História Dangerous Colors - (SaTzu). - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias TWICE
Personagens Dahyun, Jihyo, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags Sana, Satzu, Twice, Tzuyu
Visualizações 251
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá 👋🏻! Happy Momo Day ♡
*Desculpem qualquer erro! 2bjs.

Capítulo 15 - Capítulo Quinze.


Jae segurou minha mão. A puxei rapidamente, sentindo dor. 

— Me perdoe — falou preocupado. — O que aconteceu? 

— Não é nada — respondi, o tranquilizando. 

— Venha comigo — segurou a outra mão desta vez. — JeongYeon? — a recepcionista nos olhava sorrindo. 

— O quê? — soltou nervoso. 

— Se por acaso for solicitado, estarei com uma paciente. 

— Omo! Mas e o médico? — ele a ignorou. 

Segui seus passos, praticamente sendo arrastada por ele. Apreciava sua atenção, mas realmente não achava que se tratava de grande coisa. O garoto puxou a cortina de umas das várias divisões, me indicando a cama livre dali. Sentei-me. 

— Como fez isso? — perguntou enquanto procurava por algo. 

— Tive um momento de pânico misturado a raiva. 

— Oh, isso é extremamente grande — se aproximou novamente, cortando o pequeno pano dali.

— Não! — falei alto ao ver que ele se livraria dele. Franziu o cenho. 

— Quer isso? — concordei. Ele me entregou, desconfiado. — Por quê? 

— Nada. 

— Hum — guardei-o no bolso. — Está sentindo muita dor? — neguei. 

— Só quando apertam — dei um pequeno sorriso. — Não que você tenha feito isso… é só, você sabe — riu, concordando. 

— Para que precisa de meus favores, grande rainha? — colocou as coisas que usaria ao meu lado.

— Isso vai parecer estranho mas — me encarou por instantes antes de voltar a passar uma pomada em minha mão. — prometa que independente do que for, vai me responder. 

— Claro — disse. Antes que eu falasse algo, ele continuou: — Entretanto você precisa prometer que sairá comigo algum dia desses. 

— Jae… — pediu que fizesse silêncio. 

— Quero voltar ao que…

— Sairei com você — o cortei. Ele sorriu. — Somos amigos afinal de contas. 

— É — soou triste. — Faça sua pergunta. 

— Onde conseguiu as informações sobre minha paciente? — terminou de enfaixar minha mão. 

— Sana… — usou seu típico tom de: ‘não posso responder esta pergunta’. 

— Você prometeu. 

— Falei sobre ela com JeongYeon. Ela me disse que o médico que havia tentado salvar a família dela é seu pai. Claro que ele não teve sucesso nisto, já que a garota é um animal — sussurrou a última parte. 

— Eu acho que ela não fez isso. 

— O quê? — perguntou espantado. 

— Posso conversar com JeongYeon? — deixei a cama. — Antes eu acreditava que ela era este monstro que todos dizem, mas quando o tentei procurar, encontrei alguém que não tem nada de mau a oferecer contra mim ou outra pessoa — puxei a cortina. Caminhei na direção da recepção até ter meu braço puxado para trás. 

— Talvez seja porque você esteja se deixando levar de novo — enfatizou.

— Está usando um caso do passado para exemplificar algo do presente, não vê o quão ridículo isto é? — me livrei de seu toque. DaHyun estava sentada nas cadeiras dali e assim que me viu, se levantou. 

— Olá — falei. A recepcionista olhou para mim e depois para Jae, sorrindo novamente. — Podemos conversar? 

— Claro! Esperei muito para conhecer você, garota sortuda! — riu. Sorri, sem entender. — JaeHyung sempre fala sobre você, o quão perfeita ou o quanto a ama, mencionou até seu casamento — piscou. Olhei para Jae, o garoto carregava um rosto misturado de angústia e pavor, uma ótima expressão para aliviar o momento. — Oh! Fiz algo de errado? 

— Não, não fez nada de errado — sorri, a tranquilizando. — Quanto devo por isto? — mostrei a faixa sobre minha mão. DaHyun colocou o dinheiro sobre a bancada, só aí percebi que ela ouviu tudo e estava ao meu lado. 

— Deve ser suficiente — disse.

— É, é suficiente — sua mão segurou a minha, puxando-me para a saída. 

— Eu tenho outra pergunta — DaHyun parou de andar novamente, prestando atenção na conversa. Soltei nossas mãos, as colocando sobre o balcão. — Você conhece Chou TzuYu? — ela encarou Jae, ele confirmou com a cabeça. 

— Sim, por quê? 

— A mãe dela trabalhava aqui? — JeongYeon confirmou hesitante. Talvez estivesse em dúvida. 

— Ao menos eu acho que sim — preencheu uma papelada antes de voltar a me olhar. — Posso perguntar ao meu pai, se quiser. 

— Quem é seu pai? — DaHyun, por alguma razão, perguntou. 

— Aquele cara — Jae apontou para o médico que vinha em nossa direção.

— JeongYeon? Estão tendo alguma reunião familiar? Não vejo ninguém trabalhando afinal — pegou a prancheta que antes estava com a garota e a assinou. Riu debochado da própria fala — Boa noite. JaeHyun, o que faz fora do trabalho?

— Estava tratando de minha namorada — não contaria a nossa verdadeira relação, não quando a garota achava que estávamos noivos.

— Oh! Creio que talvez não tenha pagado a consulta? — colocou na bancada os papéis e me olhou. Sorri, negando. — Não há necessidade. JaeHyung é um grande rapaz, você é uma garota de sorte. 

— Já ouvi muito isso, doutor — falei. Ele riu, confirmando. — Doutor?

— Hm?

— Você conhece Chou TzuYu? — pareceu ficar nervoso na hora. 

— Sim, ela é filha de uma das minhas antigas funcionárias e amiga — assinou mais alguns papéis e prestou totalmente focou-se somente na conversa. — Era uma grande garota.

— Sabe onde ela está? — DaHyun perguntou, mesmo sabendo a resposta. 

— Infelizmente não. Mas por que precisa desta informação? — DaHyun retirou uma folha de seu bolso, entregando para ele. 

— Preciso dos dados da sua antiga funcionária — terminou de falar enquanto ele lia com atenção.

Jae observava com atenção a conversa, mesmo estando totalmente confuso com a atual situação. Já a filha do médico, conversava no telefone. Empurrei DaHyun pelos ombros, ela me encarou por alguns segundos antes de voltar a atenção ao médico. 

— Se puder me acompanhar, senhorita — entregou o papel para DaHyun.

— Já volto — sussurrou em meu ouvido. Guardou o papel no bolso novamente, seguindo o homem. 

— O que está acontecendo? — Jae perguntou.

Sentei frustada esperando por DaHyun. A garota havia saído a alguns minutos já, junto do homem. E Jae também tivera que sair para outro serviço. Não fazia ideia do que se tratava o papel, ou como a minha conversa terminaria com ele caso DaHyun não tivesse interrompido. Puxei o pequeno pedaço de pano de meu bolso, sorrindo automaticamente. “Era uma grande garota”, eu acreditava que isso ainda era presente nela, talvez no interior dela.

— Ei.

— Ei! — me levantei, guardando-o novamente no bolso. DaHyun seguiu para a saída, a segui. — O que é isso? 

— As informações da mulher. 

— O quê? — perguntei alto. O ar frio entrou em contato com meu corpo assim que saímos. DaHyun me olhou sorrindo. 

— Agora quer conversar? 

 



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