História Dangerous Love -- Fillie - Capítulo 21


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Categorias Stranger Things
Personagens Billy Hargrove, Bob Newby, Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Will Byers
Tags Fillie, Finnandmillie, Mileven
Visualizações 93
Palavras 3.027
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey guys, bravos comigo? Vou deixar meu tt nas notas finais pra vcs me xingarem lá
aproveitemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Capítulo 21 - Whatever it takes


Millie

[ON]

Acordei com os raios do sol entrando pelo quarto, me virei e tive a mais linda visão, um anjo de sardas dormindo calmamente ao meu lado coma boca aberta, literalmente babando no travesseiro, Finn dormindo era totalmente diferente do Finn acordado dos últimos 3 dias, dormindo ele transparecia calma, como se estivesse no seu paraíso particular, sem preocupações ou medos, acordado, ele era uma pilha de nervos, uma bomba prestes a explodir, tremendo e suando o tempo todo, quase vomitando se alguém pronuncia as palavras "juiz" e "29". Já tentei muito acalma-lo ou distrai-lo, mas sei que por dentro ele esta quase entorpecido por conta dessa audiência, felizmente amanhã é o tão temido dia 29, hoje é crucial que Finn se distraia, ou temo que ele perca a sanidade. Me levantando com cuidado para não incomoda-lo, vou ao banheiro fazer minhas higienes, tomo banho, troco de roupa, e , passando por um Finn adormecido, saio do quarto para tomar café da manhã, minha mãe não está em casa, nesses últimos dias é raro que ela esteja por aqui, ela está sempre no caso de Finn, trazendo lembranças do passado dele que convença o júri e o Juiz de que ele é capaz de se virar sozinho, nunca vi minha mãe tão determinada em um caso como agora, e não tenho duvida de que, como a melhor advogada do mundo, ela vai vencer esse caso, Finn confia totalmente nela, e ela merece essa confiança.

Abro a geladeira pegando a jarra de suco, coloco suco pela metade em dois copos, levo o suco de volta a geladeira e bebo do meu copo, terminando coloco o mesmo na pia, quando estava prestes a me virar e pegar o segundo copo de suco pra levar ao Finn sinto sua mão em minha cintura. Me viro sorrindo automaticamente e me deparo com Finn com os olhos semicerrados de sono.

- Bom dia princesa - Debocho de Finn que sorri sem mostrar os dentes.

- Bom dia flor - Ele ri e beija minha testa me abraçando.

- Quer seu suco agora? 

- Não estou com fome - Finn diz ainda não me soltando do abraço

- Você tem que comer, ou beber, alguma coisa Finn - Me solto do abraço segurando sua mão, percebi que Finn estava apenas com calça de moletom, mas que seu peito nu estava quente, aquilo me hipnotiza por alguns segundos, até que levanto o olhar em sua direção e o vejo olhando pra mim com um sorriso malicioso

Estico o braço por suas costas e pego o copo de suco, levantando até chegar a altura da boca de Finn, o mesmo suspira mas pega o copo e bebe um gole mínimo. Sorrio vitoriosa e o puxo para a sala pela mão.

- Você fica aqui e bebe seu suco, eu vou na padaria comprar pão de queijo - Digo o empurrando no sofá, o mesmo se senta mas não larga minha mão

Finn começa a ficar com os olhos marejados e a respiração acelerada, sei que isso é culpa do nervosismo de amanhã e não vejo a hora de o amanhã passar para que Finn possa voltar ao normal, me sento ao seu lado retirando o copo da sua mão e ele deita a cabeça no meu ombro de um jeito que eu posso sentir a respiração dele na minha clavícula, abraço Finn e o reconforto até que alguém bate na porta. Finn levanta a cabeça surpreso e olha pra mim, agora sua respiração estava normalizada e os olhos secos. Me levanto o puxando pela mão e vamos abrir a porta, Finn não contém um sorriso, e os olhos voltam a ficar marejados, o mesmo acontece comigo.

 

 

 

 

Sadie

[ON]

Sabia que Millie acordava cedo e Finn acordava junto com ela, ultimamente ninguém tem nervos o suficiente para dormir mais que o necessário. Embora eu não esqueça o passado babaca de Finn, agora ele ( por mais que eu não aceitasse fácil) era nosso amigo, e estava mal, e a lei suprema do nosso grupo era que

" Se um de nós está mal, o grupo todo estará mal, então é nosso dever, tornar todos felizes, mesmo que o mundo lá fora seja uma desgraça"

E lei é lei, então eu fiz Caleb, Noah e Gaten acordarem as seis da manhã para irmos no mercado comprar besteiras e tentar animar o dia de hoje já que eu sabia que o Finn e a Millie estariam uma pilha de nervos, lá pelas 6:40 os preguiçosos chegaram, atrasando muito os planos, tivemos que pegar um taxi já que não tínhamos tempo pra direção lenta de Caleb, corremos como loucos pelo supermercado, comprando pizzas congeladas, bolachas recheadas, mistura pronta para brigadeiros, balas e doces, pão de queijo, sorvetes e chantilly. Os seguranças ficaram de olho em nós pensando ser um arrastão e quando estávamos na fila do caixa Gaten se lembrou de pegar jujubas, eu quase o matei, correndo como um retardado para a ala de doces, atrasando a fila e deixando as pessoas irritadas Gaten voltou com um pote de jujubas quase do tamanho dele, concluímos que o pote seria caro então recorremos ao plano b, Noah, Caleb e eu pagamos as compras juntando todo o nosso dinheiro e o do Gaten, e pagamos o pote enorme de jujubas com o cartão de crédito do pai de Noah. Quando todas as compras estavam em sacolas e estávamos no táxi me virei para Gaten

- Gaten, pegamos milhares de doces, porque você nós fez gastar tanto nesse ponte imenso de jujubas, falando sério, ele deve durar até você fazer 34 anos

- Não é pra mim, é pro Finn, ele ama jujubas.- Gaten disse sorrindo

Gaten podia ser tão doce e inocente que chegava a me dar raiva e vontade de bater nele, mas me controlei, tinha outro problema, demoramos mais que o planejado e já era 7:21, Millie já estaria acordada, mas que se dane, vamos seguir o plano. Pedimos ao taxi que parasse um quarteirão antes da casa da Millie, pagamos com o cartão do pai do Noah e corremos pela rua até chegar na casa dela. Respiramos fundo e batemos na porta. Quando ela foi aberta gritamos o mais alto que conseguimos " SURPRESA", e devo dizer, foi hilário ver Finn sorrir e começar a chorar, seguido por uma Millie. Me senti estranha ao ver a felicidade estampada no rosto dos dois, acho que isso se chama, se importar com os outros, mesmo que eu ainda tenha um ódio por Finn, ele fazia parte do grupo, e o grupo fica unido, nos melhores e piores momentos.

 

 

 

 

 

 

Finn

[ON]

Talvez fosse o nervosismo, talvez fosse pela Sadie fazer algo fofo por mim, ou talvez eu finalmente tenha ficado louco, mas quando vi Sadie, Noah e Caleb com sacolas nos braços sorrindo pra mim e Millie e gritando surpresa, e mais atrás Gaten sorrindo apesar do esforço que fazia para não deixar UM ENORME POTE DE JUJUBAS cair no chão, eu simplesmente desabei, chorei como um criança, e senti todo o nervosismo acumulado desses dias saindo com as lágrimas, Millie me abraçou, Sadie entrou e colocou as sacolas que segurava no chão, Caleb, Gaten e Noah fizeram o mesmo, entraram e me abraçaram junto com a Millie, Sadie fechou a porta e olhou pra nós. Sabia que ia ter que fazer muito pra Sadie confiar em mim, mas apenas por ela estar me dando outra chance de ser amigo dela e compensar minhas babaquices do passado já me fez chorar ainda mais, eu soluçava e ria completamente confuso, estendi o braço pra Sadie como da última vez que fizemos um abraço todos juntos, ela revirou os olhos e sorriu gritando

- ABRAÇO EM GRUPO?

- SIM - todos responderam e então ela se juntou, eu me senti aquecido pelos meus amigos naquele abraço, me senti protegido e amado, e sabia que, acontecesse o que acontecesse naquele tribunal amanhã, eles sempre estariam ali pra mim, e sentir isso, ter essa certeza, é muito bom.

Nós separamos e eu enxuguei as lágrimas, os meninos pegaram as sacolas e foram até a sala, Gaten pegou o pote e me entregou, sorrindo pra mim de forma tão sincera que eu quis chorar de novo

- Espero que ainda goste de Jujubas como antes Finn, se elas vencerem o prazo de validade vão ficar marrons - Ele correu atrás dos outros, Sadie pegou uma sacola esquecida e passou por mim me olhando de canto, então soube que vinha algo típico dela

- Ninguém te apresentou a uma camisa, Wolfhard? Vim aqui pra comer, mas se você ficar com esse seu tanquinho de fora vou vomitar. - Ela debochou sarcástica e riu, recebendo um tapa da Millie. Corei e subi as escadas pra vestir algo melhor que meu pijama. Desci minutos depois e vi todos espalhados no chão, a netflix ligada na Tv e o conteúdo das sacolas espalhados pelo chão. Noah percebendo meu olhar se virou rindo

- Não vai chorar de novo né Wolfhard?

- Se for me avisa, vou buscar um rodo. - Completou Caleb

- Vocês são crianças muito engraçadas, cadê a Millie e a Ruiva?

- Cozinha - Os dois disseram em uníssono apontando pra direção da cozinha.

Fui até lá mas parei ao ouvir meu nome

- Então o Wolfhardzinho dorme daquele jeito, Mills? Olha, eu não vou cuidar de CRIANÇAAAAAAAAAAAAAA - Sadie ria histerica

- Cala a boca Sadie - Ouvi Millie resmungar e algo bater com um baque surdo

- Aí - Sussurrou Sadie

Resolvi revelar meu esconderijo

- Mal começa o dia e já tão se matando?

- Por falar no diabo - Sadie sorri pra mim. - Eu vou esperar na sala, não demora Millie, eu to com fome - A garota fez cara de emburrada

- QUANDO VOCÊ NÃO TÁ COM FOME? - Gritou Caleb

- CALA A BOCA QUE EU ACORDEI CEDO PRA COMPRAR BESTEIRA E COMER BESTEIRA PALHAÇO. - Sadie gritava a medida eu ia pra sala.

Abracei Millie que se virou pra me olhar sorrindo

- O que você tá fazendo? - Perguntei hipnotizado pelos olhos da garota

- Pizza congelada - Ela apontou pro micro-ondas. - Sadie trouxe e diz pra fazer, vamos assistir vários filmes, ela também trouxe pão de queijo. - Millie falava e acariciava minha bochecha. - Como se sente?

- Como assim?

- Como se sente sendo amado? Vendo que tem importância na vida dos seus amigos?

- é a melhor sensação do mundo, nunca senti algo assim, e é tudo culpa sua Brown, que chegou aqui, calada e bonitinha, me conquistou com seu jeito de marrenta e sua total falta de coordenação motora, e quando eu percebi, já tinha entrado no meu coração e bagunçado tudo, pra melhor. - Sorri pra menina que tinha os olhos cheios de lágrimas. - Eu te amo Bobby

- Eu te amo Wolfie

Quando íamos nos beijar o micro-ondas apita estridente assustando nós dois, podemos ouvir Sadie gritar  "eu quero pizza". Millie pegou uma bandeja, e, desligando o aparelho, retirou de lá a massa e colocando na mesma bandeja com cuidado pegou uma faca, dividiu a pizza em oito pedaços iguais e fomos pra sala começar nossa seção de cinema.

 

 

 

 

 

Millie

[ON]

Escolhemos cada um, um filme. Sadie queria ver " Bob Esponja, o héroi fora d'água", Noah queria ver "Coraline", Caleb queria ver "todo o mundo em pânico 3", Gaten queria ver "policial em apuros", Finn queria ver Star Wars e eu "Annabelle". Tiramos o menor palitinho pra ver que filme ia primeiro e foi o Gaten, quando deu 17 horas já tinhas visto o filme de Gaten e Caleb, todos os doces estavam no fim e todos começaram a cochilar. Inevitavelmente nós dormimos.

Acordei com barulho de carro na garagem e faróis, tudo estava escuro e eu estava desorientada, só sentia Finn do meu lado, e então um barulho de chaves, porta se abrindo e fechando em seguida, e então a luz reinou, acordando todos assustados. Minha mãe riu com a cena

- Desculpem crianças, não sabia que estavam aqui. -Ela passou por nós com cuidado para não pisar em ninguém e sentou no sofá, jogando os saltos longe. Me levantei e fui na cozinha pegar a porção de pão de queijo que tínhamos separado pra ela, aproveitei e olhei o relógio, marcava as 20:00. Voltando a sala, todos já estavam acordados e alertas sentados ao redor do sofá olhando minha mãe. Entreguei a ela os pães de queijo e sentei ao lado de Finn segurando sua mão, minha mãe sorriu pra mim e pra cada rosto ao redor dela e começou a falar.

- Meninos, como sabem amanhã é um dia importante para Finn. Como vai ser uma audiência fechada não consegui que vocês entrassem como publico, então terão que esperar por ele na sorveteria que fica em frente ao tribunal. - Todos concordaram com a cabeça. - Millie você também.

Estanquei.

- Mãe - Comecei, mas ela me cortou.

- Millie, não pode entrar, sei que quer, e sei que você sabe que dei tudo de mim para que você pudesse acompanhar e dar seu apoio de perto, mas os direitos tem eu ser iguais filha, confia em mim?

Acenei com a cabeça em afirmativa, sabia que Finn estaria bem com minha mãe.

- Amo vocês crianças, e sabem que estou fazendo o meu melhor. Vamos ganhar esse caso, Finn. é uma promessa. - E então ela se retirou pro andar de cima comendo o pão de queijo. Apertei firme a mão de Finn e ele sorriu pra mim.

- Pessoal, tenho que ir, minha mãe deve estar preocupada. - Disse Noah se levantando, seguido por Caleb e Gaten. Todos os dois garotos concordaram com Noah, abraçaram Finn e a mim e pararam esperando Sadie.

Sadie se aproximou e nos abraçou, fiquei surpresa, já que ela não gosta de demonstrações de afeto.

- Vai dar certo. - Ela disse sorrindo pra mim e Finn, então saiu pela porta junto com os outros, mas mesmo depois que eles foram, senti que Finn não estava mais nervoso como antes. Ele me ajudou a arrumar a sala calado, depois de lavarmos a louça subimos para o quarto ansiosos demais para jantarmos. Deitamos na cama mantendo sempre contato físico, nos encarávamos intensamente, e então nós nos abraçamos, ficando em um só, adormecemos num sono sem sonhos.

 

 

 

 

Finn

[ON]

Acordei cedo, Millie ainda dormia, conferindo as horas. 5:30. A audiência começava as 8:00. Não tentei dormir, sabia que não conseguiria, levantei devagar sem acordar Millie, fiz minhas higienes e tomei banho, vesti meu terno para a audiência, mesmo faltando mais de uma hora e meia. Desci as escadas e encontrei a mãe de Millie, já pronta como eu, bebendo café e conferindo papeis, assim que me viu, veio em minha direção e me abraçou. Sorri para ela e peguei suco da geladeira, fui para o quintal e admirei o céu. Observava as estrelas ainda visíveis, a lua quase cheia, de repente senti a presença da minha avó, da minha mãe. Não estava mais com medo, estava determinado. Sentei no meio do quintal e olhei o céu até que o sol surgiu, fui para dentro mas não encontrei Kelly, coloquei o copo na pia e fui olhar as horas. 6:06. O tempo se arrastava, sentei na sala e liguei a Tv, depois de alguns segundos senti um braço passando por meu pescoço e Millie beijou minha bochecha, ela também estava pronta. Se sentou ao meu lado e ficamos de mãos dadas apenas curtindo o momento. E então Kelly apareceu a nossa frente, e eu soube que era hora. Desliguei a Tv e puxei Millie pra fora da casa, na calçada do outro lado da rua se encontravam nossos amigos, eles se levantaram e nós abraçaram, então entramos no carro e seguimos para o tribunal.

 

I was broken from a young age
Taking my sulking to the masses
Writing my poems for the few
That look at me, took to me, shook to me, feeling me
Singing from heartache from the pain
Taking my message from the veins
Speaking my lesson from the brain
Seeing the beauty through the

Pain!
You made me a, you made me a believer, believer
Pain!
You break me down and build me up, believer, believer
Pain!
Oh let the bullets fly, oh let them rain
My life, my love, my drive, it came from
Pain!
You made me a, you made me a believer, believer

Eu fui destruído desde pequeno
Levando meu sofrimento pelas multidões
Escrevendo meus poemas para os poucos
Que me encaravam, me levavam, me sacudiram, me sentiram
Cantando com um coração partido pela dor
Captando a mensagem que está em minhas veias
Recitando minha lição de cérebro
Vendo a beleza através da

Dor!
Você me fez, você me fez acreditar, acreditar
Dor!
Você me destrói e me reconstrói, acredito, acredito
Dor!
Oh, deixe as balas voarem, oh, deixe-as chover
Minha vida, meu amor, minha motivação, eles vieram da
Dor!
Você me fez, você me fez acreditar, acreditar

Millie e os outros se sentaram em mesas fora da sorveteria, Kelly e eu estávamos em frente a entrada do tribunal, nós sentimos eles nos observando, Kelly ergueu a mão para mim e eu a segurei. Nós respiramos fundo em sincronia.

- Pronto? - Ela perguntou, e pude ouvir que não era mais Kelly, a mulher que me apoiou e me ajudou, que foi uma mãe pra mim. Era a advogada número um de Vancouver, anteriormente LA.

- Pronto. - Disse com firmeza. Sabia que nesse tribunal, ia enfrentar meus demônios do passado, mas eu não estava com medo, eu ansiava por aquilo, para mostrar ao júri como eu era forte. Depois de tudo pelo que passei, humilhações, agressões, chantagens, assédios, crises, torturas. Eu era forte. Não era mais um adolescente, não me sentia uma criança. - Hora do show - Completei. Kelly sorriu e então suavizou a expressão. Soltando nossas mãos, entramos no tribunal de cabeça erguida, e não íamos sair de lá sem a vitória, e sem que a minha história fosse compreendida. 


Notas Finais


meio grande né rs
O motivo de estar postando hoje é que eu me dei conta que nem uma salvação vai me fazer passar pro segundo ano do ensino medio
aproveitem o ensino fundamental, eu era feliz e não sabia
ensino médio é o purgatório amores, purgatório.
Desculpem os erros gramaticais, escrevi na pressa porque tenho toneladas de tarefas e deveres.
Meu Twitter é
https://twitter.com/Bruna_Wolfhard


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