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História Danganronpa Kill The Hope - Capítulo 11


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Capítulo 11 - Capítulo 3-???


10:21
Dia 5.

POV: Shizu Yoshinitsu.

...................Ah.

-Aconteceu alguma coisa? -Perguntou Adam de cabeça baixa, ele conseguiu perceber isso, é realmente um fato nada positivo.

-Desculpe, acho que não estou me sentindo bem, preciso checar um coisa, se me permite, estou indo.

Novamente, a tensão do momento fez isso comigo, mas agora eu sei disso, é forte demais para minha mente não perceber a mudança, algo está trabalhando e eu estou impaciente.

Deixei Adam sozinho e fui andando calmamente até os produtos químicos, peguei 4 frascos de ácidos variados e segui andando com eles indo até o segundo andar, fui andando até uma das portas que estava trancada no segundo andar e joguei todos os ácidos naquela maçaneta, até a tranca ser corroída por aqueles ácidos, então abri a porta com um chute e entrei.

Como pensei, era uma sala de zelador, esse cheiro fraco de cloro foi meu pensamento, normalmente salas de zelador, que normalmente ficam no segundo andar mesmo, tem entradas para ventilação para não manter tanto cheiro de produtos de limpeza parados em um só lugar, mas esse cloro não poderia só deixar de ser sentido, havia sangue nas paredes, sem câmeras e provavelmente sem escutas, estava calmo e o chão estava sujo, achei o que queria, uma tubo de ventilação, entrei e segui por ele, provavelmente quem vigia esse lugar está ocupado com preparativos para execução ou só está despreocupado por estarmos tão aflitos, Monokuma não interveio então devo estar correto.

O galão com cloro estava aberto em pé ao lado da porta, por isso o cheiro não se dissipou, provavelmente quando Yuuko veio até esse lugar ele sentiu esse cheiro de cloro, mas provavelmente o cheiro de sangue parecia mais chamativo e distraiu ele desse fato menor.

Chegando em uma parte da ventilação, eu consegui acessar a escada que era trancada por um portão no segundo andar e cheguei ao terceiro andar, não havia nada me impedindo de andar ali e parecia sem câmeras.

Segui rápido pelos corredores, procurando outra escada, ela estava aberta, cheguei ao quarto andar, encontrei algumas folhas de papel rasgadas jogadas ao longo do corredor, elas seguiam até outra escada, continuei seguindo e cheguei ao quinto andar, faltam dois andares para chegar ao conselho estudantil, provavelmente é lá.

Vi uma porta aberta e entrei nela, havia um celular jogado no chão, peguei ele e dei uma olhada, era um modelo recente e era caro. Isso pelo menos me dá uma pista quase incerta disso tudo, pelo menos uma data aproximada.

Cheguei ao sexto andar, provavelmente os portões se fecham no andar superior quando o inferior subsequentemente se abre, isso é uma falha extraordinária, fiquei surpreso daquela passagem realmente não estar lacrada na sala do zelador, isso é bem positivo para mim.

Escutei Monokuma gritar -EI! ALGUÉM INVADIU OS ANDARES SUPERIORES SEM MINHA PERMISSÃO! - Esclamou Monokuma, eu precisava voltar, eu posso acabar morto nessa...

Como ele me descobriu aqui... sensores, talvez, mas não consigo vê-los em local algum. Preciso voltar logo, trocar câmeras por sensores é uma boa ideia, faria qualquer um ficar confiante demais... Ah, espera...

...Hum...

-Quem estiver aí! Tem 5 minutos para descer, irei liberar um gás venenoso em todos os andares em que vocês não deveriam estar! -Monokuma gritou.

...

...

...

Uh...

Sacodi minha cabeça, de novo algo estranho aconteceu, mas agora eu tenho um único trabalho, correr!

...

POV: Sana Senjionna.

Alguém foi parar nos andares superiores... talvez tenha uma falha óbvia na segurança e eu não percebi...

Provavelmente, depois do julgamento mais salas vão se abrir, depois de Yuki e Kaye morreram, a sala de mecânica e o segundo andar se abriram, provavelmente aquela sala vai abrir e até o terceiro andar, os números estão ficando baixos para não acontecer exatamente isso.

Meu plano... Ayame preparar alguma droga com as possíveis plantas e ervas daquela sala e liberar isso na ventilação que vai até o último andar, pra botar essa possível pessoa para dormir, aí poderemos arrombar as portas com os materiais químicos explosivos e chegar até onde essa pessoa está, talvez, só vamos torcer pra isso dar certo...

O horário do julgamento tá chegando e eu não acho que estou bem o suficiente, só Shizu e Adam estão lá fora, se alguém chegou em algum lugar agora aposto no Shizu.

Depois alguns minutos, Shizu apareceu, ele parecia muito cansado, acho que acertei em... Nosso Sherlock com defeito deu algum jeito maluco, mas tá chegando o julgamento, eu preciso comer... Já fazem umas seila 9 horas  ou mais que não como nada de novo.

...

O julgamento chegou, Monokuma  me arrastou, mas arrastou a cama toda pra dentro do elevador e eu fui a primeira a descer eu fiquei deitada na cama lá embaixo esperando eles chegarem.

Quando chegaram todos assumiram seus lugares como sempre, mesmo que dessa vez não seja necessário, Adam apenas admitiu seu crime para nós por não achar aquilo ruim e sim um ato heroísmo, mas esse heroísmo vai custar sua vida.

Haviam as fotos marcadas com "X" de Seiji, Higa, Kaye, Yuki, Ann e Yuuko. Aqueles que morreram até agora.

Mesmo antes do julgamento ser iniciado, Adam interrompeu Monokuma e pediu para ele cortar aquele falatório inútil, mesmo não querendo morrer ele parecia ter aceitado seu destino.

Então Monokuma reclamando mandou a gente votar, ele estava reclamando que esse já era o segundo julgamento morno. Todos votaram e Monokuma bateu o martelo.

Adam olhou para mim e sorriu, me jogando dois dados, que segurei. -Obrigado -Agradeci pelo que ele fez por mim, então a punição começou.

Ele foi levado para um lugar, era um cassino extravagante e exagerado, haviam Monokumas servindo cervejas em um balcão, todas as luzes se apagaram se apagaram e uma única luz se ligou em um palco, era um pedestal, com um buraco perfeito para caber um único dado, uma contagem regressiva de 10 segundos começou e ele recebeu 5 dados. Ele jogou 4 dos dados, errando todos por pouco na pressa e jogou o último que parou na interseção de direita para esquerda inferior do ângulo em que ele estava vendo o buraco, o dado não entrou, ficou parado.

Então um barulho de alarme soou lá dentro e 5 dados gigantes atrevessaram a parede indo em sua direção, ele conseguiu desviar... mas os dados eram bombas, em questão de segundos todo o cassino estava destruído e em chamas.

O telão se apagou, indicando a fim da execução, após isso retornarmos no elevador.

Restam 9.

...

Quando voltamos lá, pedi Shizu para verificar se alguma outra sala estava aberta e ele voltou dizendo que sim, era a sala que eu queria que fosse aberta, realmente haviam ervas e plantas lá, o primeiro passo para o meu plano, espero que a Herbalista seja tão útil quanto desejo, vamos ver se sua especialidade em graminha vai me servir de algo.

Então Shizu e Oruyama me carregaram até minha cama e trancaram a porta pelo lado de fora com a minha chave já que eu não conseguiria me levantar para fechar. Fiquei com aqueles dados na mão pensando por algum tempo e acabei dormindo.

...

...

...

22:00
Dia 9.

Passamos alguns dias sem qualquer incidente ou assassinato e eu estava melhor, mas não 100%, eu reuni várias folhas de papel com mensagens, jogando elas por baixo das portas de cada um deles, era meu plano. Depois de alguns minutos depois que voltei ao meu quarto, recebi algumas por baixo da minha porta, todos concordam com a ideia e a principal Ayame.

Ayame foi até o segundo andar e pegou várias ervas e plantas, voltando com elas para o primeiro andar, da forma qual meu plano sugeria, então ela fez uma mistura de ervas em seu quarto, levando ela até o laboratório e pegando produtos químicos que poderiam fazer aquilo se transformar em fumaça, aquela junção de produtos químicos com plantas, como ela me passou por outra folha mais tarde, dizia que se ela estivesse correta aquilo poderia deixar até uma pessoa paralisada e adormecida, haviam muitas plantas e ervas venenosas naquela mistura, juntamente com química forte, certamente iria fazer um estrago em quer que seja.

Então pomos nosso plano em ação, todos saíram de seus quartos, aqueles que restaram tinham finalmente chegado em um tratado de paz, ninguém mataria mais ninguém não importava o que, pelo menos é o que diziam.

Às 02:00 do dia 10 aqui dentro, Ayame pôs aquela mistureba na ventilação e fechou ela desse lado onde estávamos, esperamos alguns minutos, aproveitamos esse tempo para comer algumas coisas, então para termos certeza de que aquilo havia chegado até o andar superior no conselho estudantil onde achávamos que poderia estar a pessoa por trás disso, eu fui até o banheiro masculino e abri a porta, nada aconteceu, esse era nosso sinal.

Pegamos cinco litros de nitroglicerina, pólvora, alguns barbantes e um isqueiro que achamos jogados lá, já que essa pessoa possivelmente não estava mais capaz de controlar o Monokuma, então fomos com pressa.

Chegando no portão trancado do segundo andar que levava até o terceiro, molhamos a porta com nitroglicerina e um pouco do chão, jogamos pólvora por cima e estendemos um barbante ao lado do corredor em uma das interseções acendemos o barbante esperamos, o portão de aço foi arrombado, os andares subsequentes não estavam trancados por algum motivo, ainda era possível sentir bem fraco o cheiro do tal veneno que foi jogado nos andares superiores quando Shizu invadiu, estávamos subindo os andares o mais rápido possível.

Nós 9 estávamos unidos, chegando no último andar, encontramos a sala do conselho estudantil, estava bagunçada, parecia que algo como uma briga havia acontecido ali, talvez o conselho estudantil tenha sido assassinado pela pessoa que fica aqui.

Nós vimos uma porta, ao entrar, eram a visão de câmeras, aquilo estava sendo vigiado, havia um monitor de televisão, nos mostrando, isso estava sendo transmitido?

-Que merda é essa... -Falou Shizu surpreso, nesse exato momento quando estávamos todos naquela sala, começamos a sentir o cheiro da droga que a Ayame fez, então voltamos pra sala do conselho, a pessoa deve ter sumido.

Ficamos alguns pouquíssimos minutos jogando teorias fora, tentando pensar e entender o que estava acontecendo, então apenas escutamos um click, várias bombas caíram pela sala, era um gás do sono...

...

07:00.
Dia 10.

Ah, minha cabeça estava doendo, eu estava no meu quarto e escutei aquela interferência alta dos interfones, algo estava acontecendo, nós falhamos, isso é ruim. Talvez essa pessoa estivesse acordada nesse horário e preparada com uma máscara de gás, nós fomos muito ingênuos em achar que estava tudo bem só por causa daquela porta.

-Venho lhes fazer um anúncio muito triste -Riu Monokuma ensurdecedoramente -Seu amigo Shizu morreu de uma parada cardíaca! -Essas palavras foram como um tapa na cara, não fazia sentido, não fazia sentido.

Todos saíram nos corredores e foram imediatamente ao quarto de Shizu que estava destrancado, a cama estava vazia e o quarto estava estranho, tinha algo úmido no chão.

Sakura começou a chorar -CADÊ ELE O QUE VOCÊ FEZ COM ELE?! -Ela gritava tremendo a beirada da cama, chorando sob seu lençol.

-Nada, eu disse, ele morreu de uma parada cardíaca, acham que seria culpa minha? -Monokuma começou a rir, então do nada um barulho distorcido muito alto passou pelos interfones, esse merda estava tentando nos surdar agora...?

POV: Oruyama Uiharu.

A seringa que sumiu, ele estava bem até comer hoje de madrugada. Um calafrio percorreu minha espinha, eu entendi o que aconteceu. Ann deve ter envenenado a comida com alguma substância antes de morrer, essa...

-Isso é culpa da Ann! Uma seringa sumiu da parte hospitalar antes dela morrer! Ela envenenou alguma coisa na comida! -Avisei para eles que estavam ali.

-Porra, nem morta ela nos dá descanso! -Reclamou Sana.

Outra interferência passou pelos interfones, Monokuma voltou a falar -Quero que todos vocês se reúnam na quadra, tenho uma surpresinha para vocês -Falou Monokuma em um tom de voz um pouco sádico, esse merda tá tramando o que agora?

-E vocês não tem opção, depois do que fizeram nessa madrugada! -Gritou Monokuma.

Os quartos começaram a exalar um cheiro estranho, certamente era algo prejudicial, tivemos que arrastar a Sakura do quarto e levar ela até lá, tudo foi trancado, estávamos parados na quadra, havia uma barreira ocultando algo no palco, então várias fotos começaram a despencar do teto, uma foto com meu nome atrás caiu e eu peguei...

Era meu pai... morto?! Isso, meu pai... Ah, não....

Escutei alguns gritos de horror, mas Sakura estava rindo e chorando se debatendo no chão, ela...

-Que merda é essa Monokuma?! -Gritei perguntando que monstruosidade toda era aquela diante de nossos olhos, eram muitas cópias de várias fotos de nossos pais e família mortos, isso era absurdo, era idiota...

-Eu estava entediado de vocês, tanto tempo vivendo pacificamente, isso foi chato e tenho um novo killing game preparado! -Riu Monokuma -Depois de tentarem me fazer isso, decidi jogar vocês nesse killing game novo, mas só 4 de vocês vão poder sair vivos daqui! -Ele voltou a rir, então do palco foram arremessadas, várias espadas, metralhadoras, pistolas, serras elétricas e mais várias coisas.

Eu conseguia sentir a tensão, aquilo estava prestes a explodir, essa situação é uma bomba relógio, eu preciso proteger a Sakura, pelo Shizu... Me desculpa, mas isso não é o suficiente pra querer me fazer matar, minha virtude é maior que essa sensação de desespero.

Eu senti uma lágrima escorrendo por meu rosto, então Monokuma falou algo que realmente iniciou-se com o caos final.

-Vocês tem 2 minutos! Se não se matarem vocês, eu mato! Até sobrar 4! -Essas palavras consumiram imediatamente o último fio de sanidade que nos mantinha de pé diante um do outro como semelhante, sem nos matarmos.

Então Sana pegou uma metralhadora no chão e começou a atirar, isso não era comum, não era certo, havia algo errado.

Ela mirou na minha direção e atirou, eu escutei passos pesados atrás de mim, era Mio, ela iria me atacar...

Eu comecei a tremer, minhas pernas não paravam de forma alguma, Mio levou um tiro de raspão de Okawa, e ela arremessou a espada, atravessando Okawa no peito, isso...

Restam 7.

Minha respiração ficou totalmente descontrolada, mas precisava fazer algo, Sana parece estar do meu lado então...

Mio pegou uma Uzi no chão e rolou pelo chão, se levantando e dando uma cambalhota, ela estava desviando dos tiros de Sana, então ela ser uma espiã, tem treinamento militar de espião também, já devia esperar.

Eu, Sana, Ayame, Sakura, Kazumatsami, Mio e Goya estávamos vivos até esse momento.

Eu criei coragem e corri até Sakura, ela ainda estava chorando e rindo no chão, que merda ela viu pra ficar nesse estado no meio de um tiroteio. Goya estava correndo na direção dela, peguei uma pistola no chão e me joguei ao lado de Sakura, dando um tiro e errando, dando outro tiro e errando, dando mais um tiro e acertando ele no peito, ele estava meio parado, perdeu velocidade após o tiro, deveria ser a dor.

Kazumatsami e Ayame estavam brigando, Kazumatsami estava segurando uma espada medieval e Ayame uma katana, ela fez um movimento diagonal que foi bloqueado por Kazumatsami que revidou acertando e cortando ela no ombro.

Eu descarreguei a pistola atirando em Goya e arrastei Sakura pelo chão indo em direção de Sana.

Restam 6.

Sana e Mio começaram a corre enquanto atiravam uma na outra, Sana levou vários tiros nas pernas e caiu no chão da quadra, Mio iria acabar com ela, mas Sakura teve um acesso de fúria e pegou uma metralhadora enquanto eu a arrastava no chão.

Ela descarregou a arma atirando aleatoriamente na direção de Mio, os tiros acertaram ela na cintura e na mandíbula, ela caiu sangrando no chão, aquilo era horrível.

Sakura estava se debatendo enquanto eu a arrastava.

-Sakura! Eu estou do seu lado! -Gritei com ela, ela ainda parecia descontrolada, mas pegou a mensagem.

Sana estava com muita dor caída no chão, eu não podia ajudá-la, mas podia manter ela viva a protegendo.

Sakura se soltou de mim batendo no meu braço, ela correu e pegou uma metralhadora no chão, ela estava completamente instável. Ela atirou e matou Mio que estava no chão.

Restam 5.

Eu, Sana, Kazumatsami, Sakura e Ayame.

Sakura estava fuzilando o corpo morto de Mio, ela não estava mais seguindo alguma lógica, Kazumatsami e Ayame estavam trocando golpes de espada, eu ainda posso salvar ela, nossa amizade pode ter sido simples, mas ainda foi uma amizade...

Eu peguei uma metralhadora no chão e foi correndo em direção deles, para ajudar Ayame, quando estava me aproximando, Kazumatsami arrancou o braço direito de Ayame que caiu no chão tendo uma hemorragia intensa, indefesa, então eu atirei, eu atirei quando ele ia acertar ela no chão.

Os tiros acertaram sua cabeça e ele caiu.

Restam 4.

Eu corri até Sakura e tirei a arma da mão dela, a arma estava já sem munição e ela estava apenas puxando o gatilho ininterruptamente.

Então nós estávamos aqui, em menos de 5 minutos, todo nosso tratado de paz foi ao chão. Restavam corpos mutilados ao chão e um sentimento de vazio, Sana estava ferida e Ayame não poderia ser salva por mim naquela situação, apenas cai de joelhos ao lado de Sakura olhando aquela cena, Monokuma começou a rir e então toda a quadra foi sendo tomada por um gás do sono, minha visão escurece e começo a cair no chão de vez, a última imagem que tinha na minha frente, eram as portas da quadra sendo explodidas e uma mulher de longos cabelos loiros adentrando e mais uma silhueta, estavam com máscaras de gás...

...



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