História Dangerous Castle - Capítulo 45


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 93
Palavras 1.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 45 - Capítulo 44


Fanfic / Fanfiction Dangerous Castle - Capítulo 45 - Capítulo 44

 

Capítulo 44

Aku cinta kamu.

 

Jace observa Maurren adentrar o seu carro e acenar em sua direção... Eles tinham acabado de desovar o corpo de Camille e Jace tinha que voltar para o hospital, com tudo o que aconteceu nas últimas setenta e sete horas.

Ele segue em direção ao carro que eles trouxeram Camille e a incendeia.

-Pensei que iriam protelar mais. –Comenta Sebastian, aproximando-se furtivamente de Jace.

-Quer ir para vala também? –Pergunta, voltando-se em direção ao homem. –Não me importo nenhum pouco em desovar mais um. –Garante, olhando-o nos olhos.

A garantia se iniciaria como um blefe, entretanto, se as coisas chegassem num nível caótico, tudo pode ocorrer.

-Não é como se você fosse, realmente, fazer algo assim. –Comenta, cruzando os braços.

Jace solta uma risada sarcástica, aproximando-se da sua moto e a montando, enquanto Sebastian aproxima-se dele. O platinado estava com um sorriso divertido nos lábios..

-Não confiaria tanto assim no que eu sinto pelas suas irmãs... Eu nunca fui de me prender a mulher nenhuma. –Garante, piscando em direção a Sebastian e dando a partida. –Já que está aqui... Fala para a sua namoradinha, que se continuar nos irritando a próxima é ela... Agora, nós trabalhamos para o chefe. –Avisa, arrancando com a moto.

 

***

 

Alec sabia que Jace iria executar a sua tarefa como ninguém.

Desovar o corpo de Camille era a parte fácil do trabalho, a parte difícil seria jogar todas as atenções para Queen Seelie, em vez de Valentim.

As mão de Alec estavam dentro da calça de Magnus, apertando a sua bunda e o trazendo para mais perto de si.

-Não podemos fazer isso. –Sussurra Magnus, contra a boca de Alec.

-Não vou transar com você, não sou tão maluco assim, mas... Isso não quer dizer que eu não possa brincar com você. –Diz, mordiscando o lábio inferior de Magnus, ouvindo-o ofegar, enquanto Alec adentrava a sua cueca.

-Alexander. –Sussurra, ofegando.

Alec fazia movimentos de vai e vem, passando o seu polegar contra a sua glande, sentindo o pré-gozo, sentindo-o começar a rebolar contra se, arrancando um gemido de Alec.

-Gosta assim? –Pergunta, mordiscando o maxilar de Magnus, observando-o fechar os seus olhos e soltar um sôfrego suspiro.

-Sabe que sim. –Responde, ofegante, tomando os lábios de Alec logo em seguida.

Os movimentos de Magnus estavam ligados aos de Alec, fazendo-o rebolar freneticamente contra o policial... Alec queria prolongar a sensação, mas sabia que Magnus precisava dele, precisava senti-lo, precisava relaxar de alguma maneira, então, ele não se importou quando o promotor chegou ao ápice e parou de rebolar, ainda deixando-o duro.

-Ok? –Pergunta, distribuindo beijos em toda a extensão do pescoço de Magnus.

-Não. –Responde, ofegante, negando com a cabeça

-O que foi? –Pergunta Alec, preocupado, enquanto sentia Magnus se afastar e deslizar a sua mão em direção ao membro desperto de Alec, observando-o lamber a sua mão, sorver o seu sêmen. –Melhor com a boca, não? –Pergunta, malicioso e Magnus rir, afastando-se ainda mais e começando a chupar Alec.

A língua do asiático passeava pelo órgão com familiaridade, começando a suga-lo com uma fome enlouquecedora logo em seguida. Os movimentos de Magnus eram rápidos, eram precisos, a sua mão se dividia em acariciar a base do seu pênis e as bolas do namorado, numa tortura deliciosamente prazerosa.

A satisfação foi encontrada e Magnus o encarou passando a língua em seus lábios, porém a sua boca ainda estava suja. Alec o puxa mais para perto e limpa o canto da sua boca, chupando o seu dedo logo em seguida, reparando que o monitor está disparado.

-A qualquer momento alguém vai vir. –Comenta, ofegante e Magnus concorda.

-Mas quem disse que eu tenho pernas para levantar daqui? –Confessa, ofegando, arrancando uma risada de Alec. –Não ri, amor. –Pede, emburrado, mas a expressão dele muda. – Aku cinta kamu. –Declara, dando de ombros.

- Aku cinta kamu. –Diz, tomando os lábios de Magnus, embrenhando os seus dedos nos cabelos dele, puxando-o para mais perto.

-Oh! –Grita uma mulher, fazendo-os se afastar.

Quando Alec vira o seu rosto, encontra uma loira de olhos azuis, Lydia Branwell.

-Por que todo mundo tem que nos pegar assim? –Pergunta Magnus, envergonhado.

-Não tenho culpa disso. –Responde, dando de ombros, observando Magnus seguir em direção ao banheiro. –Pode olhar. –Avisa, assim que arruma o lençol. –O que quer? –Pergunta, olhando-a de cima abaixo.

-Tenho uma proposta a fazer. –Responde, aproximando-se dele.

 

***

 

Clary tinha conseguido permissão para sair do quarto, andar um pouco... Ela e Adele precisavam descobrir o porque de Jace não poder se virar contra o chefe, o motivo deveria ser forte demais.

-Ou ele não nos ama tanto assim. –Sussurra, sentando-se num banco e apertando o apoio do soro.

-Sabe que isso não é verdade. –Acusa Adele, irritada.

-Então, por quê? –Pergunta, confusa.

-Por quê, o quê? –Pergunta Jonathan, sentando-se ao lado de Clary.

-Jonathan. –Cumprimenta, abraçando-o, puxando-o para mais perto.

-Quantas saudades do seu irmão mais velho. –Comenta, sussurrando.

Clary hesita, ela tinha medo que Jonathan não a entendesse, não ficasse ao seu lado, mas Adele sabia que poderia confiar totalmente nos irmãos, eram as únicas pessoas que ela podia, verdadeiramente, confiar, eram Jonathan e Sebastian.

Elas amavam os seus pais, mas Jocelyn não gostava de Adele, já Valentim gostava do poder. Ambos fariam qualquer coisa por aquilo que queriam.

-Preciso da sua ajuda. –Diz, olhando-o nos olhos.

-Qualquer coisa, sabe disso. –Diz, sincero.

-Jace, depois que o chefe nos salvou, eles estão presos a ele. –Revela, olhando-o nos olhos. –Isso significa que terá que fazer tudo o que ele quiser e o que ele mais quer? –Pergunta, suspirando.

-O nosso pai. –Responde, sussurrando. –Ele já se afastou de você? –Pergunta e ela concorda.

-Preciso saber porque ele não pode matar o chefe, já que seria algo que ele Alexander fariam. –Responde, sincera.

-Ama-o? –Pergunta, direto.

-Nós duas amamos, Jonathan. –Confessa, sincera. –Eu protelava confessar isso, mas não tem como esconder mais. –Revela, apertando a mão de Jonathan.

-Vou lhe ajudar com isso. –Sussurra, beijando a testa de Clary, aninhando-a em seus braços. –Eu amo vocês. –Declara, alisando os cabelos ruivos da irmã.

-Nós também te amamos. –Declaram, suspirando.

 



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