História Dandara - Capítulo 31


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Castelo, Dragões, Fadas, Fantasia, Magia, Originais, Princesa, Principe, Profecias, Romance, Triângulo Amoroso
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Palavras 5.576
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então minha gente linda chegou o capitulo final
Boa leitura a todos

Capítulo 31 - Final


Fanfic / Fanfiction Dandara - Capítulo 31 - Final

FINAL 

  |Dandara Pov On|

 Após a morte de minha filha eu tinha decidido voltar para Dalawer, e ficar junto da minha família mas no último instante eu desisti. Fiquei com medo do que eu poderia encontrar lá afinal foram oito anos longe deles oito anos sem conseguir voltar a terra eu sei que para mim foi menor, mas lá que o tempo passa de forma diferente, no fim foram oito longos anos.  

— O que foi Dandara por que esse olhar tão triste?

— á Peter é você.

— Te assustei? — Perguntou-me fechando a porta atrás de si.

—Eu só estava distraída.

— Já tem dois dias que você não sai desse quarto.  Ficar aqui vendo as coisas da Eleonor não vai te fazer bem.

— Eu gosto de estar aqui gosto de ver pela janela como a vida neste lugar está voltando.  Mas o que me atormenta é outra coisa.

— Você sabe que eu estou pronto para ir com você assim que você desejar não sabe?

— Eu sei, só que tenho medo de reencontrar o Felipe, todos esses anos e se ele deixou de me amar? E se ele encontrou outra pessoa?

—Ele sempre te amou Dandara.

— Eu não sei o que eu faria sem você aqui comigo Peter. — Peter sorriu me abraçando forte seu coração que sempre acelerava quando vinha de encontro ao meu corpo já não acelerava mais como antes, se tenho a sensação que o Peter deixou de me amar o que impede o Felipe de ter feito o mesmo ainda mais eu estando tão longe?

— Pare de ficar pensando besteiras entendido?  

— Sim eu tentarei. E mais que isso, vamos voltar para casa agora Peter por favor.

— Vamos voltar há uma pessoa que gostaria muito de rever.

— Eu também estou com saudades dela.  Sinto tanto a falta da Senna. Ela ficou muito feliz em te ver, vocês se tornaram próximos após o nascimento dos meus filhos quando passamos a ir na terra.

— Sim tão próximos que...

— Que vocês até tiveram uma filha!

— Então você está mesmo de partida Dandara.

— Sim tia Clemente Alvalet será selada para que nada saia ou entre nesse mundo e o contamine a pureza do seu renascer.

— Eu vou sentir a sua falta não vou mais poder ir a terra. E nem eu voltarei mas será melhor assim.

— Será como você quiser Dandara depois que você partir eu fecharei todos os portais.  Mais antes peça a Elena que venha me ver uma última vez.

— Sim... Peter vamos não quero mais perder tempo.

Peter e eu fomos para o portal que nos levaria de volta a nossa casa, eu estava tão ansiosa segurei firme na mão do Peter fechei meus olhos ansiosa assim que os abri novamente estava na floresta de Wer eu a reconheci imediatamente.

— PETER, PETER! Voltamos é a floresta de Wer você reconhece? Olha ela está mais densa maior mas é ela olha!  

— Sim eu reconheci Dandara.

— Vem, vem, vamos para o palácio. VAMOS PETER CORRE.

Sai correndo rumo ao palácio eu estava tão animada meu peito se encheu de alegria de longe eu avistei casar de moradores o reino parecia tão maior corri pela ponte me lembro bem dessa ponte algumas pessoas me reconheciam outras não.

—Olhem é a nossa princesa Dandara! Ela está de volta.

 Sorri para eles acenando já avistava os portões do palácio Peter vinha correndo atrás de mim pedindo para que eu fosse devagar, mas eu não pretendia desacelerar nem um segundo se quer.

— Abram os portões! — Gritei para os guardas eles não queriam abrir até que mencionei ser Dandara então abriram corri mais um pouco e me vi diante do portão do palácio, eu estava tremendo.

— Dandara...

— Minha casa.

 Abri a porta lentamente o salão a casa estava tudo exatamente igual estava tremula dei alguns paços Peter estava em silencio ao meu lado quando cheguei no centro do palácio ouvi paços vindo do corredor me virei e meu coração parecia ter parado. Meus olhos húmidos.

— Pai!

— Dandara? — Corri até ele e o abracei com toda força possível.

— August você disse alguma co.... DANDARA! 

— Mãe! — A abracei com força meu pai também se juntou ao nosso abraço. Nos três nos abraçamos forte, Senna veio em seguida estava tão feliz em rever todos eles.

— Filha enfim você voltou!

— Ai pai eu estava com muita saudades de você. — O olhei sorrindo algo estava diferente nele. Bom mas isso não vem ao caso agora.

— Peter você, você também veio.

— Oi Senna senti sua falta. — Peter e Senna se abraçaram. Vi Senna ficar vermelha percebo que ela nunca deixou de ama-lo.

— Onde, onde está o Felipe e o meu filho? — Perguntei ansiosa para vê-los.  Vi Senna minha mãe e meu pai se entre olharem de forma esquisita.

— Porque se olharam assim, onde está o...

— Vovô a caça de hoje foi muito boa pergunte aos soldados quanto eu....

 Me virei lentamente meu filho estava diante de mim já um rapaz tão lindos olhos zuis como o do pai cabelos negros como os meus, meu filho.  Meu Luiz.

—Mãe? Mãe é você mesmo?

— Sim, sou eu meu filho. Vem aqui deixe-me ver você de perto meu amor.

— Mãe!

 Luiz me abraçou tão forte e chorou como uma criança indefesa, me apertava em seus braços dizendo o quanto sentia minha falta o quanto desejava me ver.  Era tão bom ter o meu bebê o meu menino o meu rapazinho nos meus braços.

—Eu também senti muito a sua falta meu filho, mas agora eu já estou aqui.

—Eleonor me disse, ela me avisou que você voltaria.

— Eleonor mas como ela...

— Ela sempre vinha em meus sonhos me dizer que todos esses anos não houve um só dia que você não chorou por estar longe de mim e do meu pai.

— Filho, meu amor. Eu te amo tanto, tanto.

— E eu há você mãe.  Me alegra saber que à partir de hoje ficaremos juntos como a família que sempre deveríamos ter sido.

— Meu filho, meu príncipe.

— Mãe!

— Onde está o seu pai? Eu quero muito ver ele, e a sua tia Lara onde está onde está todo mundo?

— Mãe deis daquela última vez que você veio me ver muita coisa mudou, Jade finalmente foi reerguida tia Lara sua filha e o Nathaniel se mudaram para lá, vivem lá deis de então e.

— Estou ansiosa para rever Sophia. E seu pai cadê ele?

— Ele está....Em Rose.

— Ele continua ajudando a Diana?

— Filha tem uma coisa que você precisa saber.

— Depois mãe, eu preciso ver o Felipe.

 Sai dali correndo estou morrendo de saudades do Felipe peguei o primeiro cavalo selado que encontrei e segui em direção a Rose, tudo absolutamente tudo estava diferente no caminho para Rose lembro que o Felipe estava ajudando Diana a cuidar da filha de Rita, e também Rose agora era subordinada a Wer talvez esse seja um dos motivos de Felipe estar lá, ele pode estar supervisionando tudo. Depois de muito cavalgar cheguei em rose, não tive problemas para passar pelos guardas deixei meu cavalo preso ali mesmo na entrada e segui para o castelo, de longe avistei a filha de Rita entrando no palácio ela era linda eu tinha que admitir.  Há vi acenar em direção ao jardim.

— Felipe!

Era ele eu tenho certeza que o vi de relance.  Ela entrou no palácio e eu fui para o jardim, meu coração estava acelerado eu podia sentir meu coração bater mais forte a cada paço que eu dava. O jardim de Rose era lindo e curiosamente se parecia muito com o jardim do meu palácio andei entre os arbusto e então ouvi a voz de Felipe o som da sua voz foi o suficiente para me dar uma descarga de choque pelo corpo.

— Diana você pediu para me ver o que aconteceu?

—Não gosto desse interesse da Sam na Rita.

— Não se preocupe quanto a isso Diana, Rita é a mãe dela e ambas vivera juntas por muitos anos no exilio até que você se tornasse responsável por ela, é natural ela ter interesse em ir visitar a mãe.

— É talvez você tenha razão. Bom obrigada por ter vindo.

 Sai do arbusto determinada a chamar Felipe mas o que eu vi me tirou o ar, fui tomada por um frio arrepiante na barriga meu coração parecia ter parado por um instante, vi Felipe e Diana trocando um olhar intenso um com o outro e então Felipe se e Diana se beijaram um beijo rápido mais foi um beijo. Felipe segurou suas mãos e parecia olha-la preocupado. Meus olhos estavam cheios de lagrimas ver o Felipe com outra eu não consigo suportar. Sai dali o mais rápido que pude.

| Dandara Pov Off |

 

|Felipe Pov On|

Me afastei de Diana rapidamente completamente atordoando pelo que eu fiz, como pude beija-la. Ela também estava assustada e me olhava inquieta.

— Felipe porquê você fez isso?!Depois de tanto tempo.

—Me desculpe foi por impulso.

— Você sabe o que eu sinto por você, você sabe que eu sim amo você Felipe que sou grata por tudo que você fez por mim, que me apaixonei.

— Sempre fui honesto com você Diana, não há um só dia que eu não pense na Dandara porém, o carinho com o qual você tratava e trata meu filho com todo o seu companheirismo, eu fiquei confuso e.... 

— Não precisa me dizer mais nada Felipe, eu sei que eu nunca terei um espaço em seu coração. Sei que você ama apenas a Dandara. Mais ela não voltou você merece ser feliz. Pense nisso.

— Preciso voltar para casa agora não posso deixar meu reino sozinho por muito tempo.

Me despedi de Sam e de Diana peguei meu cavalo e comecei a cavalgar devagar pensando em tudo que aconteceu nesses últimos 16 anos em tudo que construí em tudo que vivi. Lara se casou, reconstruímos Jade ela foi viver lá tem uma linda filha, derrubei completamente o palácio do leste Brid que agora se tornou meu novo reino Jadawer o lar que eu construir com tanto empenho e amor para ser o meu reino ao lado de Dandara e nossos filhos, mas então ela deixou de vir e a dor tornou-se cada vez maior.  Estava longe da minha amada e da minha filha.  Não sei ao certo como Eleonor fazia mais ela sempre vinha em meus sonhos me ver. Me contava sobre sua vida sobre Dandara, sobre o quanto ela e o Peter a protegiam a amavam, eu ficava com ciúmes de imaginar Peter como a figura paterna que minha filha tinha, eu sei que ele ama a Dandara e ambos juntos por tanto tempo.

— Será que ela deixou de me amar?

Deixei meus devaneios de lado, Eleonor se foi e Dandara não voltou, e quanto a Diana, bom ela me ajudava com Luiz era carinhosa com ele, tinha tanto amor pelo meu filho e me confessou seu amor a algum tempo, nunca senti nada por ela, até alguns meses atrás talvez a carência a falta que sentia de Dandara me deixou sensível a ponto de sentir alguma coisa por ela.

— PAI!

— Luiz?! — Vi Luiz cavalgar em alta velocidade em minha direção me chamando.

— Pai que bom que eu te achei.

— O que aconteceu meu filho?

— Uma coisa maravilhosa.

— Diga o que é vejo que você está muito contente.

— Pai é a mãe. Ela voltou!

— Que?! — Desci do cavalo um pouco atordoado.

— Pai você não parece bem...

— Filho repita o que disse, eu... eu..

— E a mãe, ela voltou finalmente ela voltou.

— Onde ela está? Preciso ver ela.

— Ela foi para Roso atrás de você, não se encontraram?

— Em Rose? Você tem certeza eu não vi ela por lá. 

— Talvez ela tenha ido para casa da tia Lara.

— Sim você tem razão vamos imediatamente para lá.

 Subi no cavalo e segui disparado para o Norte, Dandara minha Dara estava de volta eu preciso muito ver ela, quero abraça-la quero beija-la toma-la em meus braços e dizer o quanto a amo, o quanto senti sua falta. Cheguei em Jade aos gritos.

—Felipe o que é isso, que gritaria é essa.

—Lara, Lara onde ela está?

— Ela quem meu irmão? Fique calmo, você está ofegante.

— A Dandara, ela voltou onde ela está?

— A Dandara voltou?

— Sim tia, minha mãe voltou esteve na casa do vovó mais cedo.

— E onde ela está? — Lara me olhou sorridente, entendi que ela não estava ali mas se ela não estava ali onde é que ela estava?

— Pai será que aconteceu alguma coisa com ela?

— Não filho, eu vou procurar por ela, enquanto isso volte para casa esperem por nos lá.

— Encontre-a Felipe eu e Nath iremos com Sophia para sua casa vamos esperar por vocês lá Dandara terá uma linda surpresa quando chegar.

— Vou procura-la, mas onde é que ela pode estar!

 

| Felipe Off / Dandara On |

Depois de muito andar parei aonde tudo começou eu estava na caverna a nossa caverna, onde tudo entre mim e ele começou. A caverna estava um pouco suja havia mato em alguns lugares o lago que tinha ali ainda estava lindo.  Peguei algumas pedras e me aproximei da água, comecei a tacar as pedras ali com raiva, com toda raiva que eu sentia.  Raiva e frustação.

— Eu odeio ele, odeio com toda aminhas forças odeio! Se eu o visse agora com toda essa raiva que eu sinto agora eu tenho certeza de que o mataria.

— Hum mataria não é. Posso saber que ódio todo é esse? — Essa voz! Todo o meu corpo se arrepiou por inteiro, a voz dele mexe tanto comigo.  Não me atrevi a me virar para olha-lo eu não conseguiria.  Ouvi seus paços ele estava vindo até mim.

— Não se atreva! Não dê mais nem um paço se quer em minha direção!

— Dara...

— Não me chame assim!

— Minha Dara você finalmente voltou.

 Felipe me abraçou por traz me apertando forte em seus braços, seu cheiro era o mesmo seu abraço tão quente e acolhedor, a fúria tomou conta de mim, me virei para ele batendo em seu peito com toda raiva que eu estava sentindo de e de mim mesma!

— Dara pare com isso, porque você está assim tão nervosa!

— Por que eu estou com raiva de você, com raiva de mim, mais que isso estou sofrendo por ver que te perdi! Está doendo aqui dentro Felipe você consegue entender isso!

— Olha pra mim, você não me perdeu o que é que você está dizendo.

— Eu vi você beijando a Diana! Eu vi! Você me esqueceu, você deixou de me amar foram muitos anos eu sei, e você! Você reconstruiu sua vida com outra enquanto eu sonha com o dia em que te veria novamente e em que você me...

Felipe segurou meu rosto em suas mãos grandes e fortes e então tomou meus lábios nos seus, meu coração batia alucinado no peito, joguei meus braços envolta de seu pescoço intensificando ainda mais o nosso beijo, estrar em seus braços meu corpo pegava fogo o amava tanto, Felipe se distanciou minimante de mim encostou sua testa na minha e surrou.

— Eu nunca deixei de amar você! Minha princesa, minha rainha.

— Mas eu te vi com a Diana eu fui atrás de você queria te fazer uma surpresa mas quem teve a surpresa foi eu. — O empurrei para me afastar mas assim que eu dei as costas para ele, ele me abraçou novamente apoiando sua cabeça em meu ombro entre meus cabelos, senti ele respira profundamente em meu ombro sentindo o meu cheiro me fazendo arrepiar.

— Aquilo foi um grande erro movido por um impulso sem significado é você que eu amo admito que a Diana me deixou confuso mas no fim meu coração sempre soube quem eu verdadeiramente amava e amo que é você.

— Felipe!

— Dara olha pra mim, olhe nos meus olhos e veja o quanto eu te amo, o quanto eu ansiei por ter nossa família junta novamente. 

— Felipe a Eleonor, ela... ela se foi. A nossa menina Felipe.

— Ela se despediu de mim, me dói não ter ficado com ela como eu gostaria.

— Ela te amava sempre falei de você, sempre contei nossas histórias.

— Vamos pra casa meu amor. Você precisa ver o nosso reino?

— Eu já estive em casa.

—Eu quero dizer o nosso reino Jadawer.  Há oito anos eu reconstruí Brid e a tornei Jadawer o nosso próprio reino.

— Felipe você fez isso...

— Sim venha vamos uma surpresa te aguarda.

  Felipe me vendou, cavalgamos juntos lentamente enquanto ele puxava meu cavalo, estava ansiosa para ver o nosso reino, depois de finalmente chegar Felipe tirou o pano que vendava meus olhos, estávamos na entrada do reino havia flores para todos os lados, as fores que eu mais amava estavam plantadas ali atravessamos os portões o castelo de Brid que antes tinha um tom frio e escuro agora estava radiante, cores alegres por todos os lados , muitas arvores muitas flores tudo estava tão lindo o lado de fora me lembrava o jardim encantador de Leonor entramos eu senti como se estivesse em casa em Wer o palácio me lembrava minha casa era aconchegante.

— Incrível.

—Você gostou meu amor?

— Sim. — Meus olhos estavam cheios de lagrimas.

— Dandara! — Me virei imediatamente.

— Lara!

 Corri até ela e a abracei forte emocionada em rever ela, todos estavam ali, abracei um por um Sophia estava tão grande uma linda mocinha, estava tão contente em rever todos.  Principalmente o meu filho.  Vi meu pai mais ao fundo ele estava afastado apenas nos observava e observava minha mãe olhar dele estava diferente eu via muito amor ali mas ainda assim seu olhar não era como antes. Talvez todos esses anos longe tenham me feito esquecer de como era o olhar do meu pai e isso me assusta.    

— O que foi minha filha porque essa carinha?

— É o Papai. O olhar dele está diferente.

— É só impressão sua meu amor não se preocupe.

— Se estivesse acontecendo algo você me contaria certo?

— Claro meu amor, claro.    — Vi meu pai sair do castelo o segui ele estava caminhando pelo jardim parou perto de uma arvore olhando para o céu.

— Pai!

— Oi minha filha algum problema?

— Você está bem? Te sinto diferente você aparenta estar tão pensativo.

— Eu estou bem, só estou pensando em como eu estou feliz em te ter aqui Dandara, estou imaginando o quanto sou feliz e sortudo por poder ser o seu pai, por poder estar ao seu lado.

— Pai! Papai eu senti tanta saudade!

 Eu o abracei, e novamente senti um calor diferente dos seus braços eu ouvia bem seu coração por um instante lembrei de Dakar, Clemente me disse que ele morreu para me proteger ele me amava e só queria ter uma família entendi isso. Sou grata a ele, grata por ele junto a minha mãe terem me dado a vida, através deles pude construir a minha própria família.

— Mãe.

— Oi filho.

— Vovó sei que estava com saudades da minha mãe, mas será que pode me emprestar ela por um momento. Também senti muitas saudades dela.

— Meu filho!

 Abracei Luiz entre meus braços já um homenzinho, ele é tão lindo tão lindo quanto o pai voltei para dentro para perto de todos quero sentir o calor da minha família. Chamei Peter e Senna pedi que preparassem um jantar inesquecível para todos nós olhava para aquela mesa cheia meu peito doía de tanta alegria meu filho minha sobrinha a filha de Senna e Peter Lara e Nathaniel, meus pais eu estava imensamente feliz pedi que todos passassem a noite no palácio não queria me separar de ninguém no momento. Fui para meu quarto ao entrar meu peito se encheu de alegria.

— É como o nosso quarto em Jade.

— Sim.

— Obrigada por tudo Felipe. Obrigada por me amar tanto e sempre pensar em mim no que me faz feliz.

— Eu amo você.

 Felipe me deitou na cama ficando sobre mim, olhei em seus olhos e vi nosso amor mais vivo do que nunca, vi aquele amor que ele sempre demonstrou para mim em seus olhos o amor verdadeiro. Nos beijamos com tanta paixão nossos corpos pareciam se ansiar um pelo outro, tanto tempo longe e agora estamos juntos.  Vou ama-lo por toda a minha vida.

| Dandara Pov Off|

 Dandara estava imensamente feliz por voltar para casa a notícia de que a princesa de Wer rainha de Jadawer tinha voltado se espalhou pelos quatros quanto até mesmo no exílio a notícia já tinha chegado.

— Então quer dizer que a imprestável da Dandara está viva e de volta bom não faz mal eu vou conseguir tudo que eu quero logo.

— Rita rápido o plano de fuga vamos executa-lo agora. 

— Todos que contribuíram para a minha ruina irão me apagar eu juro!

Rita com a ajuda de outros prisioneiros conseguiu fugir do exilio aonde esteve por tantos ano o ódio em seus olhos era vivo, tão vivo quanto o amor nos olhos de Elena em ver Dandara finalmente em casa.  Após passar o dia a noite a amanhã toda junto de sua filha Elena e August voltaram para Wer afinal não poderia se ausentara de seu reino por dois dias.

— Dakar você precisa tomar mais cuidado com suas ações Dandara não pode sequer sonhar que você não é o August, ela não suportaria tamanha dor e tão pouco nos perdoaria por ter metido para ela todos esses anos.

— Eu estou fazendo o máximo que posso Elena. Eu prometo me esforçar mais, faço qualquer coisa por você e principalmente pela nossa filha. Eu te amo Elena.

— Por favor pare Dakar.

— Já entendi Elena.  Vou te deixar sozinha você tem visitas.

— Que?

— Olá querida irmãzinha.

— Clemente o que você faz aqui?

— Pedi para Dandara dizer a você queria te ver mas parece que ela se esqueceu já que você não aparecia. Então eu vim.

— Algum problema?

— Não apenas vim me despedir de você, irei fechar todos os portais para Alvalet, Avalet renasceu do coração puro e livre de maldades de Eleonor não posso permitir que ele seja infectado novamente com a maldade.  Conseguimos Elena a profecia pela qual eu e você nascemos para fazer ser concretizada aconteceu.

—Sim no fim conseguimos pensei que não conseguiríamos.

— Irmã me diga uma coisa, você teria tido coragem de matar sua neta para que Alvalet renascesse caso ela não tivesse vivido no palácio de cristal?

—Se não fosse eu teria sido você não é!

— Eu sei que doeria em mim em você em todos mas, Elena você e eu sempre soubemos para que nascemos. Você sempre soube que nascemos sobre a estela do juramento da nossa mãe, somos feiticeiras destinadas as crianças do sacrifício.

— O meu maior medo é que Dandara um dia descubra que eu sempre soube sobre nossos destinos, que ela descubra que eu sempre soube que eu me deitei com Dakar sabendo quem ele era deis do início sabendo que ele era um dragão se passando pelo humano que eu me apaixonei.

— Elena não se martirize com isso você sabe que ou seria eu ou você, precisávamos gera uma criança que fosse filha de um feiticeiro e um dragão, tivemos sorte de Dakar ter se apaixonado por você no fim não precisamos usar magia.

— Só não contávamos com o bebê da Samira. O ideal era que você tivesse engravidado do Blue foi para isso que te puis no palácio de cristal, mas tudo bem não foi fácil matar a Samira eu gostava dela mas mamãe avisou que não poderíamos deixar nossa querida prima ter aquela crianças por sorte as Destinis não avisou ela sobre o que nossa mãe planejou e nos instruiu a fazer.

— Eu não gosto de me lembrar desses detalhes Clemente.

— Você é fraca por esse lado Elena você se tornou boa e eu também, mas ainda bem que conseguimos segurar a profecia e Ariel morreu ela não transformou Alvalet na completa treva não era isso que nossas ancestrais feiticeiras e bruxas queriam.

— Eu sei agora Alvalet está livre das impurezas humanas vou devolver seus poderes Elena você poderá volta pra casa quando quiser Dandara Peter e Dakar por terem sangue Alvalentino também poderão atravessar a barreira que porei  mas nunca mais os humanos irão infectar nosso mundo com sentimentos ruins as bruxas que agora nasceram em Alvalet são boas assim como as feiticeiras da nossa primeira linhagem, os dragões que são criaturas místicas e viajam por mundos e mundos estão começando a voltar para Alvalet.

— Se cuide Clemente.

— Você também Elena.

— Só te peço para que não feche o portal da floresta de Wer vou usá-lo para ir visitar você.

—Elena não posso deixar nem um portal aberto se algum humano passar ele vai poder entrar e sair sempre de Alvalet atravessando esse portal vou trancar tudo, nada entra e nada sai penas vocês que tem sangue Alvalentino.

— Entendo é o certo matamos muitos inocentes para que pudéssemos fazer Alvalet renascer não podemos deixar ela ser contaminada outra vez.

— Tchau minha irmãzinha.

— Tchau Clemente.

 Elena se despedia de sua irmã por outro lado Rita corria pela floresta de Wer por mais que tivesse que se mantes distante seu coração guiado pelo ódio e raiva a impulsionou a ir até Wer ver Dandara e Felipe mesmo que fosse de longe. Porem Rita jamais chegaria lá Rita cairá em um buraco que tinha na floresta, buraco este que a levara para Alvalet aonde encontrava-se desacordada na floreste do oeste de Alvalet.  Em rose Sam recebia uma carta a qual esconderia a sete chaves de sua tia Diana.

“Filha aguarde logo estrei ao seu lado por favor já mais se esqueça de tudo que eu te contei.  Mamãe voltara para você e juntas conquistaremos o que é nosso”

 — Sim mãe, e eu até já sei como começar, até que você venha eu caminharei só com o nosso.

 Sam guardou a carta junta com todas as outras que recebia de Rita em um baú secreto sentou-se em sua cama olhando o vasto reino de Rose.

— Querida gostaria de passear.

— Eu vou sim tia, mas quero ir sozinha quero ir cavalgar um pouco.

— Tudo bem, mas não demore pois logo ira anoitecer.

— Claro.

Sam saiu do palácio indo cavalgar em direção a Jadawer , ao se aproximar do palácio Sam viu Luiz e Sophia na ponte olhando o rio que corria  por baixo enquanto conversavam.

— Fico tão feliz pela tia Dandara ter voltado. Você deve estar muito feliz.

— Sim, é muito bom ter a minha mãe aqui comigo, sinto nossa ligação tão forte.

— O tio Felipe está tão feliz há tempos que eu não o via assim.  Ei Luiz olha ali entre as arvores não é a Samanta? — Luiz a olhou e então Sam saiu dali em alta velocidade.

— Não entendo porque ela não se aproximou.

—Essa garota é muito estranha isso sim.

— Filho, Sophia venham entrem.

 Dandara olhou para o céu que começava a escurecer, admirava as primeiras estrelas que surgiam no céu. Seus olhos brilhavam de alegria.

— Você está muito feliz não está Dandara.

— Sim Senna olha por tudo que passamos e olha a família linda que temos agora, eu com o Luiz e você com a Perola. Meu melhor amigo vivo e aqui conosco e casado com a minha melhor amiga.

— Seremos felizes de agora em diante não é?

— Sim Senna, seremos nada vai atrapalhar nossa felicidade. Bom vamos entrar Lady Senna.  — Senna sorriu olhando sua melhor amiga.

— Sempre vou ser grata ao Felipe e aos seus pais por me nomearem Lady a vosso peido Dandara.

— Você merece Senna você que sempre esteve ao meu lado, agora vamos nossos amados esperam por nós.

Senna e Dandara entraram sorrindo em Dalawer Elena encontrava-se jantando na companhia de Dakar a distância entre eles era enorme mas o amor que Dakar sentia por Elena era tão grande que ele ainda tinha esperança de conquistar o amor da mesma.

— Eu vou me retirar boa noite Elena.

— Boa noite Dakar.

 Dakar fora para seu quarto e Elena para o seu a mesma se encostou na porta e então sentiu a ser aberta.

— Dakar o que você...

— Me contive por muitos anos, mas acho que não consigo mais Elena.

 Dakar a beijou encostando-a na parede por um segundo Dandara entregou-se aquele beijo sentindo o cheiro e a presença de Dakar cada vez mais forte em sua mente, levada por um desejo adormecido em seu peito Elena se permitia aquele momento, mas logo o empurrou.

— Saia!

— Elena.

— Sai agora! — Elena o colocou para fora do quarto.

— Me perdoe!

 Ouviu Dakar sussurrar e então escutou seus paços ficando cada vez mais distante, a mesma sentou-se na cama respirando fundo.

— Porque é que eu senti meu coração diferente com esse beijo? Porque é que a noite em que fui dele veio a minha mente? Não posso me permitir sentir nada por ele, não posso!

 Elena suspirou abriu seu baú onde guardara tudo sobre August sempre que se sentia triste e confusa ia até ele lembrar dele fazia bem, entre tantas coisas Elena encontrou algo que chamou sua atenção. O livro de Alva.

— Tinha me esquecido que eu tinha o trazido de volta para cá.  — Tremendo e com medo Elena o segurou em suas mãos.

 — Minha filha está de volta Ariel morta, Alvalet renascida o caminho que nos aguarda é o caminho da felicidade e esse livro vai me mostrar isso!

 Elena fechou seus olhos respirou fundo pensando em sua vida pensando em sua filha e no futuro que os aguardava abriu o livro confiante fora até a última página.  E fez a pergunta ao livro perguntou o que o futura guardava para eles especificamente para sua amada filha, abriu seus olhos e viu três palavras serem escritas lentamente no livro.

“Alegria”

“Dor”

“Morte”

 Elena fechou o livro amedrontada, o jogou de volta no baú o fechando imediatamente caminhou pelo quarto foi até a janela abrindo-a olhou a lua tão grande e luminosa no céu.  

— Dandara, Filha!  — Elena sentiu uma ventania bater forte em seu quarto a porta de seu quarto se abriu violentamente.

— Elena!

— Clemente!

— Alvalet! Foi contaminada!

 

 | Alvalet|

 Rita abriu seus olhos assustada com o lugar em que estava olhava envolta espantada, caminhou pelo lugar com cautela.

— Que lugar é esse!

— Quem é você criatura estranha! — Rita se virou imediatamente em direção a voz.

— Hum... hum dragão!

 

♥-♠

_ Não!  Por favor não!

— Dara, acorde o que foi? Abra os olhos por favor.

— Felipe, Felipe que bom que é você, eu tive tanto medo.

— Você está suada e tremendo o que aconteceu?

—Eu tive um pesadelo. Um horrível pesadelo.

— Fique calma meu amor nada vai acontecer está bem?

— O nosso filho onde está?

— Em seu quarto dormindo.

— É verdade você não está mentindo?

— Não estou meu amor! E eu estou aqui com você, te protegendo nada vai acontecer.   Vou cuidar sempre de você e da nossa família.

— Obrigada me abraça forte me sito segura em seus braços.

— O que te deixou com tanto medo meu amor?

— Eu estava sonhando com a Rita. Ela estava sombria ela vinha me matar.

— Ela está presa meu amor não tenha medo.

 Felipe velou o sono de Dandara a olhava dormir agora ela parecia mais relaxada sua face estava novamente serena.

— Nosso amor é pra sempre Dara! E por você e por nosso filho daria minha vida.

 O sol nascia no horizonte Dandara admirava aquele nascer do sol mas sentia em seu peito uma angustia fechou seus olhos sentindo uma brisa fria bater em seu rosto a imagem de sua filha desaparecendo pairou em seus pensamentos, Dandara respirava fundo sentindo aquele vento levemente gelado em seu rosto o inverno havia chegado, os ventos que sopravam pareciam até assobiar. Entre um assobio e outro do vento Dandara ouviu algo familiar.

— Mamãe!

— Filha?!

 Pronunciou abrindo seus olhos atordoada olhando envolta não vendo absolutamente nada, porém ela tinha certeza do que ouvira parecia tão real seu coração dizia que aquele chamado era real Dandara sentiu uma lagrima escapar de seus olhos uma única lagrima solitária que ao cair no parapeito da janela a gota que era tão transparente tora-se vermelha e entesa como o sangue.

 

 

FIM?!

 

Alegrias...........

É a família que eu sempre sonhei ter, estou tão feliz.

Traições.......

Mãe!

Por favor meu amor me escuta.

Todos vocês!

Dara!

Filha.

Dandara.

Eu não quero ouvir mais nada de vocês.

Dara por favor me escute, escute sua mãe.

Dilemas.........

Então Luiz qual vai ser sua escolha, sua mãe ou eu!

Sem saída........

Tia Lara posso morar aqui *Chuva*

Luiz mas o quê?

 Vingança.......

 Eu disse que voltaria, e agora você vai me pagar Dandara

Rita, não vou deixar que você faça mal a ninguém.

Já me livrei de dois dos teus você será apenas mais uma.

Sentimentos......

 Você não pode fazer isso por mim não é Sophia?

Carlos!

(...)

Eu pensei que era pra sempre Felipe.

Eu também Dandara.

 A Diana é tão importante assim para você?

A Questão não é essa Dandara.

(...)

 Sam

Luiz

Sophia

Carlos

Perola

Tristan.

Arrependimentos......

MÃE!

O que foi que eu fiz! Luiz eu.....

Você SAM!

Me desculpe.

Dandara, Felipe, Peter, Senna, Lara, Nathaniel, Elena, Dakar/August, Diana, Samanta Carlos, Tristan.

Há história não acabou a vingança é um vício, e a dor uma consequência, Dalawer, Jade, Jadawere Rose. Além do mar existe tantos outros reinos tantos outros sonhos, vejam embarcações ao sul invadem o mar de Jade veem pela costa refugiados? Aliados? Ou simplesmente inimigos? Em meio a tantas perguntas duvidas e incerteza. Um par de olhos verdes contempla uma rainha de belos cachos banhando-se no riacho. Ao olha-la melhor não teve dúvidas.

— Aqui está ela Dandara de Jadawer!

 

 

♥ FIM ♠


Notas Finais


Então é isso meus amores o capitulo final.
E ai o que vocês acharam? Gostaram do capitulo?
Gostaram da história no modo geral?
Eu de verdade espero que sim pq eu amei escrever ela para vocês.
Me contem me contem tudo que sentiram lendo esse capitulo essa história.
Obrigada a cada leitora por ler e por acompanhar um beijo muito especial para todos vocês.


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