História Dangerous Girl -- Spiderman -- - Capítulo 4


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Categorias Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Flash Thompson / Venom / Agente Venom, Mulher-Aranha, Personagens Originais, Peter Parker, Tia May
Tags Adolescentes, Beijo, Colegial, Escola, Ficção Adolescente, Homem Aranha, Marvel, Peter Parker, Sexo, Spiderman Homemaranha
Visualizações 122
Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não notem se algumas partes parecerem com partes de outras fics minhas. Fazer o que... Todos tem a mesma autora.

(O Jonh Green sempre mata um personagem em todo livro e ninguém reclama :-P)

Calminha porque falta pouco pro nosso Peter aparecer ❤

Capítulo 4 - "Bem vinda ao Queens"


Fanfic / Fanfiction Dangerous Girl -- Spiderman -- - Capítulo 4 - "Bem vinda ao Queens"

Como já apreciei tudo que ganhei, eu fecho a mala e a deixo em baixo da cama. Bem, terei que achar um lugar melhor pra esconder isso. Porque minha mãe pode muito bem encontrar fácil. 

Eu não tenho muito o que fazer no momento. Pensei em arrumar minha mala, mas minha mãe prometeu que iria traze-lá até o quarto. E eu não tô muito afim de descer aquela escada.

Me deito na cama.

Observando melhor este quatro, ele tem um estilo moderno e simples. Tipo um quarto de gente velha,  sabe? Percebo que ao lado da televisão tem um quadro de cortiça com as laterais em um marrom bem claro. Daqui eu posso ver que tem algumas coisas granpeadas nele.

Eu me levanto para ver melhor.

Fico de pé em frente ao quadro vendo detalhadamente cada imagem. Fotografias, na verdade. A maioria das fotos contém um bebê, acho que sou eu, mas não tenho certeza porque nunca me mostraram fotos de quando eu era um bebê. Algumas outras, retratavam eu na fase da infância. Nessas eu me reconheço, não teria como não me reconhecer, porque eu me lembro bem dos meus dentinhos separados naquela época.

Poucas fotos, as que me chamaram atenção, são umas em que estamos eu e meu pai. Por exemplo uma em que estávamos correndo em um jardim, acho que eu tinha cinco anos nessa. 

Meu pai... Faz tempo em que não penso nele. Seu nome era Lester Scott, ele era um delegado. Eu gostava bastante da companhia dele, ele era aquele cara que tá sempre alegre, não importava as condições. Eu ainda não sei a causa da morte... E nem quero saber. O importante agora é sobreviver até os meus dezoito pra me tornar uma agente completa. E aprender a conviver bem com minha mãe. 

—Sente falta dele? 

Eu nem percebi que minha mãe estava ali. Levei um leve susto, mas não demostro e nem a olho. Apenas continuo encarando a foto. 

—Não. No começo até que sentia, mas deixei de sentir. 

Eu respondo. 

Eu realmente não sinto falta dele, nem dela, nem da minha antiga vida. No primeiro ano em que ela me deixou na academia eu ficava me perguntando milhares de vezes o porque dela ter me abandonado e a causa do meu pai ter morrido. Mas depois eu acustumei, a gente sempre acustuma. 

—Sabe eu estava conversando com o diretor do seu novo colégio! Você começa amanhã mesmo.—Ela diz mudando drasticamente de assunto. 

—Colégio? —Pergunto a fitando com um rosto impagável. 

Um colégio...  Que. Grande. Merda. 

Mano, em nenhum momento passou pela minha cabeça ter que estudar em um colégio. Eu sei que antes da academia eu estudei em escolas, mas nem me lembro como é. Eu estou sentindo que essa experiência vai ser horrível. 

Na academia nos tínhamos aulas com professores contratados. Tínhamos todos os tipos de matérias possíveis e os professores lecionavam todos os dias na sala que ficava no porão da grande casa.

—Sim! 

Ela diz isso e meu olhar se vira diretamente pra mochila que está em cima da mesa. 

—É, eu tratei de comprar algumas coisas pra você! Espero que não se importe. —Ela diz assim que percebe. 

Dou de ombros. 

—Porque não troca de roupa?! Quero te levar a um lugar. —Ela diz. —Vou subir sua mala. —Logo ela fecha se retira do meu quarto. 

Me sento na beira da cama a espera da minha mala. 

Poucos minutos depois ela coloca minha mala no chão dentro do quarto frente a porta e fecha para que eu me troque. 

Apoio a mala na cama e abro a mesma. 

Como não tem muita alternativa de roupas, eu coloco apenas um básico pra se sair bem vestida de casa.

Saio do quarto deixando a mala como está. 

Desço as escadas e me deparo com minha mãe apoiada no balcão da cozinha. 

—Está pronta,  querida? —Ela pergunta é sai de trás do balcão para pegar um molho de chaves que estavam em cima de uma mesinha ao lado da porta. 

—Parece que você vai a um enterro. Na volta nós iremos comprar umas roupas pra você. —Diz sorrindo e abrindo a porta. 

Novamente eu dou de ombros. 

Acho que eu já tô meio que respondendo no automático mesmo. 

Eu saio logo atrás dela e entro no carro assim que ela o abre. 



—Jeremy, destrave a porta! —A mãe diz em um tom com autoridade para quem está do outro lado da campainha eletrônica. 

Ela me trouxe até um prédio bem grande. Que olhando pelo lado de fora deve ter uns quatorze andares ou mais. 

Não passou nem sequer um minuto a a porta giratória que está em nossa frente fez um barulho de um lacre sendo aberto. 

—Agora você vai conhecer minha fonte de renda!—Ela diz enquanto me conduz até para passar na porta giratória. 

Fonte de renda? Interessante. 

Por dentro o local parece ser maior ainda, vejo mesas com pessoas atendendo telefones, escrevendo anotações e andando de um lado pro outro com papelada na mão. 

Após que é uma empresa de contabilidade. Pelo jeito rigoroso que algumas pessoas estão olhando para o papel devem estar se tratando de números. 

—Está é minha empresa. Nossa empresa. —Ela diz sorrindo ao meu lado. 

Empresa. A única pergunta que vem a minha mente agora é "Como ela adquiriu uma empresa?" 

—Quero que veja meu escritório!

Ela segura na minha mão e me conduz até um elevador. 

Ela aperta o último botão,  o que indica o número dezoito. Por pouco eu não acerto o número de andares. 




Um chiado e ouvido. Sinal de que a porta está se abrindo. 

O que me dá a visão de várias mesas, uma às lado da outra com pessoas apenas atendendo telefones. A sigo até uma porta, que ao abrir me deparo com um escritório. 

—Fique a vontade, querida. Eu vou ao banheiro e já volto. —Ela diz entra em uma porta branca que fica mais pra direita da sala. 

Esta sala é muito bonita. A cor em destaque aqui é o vermelho bem escuro, que rodeia até as paredes. 

Uma mesa de tamanho médio pode em frente a grande janela de vidro. Mais é grande mesmo! Acho que se alguém inclinar com a cadeira pra trás a pessoa pode cair do prédio se esse vidro se quebrar. 

Vou até o vidro para ver a rua. 

—Nossa! —Digo a mim mesma. 

Tem muitos carros passando na rua e grandes lojas com os letreiros mais coloridos. Outros grandes prédios podem ser vistos daqui. 

—Bonita a visão, não é?! —Ela diz abrindo a porta. 

Ela caminha até mim e para ao meu lado enquanto ainda observo. 

—Onde estamos mesmo? —Pergunto ao me lembrar que como ela deu um sumiço na antiga casa eu não faço ideia da minha atual localização. 

—Nova Iorque. —Ela coloca uma mão em meu ombro, acho que em demonstração de afeto. —Bem vinda ao Queens, minha filha! 


Continua... 


Notas Finais


Finalmente eu citei o Queens❤

Quadro de cortiça: https://goo.gl/images/2nFTPS

São quadro em que se pendura papéis e coisas do tipo com taxinhas.


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