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História Danganronpa Kill The Hope - Capítulo 13


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Capítulo 13 - UND Capítulo 1-2


Acordei em uma sala estranha, haviam LEDS vermelhos nas paredes, esse lugar é bonito e tudo, mas onde é esse lugar?

POV: Kazuo Watanabe.

Esse chão tá tão limpo que dá orgulho. Me levantei, estava dentro de uma caixa de madeira, ao meu lado eu não percebi imediatamente, mas tinha um garoto em uma cadeira de rodas, ele estava de cabeça baixa e a levantou olhando para mim.

-Sabe que lugar é esse? -Ele me perguntou, sua voz era extremamente vazia, não existia um tom de voz em que daria para encaixar essa voz, apenas uma voz roca, seca e sem sentimento.

-Não, mas o chão é bem limpo, isso me impressiona... -Olhei ao meu redor, era basicamente uma sala vazia com aquelas duas caixas e esses LEDS vermelhos nas paredes, me sinto em um evento gamer, mas sem a parte das pessoas suadas no meio do caos em pânico e pavor.

-Você veio parar no meio de um lugar misterioso e tá preocupado com limpeza? -Ele me falou com aquela mesma voz, era um pouco desconfortável.

-Dono de Casa Nível Super Colegial, Kazuo Watanabe, é um prazer te conhecer -Respondi para ele, ele deu uma risadinha, acho que entendeu minha fixação.

-Certo, certo... Desenhista Nível Super Colegial, Koyaya Seehio, é um possível prazer te conhecer, mas aposto no desprezar.

-Uma pergunta bem intrusiva, porque você tá nessa cadeira de rodas? -Perguntei para ele sem fazer qualquer cerimônia, curiosidades devem ser sanadas, mesmo que isso machuque as pessoas.

-Minha família... -Ele bocejou e olhou ao redor da sala.

Olhos amarelos com um aspecto muito estranho, seus olhos parecem estar marcados, olheiras muito profundas, cabelo loiro na altura do pescoço, usava uma camisa com um desenho, também em sua calça.

Família? Que? Tenho uma ideia do que poderia ser isso, mas não tô muito afim disso agora, bem, essa sala é bem vazia... Talvez um sofá ali ficaria muito bacana né...

Observei o bracelete no meu pulso, até achei bonitinho.

Um pedestal subiu no meio da sala, com um prato, fui até ele e o peguei, não se pode rejeitar comida jamais!

Ofereci comida pro Koyaya, mas ele rejeitou, disse que não estava com fome, ficamos falando um com o outro por um certo tempo e duas portas se abriram, uma com o nome de cada um de nós, ele parecia estar com dificuldade de se locomover, mas estava dando seu jeito, ele só tinha o movimento de um braço.

Cruzei um corredor cheiroso, era cheiro de lavanda, era bom sentir esse cheiro, cheguei em uma sala com lavandas plantadas em vasos de planta.

Tinha um CD e um papel longo com algo escrito, uma mensagem, estava escrito... "Olá, essa é uma mensagem do seu anfitrião Monokuma, você e seu companheiro vão ficar trancados juntos por uma semana, então deixei esse CD, para que vocês se entendam o se odeiem, darei mais detalhes mais tarde.
Assinando com amor, Monokuma"

Uma semana nesse lugar vai ser tedioso, puts, que dia péssimo para se existir. Eu fiquei curioso pelo conteúdo do CD e o botei naquela entrada, o rosto de Koyaya apareceu em preto e branco, com o título mostrando seu passado, eu realmente achei meio cruel e tosco.

Em suma, ele brigava com a família porque queria trabalhar com desenhos e levava umas pancadas, quando ele ganhou uma competição de desenho, sua família tentou se reaproximar para botar as mãos em seu dinheiro, obviamente ele ficou putíssimo com isso, empurrou o pai escada abaixo o deixando paraplégico e foi espancado pela família, acabou perdendo o movimento de ambas as pernas e de um braço.

Bicho azarado, tá, ok. Isso foi uma tragédia meio estranha, ele estava certo em odiar a família, não posso julgar um ambiente tão tóxico como algo amigável. O CD foi ejetado e caiu no chão.

Um tablet subiu em um pedestal e eu peguei ele, havia uma mensagem salva no aplicativo de bloco de notas que estava aberto.

"Você e seu companheiro são da Facção Vermelha, vocês são 30 pessoas dentro desse lugar, 3 grupos de 10 pessoas, em cada grupo essas 10 pessoas foram dividas em duplas, vocês tem uma semana para conviver e se entender, ou conviver e se odiar, então se encontrarão com os outros membros da sua facção, por ora, não tente tirar o bracelete em seu braço, isso pode te matar"

Ok, ele deve estar vendo um vídeo idiota sobre minha vida, eu só fazia competições de limpeza apostando dinheiro, minha vida não é tanto uma tragédia dos filmes do Tarantino assim.

Uma porta se abriu e eu sai de lá, chegando do outro lado eu encontrei ele, não demorou nem meio segundo para ele falar.

-Você é um maluco... -Ele estava rindo, acho seu ele achou meio bizarro demais uma competição de limpeza ser algo real.

-Bem, vamos ter que passar uma semana juntos, essa sala de agora é bem espaçosa, em algum lugar aqui deve ter banheiros ou até quartos, é até que chique isso aqui, uma mesa de jantar, algumas coisas de decoração. Só esses LEDS vermelhos me incomodam -Falei para ele enquanto andava em círculos.

POV: Koyaya Seehio.

Ele é, interessante... Competições de limpeza parece algo que eu veria em algum programa de comédia ou coisa parecida, é meio bizarro até, o infeliz apostava dinheiro com a própria mãe pra ver quem limpava mais rápido, esse sim é meu herói nacional.

Cabelos verdes muito curtos, olhos verdes claros, óculos vermelho, camisa verde, com um avental branco, a camisa tinha uma estampa de peixe e ele usava um short verde. É um visual bem autoral, inclusive um belo peixe...

-Bem, esse bracelete... -Movi meu braço o observando de perto -Se isso pode nos matar, talvez tenha algum veneno dentro disso, então acho que entendi muito bem o aviso de não tirar isso.

-Tá, bem, vamos dar uma olhadinha no lugar -Ele falou e eu concordei.



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