História Danger [•Imagine Jeon Jungkook] - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Imagine Jungkook, Imagines Bts
Visualizações 246
Palavras 817
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, como cês tão? Espero que bem :)
Não vou enrolar, então bora pro capítulo.

Capítulo 3 - Entre Certo e Errado


Estava deitada, continuei naquela escuridão, mas pelo menos o garoto não estava ali.

Ele não fez nada comigo, graças a Deus, não fez nada.

Está num lugar que você não conheçe e com uma pessoa que também não conheçe, é aterrorizante e o pior é saber que ele é um assassino e que a qualquer momento poderá me atacar.

Me levantei, mais uma vez, e caminhei reto, fazendo o que fiz da primeira vez, tatear a parede.

Encontrei o interruptor, o flexionando fazendo as luzes se acenderem.

O quarto era bonito, bem arrumado, e um pouco exagerado.

Caminhei até a porta, que era de madeira, talvez madeira importada pelos desenhos talhados nela. Girei a maçaneta, e a porta não abriu. Claro, ele não seria tão trouxa a ponto de deixar aberta, obívio que eu não iria ficar esperando que ele viesse e fizesse o que quisesse comigo, fugiria na primeira oportunidade.

Escutei alguns passos se aproximarem e corri para a cama, simulando que estava adormecida. A maçaneta girou e eu fechei meus olhos, escutando passos se aproximarem, e um barulhinho em cima da mesinha.

– Ainda não acordou... Estranho as luzes estarem acesas – Falou e senti um lado da cama afundar. – Tão delicada... – Tocou meu rosto, passando o dorso sobre minha bochecha. – Te amo tanto. – Senti sua respiração próxima de meu rosto e meu coração acelerou.

Encostou seus lábios no canto de minha boca, me fazendo sentir algo estranho.

Não aguentei permanecer quieta e abri os olhos, ele estava tão próximo, me fazendo respirar devagar.

– Não queria que me visse agora, mas você já me viu.– Ele disse e eu olhei seu rosto assim que se afastou.

Seus cabelos enegrecidos caiam perfeitamente sobre seus olhos, se não estivesse nessa circustância diria que parecia sexy. Seus olhos de mesma cor, tinham um brilho diferente, uma mistura de sentimentos, que me provocavam sensações. Sua pele, branquinha, combinava perfeitamente com seus outros traços. Maxilar bem traçado, e sua boca... Bem desenhada e de coloração avermelhada, convidativa aliás... Não deveria estar pensando nisso, afinal, ele é um psicopata.

– Eu acho que já te vi!? – Eu falei e ele sorriu, um sorriso fofo o que era contraditório com suas atitudes.

– Sim, estudo na sua sala, cursamos o mesmo curso, Artes Cênicas. – Ele disse, e eu me lembrei do menino que sempre senta no fundo da sala.

Nunca havia o olhado tanto tempo, nunca o dei atenção e nem importancia, tanto que nem lembro seu nome. Me sinto uma péssima pessoa agora.

– Jeon Jungkook, caso não lembre. O menino excluído, por todos, até mesmo por você! – Ele disse cabisbaixo, e eu acariciei seu rosto.

– Não estrague sua vida por mim. – Passei minha mão no contorno da sua face e ele me olhou.

– Não tem como evitar, eu simplismente te amo. – Ele disse, e eu senti um embrulho no estômago, me sentia mal por ele estar mal, afinal, eu tinha culpa também.

– O que te faz pensar assim? – Mexi em seu fios e ele se deitou em meu colo.

– Você daria a vida por alguém que você gosta? – Ele respondeu uma pergunta com outra, me fazendo parar e pensar numa resposta.

– Acredito que não. – Tentei ser o mais verdadeira possível. – E você? Daria?

– Não. – Respondeu simplista.

– Está vendo, não adianta dá ou destruir sua vida por alguém que você gosta.

– Verdade. A partir disso, descobri que não gosto de ti. Pois a gente só dá a vida por quem amamos.

– Isso não faz sentido, você sujou suas mãos por mim. – Falei tentando entender porque ele fazia isso.

– Eles não eram dignos de seu amor... E não me importo em matar, não se for pra ter quem amo. – Disse e senti sua mudança de voz.

Talvez ele fosse bipolar, troca de personalidade tão fácil. Estava tão meigo, agora tão possessivo.

– Por quê você é assim? – Perguntei e ele se sentou, saíndo da posição que estava.

– Assim como?

– Jungkook, você acha certo tirar a vida de alguém?

– Você acha certo todos terem tua atenção? E você nunca me notar? – Perguntou e eu fiquei calada. Então eu sou culpada pelo que ele se tornou? Eu não sei, são muitas coisas, muitas informações, não sei lidar com isso. – A vida não é feita apenas de certo e errado.

– Tenho medo de você. – 'Pensei', talvez alto de mais.

– Preferia que me amasse, mas se tiver que ser assim, que seja! – Levantou da cama. – Trouxe para você. – Tocou numa bandeija recheda de comida e saíu.

Não consigo entede-lo, é díficil. Não sei quem está certo, ou errado, mas como ele disse: A vida não é feita apenas de certo e errado.

Queria saber o que se passa em sua mente, não quero que alguém destrua sua vida por mim, mas também não quero viver infeliz ao lado de alguém e me culpar pelo resto da vida.

Por que tudo muda de uma hora pra outra?

Agora, nem sei o que sinto.


Notas Finais


E aí? Está bom? Ruim?

Continua?


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