História Danger - Capítulo 80


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Categorias Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
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Palavras 1.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 80 - Não há futuro para nós.


Ana

 

- O que é que estás aqui a fazer?

No momento em que o vejo de pé à minha frente, o mundo congela ao meu redor e tudo o que planeava dizer-lhe evapora no ar.

- Boa noite para ti também. - Abro um sorriso torto que não o contagia.

- Não devias estar aqui. - Carrancudo, balança a cabeça negativamente. 

- Porque não? - Semicerro o olhar, ficando uma expressão séria.

- Porque não é seguro para ti. - Responde de forma defensiva deixando-me sem outra opção que não seja revirar os olhos.

- Não é o quê? - Elevo uma sobrancelha, fingindo não tê-lo ouvido corretamente.

- Seguro, Ana. Não é seguro estares aqui. - Repete venenosamente fazendo a minha pele arrepiar-se.

- Estás a brincar comigo, certo? - Aproximo-me, ficando a um passo de distância dele. - Não é seguro? - Enfatizo. - Em todas as outras vezes que aqui estive era? - Encosto as mão às laterais do meu corpo, mantendo-as quietas. Não falta muito para lhe bater se continua com estes disparates. 

- Eu era um idiota por achar que era seguro. Estava cego e não pensei nos perigos que te ter aqui.

- Tretas. - Cuspo balançando a cabeça. - Porque é que estás a agir desta forma? 

- É melhor ires embora... agora. - Afirma, mantendo a sua posição. - Antes que alguém te veja.

- Quem? Ninguém vem cá para além de mim.

- Isso vai mudar a partir de hoje. Não quero que chegues perto desta casa, entendido? - Ele ergue as sobrancelhas interrogativamente. Quando não respondo, ele decide que é melhor afastar-se e é o que faz. 

Passa por mim, batendo com o seu ombro no meu. Viro-me e agarro o seu braço, impedindo-o de subir as escadas e desaparecer.

- Não sejas um idiota.

- Eu terminei tudo para o teu próprio bem e isso significa que não podes vir até aqui quando bem te apetece, por isso, vai embora. - A sua mão aponta para a porta.

- Ambos sabemos que não queres que vá embora.

- O que é que te faz ter tanta certeza de que não quero que vás embora? - Retalia com o rosto tão vazio de emoções que não consigo decifrar absolutamente nada.

- Porque... - Paro, olhando para longe. - Se quisesses realmente que fosse embora, arrastavas-me daqui para fora. 

- Niall! - Grita, assustando-me com a explosão repentina.

Em segundos, o Niall aparece com as sobrancelhas franzidas.

- Sim?

- Leva a Ana a casa. 

O Niall olha para ele e suspira, olhando para mim. Está claro que não sabe o que fazer.

- Não vai ser necessário, Niall. Porque se ele quer que vá embora, ele pode levar-me. - Encolho os ombros, mantendo a minha posição. - Não que vá mudar muita coisa. - Sorrio na direção do Harry. - Porque posso sempre voltar.

- Porque é que tens que ser tão difícil?

- Eu sou difícil? - Aponto para mim mesma. - És tu que não paras de me afastar!

- Estou a fazer o que é melhor para ti! 

- Eu vou dar-vos algum tempo para resolver isto... - O Niall afasta-se sem olhar para trás, dando-nos alguma privacidade.

- Nunca me perguntas-te o que eu queria. - Relembro-o. - Como é que isto é o melhor para mim?

- Estás segura! 

- Não quero estar segura, idiota! - Grito dando-lhe um leve empurrão. - Quero estar contigo!

- Isso não pode acontecer. - Murmura baixinho, como se tentasse convencer-se a si mesmo. 

- Amas-me? - Pergunto já no limite.

- O quê?

- Amas-me? - Repito dando o último passo que nos separa. - Se disseres que não, eu vou embora. Diz-me que não me amas e eu deixo-te em paz, para sempre. 

- Ana... - Geme beliscando a ponta do nariz. 

- Responde-me.

- Não posso.

- Porquê?

- Porque te amo, porra. - Cospe. - E isso nunca vai mudar.

- Então porque é que... - Suspiro exasperada. - Porque é que continuas a afastar-me? 

- Não posso continuar com isto sabendo que a qualquer momento alguma coisa pode acontecer contigo. 

- Eu estou segura contigo. - Sussurro.

- Pessoas como tu não estão seguras com pessoas como eu. Não há futuro para nós. Não vês isso? Vai sempre acontecer alguma coisa. Queres morrer? É isso que queres? 

- Não. Quero-te a ti. - Sussurro fazendo com que os nossos corpos se juntem e acaricio o seu rosto, sentindo a sua linguagem corporal mudar. Inclino-me, colocando-me na ponta dos pés para tocar com os meus lábios nos seus. - Amo-te. 

- Ana...

Pressiono os meus lábios contra os seus, puxando o seu lábio inferior com os dentes. Seguro o seu rosto entre as mãos e invado a sua boca sem permissão, ouvindo um gemido da sua parte.

- Não devíamos estar a fazer isto... - Afastando-se, pressiona a sua testa contra a minha.

- Não te ouvi reclamar. - Inclinando-me mais uma vez, envolvo os seus lábios num beijo profundo sentindo os seus braços abraçarem-me antes de o ver recuar mais uma vez. Agarrando a minha mão, começa a subir os degraus levando-me para o segundo andar. 

Abrindo a porta do quarto, leva-me para dentro do mesmo e fecha a porta, pressionando-me contra a mesma.

- Amo-te. 

- Eu também te amo. 

Colocando as suas mãos na minha cintura, olha profundamente nos meus olhos, hipnotizando-me. Os seus lábios viajam para o meu pescoço onde deixa beijos suaves. 

Aperto os seus ombros, ofegante com a sensação da sua língua contra a minha pele ardente e sensível com a intensidade deste momento. Os seus dedos agarram o tecido da minha camisola, levantando-a até expor a minha barriga. Levanto os braços, dando-lhe a confirmação de que precisa e rapidamente a camisola cai no chão do quarto. 

Agarrando as minhas coxas, eleva-me antes de começar a andar pelo quarto. As minhas costas caem contra o colchão da sua cama e o seu corpo cai sobre o meu. 

Os seus lábios descem pelo meu pescoço até ao meu peito e param junto ao meu estômago. Baixo o olhar e vejo o seu olhar preso no meu enquanto num movimento rápido, desaperta as minhas calças, voltando a pairar sobre mim. 

- Não sei se vou conseguir para se continuarmos... - Sussurra contra os meus lábios, acariciando a pele dos meus ombros com a ponta dos dedos sabendo exatamente o que estamos a fazer e para onde vamos. 

- Não quero que pares. - Sussurro. 

- Tens a certeza? 

- Sim. 

Sinto-o esperar alguns segundos para o caso de eu querer recuar antes de beijar os meus lábios novamente. 

Puxo a sua t-shirt para cima e separo os nossos lábios para poder tirá-la, voltando a sentir o seu sabor. Coloco as mãos entre nós e abro o seu cinto, abrindo o botão das suas calças. Num movimento rápido e calculado, ele livra-se das suas calças, ficando apenas de boxers. 

Os seus lábios percorrem todo o meu corpo, distraindo-me o suficiente da sua tarefa de me despir por completo.

- Harry... - Murmuro sentindo a sua boca sugar o meu mamilo direito enquanto com a mão, massaja o esquerdo, trocando de posição depois.

Gemo e puxo o seu cabelo ao sentir a sua mão deslizar entre nós, invandindo-me sem aviso, movendo-se para dentro e para fora.

- Relaxa. - Pede num sussurro. - Não é nada que não tenhas feito antes.

Assim faço. Fecho os olhos e deixo que me leve para outra dimensão. Após desfazer-me nos seus braços, faz deslizar os seus boxers, posicionando-se entre as minhas pernas. 

- Não temos que fazer isto se não quiseres. - Sussurra. 

- Eu quero.

Beijando os meus lábios suavemente, abre a gaveta da mesa de cabeceira e tira de lá um preservativo, colocando-o. Os seus lábios beijam o meu ombro enquanto entra em mim lentamente. Um suspiro escapa de ambas as boas. O meu pela dor e o dele, por estar dentro de mim. 

- És tão bonita. - Murmura confortando-me com um beijo. 

Fecho os olhos e cravo as minhas unhas nas suas costas, querendo que a dor vá embora.

- Desculpa, amor. Prometo que vai parar. Apenas tenta não pensar na dor.

Respiro lentamente, cerrando o maxilar quando se move para trás, voltando a entrar em mim, desta vez, completamente.

- Foda-se. - Geme movendo-se lentamente para dentro e para fora. 

À medida que a noite cai, os nossos corpos entrelaçados com os lençóis, as nossas pernas igualmente entrelaçadas, o Harry continua a fazer amor comigo. Cada beijo, cada impulso tanto áspero como suave, para não me magoar, os seus dedos a acariciarem a minha pele dos braços e das pernas, enquanto os seus lábios percorrem o meu corpo.

- Amo-te. - Sussurra quando aproxima a boca do meu ouvido.

- Também te amo. 



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