História Danger ; jjk - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V), Lisa, Park Jimin (Jimin), Rosé
Tags Blackpink, Bts, Hoseok, Jennie, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lalisa, Namjoon, Rose, Taehyung, Yoongi
Visualizações 14
Palavras 2.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura seus sedentos por sangue!

Capítulo 9 - N i n e


Fanfic / Fanfiction Danger ; jjk - Capítulo 9 - N i n e

Narrador pov's

Enquanto Lalisa estava extremamente chocada pela notícia e Jimin um pouco desconfortável pela informação, Jungkook socava a parede sem parar. Maldita hora em que ele deu uma de sem sentimentos e foi tentar matar Lalisa. Jeon pode ter pensamentos totalmente loucos e psicopatas.

Mas psicopatas não tem sentimentos, e por quê ele sim? Será que Jeon é mesmo um psicopata? Ele ainda tem cura? Salvação?

Só o tempo para nos dizer quem ele realmente é, até lá, iremos aguardar ansiosamente pelo dia da revelação. Jeon socava a parede sem parar, até seus punhos se encherem de sangue e mais tarde marcas roxas apareceriam ali. A parede manchada com seu líquido escarlate enquanto ele a enchia de murros.

Jungkook precisava se acalmar e esmurrar a parede pareceu a melhor opção. Mas quem ele queria socar mesmo era Jimin e si mesmo. Extremamente irado e furioso, ele saiu de casa a procura de uma pessoa para ajuda-lo naquele momento. A cada passo que ele dava com suas botas de marca, se distanciava ainda mais de sua casa e de seu bairro.

Ele entrou em uma parte obscura de Seul, uma parte escondida e esquecida pelas outras pessoas. As ruas eram estreitas, escuras e assustadoras.

De dar arrepios.

Ele passou por um beco e sentiu o forte cheiro de cigarro por ali, caminhou mais um pouco até se encontrar em frente a uma porta de metal. Ele havia chegado.

Bateu na porta duas vezes e bastou apenas uma olhada para o homem que veio lhe receber deixa-lo entrar. Passou por vários corredores até chegar onde queria.

Ele entrou direto, sem se importar. E ali encontrou uma mulher, com beleza de dar inveja a qualquer uma. Ela tinha um cigarro entre os lábios e se divertia jogando dardos em corpos de homens já mortos.

—Noona — chamou por ela.

—Oh, Jungkook — sorriu imediatamente ao finalmente notar sua presença ali.

Ela guardou os dardos em uma caixinha vermelha e foi até ele. Arrumou os cabelos bagunçados de Jeon e o puxou até um sofá preto que ali havia. Ela pegou uma caixinha de primeiros-socorros e começou a limpar as mãos sujas de sangue, cuja à um tempo atrás socava a parede sem piedade.

O local onde ele estava não era um dos melhores, era sujo mas organizado. Ele possuía um estilo vitoriano antigo, e era ali onde Jeon ficaria por alguns dias.

—O que foi desta vez, Jeon?

—Noona, acho que estou me apaixonando.

—De novo? — arqueou uma sombrancelha e suspirou cansada. —Toda vez que você diz que está apaixonado, é menos uma garota em Seul.

—Não noona — diz. —Ela é diferente.

—Sei — falou sorrindo.

—Ela me faz querer protege-la de alguma forma, e eu já tentei mata-la mas simplesmente não.. Consegui.

Continuou limpando pacientemente as mãos de Jungkook, e logo as enfaixou. Enquanto ele esperava uma resposta da mais velha. O nome desta mulher de corpo e crueldade sem igual é Jeon Jung-Hee, irmã mais velha de Jungkook. Ela é irmã dele apenas por parte de pai.

É ela quem geralmente limpa a sujeira que Jeon faz. Mas ultimamente a mesma anda muito ocupada com seus compromissos que Jungkook nunca entendeu.

—Então você não está apaixonado Jeon — ela pronunciou-se enfim, repondendo de forma que o deixou surpreso. —Você a ama.

Amo?

[...]

Lalisa Manoban pov's

Já haviam se passado uma semana desde todo aquele ocorrido, e desde que moro com Jimin. Não aconteceram muitas coisas.

A faculdade ficou parada quase toda a semana e só voltou agora. Ela estava sendo investigada, para saber como o crime ocorreu. Encontraram o restante do corpo e era mesmo uma garota.

Fizeram um exame de DNA e descobriram que ela era uma garota que estava desaparecida à um tempo, seu nome era Ah Yura. A investigação apareceu nos jornais e deu uma polêmica toda.

Isso que a investigação deveria ser secreta né.

Depois disso comecei a me sentir mais observada do que o normal, tanto na rua quanto em "casa". Jimin ficou ocupado de repente, e aparece só tarde da noite, o que me deixa triste. Ultimamente ficar sozinha é um perigo. E Jimin sumido como está, me deixa ainda mais aflita. Ele sempre age estranho quando alguma coisa está acontecendo.

E me deixando sozinha é agir estranho, até demais. Se continuar assim eu vou voltar pra casa, do que adianta eu ficar sozinha aqui se eu posso fazer isso em casa?

Claro, a casa dele é dez vezes mais confortável que a minha, e o seu perfume doce que se espalha no ar por onde quer que passe, me causa tanta nostalgia.

Pode parecer que estou apaixonada por Park Jimin, mas na verdade não. Eu o amo, mas o vejo como um irmão mais velho, tanto que quando mais nova o chamava de oppa.

Ele sempre foi um ótimo amigo, e apesar de muitos dizerem para mim namora-lo tenho medo desta amizade acabar. Admito já ficar com o Jimin uma vez. Mas foi apenas uma vez, não significa nada.

Já são quase 2h da manhã e Jimin ainda não apareceu. Eu sempre espero por ele, que aparece por voltas das 0h até às 1h. Mas hoje está demais, estou ficando preocupada.

Ele está demorando demais para o que já está se tornando normal. Coço a nuca preocupada pensando no que fazer, talvez procura-lo seja o correto, mas o medo de sair me impede. Tenho receio até mesmo de respirar, tudo vem se tornando ainda mais estranho com o tempo. Solto o ar pela boca que nem percebi que segurava.

Já chega, vou procurar o Jimin agora!

Levanto-me rapidamente do sofá que estava e caminho até a porta. Ao sair, tranco a porta e deixo celular, bolsa, dinheiro, tudo para trás. Apenas de short folgado e um moletom preto, lá estava eu em plena 2h da manhã na rua. Os postes de luz fracos não iluminavam nada.

Este bairro parece ter sido abandonado pelas pessoas que deveriam estar fazendo da Coréia do sul um país melhor.

Ouvi alguns ruídos vindo de um local escuro, minha intuição dizia para não ir, mas meu instinto praticamente me empurrava para lá.

—Jimin? — chamei por seu nome enquanto passava pelo local, que mais parecia um corredor.

Ao atravessar o tal corredor, dei-me de cara com um lugar ainda mais abandonado. Passava apenas algumas garotas por ali, elas usavam roupas sensuais e extravagantes.

Prostitutas?

Mordi o lábio inferior e continuei caminhando, tanto por curiosidade quanto por instinto. Mas minha sanidade e intuição gritava em minha mente para não seguir. Esfreguei as mãos umas nas outras sentindo o frio se alastrar pelo meu corpo. Como aquelas garotas aguentam? Está tão frio que poderia morrer de hipotermia.

Ainda andando e procurando algum vestígio de que Jimin tenha passado por aqui – o que talvez seja improvável – senti o cheiro horrível e irreconhecível de bebida e cigarro.

—O que uma garota bonita faz andando na rua a esta hora? — uma voz masculina soou atrás de mim.

Não virei para trás e apenas segui meu caminho, com medo de ser um estuprador, sequestrador ou até assassino.

Ando muito paranóica ultimamente.

Meu caminho foi barrado por outro homem, ele segurou meu queixo mas rapidamente desferi um tapa em sua mão por impulso. Ele segurou novamente, desta vez com firmeza.

—Além de bonitinha é abusada — podia sentir seu hálito de álcool a quilômetros de distância. —Adoro mulheres como você.

—Me solte — falei firme, tentando parecer forte, mas acabei vacilando um pouco. —E-Eu estou ocupada, procurando um amigo.

Outro homem apareceu e depois dele outros dois. Onde foi que eu me meti? Antigamente eu seguia uma vida tranquila e monótona, atualmente só me meto em encrenca.

—Venha se divertir com a gente — disse um deles à minha direita. —Podemos ser seus novos amigos.

—Melhor não — respondi com a voz trêtremula

—Ah, vamos! — o que iniciou toda essa história passou o braço por cima do meus ombros e me puxou para si.

Já estava entrando em extremo desespero com esses caras. Minha intuição disse que algo iria acontecer e ela nunca falhou, mesmo assim a desafiei e olha onde estou. Eles começaram a me oferecer soju e outras bebidas, além de oferecerem-me cigarro e até drogas. Apenas recusei tentando procurar um jeito de sair dali.

—Qual o seu nome gracinha? — o homem que continuava me abraçando de lado perguntou, apenas fiquei calada. —Estou pedindo seu nome, cretina!

Agarrou meu rosto com força e ameaçou me bater. Fechei os olhos tão forte que as lágrimas que estavam prestes a cair foram impedidas. O barulho ensurdecedor do rangido de alguma porta – provavelmente de metal – impediu o homem de prosseguir com o ato.

—Jeon — minha cabeça que estava abaixada à minutos atrás, foi levantada bruscamente por mim mesma ao ouvir tal sobrenome. —Temos carne nova, olha só as pernas dela, não são lindas?

Senti às lágrimas presas descerem rapidamente apenas de ver o rosto de Jungkook. Ele pareceu entender a situação de imediato, arregalando os olhos ao ver que não estava ali porque queria.

—Min Hyuk! Seu desgraçado! — ele rapidamente avançou no homem ao meu lado dando-lhe um soco de imediato em seu maxilar. —Você pode foder a vadia que quiser, mas a minha Lalisa não!

O homem tombou para trás quase me levando junto, e teria ido se Jeon não tivesse me segurado pela cintura. Ele pousou as duas mãos sobre meus ombros e encarou-me preocupado.

—Lisa, está tudo bem? — assenti sentindo sua respiração e seu hálito de menta bater contra meu rosto. —Seu rosto está vermelho.. Está tudo bem mesmo?

—S-Sim, não foi nada.

Ele suspirou aliviado e antes que eu pudesse fazer ou dizer qualquer coisa, ele deixou um selar em minha testa e logo me abraçou. Fiquei sem reação por fração de segundos, mas acabei por retribuir o abraço.

—Ah, que azar o meu — o homem se levantou segurando seu maxilar. —Não sabia que era uma das suas putas, Jeon.

Jungkook me apertou no abraço e logo me soltou, pude ver seus punhos cerrados e sua testa franzida, além das orbes negras que emitia ódio. Suas mãos pareciam enfaixadas por algum tecido, como se estivessem machucadas.

Logo pude ver também, um rubor crescer em seu rosto furioso, ele estava para explodir de raiva ali mesmo. Rapidamente partiu para cima do homem lhe acertando com outro soco no rosto o levando ao chão outra vez. E ele parece afetado deste jeito por causa do comentário idiota do homem que está apanhando feito um cachorro – não que os cachorros ou qualquer outro animal mereça.

Ele socava o homem com tanta voracidade e vigor, tanta raiva que se ele continuasse com aquelas ações intensas e violentas, ou iria desfigurar o rosto daquele cara ou iria mata-lo. Encarei os "amigos" do homem que recebia golpes sem parar, eles tremiam de medo enquanto vacilavam para trás.

Eles tem medo de Jeon.

Voltei minha atenção ao Jungkook que ainda estava no chão, quase matando o tal de Min Hyuk com os vários golpes que desferia.

—Jungkook, você vai mata-lo desse jeito! — tentei impedi-lo, mas ele apenas prosseguia com os socos. —Jungkook, pare!

Ele imediatamente parou, como se eu fosse um rei com o poder absoluto sobre seus servos. Ele agarrou a camisa do homem com as duas mãos e praticamente cuspiu as seguintes palavras:

—Deu sorte desta vez desgraçado, mas na próxima não haverá ninguém para me impedir de te matar! — jogou com tudo o corpo do homem para trás, fazendo-o bater a cabeça e perder a consciência.

Jeon se levantou ainda de punhos cerrados. Os tecidos em ambas as mãos estavam manchadas de sangue, não sei se era dele ou daquele cara.

—Jeon, suas mãos..

Ele olhou suas mãos e puxou os tecidos imediatamente dali, realmente o sangue não era só daquele cretino.

—Está tudo bem, venha, vou te levar para casa — diz ele, e assenti de imediato.

Antes de sair junto de Jungkook, dei uma última olhada para os outros homens. Um deles tinha um olhar suspeito até demais. Apenas ignorei e caminhei junto de Jeon para que ele me levasse até em casa. Coloquei as mãos no bolso do moletom enquanto suspirava de frio, vendo uma pequena nuvem de frio se formar e desaparecer segundos depois.

—O que você estava fazendo aqui? — perguntou após passarmos por aquele corredor escuro.

—Eu estava procurando pelo.. — parei de falar assim que me lembrei de como Jeon reage ao ouvir o nome de Jimin. —...meu cachorro.

—Ah.. Seu? Achei que estivesse morando com o Jimin — falou simples.

—S-Sim, mas eu ganhei um cachorro recentemente — menti.

—Entendo — diz. —Mas como Jimin deixou-a sair assim sozinha?

—Saí escondido.

Caminhamos mais um pouco, em silêncio, até ele me deixar em frente a casa de Jimin. Ele me deu um abraço amigo e beijou minha testa outra vez.

—Vá, entre logo! — apontou para a casa com a cabeça. —Apresse-se e durma, amanhã temos aula.

—Espere, Jeon! — chamei por ele assim que o vi saindo, ele se virou para trás e me encarou. —Obrigada por hoje... Ahn, é.. Boa noite!

Acenei para ele, que sorriu, e logo corri para dentro de casa, dando de cara com um Park Jimin muito furioso.


Notas Finais


Até breve!


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