resultado rápido.

Gregory se prepara para contar o que sabe, mas deixa lagrimas escaparem de seus olhos.

Gregory: Não tenho certeza de quem o que é. Essa... Coisa, atacou meu filhos, meu menino mais novo não sobreviveu, foi encontrado todo dilacerado boiando as margens de um rio. Minha filha estava com ele, ela ainda esta em estado de choque, não se lembra de nada, só dos gritos do irmão mais novo.

Tom: O que a policia disse?

Gregory: Fizeram B.O e disseram que vão investigar, mas duvido que vá pra frente meu filho não o primeiro a morrer dessa forma.

Os três garotos ficam em silencio.

Gregory: Ofereço pra vocês o mesmo que ofereci a eles, R$3,000 se matarem essa coisa.

Os garotos se entreolham e Jon diz.

Jon: Olha, a gente se comoveu com sua historia e queremos ajudar, mas...

Ele gesticula mostrando os outros quatro garotos.

Jon: São muitas bocas para alimentar, então vamos ter que dobrar a aposta.

Gregory pensa um pouco e fala.

Gregory: Ok, R$6,000 mas só pago metade agora, a outra metade quando vocês matarem esse demônio.

Jon: Ok, fechou! Parabéns você abacá de contratar os valiosos serviços de Dance With The Devil.

Disse voltando a sua mesa.

Jon: Crianças, terminem ai que vou ver se arruma quartos para passar a noite.  

Tom: Crianças? Ele sabe que só é dois anos mais velho que a gente?

Paul: Como podemos entrar em contato com você? Sabe quando terminamos o serviço.

Gregory pega um cartão e entrega a Paul.

No cartão estava escrito Gregory Hofflen Doutor em engenharia florestal, e tinha o numero dele mais abaixo no cartão.

Paul: Valeu Doutor, passar bem.

Disse e os dois sem para se juntar aos outros três.

Quando Tom e Paul se aproximam vêem que Chuck esta contando uma historia sobre o que ele viu na floresta.

Randy se aproxima diz a Paul.

Randy: Presta atenção nos ferimentos.

Paul: Ok!

E Chuck continua a historia.

Chuck: Ele deveria ter dois metros e meio, não vimos nada, só ouvimos galhos quebrando, daí ele veio pra cima, as garras dele acertaram o pescoço do Zak que caiu morto, estraçalhou ele, depois foi pra cima do Chris o levou para o mato, só ouvimos os gritos de desespero dele, aquela coisa rasgou o cavalo como se não fosse nada.

Jake: Mais algum detalhe?

Chuck: Se movia rápido, rápido demais pra qualquer animal.

Jake suspirar e olha Randy, que faz o sinal de positivo com a cabeça.

Randy: Valeu cara!

Disse deixando umas notas de dinheiro na mesa de Chuck.

Chuck: Se precisarem de mais alguma coisa.

Paul: Na verdade, eu preciso sim.

Chuck: Do que?

Dizia enquanto bebia.

Paul: Da blusa dele.

Dizia se referindo a blusa arranhada do amigo de Chuck. Que acha estranho mas sede a blusa.

Chuck: Cada louco com sua mania.

Disse enquanto entregava a blusa a Paul.

Randy: Ótimo! Temos tudo que precisamos?

Jake: Acho que sim.

Randy: Tom, e o pagamento?

Tom: seis mil, metade agora, metade quando terminamos ou seja cada um de nos já temos 600 dólares no bolso.

Randy: Excelente! Jon, estadia?

Jon: Bem, tinha só um quarto disponível e apenas um beliche e já esta pago, ou seja dois de nos temos que dormir nos carros.

Randy: Isso não problema, Jon você na Picape e eu o Jipe.

Jon: Beleza.

Randy: Então amanha 05h50min todos de pé temos que descobrir que diabo de bicho é esse, Paul contamos com você pra facilitar esse quesito em.

Paul: Ok.

Randy: Então ta, todos pra cama por que amanhã será um dia cheio.

Todos concordam e cada um segue seu caminho, Paul, Tom e Jake sabem as escada no boteco para seus quartos alugados e Jon e Randy se encaminham para fora para passar a noite no seus carros.

Jon entrou na picape no banco de trás, tirou seu tênis e trancou todo o carro, o carro era uma zona, pacotes de chips e salgadinhos por toda a parte o pango do passageiro e de trás cheio de farelo, tinha uma mochila atrás do banco do passageiro, Jon abre a mochila e tira um cobertor de lá, ele usa a mochila como travesseiro e se cobre com o cobertor e tenta descasar para a manhã seguinte, no Jipe que era aparentemente mil vezes mais limbo, Randy vai direto para o banco do motorista e entre, ele bate a porta para ter certeza que esta bem trancada, e baixa o banco o máximo que consegue até ficar praticamente deitado e coloca os dois pés próximos ao volante, coloca o boné em cima do rosto e cruza os braços e as pernas.

No quarto alugado do boteco Tom estava acomodado no chão, o chão estava forrado com um lençol qualquer, tinha um travesseiro e um cobertor que o acomodava e o aquecia, Jake estava praticamente apagado na beliche de baixo,na beliche de cima Paul mexia em um notebook , a luz refletia em seu rosto seu olhar era de extrema concentração no que estava fazendo. 

Tom: Hey, Paul.

Disse tentando falar baixo, Paul nem escuta de tão focado que estava.

Tom: Paul!

Falou um pouco mais alto, chamando a atenção de Paul.                         

 Paul: Oi?

Tom: Para de fazer seja-la o que você esta fazendo ai. Vai dormir e me deixa dormi também.

Paul: Isso não faz sentido.

Tom: O que?

Paul: Há relatos de desaparecimentos desde os anos 20 e nenhum segue uma lógica.

Tom: Como assim?

Paul: Olha!

Disse Paul virando o notebook para o lado de Tom.

Paul: Os ataques em geral acontecem no meio do mato, é quase sempre constatado como ataque de animal, mas os corpos são encontrados dilacerados, boiando em rios e até sem sangue no corpo.

Tom: E você descobriu isso como?

Paul: Invadi o sistema da policia, mas aqui só estão os casos dados como resolvidos ou deixados de serem investigados.

Tom: Então você quer dizer que estamos lidando com mais de uma criatura?

Paul: É provável...

Tom: Esquece isso agora, já devem ser ao norte 01h30min da manhã, vai dormir vai.

Paul: Ta, ta bom...

Disse fechando o notebook e se ajeitando para dormir.

O tempo passou a chuva já era sereno, Randy estava dentro do carro na mesma posição, parecia não ter se mexido nem um centímetro, até que ele ouve uns sons, vindo do lado de fora, como se alguém estive batendo no vidro. Randy acorda meio avoado derrubando o boné de seu rosto e sem saber da onde esta vindo o barulho, ele olha e vê um policial do lado de fora, usando um chapéu branco e óculos escuros, com uma jaqueta verde que estava com pequenas gotas de sereno. Randy procura seu boné o coloca na cabeça e abre a porta.

Policial: Bom dia!

Randy: Bom dia chefe!

Policial: O que você faz aqui jovem.

Randy: Precisava dormir em algum lugar chefe.

Policial: Você não sabe que é proibido estacionar nessa via?

Randy: Não senhor, eu bebi um pouco de mais ontem e minha namorada acha que eu olhei para outra garota e me forçou a dormir fora do quarto.

Policial: Que situação em.

Randy: É...

O policial olha para os lados tira os óculos escuros coloca no bolso da camisa.

Policial: Olha, eu deveria te enquadrar ou algo assim, mas como acho que sua situação já esta complicada o suficiente, vou te deixar apenas com uma multa, Ok?

Randy: Sim, muito obrigado senhor!

Policial: Fica esperto em!

Disse entregando um papel com a multa para Randy, ele continua andando passa pela picape que Jon estava e também coloca uma multa no para brisa do carro dele.

Randy: Merda...

 Disse dando um peteleco no multa.

Dentro do quarto do boteco um relógio desperta as 05h50min e a mão de Jake desliga o despertador que pelo som acorda todos no quarto, Jake se levantada pega uma almofada e joga em Tom que o faz ficar mais alerta, e da um tapa nas costa de Paul que parecia bem cansado.

Jake: Acordem! Esta na hora!

Os três se levantam e começam a se arrumar, não com as roupas casuais que estavam na madrugada, mas calças, que pareciam que um tecido bem resistente, botas e blusas que praticamente ficavam coladas do corpo, e usavam como se fosse um colete aparentemente fino que protegia os ombros, o peito e um pouco da barriga, protegia ao mesmo tempo em que não atrapalhava.

Enquanto se arrumavam Jon e Randy chegam no quarto e com eles traziam copos de café, Jon e o ultimo a passar e quando entra no quarto tranca a porta e fica bem próximo a ela, afim de detectar qualquer barulho que vem do lado de fora, Jon e Randy também estavam vestidos de forma bem semelhante dos outros três.

Randy: Então o que temos?

Paul: Basicamente, não sabemos com o que estamos lidando.

Jon: Como assim?

Paul: Os ataques parecem não ter nenhuma ligação. Exceto pelo fato da maioria dos ataques acontecerem perto das florestas de San Loius e Two-Rivers, Mas não penso em nada que possa ter causado isso.

Jon: Bom, pelas garras e agressividade, pode ser um lobisomem.

Tom: Impossível, a lua cheia foi há dois dias...

Jake: Cão Negro?

Paul: Não, os taques são físicos demais para ser um espírito.

Randy: Tá, um Wendigo então.

Paul: Nunca se teve um relato de um Wendigo nesse lado do país.

Randy: Isso está ficando complicado.

Diz soltando um prolongado suspiro.

Paul: Essa criatura também está associada a acidentes nessas estradas, as vitimas contam que antes do acidente ouviram gritos, ou sentiram que algo pulou no teto no carro deles.

Jake: É a gente teria como conversar com essas pessoas?

Paul: Creio que não,a maioria da no pé!

Randy: Então ta, Eu vou dar uma pesquisada com os cidadãos da cidade e vou dar uma checada em Two-Rivers, vocês vão para San Loius onde os cowboys foram atacados Dave terá alguma coisa pra gente La.

Todos concordam e descem as escadas do boteco, lá em baixo a velha estava na mesma posição da madrugada e o dono estava cochilando no balcão, os cinco jovem chegam no andar de baixo, eles já trajando seus “uniformes” completos, botas, calças de tecido forte mas ainda sim, os deixava com muita mobilidade, todos usavam blusas térmicas, Tom e Jon usavam uma de coloração preta e Randy, Jake e Paul com uma branca, por baixo da segunda pele todos usavam colete, e usavam uma espécie de hibrido entre jaqueta, moletom e sobre tudo que usavam por cima para proteger, era flexível e  resiste.

Paul, Tom, Jon e Jake se encaminham para fora Randy da um tapa no balcão, que acorda o dono.

Randy: Ai senhor, passa a régua ai, que a gente vai puxar o carro.

Dono: Ok, voltem sempre!

Disse completamente avoado.

Randy, vai no porta mala do Jipe e tira três mochilas de joga de uma a uma para Tom, Jake e Paul e vai dizendo.

Randy: Então pessoal, não sabemos com o que estamos lidando, mas é só fazer o nosso com calma e tranqüilidade, que vai da certo, vocês sabem exatamente o que fazer e se tudo der certo com sorte estaremos fora da floresta e com o bolso cheio até o final da noite.

Disse entrando o Jipe e fechando a porta

Randy: Então irmãozinhos, nos encontramos no ponto de encontra com o Gregory, se precisarem de alguma coisa, liguem pelo pré-pago!

Disse acelerando o carro e indo para Two-Rivers.

Tom: Nós temos um ponto de encontro?

Jon: Ele só esta extasiado pela emoção de voltar à caça.

Jake: É, então vamos lá também.

Nisso os quatro sobem na picape e Jon da à partida em direção a San Loius.

Tempo depois de procurem eles finalmente acham a tal falada estrada de San Louis, era uma grande reta de terra e o mato crescia alto de ambos os lados, o que tentava dividir a o mato da estrada era uma cerca de madeira com arame farpado, mas era perceptível que o arame era velho, já estava tomado pela ferrugem, à densa neblina que os cercava molhava o para brisa de gotículas de água, Jon dirigia lentamente seguindo a estrada.

Jake: Esse lugar...

Paul: O que tem?

Jake: Tem uma energia estranha...

Tom: Como de uma entidade?

Jake: Tipo, mas... Parece de algum espírito mas tem uma coisa física que não se encaixa.

Jon: Então podemos descartar a hipótese de cão negro.

Em outro lado Randy já se aproximava de Two-Rivers observando a região, ele vê que tem uma estreita passagem provavelmente de carroças que desce para perto de um rio e logo do lado do rio há uma mata, com grandes arvores e aparentemente bem fechada, Randy desce com o Jipe a estrada o estaciona perto da entrada da mata, abre a porta e pega um chapéu preto do banco do passageiro, passa o dedo na aba dele e o ajeita na cabeça.

Randy observa e pedras do resto de uma fogueira ali perto, se aproximando a mata ele nota que em uma das arvores havia uma marca, marca que pareciam garras mas apenas do indicador até o dedo mínimo, era semelhante a marca que tinha na blusa do amigo de Chuck, mas a arvore assim como muitas outras dali tinha um troco branco, seco, descascado, podre, tão podre que deixava o ar com um cheiro de cemitério bem forte.

Randy saca um pequeno telefone de abrir e fechar do bolso e liga para os Irmãos.

Jake atende.

Jake: E ai Randy, achou alguma coisa interessante?

Randy: Pode crer que sim.

Jake: O que é?

Randy: Não é espírito, pelo menos não só um espírito, isso drena vida, deixa destruição por onde passa, precisa de algo para se manter nesse mundo.

Jon: Ótimo, espere a gente checar aqui que já vamos te ajudar ai.

Randy: Beleza.

Diz desligando o celular.

Randy: Hum, me desculpem por não esperar.

Randy foi até o porta malas do Jipe o abriu e de uma grande bolsa preta e tira Dois machados de combate com algumas escrituras rúnicas, facas, lanternas, uma Shotgun com cano cerrado, e balas.

Randy: Vamos ver se esse treco sobrevive sem cabeça.

Do lado de San Loius, Jon tinha estacionado em um lugar que deixava a Picape meio escondida, todos já tinham saído de lá, nas mochilas deles Paul, não tinha muita coisa, algumas facas, e suprimentos e sua arma era uma Shotgun, Tom tinha uma espada também com escritas rúnicas e duas pistolas, Jake também tinha uma espada parecida com a de Tom, mas tinha apenas uma arma, Jon tinha dois revolves totalmente personalizados pratas com tambor dourado, e tinha uma espécie de soco inglês que tinha laminas nas pontas.

Jon tomou a frente e logo já foi entrando no meio do mato.

Jon: Então pessoal, já sabemos o que fazer, se não é espírito podemos matar diretamente, então e virem a criatura tirem a vontade.

Eles andam mato a dentro até chegar perto da entrada da floresta.

Jon: Eai Jake sente alguma coisa?

Jake: Não nada...

Tom: Mas só eu que estou sentindo esse cheiro podre?

Paul: Bem Agora que você falou...

Eles ouvem passos vindo da floresta como se fosse alguém ou alguma coisa, ele imediatamente miram suas armas do lugar onde estão vindo o barulho, todos estavam prontos para atacar,então saindo da floresta eles avistam um homem com 1,78 de altura com um chapéu pardo de cowboy andando cambaleando, mas sua pele estava em um tom pálido e tinha um grande feriada no seu corpo que uma pessoa viva n suportaria, sua carne já parecia apodrecer, e ele ia ligeiramente até os jovens.

Tom: Droga! Odeio os malditos mortos vivos...

Paul: Deve ser um dos amigos do Chuk.

Jon: Quer fazer as honras Jake?

Jake: Não, é todo seu.

Então Jon saca um de seus revólveres e da um tiro certeiro na cabeça do morto vivo que cai morto (de novo).

Jon: Tommy, Paul tirem o presunto daqui e arrumem um jeito de queimar pra n deixar rastros.

Tom: Beleza vamos Paul                                             

Tom pega os braços do ex-cowboy e Paul as pernas e os dois adentram para floresta a fora para dar sumiço no corpo.

Se passa um tempinho desde que eles foram e Jake e Jon estavam sentados a esperar os irmãos.

Jake: Será que aqueles idiotas, se perderam.

Jon: Não, só devem estar procurando um lugar pra fazer fogo sem chamar muita atenção.

 Nisso eles ouvem barulho de um carro se aproximando de onde eles estavam.

Jake: Vamos deve ser o Randy.

Os dois se levantam e vão caminhando para fora da floresta, mas quando eles conseguem ver viram que era uma viatura policial e viram policial armados já apontavam as armas para eles e anunciavam.

Policiais: No chão! agora! No chão!

Os dois obedecem aos policiais.

Jon: Merda...

Enquanto isso Randy caminhava sozinho na floresta.

Randy: Merda parece que estou andado há horas e não sai do lugar.

Randy diz a si mesmo, e para de andar e presta atenção no hambiente ao seu redor, o resto batia normalmente eu seu rosto ele ouvia a água do rio correr.

Randy: Mas o que diabo?

Ele ouve um barulho de folhas e galhos como se alguma coisa tivesse passado por cima das arvores ele observa, mas n vê nada mas algo chama sua atenção.

Ao olhar com mais cautela pro lugar de onde tinha vindo ele olha e vê seu Jipe que não estava nem a quinze metros de distancia.

Randy: Mas que merda é essa?

Mais uma vez ele ouve o barulho de algo se mexendo nas arvores, mas ouve algo a mais um som de impacto como se algo pulasse atrás dele, Randy engole seco, mas imediatamente usa sua mão esquerda para sacar o machado do lado direito e já vira dando um giro para tentar acertar seja-la o que fosse aquilo. Mas a criatura era mais rápida e acertou uma mãozada de baixo para cima que jogou Randy longe o fazendo colidir com uma arvore podre a força do impacto foi tamanha que a pobre arvore se partiu deixando Randy atordoado no chão.

Randy: Inferno...

Randy se ajoelha com das mãos segundo a barriga e outra se apoiava no machado para tentar ficar de pé.

Ele mais uma vez ouve o barulho mais do seu lado dessa vez ele tenta olhar, mas antes vem uma espécie de tapa fortíssimo que joga Randy para o lado, mas antes de cair completamente a criatura agarra o pé dele e o gira no ar e o joga mais uma vez contra a mesma arvore o que a faz despedaçá-la completamente e fazendo seu chapéu cair no chão.

Andy cospe um pouco de sangue no chão e seu traje que era completamente negro tem resíduos cinza de arvores podres por ele todo.

Randy se prepara para ficar de pé de novo, mas a criatura aparece em sua frente se o lança um golpe com as unhas que rasca de sua barriga te perto do pescoço, o que o mataria se não fosse por conta do colete, mas mesmo assim Randy cai para trás.

Ele já respira pesadamente de seu nariz escorre sangue, ele vira e se põem de bruços e com o machado em mãos ele para o se concentra, se concentra para ouvir o som das arvores na tentativa de rastrear a criatura.

Chega um momento que ele se sente confiante para tentar adiantar no movimento da criatura.

Randy: Te peguei!

Disse e jogou o machado em uma direção, o machado foi girando em uma velocidade incrível e crava em uma arvore com muita força.

Randy da um sorriso convencido.

Mas por quando ele olha pro chão vê que há uma sombra que sobrepõem a dele uma sombra muito grande, Randy olha quase incrédulo para sombra.

Randy: Filho da Pu...

Randy tenta sacar a Shotgun e girar ao mesmo tempo para atingir a criatura, mas ela segura a mão de Randy e aperta seu pulso o que o faz soltar a arma, ele até tenta sacar o outro machado a criatura segura em seu pescoço e o levanta, fazendo Randy ter dificuldades para respirar.

Agora Randy podia olhar o rosto da criatura era praticamente um crânio humano, com uma pele extremamente fina e seca que realmente lembra arvores podre, tinha longos dentes afiados e tinha mofo em varias partes do rosto até alguns fungos la viviam, tinha pouquíssimos fios de cabelo na cabeça, fios longos e igualmente podres, olhos vermelhos como sangue e tinha uma expressão assustadora e desesperado ao mesmo tempo.  

A criatura olhou nos olhos de Randy se soltou um grito aterrorizante, ergueu a mão e desferiu o golpe.

 

                                                                                                                              

 

 

 

 

 


Notas Finais


Então é isso espero que vocês tenham gostado, eu vou tentar continuar mas tenho faculdade agr que atrasa varias coisas que eu queria até para minha outra fic, mas é isso até a proxima!


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