História Dangerous - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Chanbaek Pwp, Exo
Visualizações 181
Palavras 2.734
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu escrevi esse lemon escutando apenas I Don't Know Why de Imagine Dragons. O "Dangerous" da fic se refere a essa palavra sempre usada na música pq pqp, eu adorei.
Esse foi um dos melhores lemons que escrevi na vidaaaa
Boa leitura \o/

Capítulo 1 - Fetiche


Seu amor era perigoso, eu sabia disso. Mas o perigoso era o melhor.

E eu não sei por que, mas toda vez que eu o via eu sentia vontade de mergulhar naquele oceano negro que eram os seus olhos, experimentar a dor gostosa que ele me dava. Sentir a excitação por meu corpo quando ele me tocava.

Chanyeol era perigoso. Seu amor era perigoso e eu estava perdido.

Perdido em seus braços.

Deitado em sua cama depois de uma noite prazerosa de sexo, eu o vi sair do banheiro, a toalha branca escondendo sua intimidade e o corpo molhado me deixando sedento por mais.

Alto, forte, pele bronzeada. Park Chanyeol era o homem que todos queriam ter o prazer de sentir. Dono de uma das maiores empresas da Coréia do Sul, solteiro, inteligente, cheiroso e muito, muito gostoso. E meu.

Bom de cama era um adjetivo muito básico para definir o que aquele era na cama. Vezes ou outras se tornava sádico, outras se tornava carinhoso. Chupava como ninguém e sabia ser certeiro e me fazer grita de prazer. Suas mãos grandes percorrendo meu corpo enquanto ele beijava e chupava meu pescoço me deixavam tão excitado. Já fazia um ano que nos encontrávamos na minha casa ou na sua para muitas noites juntos, sem nenhum centímetro nos separando. Ainda lembro-me da primeira vez que transamos, e desde aquele dia as coisas só tenderam a melhorar.

Conhecemo-nos quando eu estagiava em sua empresa, fiquei sendo seu secretário por seis meses já que a faculdade pedia que fizéssemos um estagio em alguma empresa, e eu ganhei minha vaga ali. Eu percebia os olhares que ele me dava, os sorrisos de canto, o corpo por cima do meu quando precisava me mostrar algo no computador e as mordidas de lábio enquanto olhava para minha bunda.

Eu não estava considerando aquilo como assédio, por mais que quem percebesse, fosse achar isso. Pelo contrário, eu estava adorando como o bom sem vergonha que Byun Baekhyun é.

Era dia de reunião com os acionistas. Chanyeol estava na ponta da mesa e eu na lateral dela bem ao seu lado direito como um bom assistente, enquanto alguém, que não fiz questão de saber, estava apresentando as estatísticas das vendas e lucros dos últimos seis meses, senti então um pé roçar em minha perna, subindo e descendo pela lateral da canela e querendo ficar no meio de minhas coxas. Pela posição em que eu estava, pude decifrar que aquele pé era o de Chanyeol. Achava seriamente que ele tinha tirado o sapato, já que eu sentia seus dedos perfeitamente bem sobre o tecido fino da calça. Eu estava ficando duro apenas com aqueles carinhos, e o filho da puta ainda agia como se não estivesse fazendo nada por debaixo daquela mesa.

O sorriso sacana que ele tinha em seus lábios enquanto assistia à apresentação era lindo e tão, mas tão safado.

Park Chanyeol é o tipo de homem que você não pode deixar escapar quando dá sinais de que está interessado. E eu não deixei essa chance passar.

Quando ele parou com os carinhos para poder falar e opinar, resolvi que devolveria o carinho da mesma forma, porém de forma mais ousada; subi o pé bem devagar pela sua perna e consegui passear por suas coxas e fazer um carinho no pênis dele, mesmo que bem de leve. Senti-o travar e limpar a garganta contendo um gemido para falar com as pessoas ali. Era arriscado estar fazendo àquilo? Muito. Mas o arriscado era sempre o melhor.

Fiz carinho o bastante para deixá-lo duro, e quando fui afastando o pé dali ele segurou, com força e depois me lançou um olhar, mandando que eu continuasse apenas com aquele olhar severo e penetrante.

Eu continuei é claro, e vários minutos depois que a reunião acabou ele soltou meu pé e organizou papéis que estavam com ele.

– Daqui a quinze minutos passe na minha sala – disse ele ao pé do meu ouvido com uma voz que rouca.

– Certo.

Depois de organizar alguns papéis em uma caixa na mesa em que eu ficava perto da recepção, fui para a sala dele. Percebi que o horário do expediente havia acabado e que com certeza nós seríamos um dos últimos ali.

Dei três batidas na porta e escutei um entre baixo.

Mesmo depois de seis meses trabalhando ali e entrando todo dia naquela sala, àquela foi a primeira que senti um frio correr por minha espinha e me deixar apreensivo sobre o que viria.

– Tranque a porta e sente-se, Byun.

Ele apontou para uma das cadeiras que estavam frente à sua mesa. Tranquei a porta como ele disse e segui a passos lentos até a cadeira, me perguntando mentalmente o que aquele homem queria e imaginando mil coisas.

– O que deseja, Sr. Park? – perguntei como um bom rapaz educado.

– Você faz um ótimo trabalho com os pés... – ele se levantou e andou, parando em minha frente e se inclinando um pouco. – Sua boca também é habilidosa?

– Creio que sim – respondi engolindo em seco, aqueles olhos estavam me comendo vivo –, e depende muito de onde eu a coloque para trabalhar.

– Você acha que ela trabalharia bem em conjunto com a minha?

Confesso que eu não sabia o que fazer, não queria parecer oferecido e ousado, mas a vontade de responder coisas obscenas era gritante.

– Sr. Park eu acho que sim, e tudo depende da outra boca também.

Ele deu um sorriso de lado e se afastou, logo indo sentar no sofá grande que havia ali. Cruzou as pernas e olhou para o teto, pensativo. Seus braços ficaram estendidos pelo estofado e eu notei o quanto o tecido de seu terno ficou apertado em seus braços. Músculos grandes e perfeitinhos para mim foram marcados pelo pano. Minha cabeça girou e eu quase gemi ao imaginar ser abraçado e fodido por aquele homem.

– Sabe, eu acho que você tem um grande futuro nesta empresa. – Seus lábios se moveram e ele pareceu brincar com as palavras antes mesmo de pronunciá-las. – O que você acha de ser contratado como meu assistente oficial? Posso arrumar seus horários de modo que não prejudique seus estudos.

– É muito gentil de sua parte Sr. Park. Creio eu que não haverá problema, ficarei extremamente satisfeito em trabalhar ao seu lado.

A quem nós queríamos enganar? O motivo de tudo isso era apenas o interesse que começava a ser sexual. Ninguém poderia negar que eu era um gostoso, e ter aquele homem me querendo era apenas mais uma prova. Em meus vinte e quatro anos de vida, nunca um homem daquele nível ou porte havia insinuado que queria alguma coisa, e poder provar – quem sabe – de um homem de terno como Park Chanyeol era o mesmo que realizar o meu maior fetiche.

– Isso é ótimo. – Sorriu e descruzou as pernas. – O que acha de fazermos uma comemoração particular?

– Eu adoraria, é sempre bom descontrair.

– Venha e ajoelhe-se – disse ele autoritário, seu olhar era hipnotizante e seu maxilar estava rígido. Negar estava fora de cogitação. – Mostre-me que sua boca pode ser habilidosa.

Eu sabia o que ele queria, e não hesitei em desabotoar a fivela de seu cinto, depois abrir o botão da calça e descer o zíper enquanto o olhava da maneira mais sexy que eu podia. A boxer preta já revelava que ele estava duro e molhado. Puxei a cueca e a calça para baixo e ele levantou-se um pouco para que tudo viesse ao chão.

A visão daquele homem entregue a mim, usando a parte de cima do terno, com seu pênis duro e com o olhar nublado era de deixar qualquer um louco de tesão. Estava me deixando louco.

Comecei com uma leve masturbação e ele gemeu baixo, fechando os olhos e mordendo o lábio. Lambi a glande enquanto o encarava, logo lambi toda a extensão que estava com veias pulsantes e o vi suspirar. Mesmo sem ter começado algo de verdade eu estava me saindo bem.

Coloquei o pênis na boca e chupei apenas a cabecinha, senti seus dedos por entre meus cabelos, numa espécie de carinho e incentivo. Fui colocando tudo o que podia na boca e masturbava com a mão o resto. Ele gemia baixo e arrastado.

Fui fazendo movimentos mais rápidos e aos poucos eu conseguia colocar tudo na boca, e nesses momentos eu o sentia segurar meu cabelo com força, mostrando o quanto estava gostoso e que queria mais.

Arriscava olhar para ele enquanto tinha seu pênis em minha boca, e aquele olhar e mordida de lábio me davam força e vontade de continuar e fazê-lo gozar.

Tirei-o da boca e o masturbei com rapidez, passando o polegar vez ou outra pela glande, até que fiquei com a boca na cabecinha rosada e passei a língua por ali, lambendo rápido e me demorando na fenda enquanto o masturbava. Eu sentia o quanto ele estava ficando louco com àquilo, gemendo e apertando meu cabelo numa tentativa de expressar seu enorme prazer. De olhos fechados enquanto me acabava de lamber e masturbar aquele homem, eu gemia gostosinho e empinava minha bunda.

Chupava todo e com rapidez, vez ou outra demorando na glande, e voltava a chupar.

– Caralho... ahn... gostoso... – ele gemeu enquanto segurava meu cabelo e ditava os comandos, me fazendo ir mais rápido..

Senti seu pau dar alguns espasmos e ele gozou na minha boca, grosso e quente. E antes que aquilo acabasse, ele me separou de seu pau e se masturbou, fazendo o resto de porra cair em meu rosto. Como um bom safado eu lambi o que caiu perto de meus lábios enquanto o encarava, deixando-o com mais vontade de me foder e eu de ser fodido por ele.

– Realmente, sua boca faz um ótimo trabalho, e garanto que trabalha melhor com meu pau do que com minha boca Sr. Byun.

– Sempre que quiser – falei com um sorriso.

Ele me ajudou a ficar em pé e fez questão de tirar minha calça levando minha cueca junto.

– Sente-se aqui, a festa ainda não acabou. – Sentei em seu colo e ele segurou com vontade minha bunda, apertando e se deliciando com a fartura que tinha em mãos. – Sempre quis saber como essa bundinha ficaria em minha mão, e estou satisfeito com o resultado.

Chanyeol separou as bandas e passeou o dedão por ali, se demorando em minha entrada.

– Hmm... me parece tão apertado – disse enquanto me olhava de baixo, já que em seu colo eu ficava mais alto. – Tão gostoso.

– Mas o senhor ainda nem provou. – Quis soar convidativo.

Sem aviso prévio o senti enfiar o dedo, fazendo-me gemer sôfrego e manhoso enquanto o abraçava. Ele fez movimentos de uma penetração e àquilo estava me deixando tão leve, tão louco por mais, e provando que tudo nele era grande. Maravilhoso. E eu gemia todo gostosinho em seu ouvido, vez ou outra mordendo sua orelha. Seus braços fortes ao meu redor me deixando cada vez mais quente.

Eu rebolava naquele único dedo, fazia questão de mostrar o quanto eu o queria ali.

– Tira a camisa – ordenou.

Mesmo com o dedo fazendo estragos dentro de mim, desabotoei lentamente a camisa e a tirei, revelando meu peito pálido e um pouco definido pelos exercícios que fazia.

Chanyeol abriu a boca e eu pude ver sua língua ir ao encontro de um de meus mamilos, enquanto suas mãos apertavam mais minha bunda e seu dedo ia mais fundo. Eu estava revirando os olhos de prazer, gemendo gostoso ao pé de seu ouvido e arranhando suas costas por cima do terno. Ele dava fortes chupões e lambidas seguras. Que homem.

Ele desferiu beijos molhados, lambidas lentas e chupões forte por meu pescoço, sentindo-me entorpecido com aquilo, eu apenas tombava a cabeça para o lado e fica à sua mercê, sendo judiado e tendo mordidas por meus ombros e pescoço.

Uma de suas mãos foi para minha nuca e ele me puxou para um beijo. Sua língua era quente e doce, e ele sabia manobrá-la muito bem, me deixando louco por mais. Ele fazia questão de chupar meu lábio inferior e depois puxá-lo, dando um sorrisinho logo em seguida.

Naquele pouco tempo que fiquei com ele percebi que ele era muito safado, e que poderia ser perigoso. As doses de prazer que ele estava me proporcionando me levavam a um caminho sem volto. Um caminho perigoso.

Senti seu dedo sair e ele se levantou, me segurando e me levando até a mesa. Deitou-me de costas sobre ela, inclinando-se sobre mim e tirando uma camisinha e um tubo de lubrificante de algum lugar que não pude ver.

Ele abaixou um pouco e logo senti sua língua lá, entrando e saindo, lambendo tudo ao redor, me fazendo gemer alto. Deixou beijos pela minha entrada e voltava a chupar com devoção.

– Chan... ahn... Chanyeol...

Desferiu um tapa em uma de minhas coxas e as segurou, se enterrando cada vez mais entre minhas nádegas e chupando com vontade. Eu estava enlouquecendo de prazer e duro feito pedra.

– Tão gostoso... hmm... tão apertadinho – ele mordeu a parte interna de minha coxa e continuou. – Geme meu nome gostoso como só você sabe fazer.

Eu gemi e ele só intensificou os chupões, me levando ao delírio e me fazendo implorar por mais.

Parou e rasgou o pacote com os dentes enquanto me olhava de pernas abertas sobre sua mesa, todo molhado de pré-gozo e o olhando cheio de desejo; colocou-a e pegou o lubrificante, lambuzando seu pau e minha entrada.

Park fez menção de penetrar, mas me deu um beijo antes disso, sua língua enroscou-se na minha e nossos gostos foram se misturando, saliva em excesso. Mordi seu lábio e ele suspirou pesado, apertando minha coxa e me beijando com mais voracidade. Separou-se de mim e vi seus lábios vermelhinhos e molhados. Tão convidativo e delicioso.

Posicionou seu membro e foi entrando devagar, gemendo a cada movimento. Ele era grande e grosso, me deixando ansioso para que fosse fundo e com força. Sentir ele todo dentro de mim foi mágico, e olhar para aquele rosto suado e cabelos começando a grudar enquanto usava aquele terno me fez ver que minha maior fantasia sexual havia sido realizada.

Suas mãos grandes apertavam minha cintura e ele ia num vai e vem devagar, aproveitando o momento e vendo seu pau entrar e sair de mim.

– Tão apertadinho Baek, que a minha vontade é te arrombar e te fazer ser só meu. – Ele falou enquanto seus movimentos começavam a ter mais intensidade. – Te foder tão gostoso que você não vai querer transar com outro cara.

– Me fode gostoso Yeollie, me faz querer só você.

Aquilo foi como um gatilho.

Chanyeol foi mais rápido, gemendo em uníssono comigo, me deixando louco de prazer, porque ele sabia dar prazer como ninguém.

– Chanyeol-ah... tão gostoso...

Ele gemia alto e me devorava com os olhos enegrecidos de prazer.

Saiu de dentro de mim, me virando e me deixando de quatro todo empinado. Desferiu um tapa em meu bumbum e penetrou fundo e forte como eu queria.

– Repete... eu quero mais... ahn...

E ele foi. Fundo e forte, me fazendo gemer alto e segurar com força na borda da mesa ao acertar várias vezes minha próstata.

– Caralho... tão gostoso Baek... quero ouvir você gemer o quanto gosta do meu pau enterrado dentro de você. – Suas palavras perto de meu ouvido só me deixavam sedento.

– Yeollie... ahn... me fode, você-ah! Tão gostoso... tão bommm...

Chanyeol ia cada vez mais rápido e certeiro.

– Goza pra mim Baek.

Eu gozei com vontade e apertei seu pau dentro de mim, o fazendo gemer louco e logo gozar também pois logo os movimentos foram parando.

Ele saiu de dentro de mim e deitou-se em minhas costas. A respiração descompassada logo voltando ao normal.

– O que acha de ir para a minha casa? – ele falou com aquela voz rouca de tanto gemer.

– Acho uma ótima ideia.

E naquela noite eu transei até ficar sem forças.

Park Chanyeol era bruto e fazia com vontade, dando-me prazer como ninguém.

Eu sabia que me envolver com aquele homem não era boa coisa, já que apesar de ser um empresário bem sucedido, ele também era chefe de máfias. O típico homem poderoso em qualquer lugar e que mexia com coisas perigosas. Que tinha um amor perigoso.

Passaram-se vários meses até eu firmar um relacionamento com ele, já que ficávamos sempre brincando de gato e rato. Contudo, essa foi uma das melhores decisões que tomei na vida, e fosse o que fosse, seu amor sempre perigoso não me faria mal, pois eu sabia o quanto aquele amor que ele começou a sentir por mim depois de um tempo era verdadeiro, sincero e novo até mesmo para ele. E eu o amava na mesma intensidade, principalmente quando nos tornávamos um só sobre algum lugar.


Notas Finais


YOUR LOVE IS ALWAYS DANGEROUS

eu tô tão viciada nessa música kkkk
meu twitter @ninkaerie ♡ tô postando uma nsfw chanbaek!au :3 pq né hino de shipp
beijos ♡♡


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