História Dangerous Colors - (SaTzu). - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias TWICE
Personagens Dahyun, Jihyo, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags Sana, Satzu, Twice, Tzuyu
Visualizações 168
Palavras 988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Suspense, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Desculpem os erros. E antes de lerem queria dizer que se sintam à vontade quanto perguntar algo que não fique claro. As vezes até mesmo eu preciso reler a história para encaixar certas coisas, desculpem mesmo se isso deixa a leitura difícil. Obrigada pelos 100+ favoritos (nao lembro se já agradeci)! Não consigo acreditar, sério. ♡

Capítulo 16 - Capítulo Dezesseis.


A cada rua que DaHyun virava, eu me sentia mais angustiada em não saber do que nossa conversa se trataria. Olhava seu rosto atento na estrada, sem falar nada, as vezes a via cantarolar baixinho a música que tocava na estação de rádio. Queria acreditar que fiquei em silêncio durante a nossa jornada por pura vontade, mas não era aquilo. Me sentia culpada por ter insinuada situações as que não se encaixavam contra ela. O carro parou. Retirou seu cinto de segurança e se inclinou para o banco de trás, puxando sua bolsa consigo, verificava algo dentro dela com tamanha atenção como quando dirigia. Parei de a olhar ao perceber que vim quase o percurso inteiro fazendo isto.

— Certo. Vamos? — retirei o meu cinto e deixei o carro antes dela. — Se te faz sentir confortável, vamos conversar aqui — me entregou minhas coisas. Fitei o chão. 

Segui o caminho com a cabeça abaixada. Sentei de frente para a garota na mesa que ela escolheu, e mesmo já dentro dali, o silêncio prevaleceu. Se não fosse pela garçonete, ficaríamos em silêncio pelo restante da noite e, como se não bastasse o silêncio, não conseguia olhar para ela. 

— Quero dois chocolates quentes, por favor — disse. — Sana? — fechei meus olhos por alguns segundos para tomar coragem, então a olhei. — Está com dor? — neguei. 

— Desculpe — o som da minha voz era quase inaudível. 

— Pelo quê? — engoli em seco.

— Por achar que estava me perseguindo — suspirou alto. 

— Tome — tirou o aparelho celular do bolso, colocando-o sobre a mesa, iria falar algo mas estava chocada. — Encontrei na sala de JiHyo. 

— O que ele fazia lá? — peguei meu celular e tentei o ligar, sem bateria. 

— Eu não sei. Talvez você tenha esquecido com TzuYu, e JiHyo pegou para guardar — sugeriu. 

— E se não foi isso? — ela parecia analisar a situação outra vez.

— Então eu posso ficar com ele. Caso ela sinta falta, está comigo — guardou em seu bolso novamente. Essa era uma ótima saída, mas ela só livraria uma de nós do problema. 

— Do que se tratavam os papéis que deu ao homem? — a mulher chegou com nossos copos, agradeci junto à DaHyun.

— Não importa. O que realmente interessa é o que ele me deu — me entregou outro papel. Nele havia todas as informações sobre a ex funcionária do hospital, mãe de TzuYu.

— Por que está fazendo isso? — perguntei assim que terminei de ler.

— Eu quero a mesma coisa que você, descobrir a verdade — não consegui evitar o sorriso.

— Por quê?

— Eles simplesmente esqueceram o caso, absorveram as evidências e jogaram alguém, que pode ser inocente, em um manicômio judiciário — bebeu um pouco de seu chocolate e me olhou. Estava atenta demais para desviar meus olhos dos seus, ela sorriu. — Vai ser tão ruim caso eles não consigam o depoimento contra ela. Sabe disso, não sabe? 

— Dentro de dois meses? — perguntei. Ela franziu o cenho. 

— O quê?

— JiHyo me deu dois meses para conseguir uma análise completa da situação. 

— Isso é ruim — procurou por mais coisas em sua bolsa, tirando dali mais papéis. — Está se referindo a isto? — me entregou o papel. O li com atenção. 

— Como assim? — em dois meses seria mandada embora. Mas se não bastasse isso, para outro lugar fora dali. 

— Achei que soubesse disso — neguei. — Droga! — a olhei. — Desculpe.

— Por que vão me mandar trabalhar longe daqui? — mais uma vez ela ficou em silêncio. No momento, eu tentava juntar as peças desse enorme quebra-cabeças.

— Precisa se concentrar em tirar TzuYu daquele lugar. 

— Eu sei! — entreguei os papéis para ela. — Ela não se abre comigo quanto ao passado, já me disse algumas vezes que não fez nada, mas também já disse que fez, isso é confuso — levei minhas mãos à cabeça. DaHyun sorriu, pegando minhas mãos e abaixando-as até a mesa. 

— Primeiro precisamos ver o que de fato aconteceu com os pais. Há possibilidades de alguém vivenciar algo traumático e o apagar da mente, não é? — semicerrei os olhos. 

— Você não é terapeuta, é? — perguntei. Ela riu, mordendo os lábios. 

— Sana? — olhei para trás, NaYeon. 

— Olá — me levantei de imediato. Ela caminhou lentamente até mim, parando dois passos em minha frente. 

— Como você está? — pôs suas mãos no bolso.

— Bem… assustada na realidade — respondi — E você?

— Bem — estávamos como duas colegas que se esbarraram, e por educação, estavam conversando. — Como anda o trabalho? — ela remexia na alça de sua bolsa pelo nervosismo. Se eu estivesse com uma, também estaria da mesma maneira. 

— Tenso — ri. Ela sorriu. 

— Tem notícias de Jae? — concordei. Um pigarreio veio de trás, me virei e lembrei que DaHyun estava ali. Ela sorriu para NaYeon. 

— Bom Sana, preciso ir embora. Isso e — se levantou, buscando por algo. — isto, — colocou o pendrive em cima da folha. — pertencem a você. 

— Obrigada — murmurei. Ela piscou e sorriu. — Quando vamos continuar nossa conversa? 

— Você pode me chamar quando quiser, não há problema algum — me aproximei da garota, abraçando-a. Surpresa com minha ação, não retribuiu o contato de imediato. — Me desculpe por qualquer inconveniente — disse em meu ouvido. A apertei contra mim. — Pode deixar que vou pagar pelo seu copo, você nem ao menos tocou nele mas tudo bem — se afastou enquanto dizia. Sorri.

— Dois meses são poucos, concorda? — perguntei. 

— Não quando trabalharemos duro. Até mais, Sana — acenou para mim e sorriu para NaYeon.

Voltei a atenção para a outra garota. Ela fitava o chão enquanto sussurrava algo. Pus meu cabelo para trás da orelha, cruzando os braços. 

— Você quer se sentar? — concordou. Sentamos na mesma mesa que eu e DaHyun estávamos. Puxei o papel e o pequeno objeto para mim, os guardando. 

— Do que se trata? — perguntou. 

— Nada demais.

— Queria me desculpar com você. Te tratei como lixo no último dia em que nos vimos — ela não conseguia me olhar enquanto falava. Segurei sua mão sobre a mesa, atraindo seus olhos em minha direção. 

— Nós duas erramos, ninguém está cem porcento certo de algo até que hajam provas — sorrimos. — Posso te pagar uma bebida? 


Notas Finais


WOW. PRÓXIMO CAPÍTULO TEM MUITAAAA COISA PRA SE ENTENDER, PREPAREM-SE! ♡


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