História Danger Days - Capítulo 2


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Anaedro, Bamjae, Got7, Híbrido!au, Hibridos, Jackbum, Jackjae, Jingyeom, Jinson, Máfia, Mafia!au, Markgyeom, Puppysoul, Vai Ter Exo
Visualizações 57
Palavras 2.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Luta, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá~
Pelos deuses quanta dificuldade para atualizar esse capitulo SOS to até chorando e pensando em Fullmoon pra atualizar daqui a pouco ;^;
Voltei, obrigada pelos favoritos e comentários, eu fiquei tão feliz com cada uma das notificações que vou responder logo logo eles <3
Obrigada por darem uma chance a DD, espero do fundo do coração que apreciem, no final de cada capitulo eu colocarei alguma curiosidade a respeito do universo da fic para vocês :3
Sobre o shipp da fic, Jackbum ou Jinson? Vamos descobrir mais pra frente, ams até lá pra quem será que vocês irão torcer? kekeke
Boa leitura <3

Capítulo 2 - Nós somos as crianças de ontem Pt. I


“Porque se você ficasse

eu te esperaria o tempo que fosse preciso,

mesmo que nós não consigamos

entender uma palavra sequer.

E se nos perdermos teremos isso

como forma de nos achar outra vez,

até encontrarmos nosso caminho

sob o sol e fora de perigo.

Então você poderá enfim fugir comigo

a hora que quiser”.

 

As pedras brancas do rio

 

Província de Hunan, China.

O pequeno garoto correu pelo banco de areia à margem do largo rio. A areia branca e fina — como a de uma praia — era repleta de pequenas pedras coloridas, assim como o fundo do rio de água rasa e cristalina. O garotinho chinês adorava cada uma delas e por isso as juntava em seu pequeno balde vermelho.

O local em que estava era Taiyang he, o rio que brilhava com pedras coloridas no sol ficava no interior de Chenzhou, cidade da província de Hunan. O extenso terreno cortado pelo rio pertencia a família Wang, primeira de seus negócios na tríade Yulong: As três famílias do Dragão de Jade.

Taiyang he fazia parte de um resort que era cercado por uma mata de árvores nativas e quedas d'água de incrível beleza. O pequeno híbrido chamado Wang Kayee estava ali a passeio e, entretido em sua caça às pedras, se afastava aos poucos do lugar onde sua mãe estava.

— Gaga, não vá muito longe! — Ouviu sua mãe dizer. Ergueu seus pequenos olhos redondos e brilhantes e a viu acenar para si.

O menino sorriu acenando para ela de volta, sua atenção rapidamente sendo capturada pelas pedrinhas outra vez.

A figura feminina estava sentada em uma cadeira de praia. Usava um longo vestido verde de tecido leve, os pés calçados em uma sandália baixa. No rosto os óculos escuros e na cabeça o chapéu longo que a protegia do sol, que também era bloqueado pelo imenso guarda sol fincado no chão ao seu lado.

Ao seu redor três ou quatro homens de preto e óculos escuros não pareciam apreciar o clima como a jovem senhora. Eles faziam sua segurança e a de seu filho, enquanto ele brincava na margem do rio e ela folheava uma revista qualquer dividindo sua atenção entre o garoto na areia e as colunas de moda.

Kayee gritou empolgado encontrando uma pedrinha arredondada e lisa num tom verde parecido com o vestido de sua mama. Soltando seu baldinho, correu em direção a ela com a pedrinha na mão.

Sua mãe, que havia ouvido seu grito excitado, já esperava que ele viesse em sua direção, então apenas o segurou quando Kayee jogou-se em seu colo. O sorriso inocente alcançava os olhos de brilho puro e infantil.

— Mama, olha o que eu achei, é linda igual as que você usa!

A chinesa, tendo a pedra simples agora na palma de sua mão, sorriu de forma doce para o seu menino, beijando-lhe a cabeça enquanto ele tomava novamente o objeto nas mãos.

— Sim, é uma bela pedra, filhote. O que pensa em fazer com ela?

Os lábios unidos em um bico pensativo fez a mais velha quase derreter-se diante a fofura que seu menininho exalava. Os olhos castanhos eram lindos e brilhantes — que no caso ele havia herdado dela, diziam, mas para ela as íris eram como o chocolate doce mais puro.

O rosto delicado e os cabelos negros e lisos, compridos por conta da tradição familiar, davam ao seu filho a aparência doce de uma criança andrógina. Ainda assim, ela às vezes conseguia ter o vislumbre de um jovem Wang de corpo com músculos definidos, cabelos rebeldes e talvez da mesma altura que ela.

As orelhas delicadas de pelagem mista traziam o cinza e branco da mistura de sua condição híbrida. Um pequeno filhote de malamute, um cachorro leal e de linhagem digna, assim como o pai.

A jovem senhora sorriu, desejando poder ver um dia aquele garoto de presença forte que sua mente vislumbrava, mas por enquanto aproveitava os encantos de seu filhote hiperativo e feliz.

— Eu vou mostrar para todos os gē e depois vou te dar. Papa faria um lindo anel para você, não faria mama?

— Seu pai faria o mais bonito de todos. — Ela concordou, e o garotinho sorriu mais ainda saltando do colo dela e correndo em direção ao primeiro gē de preto que estava ao lado de sua mãe, fazendo-lhe a segurança.

Wang Sophia sorriu, vendo o filho agitar a pequena cauda felpuda indo de um a um, aos afilhados da família, mostrando-lhes a pedrinha verde. Ninguém conseguia resistir aos encantos de seu garotinho, contemplou feliz, vendo os mais velhos interagindo com seu filho, fazendo Kayee rir ou gargalhar com o que falavam.

Após poucos minutos, ele viera lhe entregar a pequena pedra outra vez e novamente correu para o pequeno balde vermelho, voltando a sua procura por mais pedras bonitas para sua mama.

Sophia não soube quando foi, mas ao perder-se numa curta leitura entre uma página e outra Kayee simplesmente sumira de sua vista e de seus afilhados, deixando aflita a jovem mulher.

 

 

Kayee sorria enquanto caminhava pela margem do rio. Seus pés afundavam na areia fofinha fazendo o pequeno garoto rir ao olhar para trás e ver suas pegadas fundas na areia. Suas orelhinhas agitavam-se para todos os lados absorvendo os sons  ao seu redor.

Foi andando distraído que chegou até uma parte baixa do rio, onde ele se espalhava mais ainda e suas águas ficavam rasas, abrindo levemente o caminho entre pedras maiores.

O sol fez as que ficavam no fundo raso do rio brilhar e Kayee correu até onde o brilho nascia vendo pedras brancas e outras coloridas espalhadas por ali. Estava escolhendo as que achava mais bonitas quando um grito assustado chamou sua atenção fazendo sua cauda tensionar.

Ao olhar para frente viu o que parecia ser um outro menino sacudindo os braços em meio a água. Kayee arregalou seus olhos e imaginando que o outro se afogava, largou o balde em cima das pedras e correu em direção a ele, mergulhando no rio onde as águas se tornavam um pouco mais fundas.

— Você não consegue nadar? — Perguntou ao garoto quando chegou mais próximo e viu que ele não se afogava, mas também não conseguia sair do lugar.

O menino o olhou assustado por um momento e disse algumas palavras rápidas que fizeram Kayee também ficar assustado. Ele não entendia o que a outra criança dizia e sua mente tentou assimilar o porque disso.

Como o ajudaria se não entendia o que ele queria dizer? Pensou, olhando para o outro que parecia assustado prestes a chorar. Tirando a franja do rosto — seu cabelo havia se soltado do laço e estava molhado grudado em seu rosto e braços —, resolveu mergulhar, vendo que o pé dele parecia preso entre alguns galhos e pedras.

Rapidamente moveu elas e soltou o pé do menino que voltou a nadar em direção a parte rasa onde ficava as pedras. Sem muito o que fazer, Kayee o seguiu.

 

 

Jaebum ainda estava assustado. Tinha saído de perto de seus pais seguindo o barulho do rio e vendo algumas pedras coloridas. Imaginou que de alguma forma seria fácil nadar até ali e pegá-las, contudo tudo deu errado quando seus pés se prenderam no fundo do rio.

Mas então aquela menina estranha com rabo e orelhas de cachorro apareceu e tinha falado de um jeito que Jaebum nunca tinha ouvido antes.

— Meu pé tá preso! — Disse aflito, apontando pro seu pé dentro da água.

Viu ela dizer mais algumas coisas esquisitas e mergulhar. Os cabelos escuros dela se espalharam pela água formando um leque e pareceu algo bonito de se ver.

Quando sentiu seu pé livre, foi em direção às pedras e ali sentou, respirando fundo enquanto sentia o coração bater acelerado ainda pelo medo de ficar preso ali e morrer afogado.

A menina sentou do seu lado e sorriu parecendo preocupada.

— Eu tô bem agora — Soltou em um suspiro e ela fez uma cara estranha que deixou o pequeno Im com vontade de rir.

Tentou gesticular de um jeito que ela entendesse que estava bem e ela apareceu entender porque sorria de forma aliviada. Após isso, viu ela apontar para um balde vermelho que Jaebum não tinha notado ali. Dentro tinha pequenas pedras coloridas, o Im se viu pensando que elas eram até bonitas.

Ela apontou para mais outras entre as pedras que eles estavam sentados e o pequeno coreano entendeu. Ainda que timidamente, começou a pegar uma ou outra colorida e mostrar para a menina. A pequena híbrida sorriu assim que a mostrou uma pedrinha marrom. Jaebum achava que parecia com a cor dos olhos dela, mas era menos brilhante.

— Im Jaebum — Disse de repente, gesticulando para si mesmo.

Ela o observou por alguns segundos e então o pequeno garoto coreano a viu começar a balança a causa de um lado para o outro. Achou engraçadinho, porque ela parecia feliz.

— Wang Kayee — Ela o imitou, e apesar de soar estranho em seus ouvidos, imaginou que este deveria ser o nome dela.

Assentiu quando ela lhe apontou outra vez para as pedrinhas no balde e, acreditando entender o que ela queria dizer, voltou para dentro da parte rasa do rio procurando por mais pedrinhas coloridas ao lado dela.

Com o passar dos minutos, a estranheza de estar perto de alguém que não conhecia havia passado. Jaebum simplesmente se divertia com a menina de orelhas e rabo de cachorro, mesmo que não entendesse as coisas que volta e meia ela falava.

Era gostoso ouvir a voz dela, mesmo que soasse diferente da maioria das vozes de meninas que já tinha ouvido. Talvez fosse uma coisa de cachorrinho, de qualquer forma, ele não se importava muito.

— Yebom! — Ela o chamou com empolgação, fazendo-o se virar curioso para perto dela.

Duas pequenas pedras branca estavam expostas em sua mão. Bonitas e com um brilho cremoso, tinham uma cor bem clarinha e uniforme. Nem pareciam pedras, pensou ainda curioso.

A viu pegar sua mão e colocar uma das pedrinhas nela, Jaebum encarou a garotinha que sorria para si. Talvez ela quisesse que ficasse com uma delas. Sorriu de volta, aceitando o pequeno presente. Era uma pedrinha muito bonita, mas, de algum jeito, ele achava que os olhos cor de chocolate da menina ao seu lado ainda eram mais bonitos que a pedra.

Sentiu suas bochechas esquentarem pensando que ela também tinha o sorriso mais bonito que ele já tinha visto.

E a gargalhada mais estranha também.

Ao longe, o grito de seus pais chamando por seu nome soou, assim como outras vozes estranhas pareciam gritar algo parecido com o nome da menina. Jaebum reconheceu a voz de seus pais e se alarmou, havia perdido completamente a noção do tempo ao ficar brincando com ela ali.

Afobado, tentou gesticular que precisava ir embora e por alguns instantes achou que ela não entenderia, mas então antes que pudesse perceber o que acontecia recebeu um beijo em seu rosto.

Ela o abraçou desajeitadamente, e Jaebum pode sentir as orelhinhas dela em sua bochecha junto com o leve cheiro de cachorro molhado. Abraçou-a de volta envergonhado, sentindo o coraçãozinho bater forte e seu rosto se esquentar outra vez.

Sorrindo pela última vez, Jaebum correu para a direção de onde a voz de seus pais vinham o chamando. Parou e olhou para trás, vendo que ela o encarava ainda entre as pedras grandes do rio.

Acenou para ela com a mão livre e voltou a correr. Apertou a pedrinha branca em sua outra mão pensando que havia encontrado a menina mais bonita e incrível que já tinha visto no mundo todo.

 

[•••]

 

YuLong

"YuLong, Dragão de Jade, é o nome da facção — residência — também conhecida como tríade de Jade. Primeira tríade com líderes híbridos que se tem notícias. Seus negócios ativos há trezentos anos, iniciaram-se com a mineração de pedras preciosas, sua comercialização sendo tanto legal como ilegal feita até o presente.

Também ativos no turismo legal e no tráfico de armas de fogo, jogos de azar e prostituição. Fundada pelos clãs Wang, Tuan e Bi, seus descendentes permanecem na liderança da família. Os afiliados são denominados Filhos do Dragão de Jade, ou simplesmente dragões".


Notas Finais


Vai nessa Jaebum sidjidjioasdjsoaidjasjsdoi
Gostaram? Espero que sim, preciso amaciar o coração de vocês para os próximos capítulos, não quero morrer ainda~
Obrigada por estarem aqui, amo vocês <3


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