História Dangerous Love - Capítulo 49


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Categorias Riverdale
Personagens Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Kevin Keller, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Bughead, Riverdale, Romance
Visualizações 276
Palavras 1.261
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooi, pessoal. Boa noite. Esse é o penúltimo capítulo da história e o sentimento que eu sinto é de despedida, vou morrer de saudades de vocês, obrigada por me acompanharem até aqui ❤ Espero que gostem do capítulo e boa leitura.

Capítulo 49 - O fim do colegial


Fanfic / Fanfiction Dangerous Love - Capítulo 49 - O fim do colegial

 Os bebês de Polly e Jason adoravam receber visitas e eram receptivos com qualquer pessoa que sorrissem para eles. Betty e Cheryl não gostavam de toda a atenção que os gêmeos recebiam, com ciúmes de seus sobrinhos.

Polly e Jason quiseram batizar os gêmeos logo, já que faltava pouco para Betty ir embora. A garota estava apegada demais os sobrinhos e se despedir seria difícil, ela se sentia mal por antecipação, triste por não poder acompanhar o crescimento deles de perto, mas precisava seguir seu próprio caminho.

Alice, Polly, JB, Verônica e Cheryl, fizeram Betty experimentar todos os vestidos da cidade, principalmente por causa do casamento. Mas a loira não queria nada muito extravagante ou ousado e muito elegante demais, ela queria algo simples. Mas é claro que ninguém deu ouvidos a ela. Cheryl escolheu só os extravagantes, Verônica e JB os ousados e Alice e Polly os elegantes. Betty estava ficando quase louca de tantas opiniões em cima de si.

–Vocês querem ficar caladas por um segundo? – Betty pediu, sentindo a enxaqueca martelar – Eu estou ficando maluca com as vozes de vocês. Amo cada uma, mas sou eu quem tem que escolher os vestidos. Agradeço demais pela ajuda, mas estou ficando ainda mais confusa com tantas opiniões. É bem capaz de eu escolher um totalmente diferente do que vocês me mostraram.

–Desculpa, querida. Você tem razão – Alice se levantou e abraçou a filha – Eu sei que preparativos pra casamento são estressantes, mesmo que simples. Ficarei feliz com o que você escolher. Mas lembre-se da opinião da mamãe, bebê – Alice beijou a bochecha dela – Mães sempre sabem das coisas.

–Isso é golpe baixo, Alice – JB comentou.

–Cada um joga com o que tem – Ela deu de ombros e se sentou.

–Obrigada de verdade, meninas e mamãe. Mas eu acho melhor escolher sozinha. No dia vocês vão descobrir.

–Vai nos deixar na curiosidade mesmo? – Cheryl cruzou os braços – Que tipo de amiga é você?

–Do tipo que está se segurando pra não expulsar vocês daqui – Betty confessou, um pouco irritada.

–Você precisa urgentemente da lua de mel – Verônica comentou, retirando gargalhadas das mulheres.

 

O batizado foi marcado num domingo de manhã, na única paróquia da cidade. Jughead se sentia desconfortável naquele terno e gravata, mas era preciso pra ocasião.

–Para de puxar essa gravata – Betty deu um tapa na mão de Jughead – Deu um trabalhão pra fazer esse nó.

–Me sinto sufocado – Ele resmungou.

–Isso é coisa da sua cabeça. Você está lindo – Ela beijou a bochecha dele.

–Nem imagina que precisava fazer curso pra ser padrinho – Ele comentou, se lembrando das aulas que tiverem para poder participar do batizadas das crianças.

–É claro, amor. Tudo precisa ser muito bem planejado – Ela sorriu.

Eles se dirigiram até o altar, Polly passou para Betty segurar Juniper e Cheryl ficou segurando Dagwood, enquanto os padrinhos seguravam as velas.

O padre iniciou sua fala. Os bebês dormiam tranquilamente nos colos de suas madrinhas. O senhor chamou as duas madrinhas para a pia batismal, primeiro Cheryl, para derramar com uma jarra, a água sagrada na cabeça do bebê.

–Eu te batizo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

O mesmo aconteceu com Juniper. Nenhum dos dois chorou, apenas se mexeu com o líquido.

Depois disso os padrinhos ofereceram simbolicamente uma vela acesa aos gêmeos, dizendo:

–Receba a luz de Cristo.

–Essa vela é o Círio Pascal, que simboliza Cristo, a luz do mundo – Explicou o padre.

Polly e Jason estavam emocionados, seus bebês agora estavam protegidos diante do Senhor e isso os deixava tranquilos. Depois da cerimônia, eles tiraram algumas fotos entre si. Betty quase morreu de amores ao ver sua foto com Jughead e os bebês no colo.

–Já podem encaminhar o de vocês – Polly lançou um sorriso malicioso, fazendo Jughead se engasgar com o suco.

–Quer matar meu futuro marido de susto? – Betty brincou, passando as mãos nas costas de Jughead, que estava vermelho.

–Bom, só estou querendo dizer que vocês teriam filhos lindos – Ela se explicou.

–Nem brinca com isso, Polly – Alice se aproximou da mesa com uma jarra de suco – Filhos são bênçãos, mas dão um trabalho danado.

Depois da cerimônia eles foram para a casa do casal almoçar, teria um churrasco. FP estava cuidando de assar.

–Eu adoraria que os bebês tivessem algum priminho para brincar – Polly olhou sugestivamente para Betty, Jughead, Cheryl e JB.

–Não espere isso de mim – Cheryl soltou uma risada – Duas não procriam.

–Eu vou embora. Então – Betty deu de ombros.

–Nem pensar – JB se esquivou – Não queremos ter filhos – Ela segurou no braço do namorado – Não é mesmo, amorzinho?

Reggie apenas balançou a cabeça.

–Vocês são uns pamonhas – Polly sorriu.

Foi um belo dia, que ficaria marcado na vida da família Cooper Blossom. O clima estava extremamente agradável e fresco. O coração de Betty doía por ter que deixar tudo aquilo, agora que a sua família se sentia tão completa e feliz, era triste, porém necessário.

A formatura dos alunos de Riverdale High School aconteceu uma semana depois. Betty recebeu a honra de ser a oradora da turma e discursou no dia da entrega dos certificados. Sua família esteve presente e Alice chorou ao ver a filha concluindo os estudos com louvor.

Os alunos fizeram a tradicional jogada dos capelos para o alto, dizendo adeus a uma etapa importante da vida estudantil. Depois das sessões de fotos e muitos abraços e beijos, cada aluno seguiu com sua família para casa, indo se preparar para o baile que aconteceria de noite.

Para Betty tudo tinha passado com uma velocidade absurda, ela não estava preparada para se despedir daquilo, mas sabia que era preciso. Ela sentiria falta das aulas, do jornal, dos treinos, de alguns professores, mas principalmente sentiria saudade dos amigos que fez naquela escola, Verônica e JB eram um exemplo perfeito.

Betty convidou Jughead para ir ao baile com ela, mas o mesmo respondeu que aquilo era um momento dela e de seus amigos e que ela devia aproveitar com eles. Ela pensou em pedir de novo, mas sabia que ele não tinha boas recordações da escola assim como ela, então aceitou a decisão de. Verônica e Archie decidiram ir em trio junto com Betty, para não deixa-la desacompanhada.

–Lembra da promessa que a gente fez quando era criança? – Archie perguntou, assim que eles tiraram as fotos na entrada do ginásio.

–Sobre nós irmos juntos ao baile de formatura? – Betty sorriu – Sim, eu me lembro. Faz muito tempo.

–Demais.

–Olha só, vocês estão cumprindo com o combinado – Verônica sorriu – Isso é tão fofo.

Betty aproveitou a chegada de Kevin para conversar um pouco com ele, queria dar privacidade para o casal de amigos. JB chegou um pouco depois com Reggie, Cheryl foi a última a chegar, desacompanhada; provavelmente Toni pensou o mesmo que Jughead, mas isso não impediu a ruiva de ir para a festa.

A Cooper sempre foi bastante introvertida quando se tratava de dança, mas naquela noite ela dançou como se não houvesse amanhã, deixando seus pés cheios de calos por causa do salto. Em um determinado momento, ela jogou os sapatos num canto do ginásio e só os pegou de volta no fim da festa.

Ela sabia que acordaria com a garganta rouca no outro dia, de tanto gritar as letras das músicas, mas ela não se importava com nada disso, estava extremamente feliz.

A garota tinha uma família linda e amigos incríveis, conseguiu se formar, iria para a faculdade dos sonhos, ganhou sobrinhos lindos e em poucos dias se casaria com o homem da sua vida. Betty estava realizada.


Notas Finais


Até o último capítulo. Beijinhos.


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