História Dancing On My Own - Larry Stylinson - Capítulo 1


Escrita por: e levi-ackerdamn

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Harry Styles, Htops, Larry, Louis Tomlinson, One Direction, Romance Gay
Visualizações 12
Palavras 2.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá
Não, eu não sei quando parar... Sorry Not Sorry
Boa leitura a todos <3 Obrigada por estar aqui!
E um OBRIGADO gigante pra @levi-ackerdamn por me ajudar com as ideias e com a correção da fic <3
Boa leitura *-*

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Dancing On My Own - Larry Stylinson - Capítulo 1 - Prólogo

Alguém disse que você tem uma nova amiga

Mas ela te ama melhor do que eu posso?

Tem uma grande nuvem negra sobre minha cidade

Dancing On My Own - Calum Scott

Louis

Louis Tomlinson, um rapaz de personalidade forte, 21 anos, estudante de publicidade, decidido, independente, forte. Praticamente inquebrável. Isso até que Harry Styles voltasse à cidade, então o rapaz forte e decidido se tornava alguém indeciso, de personalidade maleável... A noite de sexo sempre garantida a uma ligação (e talvez um jantar) de distância para Harry.

Eu sei, não é assim que as pessoas se apresentam normalmente. Eu não deveria me deixar ser definido por algo desse nível, mas enquanto eu encarava o computador em minha frente, segurando as lágrimas, foi o que eu quis escrever na primeira parte do meu projeto de relações públicas, que consistia basicamente em uma mini autobiografia, seguida de questões que diferentes grupos sociais trariam à tona se a analisassem, com minha defesa em relação à elas.

Por que meu professor de relações públicas pediria algo assim? Não sei. Mas decidi deixar o projeto para depois e começar a me arrumar, já que não conseguiria desenvolver nada com toda aquela ansiedade tomando conta de mim.

Veja bem, normalmente eu não sou uma pessoa ansiosa. Mas receber uma ligação de Harry pela manhã, dizendo que depois de 7 meses ele estava de volta em Doncaster e questionando se poderia me ver pela noite, fez diversos sentimentos voltarem à tona, fazendo meu coração não desacelerar por nada e o buraco no meu estômago só aumentar.

Eu não posso negar que respondi sim, mas eu queria ter tido autocontrole para dizer não. Enquanto ele falava sobre nos encontrarmos em um bar no centro da cidade, eu não pude deixar de me sentir um viciado em processo de reabilitação, que passou 7 meses dizendo não para si mesmo e se convencendo que estava melhor sem aquela droga, negando o desejo de forma determinada, mas só precisou de uma oferta mais direta para ceder.

3 minutos e todo o autocontrole de 7 meses foi embora.

Minha frustração estava concentrada em como eu era idiota e fraco quando se tratava de Harry, e mesmo assim eu me vesti da melhor forma que pude para encontrar minha perdição no meu bar favorito.

Quando eu entrei no local cheio e com iluminação multicolorida, eu mal me dei ao trabalho de digerir toda a informação sensorial naquele espaço, aquilo tudo eu conhecia de cor. Então procurei avidamente por um rapaz de 23 anos, com traços marcados, sorriso amável, postura séria e olhos verdes chamativos. Foi fácil encontrá-lo e... Porra! Harry estava tão lindo. Ele estava em uma das mesas mais próximas do bar (obviamente), já com um Manhattan me esperando, enquanto degustava o que eu imaginei ser seu rotineiro Black Russian.

O que eu posso dizer? Ele gostava bastante de café.

- Oi. - Eu sorri ao ocupar o lugar na frente dele.

- Hey. Pedi um Manhattan pra você. - Ele empurrou a bebida um pouco mais em minha direção, com um sorriso rápido de covinhas. Eu preciso confessar que no meu caminho até ali o que eu pensava era que não faria sexo com ele aquela noite, mas aquele sorriso e o fato dele ter lembrado qual o meu drink favorito me fizeram derreter.

Por que era tão fácil voltar atrás quando se tratava de Harry Styles?

- Obrigado. - Outro sorriso se formou em meus lábios e eu pude prever que ficaria com dores se continuasse a sorrir de forma tão exagerada, então diminui um pouco a intensidade com que estava esticando minhas bochechas. - Essa agitação... É a bebida já fazendo efeito ou...? - A primeira ideia que me ocorreu foi a de tomar um gole da minha bebida para parecer mais relaxado do que realmente estava, mas não tive tempo de alcançar meu Manhattan, pois Harry já o levava à boca, ingerindo quase metade da mistura alcoólica.

- Tem um pouco de bebida, confesso. - Ele inclinou a cabeça enquanto respondia com um sorriso brincando em seus lábios, após me devolver a bebida vermelha, me deixando aproveitar o sabor levemente doce e altamente alcoólico. Ele sempre fazia isso de experimentar minha bebida e depois me analisar enquanto eu a bebia e eu nunca entendi o motivo. Mas também, eu nunca realmente tentei entender. De qualquer forma, eu gostava quando ele fazia isso. - Mas eu também estou animado por estar de volta à cidade. - Aquela foi a explicação mais longa que eu recebi naquela noite.

Harry era assim. Ele não se dava ao trabalho de detalhar tudo e (pelo menos comigo) ele não precisava. Eu entendi que com "animado por estar de volta à cidade" ele quis dizer que era bom estar finalmente em um lugar já conhecido, sem muito ao que se adaptar, mesmo que viajar por aí fosse uma de suas (poucas) paixões no mundo.

Harry era fotógrafo e aos 19 anos, apenas com o ensino médio completo e alguns cursos de fotografia, arrumou uma mochila com algumas roupas, dinheiro e barrinhas de cereal, pegou sua câmera e foi de encontro ao desconhecido, com os braços tão abertos que poderia envolver o mundo inteiro. Ele adorava dar de cara com o inesperado e de estar em uma constante viagem para conhecer o mundo, mas era reconfortante estar em casa.

- Quer sair daqui? - Styles questionou depois de um bom tempo de conversa e bebidas e eu entendi que aquilo queria dizer "Quer transar?". Eu concordei com a cabeça, abandonado os pensamentos que me acompanharam até aquele lugar, me deixando ser envolvido pela memória sensorial das noites em que fizemos sexo.

Um motel razoável. Foi o melhor e mais próximo local que encontramos e isso não nos incomodou em nada. Quando entramos no quarto que Harry pagou, não nos importamos em saber como era. O tamanho da cama ou a cor dos lençóis não fazia diferença enquanto eu sentia a língua de Harry massagear a minha, com o sabor de café e álcool se misturando com o de vermute doce que permanecia em minha boca. O cheiro dele me inebriou de tal forma, que eu sequer consegui impedir a saudade de tomar conta do beijo.

O beijo era tão bom. Como eu consegui ficar 7 meses sem aquilo?

Com a boca dele contra a minha, não pude deixar de me sentir caindo em um abismo que eu já conhecia muito bem. Eu quis tanto fugir... E esse pensamento durou por bravos e longos 3 segundos, mas foi só eu sentir as mãos grandes e quentes dele adentrarem minha camisa, encaminhado o tecido para fora de meu corpo, enquanto seus dedos firmes passeavam por minhas costelas que a ideia virou fumaça, escapando pelas brechas de minha mente.

Eu não sei dizer como exatamente nossas roupas saíram de nossos corpos, já que eu estava ocupado mordendo o ombro de Harry enquanto ele mordia e beijava o meu pescoço, ou então resmungando por ele se afastar de mim. Mas eu lembro que o meu corpo era coberto apenas por minha boxer e ele ainda estava de calça, enquanto minha mente estava nublada, vagando entre a consciência e a não consciência do que estava acontecendo. Eu ficava ainda mais confuso quando, em um breve momento de consciência, eu o via sorrindo aleatoriamente, mostrando suas covinhas e parecendo todo fofo, enquanto me encarava com um olhar sério e autoexplicativo, que deixava claro tudo o que ele queria fazer comigo naquela noite.

Eu me esforcei para manter meus gemidos baixos quando senti a língua dele rodear meu mamilo, enquanto apertava minhas coxas de forma tão prazerosa. Quando ele subiu seu rosto até o meu pescoço para mordiscar aquela parte e investiu seu quadril contra o meu diversas vezes, eu gemi, com minhas mão procurando seu corpo para satisfazer aquela vontade absurda de querer senti-lo por completo, eu não pude deixar de pensar (por mero meio segundo) como aquilo era humilhante.

O que eu estava fazendo ali? Por que era tão fácil me sentir bem nos braços de Harry mesmo sabendo que pela manhã ele teria ido embora?

Mas as questões foram tomadas pelo pensamento de como aquilo era bom. Eu queria tanto que ele fizesse tudo que aquele seu olhar insinuava. Ele me deixava tão confuso, de uma forma tão boa. Ele sabia como me tocar nos lugares certos, da forma certa. Ele simplesmente desceu seus beijos por meu abdômen, com adoração em seu olhar, como se me dar prazer fosse sua principal função na terra. Harry mordeu a parte interna de cada coxa minha e a excitação tomou conta de mim, me deixando zonzo, porque eu sabia o que aconteceria agora.

E mesmo sabendo qual era a intenção de Harry ali, meu pau pulsou em surpresa e excitação ao senti-lo passar sua língua próximo ao elástico da minha boxer. Eu estava tão duro e aquela expectativa estava fazendo meu corpo entrar em combustão, mas Harry parecia não se importar, fazendo tudo da forma que bem entendesse, levando o tempo que bem quisesse em cada lugar e movimento.

Mas minha confusão se desfez em nada quando Styles finalmente puxou aquele pedaço de tecido para fora do meu corpo. Tudo o que eu podia ver, ouvir e sentir era o desejo e a sensação prazerosa que a língua de Harry percorrendo por meu corpo me proporcionava. Minha mente flutuou bem acima de nós quando ele pegou meu pau em sua mão, começando a me masturbar lentamente, enquanto sua língua desceu até minhas bolas, e eu engasguei com a sensação. Era tão bom, e fazia tanto tempo.

Mas foi aí que a realidade nos atingiu. O toque estranho do celular de Harry não me afetou, o que afetou foi perder o calor do corpo dele que, diferente do usual, se apressou para buscar o aparelho entre as roupas e atendê-lo. Eu o assisti começar a se vestir enquanto cochichava com alguém pelo celular, totalmente incrédulo, porque normalmente não importava quem ligasse, nós deixaríamos tocar, sem dar importância. Vi ele abotoando a própria camisa com o celular preso entre seu ombro e ouvido e, ainda atordoado e de pau duro, decidi que era melhor me vestir também.

- Eu preciso ir. - Harry anunciou e mesmo que eu já tivesse deduzido isso, suas palavras me atingiram como um balde de água fria.

Já vestido, eu fiquei sentado na cama enquanto o assistia ir embora, sem sequer um pedido de desculpa ou um beijo. Eu nem mesmo gastei minhas forças para reclamar, porque eu sabia que era assim... Harry vinha e ia, quando quisesse ou precisasse. Eu quis gritar comigo mesmo naquele quarto de motel, porque, por mais que eu soubesse como tudo terminava, eu sempre era tomado pelos velhos hábitos.

No táxi de volta para casa, eu peguei meu celular para tentar me distrair, mas isso só me abalou ainda mais. Dentre minhas notificações, a matéria de uma revista online como sugestão se destacou.

Eu encarei a tela do aparelho por minutos, e me surpreendi quando o motorista disse que havíamos chegado. Encarei o meu prédio pela janela por alguns segundos antes de entregar o dinheiro para o homem que eu não conhecia e sair do carro. Eu precisei me esforçar para não gritar para o motorista me levar para qualquer lugar que não fosse o meu apartamento.

Mas eu só engoli a vontade e entrei no prédio, porque eu sou um adulto e é isso que os adultos fazem: eles não fogem dos problemas, certo? Errado. Eu estava no meu apartamento e como um adulto em sã consciência, eu não gritei para um motorista de táxi por salvação no meio da rua, já quase no fim da noite. Mas, como o adulto que esqueceu da maturidade, eu quis me jogar no chão e espernear.

Veja bem, quando Harry está por perto, coisas que normalmente não fazem diferença, conseguem me afetar, mesmo que não devessem. Então não é surpresa que mesmo que eu quisesse esquecer ele, seria difícil, principalmente dentro do meu apartamento. Já que por mais que eu tenha arrumado e limpado o lugar dezenas de vezes naqueles 7 meses, o cheiro de Harry Styles estava impregnado na mobília, nas minhas roupas, no ar. Tinham fotos minhas espalhadas pelos cômodos como decoração que contavam com ele, sua mãe ou sua irmã e normalmente eram só lembranças, mas naquele momento eu só as via como possibilidades destruídas.

Me lembro vagamente de ter tomado um banho demorado, tentando tirar qualquer resquício do fotógrafo que tivesse ficado em minha pele. Eu me deitei na cama, pronto para dormir, mas eu sou o mestre em me fazer sentir mal, então eu peguei o celular mais uma vez, olhando para a notificação mais uma vez, sem coragem para realmente ler a notícia... Mais uma vez. Eu deixei o aparelho de lado e mesmo assim não consegui tirar a frase da minha cabeça, nem dormir.

Eu sentia que deveria estar feliz ou indignado, mas eu só estava cansado. Eu não queria mais aquela rotineira "não-rotina" com Harry, embora eu não quisesse afastá-lo. Eu queria um pouco de paz; sem arrependimentos, sem aquela dependência de Styles, sem aquela maldita notícia... O nome dela era familiar, mas eu queria que não fosse, porque talvez as coisas ficassem mais fáceis se ela não existisse. Eu fechei os olhos com força e respirei fundo ao lembrar da frase mais uma vez, porque eu não choraria por algo assim estar acontecendo com o meu "amigo", mesmo que eu estivesse sozinho no meu quarto.

"A modelo Jasmine Lewis vai para Doncaster conhecer a família de seu noivo, o fotógrafo Harry Styles"



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