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História Dangerous Love - BillDip - Capítulo 17


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Notas do Autor


— Não encontrei nenhuma foto para esse cap, quando encontrar uma parecida logo coloco.
— De qualquer forma, boa leitura!

Capítulo 17 - Chapter Seventeen


Liguei de volta a Mabel umas quinze vezes, mas a mesma nem atendia e nem rejeitava, apenas me ignorava. O que me deixou realmente exausto, pois não tenho um pingo de paciência para aturar-la desse jeito.

Decidi de uma vez por todas ir dormir, em vez de me preocupar atoa com as parvoíces de Mabel.

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Acordo do meu sono profundo com a típica dor de cabeça que venho tido a ter desde que vim para Gravity Falls, o que aparentava acontecer a Mabel também.

Mas não posso pensar em mais nada de manhã, pois me distraio facilmente e posso ficar horas em meus pensamentos.

Me levantei e fui em direção do banheiro, fiz a minha higiene matinal e tomei um banho gelado para acordar melhor.

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Após o meu banho no iglô, vou em direção do meu quarto para vestir a minha roupa de sempre desço as escadas indo em direção da cozinha, procurando algo bom e saudável para comer nessa bela manhã.

Coisa que realmente não deu certo, pois em uma das prateleiras, encontrei um saquinho recém-abrindo que continha doritos, e fui devora-los como era totalmente óbvio.

Vou em direção da sala de estar, onde estavam os meus Tios-Avôs, que estavam assistindo um programa secante de futebol, coisa que daria tédio em alguns adolescentes.

— Comendo porcaria logo de manhã, garoto? — Ford me questiona sem ao menos olhar para mim.

— Bem, hoje acordei com uma maldita dor de cabeça e vocês sabem que quando estou de mau humor costumo comer "porcarias" como tu dizes. Vocês ao menos sabiam disso? — Lhes perguntei cruzando os braços, de uma forma diferente para que não deixasse doritos espalhados pelo chão. E como esperado, ambos negaram com a cabeça, e eu sabia que isso viria deles, pois isto é meio que um "segredo" meu, mesmo não parecendo.

— Ah, de qualquer forma. — Me sento no sofá do lado de Ford, que estava ocupado demais olhando para o nada.

— Ei, Ford, aconteceu algo? Não — Sussurro baixinho para que Stan não nos incomodasse por causa do futebol.

— Ah, Dipper, vem comigo para o meu laboratório, precisamos falar. — Ford fala em modo autoritário, e apenas concordo com a cabeça.

— Ei, Stanley, vou com o Dipper lá em baixo, por tanto se precisares de algo já sabes. — Ford falava um pouco alto para que chama-se atenção de Stan, o que o deixou enervado.

— Tanto faz! E olha, GOLOOOOOOOOO!!! — Stanley gritava se levantando do seu cadeirão, festejando internamente.

Deixo o saquinho de doritos em cima da bancada da cozinha e sigo Ford até o seu laboratório, ele coloca a senha na máquina de snacks e logo adentramos no mesmo.

— Olhe para isto, Dipper, a máquina que capta anomalias está pior que nunca! Pois quando fica no nível máximo ela vai abaixo, e se continuar assim ela irá explodir! Droga! — Ford desliga a máquina pela ficha, pois não parava de apitar e isso acreditem que isso irritava bastante!

— O que vai fazer em relação á máquina, Ford? — Após questionar, Ford me olha de um jeito curioso e perdido, o que aparentava que o mesmo não fazia ideia do que fazer.

E assim foi, ele negou com a cabeça e dando de ombros logo em seguida.

— Bem, vais precisar de ajuda minha com ela? — Pergunto, fazendo o mesmo me olhar "estranhamente".

— Em relação a sua ajuda, Dipper, preciso que me ajudes com isso, lhe contarei os detalhes depois. — Ford me responde determinado, o que realmente não me surpreendeu.

— Mas, só podias me ajudar se tivéssemos meio que um "contato" com o tal "monstro" ou seja lá o for, pois isso iria nos facilitar. — Se ele soubesse quem esse "monstro" é...

— Entendo, mas Ford e... — Iria falar algo a mais se um "ser" não me interrompesse.

— GOLOOOOOOOOO!!! — Stanley gritava de suprema alegria, que ecoava pela cabana inteira.

— Ah, este Stanley não tem jeito mesmo. — Falo sorrindo sem jeito.

— É, isso é o que dá quando o teu outro Tio-Avô vê futebol BILLiões vezes ao dia! — Ele dá uma pequena pausa. — Bom, acho que já podes ir, mas fica em alerta Dipper, esse monstro pode estar por ai e pode... — Interrompo o mesmo.

— Eu sei Stanford, eu sei me cuidar sozinho. Não te preocupes. — Após falar isso, saio do laboratório deixando Stanford sozinho.

Decido sair da cabana para visitar a cidade, mas antes fui ao meu quarto buscar a minha mochila bege que normalmente levo sempre comigo.

Sai da cabana indo em direção do nada, pois não tinha nada para fazer ás 13:06 da tarde.

Até escutar a minha barriga roncar, é, parece que o pequeno saquinho de doritos não valeu muito a pena.

Pensei em ir ao café da Susan, mas lembro da Wendy e a suposta tensão existe entre ambos.

Apenas vagueio pela cidade procurando outro café ou talvez se tiver sorte um restaurante, e assim foi. Encontrei um restaurante requintado, tive um mau pressentimento só por eu não ser nem um pouco "requintado", mas optei arriscar.

Adentro no restaurante requintado, observando atentamente o belo local, aparentava que havia sido construído a pouco tempo, pois até o chão "brilhava" de tão novo.

Me sento numa mesa isolada, ficando afastado do resto das pessoas que estavam lá.
Enquanto lia a ementa decidindo o que comer, um garçom se dirige até mim, com um sorriso conhecido no rosto.

— Pois não, senhor, já decidiu o que vai querer? — Um garoto não tão alto e que aparentava ter a minha idade me questionou colocando a mão sobre a mesa.

— Hum, pode ser uma francesinha. — Respondo tentando ser "fino".

— O que deseja para beber senhor? — O garoto me questiona enquanto anotava o meu pedido, logo olhando fixamente para mim.

— Pode ser apenas uma água natural. — Respondo seco.

— Deseja alguma sobremesa? — O garoto me questiona sendo um pouco frio.

— Ainda não vi as que tem... — Respondo olhando para o próprio colo, o que fez o garoto dar uma pequena risada nasal.

— Pois bem, lhe darei um tempo para decidir. — Rapidamente olho para a ementa decidindo a minha sobremesa.

— Pode ser um mousse de manga. — Após falar, o garoto concorda com a cabeça anotando o meu pedido.

— Como queiras, Dipper Pines. — Logo saindo de meu alcance, me deixando pendurado. Sabia! Eu sabia que ele não me era estranho, mas não me recordo de quem ele seja.

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Após um tempo esperando, o garoto de aproximou com a minha francesinha com a água, logo me entregando.

— Depois trago a sua sobremesa, quando o senhor acabar o prato principal. — O garoto fala frio.

— Obrigado. — Após falar, o garoto puxa uma cadeira e senta do meu lado.

— Pela minha boa vontade, eu irei pagar por você, Dipper Pines, pois neste lugar as refeições são mais caras que na tua realidade. — O garoto fala me encarando.

— Não é necessário... — Fui interrompido.

— Oh, mas eu insisto. — Pois, esse garoto é realmente insistente.

— Como quiser, e de qualquer forma agradeço.— Faço uma pausa. — Mas já agora, quem seria você? Já que disse o meu nome. — Questiono ao garoto que aparentava estar no puro tédio.

— Mas todo mundo conhece lhe conhece, e aliás, achei que serias um pouco mais inteligente que isso, Dipper Pines. — Ele faz uma pausa. — Oh, parece que não te lembras mesmo de mim, pois bem, não te recordas do garoto baixo que tinha aquele cabelo platinado ridículo gigante? — OQUE?

— Como?! Gideon Gleeful?! Mas que surpresa!

— Haha! Realmente, foi preciso eu lhe abrir os olhos? Pois foi. — Gideon responde fazendo voz de deboche.

— É, acho que preciso melhorar nesse ponto de vista. — Falo seco.

Gideon mudou bastante desde a última vez que o vi, ele pintou a parte de cima do cabelo de preto e deixando a parte de baixo com sua cor natural e o cabelo já não é aquele banquete enorme sobre a sua cabeça, agora é apenas um cabelo normal como qualquer adolescente. E por incrível que pareça ele ficou bem mais magro, o que chama a atenção de algumas garotas, nunca pensei que ele mudaria assim tanto.

— Bom, Dipper, terei de atender mais pedidos se não o meu chefe pode me chatear com isso, mas não se preocupe, quando poder irei trazer o seu mousse. — E logo saiu de meu alcance. Bem, acho melhor comer logo antes que arrefeça!

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Acabei de terminar toda a minha refeição, esperei Gideon pagar por mim para darmos uma volta por ai durante o intervalo do mesmo, como se fossemos amigos.

— Pronto Pines, um dia irás me agradecer de verdade. — Quero ver esse dia chegar.

— Sonha alto, Gideon, bem alto... — Decido brincar um pouco com ele, o que não deixou Gideon muito contente.

— Como queiras, vamos logo andando? Daqui a una minutos terei de voltar ao trabalho, e não quero me atrasar por causa de uma pessoa não "requintada"! — E voltamos a estaca 0. 

— É, vamos logo com isso. — E logo começamos a andar por ai, sem rumo.

— Mas e então, ainda tens aquela queda possessiva pela minha irmã? — Brinco um pouco, mas logo percebi que ele parecia estar um tanto desconfortável.

— Me poupe, eu namoro já faz um tempo, Dipper. — Nossa, desta não estava nada a espera.

— Ah, e quem é a sortuda? — Pergunto sendo o Dipper curioso de sempre.

— Um dia vais conhece-la, e aliás é mais fácil assim, segunda estás livre?

—Na segunda não tenho nada marcado, porquê?

— Bem, a minha namorada trabalha comigo e segunda é o único dia em que trabalhamos juntos, e se viesses almoçar cá nesse dia eu iria pagar a tua refeição. Pois ser rico é muito bom, sacas? — Lá vem... Mas espera, tem algo errado aqui.

— Mas se és rico, porque trabalhas como um graçom? — Pergunto deixando um ar de confusão consumir o ar, porque sinceramente, se ele é rico então para quê trabalhar?

— O meu pai é dono do restaurante, e ele precisa de ajuda minha com o trabalho, e isso também é um castigo que ele me deu por conta de algumas coisas "desnecessárias" que eu fiz.

— Ah, entendi. Mas então na segunda apareço para comer mais uma francesinha deliciosa!

— Haha! Pois sabes que sim! — Ele faz uma pausa. — Bem, agora tenho de voltar ao trabalho, te vejo depois, Dipper Pines. — E logo Gideon saiu do meu alcance. Apenas dei de ombros e sem muitas demoras decidi voltar para a cabana.

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Cheguei na Cabana Do Mistério e logo bato a porta, pois Robbie estragou a campainha, esperei ser atendido mas ninguém respondeu.

Puxei o carpete procurando a chave, mas não a encontrei, aonde será que está essa maldita chave?

— Procurando por isso, Pines? — Uma voz conhecida abanava as chaves que tinha em sua mão.

— Você...


Notas Finais


— Obrigado por ler! 💛💛


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