História Dangerous - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku
Tags Bakugo Katsuki, Bakushima, Kiribaku, Kirishima Eijiro, Lemon, Policial
Visualizações 180
Palavras 2.783
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Policial, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo, caraio.

Não. Eu não me cansei de KatsuDeku mas as vezes é bom inovar e.e

Eu escrevi o cap escutando Dangerous Woman da Ariana. Tanto que essa música serviu de inspiração para o título da fic.

Boa leitura

Capítulo 1 - Perigoso



- É o seguinte, seu ladrãozinho barato... - o homem de cabelos esverdeados, e sardas, abaixou o tronco, ficando rente ao ruivo. - Confesse logo seu crime, assim não dificulta para ninguém, certo? 

O ruivo riu com a voz carregada de escárnio. 

- Eu não roubei nada, senhor. - abaixou a cabeça, escondendo seu sorriso.

O policial suspirou. Aquele ladrão iria ser um dos mais difíceis. Teria que o fazer confessar que havia roubado um banco rápido, pois não havia só o caso dele para resolver. 

Bateu a mão levemente sobre a mesa amarronzada. Tirou do bolso uma carteira de cigarros, e um isqueiro. Acendeu o objeto, tragando-o.

- Isso faz mal aos pulmões, excelentíssimo. - novamente sorriu. 

- Tire o sorriso da cara, está me irritando. - disse desinteressado, porém sério. - Vamos lá, poupe-se de mais perguntas, ou torturas, Kirishima. Sabe tanto quanto eu, que se confessar de uma vez, não precisamos recorrer à aquele juiz de merda. Ele é nojento. - fez uma careta, tragando novamente.

- Eu não me confessarei. Não tenho motivos para o fazer. - encostou as costas na cadeira, revelando seu semblante. 

- Vá a merda. - se levantou. - Tenho casos mais sérios para cuidar, e estou gastando tempo aqui. - apagou o cigarro em um lugar qualquer. - Vou chamar o Kacchan, ele tem mais tempo já que só fica vadiando. 

A porta foi aberta para logo em seguida ser fechada com certa brusquidão. 

O homem cujo nome era Kirishima Eijirou, suspirou. Talvez, aquela fosse a décima primeira vez em um total de vinte minutos naquela quente e pequena sala. Estava estupidamente abafado, e com aquelas roupas de presídio não ajudavam a diminuir tamanho calor. 

Fitou suas mãos presa pelas algemas gélidas. Havia sim roubado um banco, mas era porque precisava. A mãe e o pai estavam com uma enorme quantidade de contas a serem pagas. Contudo, nunca matara ninguém, só furtara.

- Quem é o bosta que não quer se confessar? - a voz grave ressoou pelo cômodo, para logo em seguida a porta ser aberta. Cravou os olhos na figura do outro policial que entrava.

Bakugou franziu o cenho, fechando a porta. Sentia que conhecia o ruivo de algum lugar. 

Eijirou fitou o homem adentrando a sala. Era alto, de certa forma. O distintivo brilhante pousado sob a camisa azul da farda e, aquele uniforme apertava os músculos, espremendo-os. Era ele. O homem que havia o levado para lá, e consequentemente prendido-o. Não evitou de alargar-se em um sorriso, demonstrando os dentes estranhamente insólitos, pontudos. 

- Olá, Senhor Policial. - fitou o loiro.

Katsuki chegou mais perto, sentando-se na cadeira, que a princípio fora habitada pelo amigo Midoriya. Sentiu uma enorme vontade de socar a cara do esverdeado, por fazê-lo sair de sua aconchegante sala para simplesmente tentar arrancar verdades óbvias de um ladrão. 

- Vou ser direto, seu filho da puta. - fitou com seriedade o homem. - Diga logo o que roubou, que tudo se mantém certo. - cruzou os braços, em nenhum momento deixando de olhar nas orbes do ladrão. - Sabe o quanto custei para vir aqui? Era para eu estar terminando a terceira temporada de Breaking Bad. 

- E isso é o trabalho de um homem da Lei, senhor? - olhou-o desafiador. - Creio que deveria estar resolvendo crimes, ou prendendo pessoas, não terminando séries, certo?

O loiro frisou a sobrancelha, recostando as costas na cadeira deveras confortável. Aquele garoto estava tendo audácia o suficiente para desafiar-lhe? 

O pior de tudo, era que estava gostando daquilo.

- Ora, não seja assim. - levantou-se rodeando o outro. - Eu sou um policial, mas mereço um pouco de descanso, não? - afagou os cabelos cor de fogo. - Vamos, ajude-me a ter alguns momentos de paz. Confesse logo o que fez.

- Não irei fazer isso. - disse convicto. 

- Não? - sorriu. Aquele ruivo estava o desafiando? - Quer brincar de casinha? Ótimo, vamos brincar então. - lambeu os lábios. - Me diga, o que faz da vida?

- Não sei, diferente de você, excelentíssimo, não tenho tempo para assistir séries. - remexeu-se na cadeira. Um baixo calor subiu-lhe pela virilha. 

- Gosto da sua audácia. - escorou-se na mesa de vidro. - Tem parentes? Pai, mãe? 

- Tenho sim, e certamente não é da sua conta. 

Novamente ele fazia-se de difícil. Mas Katsuki era uma pessoa obstinada, e não ia desistir. 

- Oh, certo. - agarrou o queixo do homem levantando-o. - Onde estava, na noite de quinta-feira passada?

Mas que tipo de perguntas eram aquelas? Kirishima por breves momentos duvidava que aquele loiro em sua frente realmente era um profissional, totalmente são do que fazia.

- Comendo a sua mãe, talvez? - puxou seu queixo.

Bakugou riu. Esperava aquela resposta carregada de pedância. Não era a primeira vez que a ouvia em seus interrogatórios, mas de fato, fora a única que se importara. Admirava em demasia o comportamento insolente daquele ser.

- Me diga então... - afastou a cadeira em que Eijirou estava sentado. - Você fode bem, ou ela reclamou da minhoquinha que há entre as pernas? - tomou-se liberdade para se sentar nas coxas do ruivo. 

Mordeu os lábios. Aquele policial estava brincando com sua sanidade, e ele estava apreciando tamanha balbúrdia. 

- Ela adorou, e muito. - fitou as orbes rubicundas. - Ao contrário de você, policial, consigo dar prazer à uma mulher apenas com os dedos se for preciso. - mexeu as coxas, repentinamente aproximando a bunda do loiro para sua pélvis. 

Katsuki reprimiu um suspiro. Não acreditava que poderia ficar excitado por um simples toque daquele. A verdade, é que se achava louco por começar a sentir atração por um prisioneiro, no qual seu único trabalho era interrogá-lo e arrancar-lhe uma confissão. 

Eijirou por outro lado, ansiava por aquilo. Era algo perigoso de se sentir e aderir, mas não custava tentar, certo? 

- Você fala muito para um ladrão. - segurou nos ombros largos de Kirishima. Permitiu suas pernas pressionarem as laterais dos quadris largos do ruivo. Era um espaço pequeno na cadeira, mas acreditava que por ora, aquilo dava. - Vejo que é bem loquaz para coisas que não precisam ser ditas. 

- Eu só digo verdades, excelentíssimo. - mexeu o quadril, sentido com perfeição as nádegas de Bakugou. - Não lhe respondo coisas que prestem, porque não vejo que merece. Fora o fato de estar cometendo invasão de privacidade ao perguntar-me coisas que se relacionam ao meu pai e mãe. - sentiu Katsuki se remexer, gemendo frustrado. 

- O que você sabe sobre isso, droga? - suspirou. - Eu sou autoridade aqui, eu pergunto e mando, você apenas tem o direito de responder. - passou as mãos pelo pescoço e costas do ruivo. - Cale a boca, pois foi você quem disse que havia comido a minha mãe quando perguntei algo sério. 

- Oh claro. - beijou o pescoço alheio. - E para isso, usei somente os dedos, esqueceu de ressaltar. - disse para logo em seguida mordiscar o local. 

Bakugou soltou um baixo gemido.

- Sinto pena, pois até mesmo os seus dígitos devem ser maiores. - aquilo era blasfêmia. 

- Por que não me solta para descobrir? - sugeriu, movendo os quadris.

O loiro concordou, rapidamente tirando as chaves do bolso da calça. Sabia que poderia correr riscos ao fazer aquilo. No entanto, não ligou muito para as consequências. 

Abriu com certa dificuldade, pois as mãos estavam trêmulas pelo tesão que sentia. Suspirou em alívio quando conseguiu.

- Obrigado, devo dizer. - Eijirou sorriu, massageando os pulsos. - Isto machuca, sabe?

- O justo para um criminoso. - sentiu as mãos quentes do ruivo em sua cintura. Lambeu a clavícula. 

- Acho que quem está falando muito aqui, é o senhor, policial. - disse para logo sem seguida roçar os lábios. - Quero ver se é tão bom de boca para outra coisa. 

Rapidamente o loiro teve seus lábios atacados com avidez por Kirishima. Logo as línguas começaram a se entrelaçar, em um ritmo rápido, porém sensual. Bakugou mexia os quadris sentindo o pênis já duro de Eijirou por cima das vestes. 

- Essa fala era minha, bastardo. - se separaram ofegantes. 

- Era, não é mais. - novamente teve seus lábios tomados. 

Sentiu suas nádegas serem apertadas para logo em seguida ser levantado. Foram em contato à parede fria. 

Por um misero segundo, separaram-se apenas para pegar ar, e Katsuki tirar a blusa do ladrão. Aqueles panos em quantidade que agora pareciam absurdas, estavam o incomodando muito. E precisava concordar, o ruivo era deveras gostoso, com o abdômen totalmente provido de músculos. Este, brilhava um pouco pelo suor, que o policial não soube dizer se fora pelo calor que a roupa proporcionava, ou pela pouca excitação sentida. 

- Está me admirando muito, vosso excelentíssimo. - sorriu, colando seu corpo ao do loiro. Pressionou as ereções. 

- Pare de me chamar assim, idiota. - gemeu logo em seguida. Arrancou-lhe a própria camisa, para tomar com ânsia os lábios carnudos e avermelhados do homem. 

Mais uma vez sua bunda fora apertada. Passava a mão por todo o corpo do ruivo, e este, também acariciava-lhe. Mais um pouco e sentiu o pescoço ser mordido pelos dentes pontudos do outro. Havia doído, e pôde sentir até mesmo sangue escorrer. Logo os filetes do líquido avermelhado - tanto quanto as orbes do loiro-, foram capturados pela língua ávida de Eijirou. 

- F-Filho da puta... nhm... - gemeu ao sentir mais uma mordida. Dessa vez na clavícula esquerda. - Está gostando de me machucar...

- Jamais, Autoridade. - sorriu, beijando os locais onde a princípio havia mordido. - Dor é o que você vai sentir amanhã, quando acordar. Talvez ela venha no quadril, ou na bunda. - Bakugou suspirou ao imaginar a possibilidade. - Minha vontade é de te foder até você implorar por uma pausa. - pressionou seu membro rígido na bunda do policial. 

Um gemido frugal escapuliu da garganta do de madeixas aloiradas. Fora simples, mas em alto e bom som. Céus! Era um masoquista por estar ficando ainda mais excitado por ouvir coisas daquele tipo? 

- Então faça. - beijou o pescoço do homem. - Me mostre do que é capaz. 

Bastou dizer-lhe aquilo, para que a sanidade de Eijirou fosse para a casa do caralho. Suas calças foram ao chão, junto das do ladrão.

- Você... tem preservativo? - o ruivo perguntou. Apesar do tesão que sentiam, sabia que era arriscado e seria um tanto doloroso para Bakugou se não usasse algum lubrificante específico, e saliva não era uma boa opção, já que se lembrara que os homens não haviam uma lubrificação natural no buraquinho lá atrás como as mulheres. 

Bêbado de prazer, o dono de olhos avermelhados apontou para sua calça. Rapidamente e sem muita demora, o ruivo fora até a calça, tirando da carteira o pacotinho laminado. Abriu-o, colocando em seu falo. 

- Vira. - pediu, arfando de ansiedade. Katsuki se virou, ficando de frente para a parede, empinando bem a bunda. - Eu vou começar...

Lentamente e pouco a pouco Kirishima fora introduzindo seu membro na cavidade apertada do loiro. Soltaram um gemido baixo de incômodo. Bakugou fora mais pela dor, mas já Eijirou foi pelo fato de nunca ter estado dentro de algo tão apertado, já que suas únicas experiências foram com mulheres. 

Moveu o quadril lentamente, enquanto agarrava o falo quente e excitado de Katsuki. Por sua vez, ele gemeu mais alto do que pretendia, sentido as sensações maravilhosas que aquele ladrão estava lhe causando. 

Ladrão. Limitou-se a soltar um riso de descontentamento. Estava praticamente transando com um ladrão, que havia roubado. Era errado, muito errado. Chegava a ser algum pecado, talvez. 

Aos poucos sentiu os movimentos de Kirishima irem se intensificando, junto da dor, que se esvaía. Mais uma vez, uma mordida marcava-lhe o ombro, ouvindo os gemidos e palavras de baixo calão proferidas por Eijirou. 

- Porra, você é muito apertado. - apoio sua mão ao lado da cabeça aloirada, e a outra foi de encontro à cintura. Cravou as unhas na pele esbranquiçada. - E eu não reclamo disso. 

Seu corpo fora prensado mais contra a parede. Ao passo que aquele ato pecaminoso acontecia, sentia-se ainda mais pecador. Os testículos do outro batiam contra suas nádegas, causando-lhe pequeno choques gostosos. 

- S-Seu... hmnn... - uma palmada fora proferida contra sua nádega direita. 

- Fale menos, e geme mais. - na parte esquerda. O tapa fora de intensidade boa, tanto que sua palma havia ficado vermelha. 

Um grito ressoou pela quente e abafada sala. O ruivo havia achado a próstata do loiro, estimulando-o ali. 

Aumentou as investidas, indo fundo em Katsuki. Por algum milagre, e de alguma forma, o policial conseguira virar um pouco a cabeça, beijando Kirishima. As línguas entravam e saíam das bocas, misturando as salivas. 

Bastou mais algumas estocadas, para que Bakugou gozasse. O ladrão não parou os movimentos, até que chegasse ao seu ápice segundos depois.

Logo um silêncio fleumático se instalara pelo cômodo. Respiravam rápido, e com um pouco de dificuldade. Era como se seus pulmões tivessem contato com oxigênio somente agora. 

Katsuki era um pecador pacóvio. Louco por ter gostado daqueles tipos de toques, e palavras dirigidas a si com tamanha audácia. O pior, é que não havia-se contentado com tão pouco. 

- Que grande merda, seu insolente! - riu. - Os dedos com certeza eram melhores. - provocou o ruivo. Queria mais, muito mais. 

Eijirou aproximou-se de si, ficando rente a orelha do loiro, para logo em seguida sussurrar:

-Não era isso que estava dizendo quando fodia a sua bunda, policial. - sorriu, e Bakugou mordeu os lábios, lembrando-se da sensação de ter o ladrão invadindo-o com rapidez. - Eu sei que você gostou, senhor.

Suspirando, ele rebateu:

- Nem fodendo.

Eijirou sorriu largo. Agarrou o policial, fazendo com que ele enlaçasse as pernas em sua cintura. Logo Katsuki sentiu a gélida mesa de vidro em sua bunda. Chutava que iriam quebrar aquilo logo logo. 

Afastando-se um pouco, Kirishima pousou as mãos na cabeça do loiro, afagando-lhe as madeixas, para logo em seguida empurrá-la em direção ao seu membro.

- Chupe. - ordenou. - Vamos ver se é bom nisso também. 

Como uma ordem, Katsuki abocanhou o falo. Metade entrou, mas o resto dificultou. Tentou engolir até onde conseguia, tentando ver se não sentia ânsia. Céus! Era um policial, não um ator de pornôgrafia, certo? 

Logo começou a mover os lábios. Um vai-e-vem lento, torturando o ruivo. Tirou todo o pênis, para logo em seguida lamber-lhe a glande. Sugou com força aquela parte, descendo a base com pequenas mordidinhas leves. 

- C-Caralho, Bakugou... - mordeu a palma da mão, ao ver que pronunciou o nome do policial. 

Colocou na boca mais uma vez. Rodeou com a língua, descendo e subindo. Usou a mão esquerda para apertar as nádegas do ruivo, enquanto com a direta massageou os testículos. Queria ouvir seu nome mais vezes. 

Sentido que estaria perto do ápice em instantes, Eijirou puxou o loiro para cima novamente, beijando-lhe os lábios. 

- Eu só gozo dentro de você. - beijou o queixo do outro. O policial concordou, escorando-se na mesa. 

- T-Termine isso de uma vez, imbecil... u-uh. - gemeu, sentido-se mais uma vez preenchido. 

Estranhou pois sentiu apenas um leve incômodo. Nada insuportável. Contudo, aquilo tudo sumiu, vendo e sentido o ruivo estocar em seu interior com força. Mal percebera ao sentir seus pulsos serem presos com as algemas, que antemão estavam em Kirishima.

Pendeu a cabeça para trás, apoiando-a no ombro do parceiro. Eijirou levou sua mão até a de Katsuki que estava sobre a mesa. Apertou-a. 

E no âmbito de seu mais alto prazer, eles gozaram. Em tempos diferentes, mas se aliviaram. 

No âmago de Bakugou jazia a culpa. Estava decepcionado consigo mesmo por cometer tamanha atrocidade com um completo desconhecido. Era um total ignóbil. 

Fitou os olhos ígneos do ladrão. Eram estonteantemente belos, e em demasia, continham um brilho harmonioso. Se não fosse um ladrão...

- Eu confesso. - Kirishima disse rindo.

- Huh? Confessa o quê? - frisou as sobrancelhas. 

- Ele gostou tanto de transar comigo, que até esqueceu o real motivo de estarmos aqui. - começou a gargalhar. 

- I-Idiota! - corou, socando o peito de Eijirou. Este, abraçou-lhe.

- Certo, certo... - respirou, retomando a seriedade. - Eu vou confessar tudo, prometo. - novamente explodiu em risadas, e Bakugou não entendia a graça. 

Talvez esse fosse o jeito do ruivo. Era pândego e pachorrento, mas tinha uma grande audácia. Gostou daquela combinação, sentiu-se bem ao ter o homem ali, apesar de saber que era errado; perigoso. Mas não se importou, havia consentido para que ele o tocasse, e gostou muito daquilo. 

Era um pecador. Entretanto, mal sabiam eles que um sentimento aflorava-se no âmago de ambos; um sentimento bonito, libertador. 

Mas, isso fica para uma outra história. 




















Notas Finais


Cabei men.

CARALHO MEUS DEDOS TÃO DOENDO! @Maiev, N ME BATE, EU TE AMO ♥

Acho q o lemon ficou um pouco... exagerado? Não sei, fica a critério de vcs, okay?

Gostou? Obrigada.
N gostou? N gostou.

Quer me deixar feliz? COMENTE! Me ajuda mt :D

Ignorem os errinhos :3

Bejo' na boc ♥


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