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História Danganronpa Kill The Hope - Capítulo 17


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Capítulo 17 - UND Capítulo 1-6 - Reunião Vermelha


Sala 1 Vermelha.

POV: Yoomi Nobunaga.

-Aquela uma semana chegou ao fim, estamos no horário, então...

-Vamos entender o que está acontecendo, finamente.

Os portões do salão se abriram, dando em um corredor gigantesco, era ridículo de quão grande aquilo ela era.

Sala 2 Vermelha.

POV: Koyaya Seehio.

-Chegamos no momento, não aguentava mais ficar nesse salão.

-Nem eu, misteriosamente todo e qualquer resquício de sujeira desapareceria na madrugada, isso me incomoda, assim eu fico desempregado... -Ele me parecia bem preocupado com limpeza, demais, o tempo inteiro... Ah, pelo menos ele é legal quando não tá pirado com isso...

Os portões do salão se abriram, dando em um corredor grandinho, era ridículo de quão grande aquilo ela era.

Sala 3 Vermelha.

POV: Yuhio Izou.

-Levanta! -Gritei com ele que estava deitado no chão, parecia ser só um preguiçoso arrogante e maluco, tudo que eu mais posso odiar, finalmente eu vou ter contato com outras pessoas, não aguentava mais ouvir esse maníaco.

-Tá bom! Tá bom! Para de berrar, eu tenho ouvido! -Ele se levantou e finalmente seguiu um pedido meu pela primeira vez nessa semana amaldiçoada. Ele cruzou os braços e veio andando na minha direção.

Os portões do salão se abriram, dando em um corredor gigantesco, era ridículo de quão enorme aquilo ela era.

Sala 4 Vermelha.

POV: Marie Renieri.

-Vamos lá, talvez agora algo de interessante aconteça...

-Espero que sim, não gosto de ficar parada por tanto tempo assim em um lugar só.

Os portões do salão se abriram, dando em um corredor que minha nossa, coitado de quem construiu, era ridículo de tão grandioso.

Sala 5 Vermelha.

POV: Ren Shinma.

-Espero que não tenham LEDS lá fora -Falei quase rindo é de desgosto, não aguentava mais ver Led na minha frente.

-Bom pedido...

Os portões do salão se abriram, dando em um corredor gigantesco, era ridículo de quão grande. Talvez acho, que gastaria uns 50 milhões pra fazer um corredor desses, parece um túnel, é circular nas beiradas, talvez algum dia possamos andar de skate nessas paredes!

Todos saíram de suas salas e se encontraram no corredor, era uma variedade interessante de roupas, não que eu repare em moda de verdade, mas né... Só vi uma roupa desde então que foi a da Christine.

-Oi? -Falei tentando diminuir um pouco a tensão que se levantou por seila que motivo.

-Cara, cês são muito bizarro -Falou um garoto que eu não sabia um nome, peculiar essa reação.

-Nos encontramos finalmente, não aguentava mais ficar naquele salão.

-Vamos andar, o corredor é longo.

-Ah, boa ideia...

-O ar é muito bom.

-Realmente.

Nós seguimos até chegar em uma porta de ferro gigante que se abriu, nós estávamos, em uma mansão? Que coisa é essa, Hopes Peak virou uma mansão?

Haviam centenas de ursinhos de pelúcia estranhos espalhados pela casa, todos, absolutamente todos, estavam segurando uma pistola e mirando para nós, um deles nos guiou até uma sala de jantar enorme, aquela parecia uma mesa de reuniões, era tudo extravagante e luxuoso, tinham coisas aqui que provavelmente nem todo o dinheiro que eu ganhei na loteria daria de comprar.

Essa mansão deve ter pelo menos uns 4 quilômetros quadrados, é anormal, eu acho, nunca estive em uma mansão, mas de toda forma, todos nós nos sentamos à mesa, nossos tablets começaram a tocar um áudio com uma voz meio robótica, dizia que tínhamos novos aplicativos. "Facção Vermelha" droga, acho que virei um traficante sem saber...

Abri o aplicativo e vi as informações sobre nós, eram apenas nós 10 que estávamos na sala, haviam imagens de nós em versões de 8bits, 16bits e 32bits a nossa escolha para nos vermos, então eu revisei o nome deles e seus títulos.

Marie RenierI, Biblioteconomista Nível Super Colegial.
(Provavelmente uma viciada em livros, ah, eu já fico com preguiça só de imaginar abrir um livro, eu só li umas duas páginas do livro de Jekyll & Hyde...)

Sayaka Izawa, Intérprete Nível Super Colegial.
(Deus me perdoe por lembrar de um certo ninja de laranja mexendo a mão)

Koyaya Seehio, Desenhista Nível Super Colegial
(Ele deve ter uns desenhos legais, só estou curioso pelo motivo dele estar em uma cadeira de rodas, alguns daqueles ursinhos se juntaram para descer ele na escada quase agora)

Fuyuki Fawa, ACTN3 Nível Super Colegial.
(Não faço ideia do que isso significa)

Yuhio Izou, Espadachim Nível Super Colegial.
(Deve ser tipo naquele joguinho, o fruit ninja, só que mais incrível)

Yoomi Nobunaga, ???
(Vazio, talvez seja algo muito específico, tanto que não conseguiram classificar)

Kazuo Watanabe, Dono De Casa Nível Super Colegial.
(Dono De Casa... ok, deve ser algo parecido com a minha mãe, só que homem)

Ren Shinma, Sorte Nível Super Colegial.
(Eu, lindo)

Sayonara Owari, Visão Nível Super Colegial.
(Será que ela consegue ver longe o suficiente pra... ah, pensamento bobo)

Christine Joovio, Cartomante Nível Super Colegial.
(Cartinhas)

Bem, talvez eu memorize os nomes fáceis, os ursinhos trouxeram muita comida e lotaram a mesa, acho que era almoço, tá estranho, mas não rejeitaria comida nem do próprio lúcifer de cartola.

Haviam vários tipos de carnes, frutas, verduras, alguns tipos de pão e pelo menos 20 tipos de refrigerante, também tinha água e suco, mas acho que ninguém vai neles agora.

Um dos ursinhos me deu um prato, um garfo, uma colher, uma faca e um copo, eles são meio estranhos, principalmente essa parte negra deles, mas como já pensei, nem de lúcifer de cartola, espero que esteja gostoso.

Botei tudo na mesa, botei um refrigerante que nunca tinha visto antes no copo, botei um pernil de frango, um filé de porco e uma quantidade agressiva de salada naquele prato. Comecei a comer e uma delas começou a falar.

-Vocês sabem como chegamos aqui? -Era a tal da Yuhio.

-Acho que nenhum de nós, mas estou me sentindo ameaçado com tanto ursinho armado aqui envolta, isso é tipo uma escolta ou o quê? -Era o Yoomi.

Realmente, comer a luz de velas é legal, mas comer a luz de tiros deve ser assustador, mas pelo menos tá dia, tá vindo um brilho do lado de fora, passando pelas janelas.

-Ah, eu já tô ficando é catatônico nessa situação! Uma semana com essa Espadachim sem graça e agora um jantar que parece que estamos prestes a ser fuzilados! -Estava gritando o Fuyuki, esse cara me parece meio desequilibrado, mas é aquele velho ditado que meu pai já me disse "Na maioria das vezes, os malucos me entendem" Então ele deve ser compreensivo...

-Para de escândalo... A gente não sabe o que tá acontecendo, a gente pode acabar irritando alguém... -Falou Yuhio batendo os dedos da mão direita na mesa.

-Tá com medo de ursinhos? -Fuyuki parecia estar tentando a desafiar de alguma forma.

-Não, só não sou uma pessoa passivamente suicida -Ela falou para ele com uma cara de desprezo, acho que eles não se deram muito bem nessa uma semana, acho que entendi o motivo.

-Bem, acho melhor a gente só comer e aproveitar isso aqui -Falei tentando amenizar um pouco aquele clima de guerra fria dos dois.

Então nós comemos e ficamos falando algumas coisas, até que um ursinho desses chegou pisando encima da mesa segurando um megafone.

-Eu sou Monokuma! -Então esse negócio é o tal anfitrião, mas aí é complicado, todo mundo aqui é o anfitrião, tem cópia dele pra tudo que é canto...

-Então foi você que nos colocou aqui? -Falou Sayonara.

-Parcialmente sim, mas calada! -Ele começou a rir de uma forma estranha e chata, eu já estava querendo aremessar um filé nele -Bem vindos ao intercâmbio submarino da Hopes Peak!

-Submarino? -Falei estranhando isso.

-Sim! Esse lugar, fica a 1 quilômetro abaixo do oceano, vocês estão em uma estalagem de 20.000 quilômetros quadrados dentro do oceano! Não é magnífico? -Ele deu novamente aquela risadinha tosca -Bem, vocês devem estar assustados e se perguntando como fizemos isso aqui tudo! Mas é óbvio, o que vocês chamam de ursinhos, são ótimos trabalhadores! Estávamos fazendo isso a um bom tempo!

Ainda é insano, isso é quase o território de alguns Estados, mas em que lugar do mar a gente tá? Como tá chegando oxigênio aqui embaixo, essa é uma pergunta muito importante... Também, quanto é 20 mil quilômetros quadrados... eu faltei nessas aulas...

Todos pareciam receosos com aquilo, ninguém queria tentar interromper algo que basicamente criou uma estrutura tão fundo no mar, não culpo eles, dá até um medinho...

-Vocês podem sair daqui -Todos se animaram com essas palavras, mas as palavras seguintes foram como um chute numa porta -Se matarem alguém sem serem descobertos!

Todos ficaram com uma cara meio duvidosa, estavam quase gritando por uma explicação exata daquilo, novamente, lúcifer.

-Olhem seus braceletes! -Todos se ligaram, aquela pequena telinha começou a exibir um texto "Condição: Não pode ver um corpo" O que isso significa?

-Que merda é essa? -Falou o Fuyuki com uma cara que eu não consigo descrever, parece uma mistura de ódio, felicidade, repúdio e triste, tudo ao mesmo tempo.

-Prestem atenção, se vocês quebrarem suas proibições, vocês serão envenenados e vão morrer em pouco tempo, também se tentarem retirá-los vão ser envenenados! -Ele começou a dançar encima da mesa de um jeito estranho enquanto eu viu uma cara de quem acabou de ver apocalipse enfrente aos olhos, será que as condições dos outros são tão piores que a minha?

Nossos tablets tocaram um áudio, avisando de um novo aplicativo, era chamado de "Regras" então eu abri o aplicativo, estavam listadas.

"Estão separados em 3 facções de 10 pessoas, estás são, Vermelho, Rosa e Preto.

Para sair daqui é necessário matar sem ser descoberto, um julgamento começará em nosso plenário, um grande salão de vários metros com uma bancada, como uma bancada presidencial, se errarem o culpado, ou os culpados, todos serão mortos, independentemente da facção. Cúmplices do assassinato também poderão sair ao fim do julgamento se não o descobrirem.

Competições diárias vão acontecer, 3 de cada facção serão selecionados  aleatoriamente para um jogo de um único vitorioso, a cada derrota em seu bracelete aparecerá um X vermelho, ao atingir o total de "X X X" Você será executado.

Esses "X" podem ser invalidados caso matem na sexta-feira, sexta-feira será um dia complemente sem regras, onde matar não terá punição, mas você não poder ir ao julgamento por causa desse assassinato, na sexta é tudo liberado, cada morte remove um X, assim, salvando sua vida ao custo das vidas alheias. Você pode matar uma pessoa da própria Facção, vocês são aliados, mas também inimigos.

Às 00:00 todas as lâmpadas e formas de iluminação serão desligadas e vocês ficaram em um escuro total, apenas usando seus tablets para iluminar os seus caminhos.

Vocês não tem direito de saber o título de Nível Super Colegial de membros das facções inimigas pelo aplicativo, terão de descobrir pessoalmente.

O maior ponto, "Condições" uma condição é algo que aparece na tela de seu bracelete, se você fizer o que seu bracelete te proíbe, você morrerá envenenado em segundos"

-Aqui começa, quando o número de pessoas vivas cair para 10 vocês serão soltos, em um submarino especial, até ela se mantenham com o pescoço no lugar!

O urso foi embora, então começou uma gritaria infernal, Fuyuki continuou comendo ignorando a gente ficando irritado e devidamente chateados.

Não demorou muito tempo, todas as duplas se separaram dentro da mansão, quisemos manter distância um dos outros, agora, é tudo ou nada. Eu não estava gostando disso, obviamente, mas pelo menos, algo de interessante tá acontecendo comigo.

Nós fomos até o segundo andar da mansão, se escondendo em um lugar cheio de facas enferrujadas, Christine andou de cabeça baixa todo esse tempo, sem olhar para qualquer canto além do chão.

-Tem algum espelho aqui dentro? -Ela me perguntou ainda de cabeça baixa.

-Não Christine -Respondi para ela, então ela levantou a cabeça tremendo, ela se sentou se encostando em uma parede.

-Falaria sua condição se eu falasse a minha? -Ela me perguntou.

-Sim, somos amigos, pelo menos é o que eu sinto, bem. Minha condição é não poder ver qualquer cadáver -Ela ficou com uma expressão meio desagradável quando ouviu eu falando isso.

-Bem, a minha é não poder olhar espelhos, por isso eu fiquei de cabeça baixa... -Ela parecia bem assustada, não tivemos muito tempo para digerir essa informação, foi uma repentina histeria coletiva e todos saíram "correndo" desesperos por aí, não faço ideia do que tá acontecendo aqui.

Ela botou as duas mãos na cabeça, sinto que ela estava tentando pensar em algo, talvez algum plano melhor, se esse lugar tem 20 mil quilômetros quadrados, lugar pra se esconder não falta. Lá fora, deve ter mais coisas.

Escutamos sons de tiros que pararam rapidamente, alguém encontrou uma arma e não deve estar muito feliz...

-Vamos, vamos sair dessa mansão, vamos encontra alguma mochila, precisamos pegar coisas pra ficar lá fora, ficar aqui dentro é claramente suicídio... -Eu concordei, já era alguma coisa, não queria me encontrar com o amiguinho ou amiguinha da arma.

Abri a porta, e nós dois saimos, eu a guiando para ela não olhar espelhos e ela prestando atenção aos sons vindos das diferentes partes da mansão, esse lugar é um problema, se deveríamos funcionar como um time, nesse sistema de facção, acabou de falhar.



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