História Dangerous Call - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Lily Collins, Nina Dobrev
Personagens Justin Bieber, Lily Collins, Nina Dobrev
Tags Ação, Ameaça, Assassinato, Criminal, Justin Bieber, Lily Collins, Morte, Nina Dobrev, Prisões
Visualizações 147
Palavras 960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem :)

Capítulo 1 - Prologue


Atlânta, April 08, 2016

12:01 P.M.

Point of View — Justin Bieber

— Hora do rango cambada! — abri meus olhos assim que ouvi aquela voz ecoar por todo o saguão. — Bieber, Bieber, Bieber…

— Fala, Somers. — disse, desvencilhando meus braços que serviam de apoio para a minha cabeça, me levantando daquela ‘cama’ de concreto.

— Vida boa essa, não? — comentou enquanto procurava pelas chaves.

— Não quer trocar de lugar comigo não? — ironizei e pude ver um pequeno sorriso, cínico, brotar nos seus lábios.

— Melhor não, é mais… Digamos, favorável, está onde estou. — piscou pra mim abrindo os portões à minha frente.

— Se você diz. — assenti e passei pelos portões, caminhando em direção ao refeitório.

Enquanto caminhava até lá, alguns dos meus companheiros me cumprimentavam, desde um simples aceno com a cabeça até a pronúncia do meu sobrenome, que era considerando como sinal de respeito e lealdade.

Depois de passar por mais três, grandes, portões de ferro maciço, finalmente adentrei o refeitório, e, simultaneamente, todos pararam o que estavam fazendo para me ver passar.

Bando de otários! Acham mesmo que vou tirá-los daqui.

Peguei uma das bandejas vermelhas que estavam sobre a mesa e me aproximei da servente, que era uma puta de uma gostosa, mesmo com aquela verruga do tamanho do caralho no meio da bochecha esquerda, perecendo até que iria sair dali à qualquer momento.

Eu ainda vou foder com essa mulher... Ah, se vou!

— Mercedes, meu amor, como foi o seu dia? — Brinquei.

— Não vem que não tem, Bieber, — disse séria, colocando um pouco da gororoba que chamam de ‘comida’ na minha bandeja — você não vai conseguir me levar pra cama.

As difíceis são as melhores.

— A gatinha está bravinha, huh? — arqueei uma das sobrancelhas. — Assim que eu gosto. — sorri malicioso.

— Sonha querido, sonha, aproveita que é de graça! — sorriu convencida e se virou caminhando até a parte interna do refeitório, rebolando aquela bunda durinha, perfeitamente arredondada, presa naquele uniforme apertado.

Quando eu enterrar o meu pau naquele traseiro, ela vai ver o que é sonhar de verdade.

— Gostosa!

— Eu ouvi isso Bieber!  — gritou lá de dentro.

— Essa era a minha intenção. — revelei.

— Idiota. — disse, eu apenas gargalhei negando com a cabeça, pegando a bandeja e caminhando até a ‘minha mesa’.

— Dando em cima da servente outra vez, Drew?

— Ih, ah lá, perdeu a noção do perigo, Butler? — ameacei enquanto me sentava ao seu lado.

Quase ninguém aqui sabe o meu segundo nome e quero que continue assim.

— Nem tenta dá uma de ‘fodão’ pra cima de mim, Bieber, eu não tenho medo de você — admitiu, me olhando de soslaio.

— Pois deveria ter, e muito — disse, ele finalmente levantou a cabeça pra me encarar.

— Acha mesmo que isso um dia vai acontecer? — apenas dei de ombros encarando aquele troço verde no meio da minha bandeja. — Imbecil!

Voltei meus olhos pra ele e o mesmo tinha um sorrisinho sarcástico nos lábios, levantei a minha mão e lhe lancei o dedo do meio, ele revirou os olhos e voltou a sua atenção ao que estava comendo.

— Eu não vou comer essa porcaria — joguei a minha bandeja pra longe e pus os meus braços sobre a mesa.

— Fica com fome então — disse com a boca cheia.

— Se foder, Butler.

Corri meus olhos pelo lugar, que eu conhecia muito bem, a procura de rostos novos, e como sempre, obtive sucesso. Mas o único detalhe que o diferencia dos outros é que, aquele rosto não é desconhecido por mim.

— O que aquele Zé Mané tá fazendo aqui? — apontei com o olhar e Ryan virou sua cabeça para ver de quem eu falava.

— Cumprindo sua pena?! — Zombou voltando a me encarar.

— Disso eu sei seu idiota, — revirei os olhos — quero saber o porquê de ele estar aqui…

— Pelo que eu ouvi por aí, foi só um triplo homicídio qualificado e venda ilegal de drogas e armas. — comentou simples.

— Wow! — arregalei os olhos. — Você acha isso pouco? — o encarei.

— Comparando com o que a gente já fez… — deu uma pausa — Isso não é nada. — Deu de ombros.

Isso é verdade, se for comparar a ficha dele com a minha, por exemplo, a dele é só a dedicatória do meu livro.

— O Beadles apareceu aqui hoje? — mudei de assunto.

— Até agora não, talvez esteja apurando o caso do novato ali — apontou com a cabeça para o nosso mais novo companheiro.

— Fim do almoço rapazes, hora de voltar para a sela de vocês. — Somers anunciou do outro lado do refeitório com um megafone na mão.

— Ninguém aqui é surdo não, Somers. — provoquei. — Certo, companheiros? — todos disseram sim ao mesmo tempo, sorri abertamente com a atitude deles. — Tá vendo aí, não é porque você é surdo, que todos nós temos que ser também… — brinquei e todos riram da cara do Somers.

— Calem a boca — gritou pelo megafone e o silêncio pairou de repente.

— Ui, ui, tá bravinho, Somers? — provoquei mais uma vez cruzando os braços e ele sorriu abaixando a cabeça.

— Não abuse da sorte, Bieber! — alertou me encarando sério.

— Isso é uma ameaça? — debochei levantando uma das sobrancelhas.

— Entenda como quiser — deixou no ar — todos para as suas selas, agora! — resolvi deixa-lo em paz e me levantei sendo seguido pelos outros.

Todos seguiram para as suas respectivas selas, eu fui para a minha me deitar um pouco, logo Ryan adentrou a sela também e, praticamente, se jogou na cama de concreto, formado apenas por um fino colchão e um travesseiro velho.

Um outro carcereiro penitenciário passou trancando todos os portões para se certificar que nenhum de nós saísse.

Como se nós fossemos sair pela porta da frente. Se bem que, não é uma má ideia.

— Idiotas! — Ryan comentou já com os olhos fechados, como se estivesse pensado o mesmo que eu.

— Hoje será um longo dia amigo…

— Com certeza parceiro! — afirmou. 


Notas Finais




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