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História Danganronpa: Após a história - Capítulo 1


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Notas do Autor


Com essa onda do Coronavírus, espero que essa história os mantenham entretidos

Capítulo 1 - Piloto: Quando tudo começou


Fanfic / Fanfiction Danganronpa: Após a história - Capítulo 1 - Piloto: Quando tudo começou

Hope’s Peak Academy! Esse é o nome da academia que estuda os talentos das pessoas. Antes, ela só existia no Japão, porém, recentemente, foram inauguradas  academias desse tipo em outros 5 países no mundo: Espanha, Brasil, México, Estados Unidos e Qatar. Eu sou Patrick, um estudante americano que foi convocado para a Hope’s Peak Academy do México. Eles me selecionaram como o Líder de nível Super Colegial. Como consequência, acabei me tornando o Líder do Conselho Estudantil da escola. Para entrar na Hope’s Peak Academy, são precisos dois requisitos: 1-Que o aluno tenho terminado o fundamental (esteja para cursar o primeiro ano do ensino médio): 2-Ser o melhor naquilo que você sabe fazer. Quando esse projeto de “multiplicar” a Hope’s Peak foi feito, os países entraram num acordo de que, poderiam ter talentos repetidos, contanto que estejam em países diferentes. Esse foi o meu caso.

 

              Patrick-Fazer o que, né! Já tinha um lá mesmo!

 

              Isso foi o que eu disse no meu primeiro dia na Hope’s Peak do Japão. É uma honra para mim estudar na Hope’s Peak fonte. Já existia um Líder de nível Super Colegial no meu país, que estava no segundo ano, por isso acabou não dando certo. Mas não me fico triste, pois, em dois anos, será inaugurado o maior investimento da história da UNESCO: A Hope’s Peak College.

 

              ???-Deixa disso, mano! Eu e você conseguimos entrar em um dos colégios mais prestigiados do mundo!

 

              Ele me confortou no primeiro dia. Esse cara é meu amigo desde nossos cinco anos de idade. Seu nome é Willian. Ele veio comigo escolhido pela Hope’s Peak como o Jogador de Basquete de nível Super Colegial. Alguém, sempre que nos vê juntos, deve pensar: Onde eles dois se combinam?. Bem, eu jogo basquete também e ele sempre foi capitão dos times que ele jogava (literalmente, desde criança). Nossa diferença é pouca. Por exemplo, no basquete: Eu sou melhor que ele nas finalizações fazendo bandeja e enterrando e na marcação (tanto de roubo de bola quanto impedindo passes). Já ele é melhor que eu no resto (passes precisos em muita pressão, lances de três pontos e livres e dribles). Na liderança é a mesma coisa. Apesar de ele ser bem controlado em situações estressantes, eu nunca fiquei estressado liderando (sequer cheguei perto). Existem muitas decisões que ele toma emocionalmente (ao contrário de mim, que sempre tomo as decisões racionalmente). Além disso, nós empatamos na simpatia e no carisma que transmitimos aos nossos companheiros. Naquele dia, encontramos algumas pessoas estranhas na nossa turma, mas era uma turma bem bacana. P   O   R   É   M   .   .   .

 

              ???-*Toc* *Toc* *Toc* *Toc* *Toc*!

              Patrick-Pode entrar!

 

              Passaram-se oito meses desde nosso primeiro contato com essa escola. Quando aquela pessoa abril aquela porta, eu percebi que era o Willian.

 

              Willian-Senhor presidente...

              Patrick-Pare de me chamar assim. Você é meu amigo desde nossos seis anos de idade, lembra?

              Willlian-Certo, Patrick! Os fundos arrecadados ao time de basquete ainda não chegaram!

              Patrick-Eu já tomei conhecimento desse problema. O dinheiro que foi enviado da própria FIBA está em um avião que teve de fazer um pouso de emergência no Egito.

              Willian-Pouso de emergência?

              Patrick-Sim. Salvo o comandante do avião e nossos enviados daqui da escola (Takasuki, a Padeira de nível Super Colegial e Frederic, o Empresário de nível Super Colegial, que estão ligados ao conselho estudantil), uma turbulência foi gerada pelo fato de uma peça primordial de qualquer avião ter saído do lugar.

              Willian-As asas?

              Patrick-São também, mas foi o motor. Ele foi danificado, pelo seu estado, quando saíram do continente europeu.

              Willian-Eles têm um prazo para retornarem?

              Patrick-Sim! Em menos de dois meses, eles virão para cá e, em uma semana após a chegada, iremos inspecionar se o dinheiro vindo desse avião não é ilegal.

              Willian-Certo! Com sua licença!

 

              Ele chegou perto da porta, quando gritei:

 

              Patrick-Aonde pensa que vai, Willian?

              Willian-Ora essa! Vou sair da sua sala!

              Patrick-Algo me diz que você tem outra coisa a discutir comigo. E que você usou o atraso dos fundos do seu time como desculpa para vir em minha sala.

              Willian-...

 

              O ambiente se silencia.

 

              Patrick-Vamos, cara! Aproveita que eu dispensei todo mundo hoje!

 

              Willian respirou fundo, ele sabia que era algo que poderia separar nossa amizade.

 

              Willian-Tá! Eu vim aqui para finalmente finalizarmos “aquele assunto”.

              Patrick-“Aquele assunto”? Tem certeza disso?

              Willian-Sim! Nunca seremos amigos de verdade se evitarmos falar de algo específico.

              Patrick-Certo!

 

              Depois dessa conversa, que mais pareceu uma batalha, eu finalizei dizendo:

 

              Patrick-Acho que já disse o suficiente. Saia já da minha sala.

              Willian-Muito bem! Eu sairei! Mas fique você sabendo que a prova viva da minha teoria ainda está por vir! Falta só um passo! Como fará para deter isso, Senhor Presidente Patrick?

 

              Ele, então, saiu da minha sala. Depois desse acontecimento, um mês e alguns dias se passaram e o time de basquete recebeu seus fundos. Estava chegando ao fim o nosso ano letivo. Então, finalmente chegou. O baile de fim de ano, baile esse que é considerado a despedida dos veteranos do terceiro ano que passarão para faculdades e/ou investirão nos seus talentos. No final do baile, fiz o meu discurso como presidente. Após minha última palavra, todos começaram a me aplaudir. Mesmo tendo experiência com lideranças, nunca fui tão aplaudido em um discurso de tão pouco tempo (mais ou menos um minuto ou dois). Depois de alguns minutos aproveitando a festa, ela estava chegando o seu fim. Para ela ser memorável, eu pedi que todos pegassem uma taça e enchessem com qualquer bebida que tivesse (vinhos, champanhes ou sucos).

 

 

              Patrick-Pedi que fizessem isso pois quero propor um brinde. Esse brinde é para todos nós dessa escola. Isso inclui vocês, que se formaram. Desejo que todos, até os que não tenho tanta proximidade, tenham uma vida cheia de oportunidades e felicidade. Esse brinde é especial também para todos da minha turma, que foram excelentes companheiros, principalmente meu melhor amigo Willian. Ao segundo ano que estará mais perto ainda da formatura, ao terceiro ano, que se despede de nós hoje, ao primeiro ano, que entrará para o segundo, para os novos calouros que ainda virão, ao símbolo da Esperança que é nossa academia, a equipe de professores (a professora da 8ª classe, Kyoko Kirigiri, o da 7ª classe, Byakuya Togami e a da 6ª classe, Aoi Asahina), ao diretor da Hope’s Peak Academy principal (Makoto Naegi) e, especialmente, ao meu melhor amigo Willian, eu proponho esse brinde. SAÚDE!

 

              Todos conseguiram se saudar sem derrubar gotas de bebidas em ninguém. Ainda bem! No instante que dei o último gole da minha bebida, percebi que ela foi modificada com alguma substância de sonolência.

 

              Patrick-O que está...

 

              Eu não aguento e peso do meu corpo e caio no chão. Fecho meus olhos lentamente.



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