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História Danganronpa Kill The Hope - Capítulo 9


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Capítulo 9 - Capítulo 3-1



16:39.

Dia 4.

Ann foi isolada dos outros, mandaram ela pra dormir sozinha na quadra, ninguém queria ela por perto de forma alguma, todos entenderam que ela era um perigo, mas obviamente ninguém iria matá-la, ou seria julgado em um julgamento.

POV: Shizu Yoshinitsu.

Sakura veio até meu quarto novamente por volta do horário da tarde, começamos a conversar sobre algumas coisas.

Eu estava penteando o cabelo dela, e estávamos falando sobre o Yuki, era realmente muito estranho tudo...

-O segundo andar foi aberto, mas só a Sana foi lá até agora hoje -Falou Sakura.

Realmente, acho que ela esteja tramando alguma coisa, espero que não seja algo muito perigoso para a gente, porque perigoso com certeza vai ser, esse lugar é um antro de desgraças.

-O que acha que ela tá fazendo lá? -Perguntei para Sakura.

-Não sei... -Sakura estava pensando em algo, mas não falou.

...

POV: Sana Senjionna.

É isso, o segundo andar são possíveis salas de aula e uma escada trancada para o terceiro andar, eu consigo abrir todas as portas desse andar quando eu bem entender, mas essas câmeras são um problema, deve ter alguma passagem pro terceiro andar em alguma das salas, no topo da escola provavelmente esteja algo importante, se a tendência é ir abrindo novos andares com as mortes, então no topo deve ter algo escondido.

Preciso, imaginar melhor como farei isso, se tem alguém de olho nesse lugar, com certeza deva dormir em algum horário, e como tem câmeras, provavelmente essa pessoa pode retornar as gravações, então se formos fazer isso, precisaremos fazer uma ação coordenada para invadir o último andar sem sermos percebidos...

Sinceramente, isso parece difícil, mas com tanto produto químico forte naquela sala lá de baixo, provavelmente consigamos pôr esse portão de ferro da escada abaixo, mas o barulho seria muito alto, provavelmente...

Monokuma é perigoso, mas não deve ser nenhum Deus, estamos tranquilos, porém horrorizados, em fim, preciso dar uma volta pra esfriar a cabeça e armar melhor meu plano, talvez eu consiga convencer alguém disso, mas vai precisar ser na madrugada também, muito provavelmente devem ter câmeras escondidas até nos quartos, eu seria um belo problema pra alguém que está tentando nos manter aqui com trancas, eu conheço todos os padrões atuais de fechaduras desse país, criar chaves não é um problema, o problema é o material e como fazer isso sem levantar muitas suspeitas.

Desci a escada para o primeiro andar e uma coisa infeliz estava no meu caminho, Ann havia saído da quadra e estava naquele corredor, ela estava me olhando com uma cara estranha e veio andando na minha direção, ela começou a falar, estava querendo provavelmente me controlar que nem fez com Yuki, mas eu não sou tão idiota.

Dei um chute que derrubou ela sentada no chão e segurei seus braços por trás de suas costas, ameaçando quebrar eles.

-Monokuma não específicos em suas regras... se podíamos machucar os outros sem matar ou não, mas como ele não apareceu temo... que você não esteja protegida -Falei para ela.

-Se você fizer algo assim, não será diferente de mim -Ela falou tentando me deixar mal com isso.

-Logo você, você querendo me ensinar moral e ética? -Estava cansada dela e bati a cabeça dela contra a parede e ela desmaiou, não morreu, então é isso, agora sim essa vagabunda tem motivos pra querer me matar.

Se não pode vencer seus inimigos, quebre eles, nunca se junte a ninguém que te faça mal, que se danem os ditados, eu não estou nenhum pouco feliz nesse lugar.

Deixei ela lá apagada no corredor e fui andando seguindo minha vida, não ouvi nenhuma reclamação de Monokuma até esse momento, então acho que está tudo muito bem, as regras são bem incompletas e fáceis de burlar, só precisamos forçar um poucos essas regras e esse castelo de cartas vai ao chão.

Pensar tanto vai me deixar com dor de cabeça, acho que vou fazer outro sanduíche e voltar pro meu quarto, espero que ela não fique com algum traumatismo craniano ou uns negócios assim, não precisamos de uma maluca com a cabeça quebrada, física e metaforicamente.



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