História Dangerous Love - Capítulo 2


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Categorias Carinha de Anjo
Personagens Cecilia Santos de Larios "Irmã Cecília", Dulce María Larios Valle, Emílio Almeida, Estefanía Larios de Gamboa "Tía Pelucas", Gustavo Lários, Juliana "Juju" Almeida, Padre Gabriel Larios Rocha, Rosana Almeida
Tags Carinha De Anjo, Gaju, Juju Almeida, Padre Gabriel
Visualizações 86
Palavras 2.231
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal. Boa noite!!
Hoje tem o primeiro capítulo de Dangerous Love pra vocês, e tem uma grande revelação vindo, não percam...
Então bora ler kk

Capítulo 2 - Hora da verdade


Fanfic / Fanfiction Dangerous Love - Capítulo 2 - Hora da verdade

“Eu te amo mais que tudo Juju, eu sempre te amei  - Dizendo isso Gabriel puxa juliana e a beija apaixonadamente”

   Juliana se mexia de um lado para outro em sua cama, relembrando do sonho que tivera na noite passada. Nesse sonho, Gabriel havia se declarado a ela, confessando que a amava. Tudo parecia muito real, o sonho, os beijos, o “Eu te amo”, e nada saía de sua cabeça. Seus pensamentos a estavam dominando e a mesma já não sabia mais o que fazer para afastá-los de sua cabeça. Eles a estavam deixando louca. Juju não estava conseguindo dormir naquela noite, motivo? Um certo padre que não saia de seus pensamentos. A garota não podia negar que sentia algo muito forte e intenso pelo sacerdote. Há muito tempo já não o via mais como um, e sim como o homem que amava e que desejava. Vê-lo todos os dias e não poder dizer o que sentia era algo que doía muito e que a machucava cada vez mais. Não poder abraçá-lo, beijá-lo era, para a menina, algo torturante. A jovem estava apaixonada por Gabriel e já não podia mais negar isso para si mesma. Sempre que o via sentia um choque percorrer seu corpo e um misto de sensações a preencher completamente. Nunca havia sentido isso por ninguém em sua vida, nem mesmo por Zeca. Não podia negar que sentia um enorme carinho pelo garoto e valorizava muito a sua companhia, porém o enxergava apenas como um amigo, e sabia que não poderia vê-lo como alguém mais além disso.

  Juju já havia pensado na opção de tentar alguma relação com o filho de Diana e Inácio, para tentar esquecer definitivamente Gabriel, afinal o jovem nutria por ela uma certa paixão desde muito tempo, até mesmo antes da jovem ter conhecido o padre, mas sabia que isso não poderia ser possível, afinal Gabriel já havia conquistado seu coração de uma forma intensa e inigualável e ela já não tinha mais dúvidas, sabia que amar alguém não é, e nunca vai ser considerado um “pecado”, nem mesmo sendo essa pessoa um padre, como Gabriel era, e mesmo se fosse, já não se importava, iria lutar sim por esse sentimento e conquistar o coração de seu grande amor, Gabriel Lários. E dessa vez não iria falhar como na última vez que estivera naquela sacristia.

  Juliana, a um tempo atrás, tinha ido até a Igreja de Doce Horizonte para falar com Gabriel, a fim de desabafar e contar sobre o que sentia para o moreno.

 

 A jovem se encontrava parada em frente á paróquia de Doce Horizonte, mais especificamente na sacristia. A missa já havia acabado á pouco tempo e ela sabia que Gabriel se encontrava lá dentro, pois sempre que acabava alguma celebração da Igreja o sacerdote ia para lá, provavelmente para rezar ou preparar alguma outra ocasião.

  A jovem não conseguia sair do local em que estava, sentia suas pernas bambas e um frio percorrer sua barriga. O medo e a ansiedade estavam visivelmente estampados em seu rosto. A mesma se encontrava lá, pois havia resolvido confessar os seus sentimentos para Gabriel, mais especificamente, o pároco do local, e era justamente isso que a deixava mais nervosa. Quando tomou a decisão de ir até lá, estava mais mais segura de sí mesma e decidida a falar tudo o que tinha em mente, só que naquele instante toda a sua segurança e tranquilidade já haviam ido para o espaço e Juliana estava trêmula e inquieta sem conseguir entrar no local.

   - Ai meu Deus será que eu vou conseguir entrar aí? - A jovem se pergunta ainda nervosa. –  E se ele achar… sei  lá que… eu sou louca, ou outra coisa do tipo? É bem provável mesmo. –  A jovem susurra  com os olhos fechados.  -  Juju olha para a sacristia e sorri.  Imaginar que Gabriel poderia estar lá, a fazia querer entrar e revelar tudo o que sentia. Falar que o amava, que não o deixava de pensar nem por um segundo sequer… mas naquele momento o medo falava mais alto que seus sentimentos.

- Eu não vou conseguir, eu vou parecer uma louca lá dentro, ele não iria entender. Me perdoa Gabriel, mas… mas eu não posso… - A jovem fala já desistindo de entrar dentro da sacristia e se virando para ir embora. Só que quando dá alguns passos para sair de lá, sem olhar para a frente, Juju acaba esbarrando em algo ou melhor algúem.

- Pa… padre Gabriel?

- Juju, mas que surpresa boa. Você quase nunca comparece as missas. Mas o que devo a sua visita?  -  O sacerdote fala encarando a jovem que permanecia calada e pálida no local em que estava e sem conseguir pronunciar uma só palavra sequer.

- Eu… Eu…

- Vem, entra comigo… -  Gabriel fala, interrompendo a jovem que respirava com uma certa dificuldade  –  A única coisa que a garota queria era sair de lá correndo, mas seus pés não lhe obedeciam, e quando percebeu  já estava dentro do local juntamente com o moreno.

- Padre eu queria conversar com o senhor, é um assunto particular.

- Sim, claro. Então…você quer se confessar?

- Não é um segredo de confissão padre, pois o que tenho a falar com o senhor não é sobre um pecado meu ou um arrepedimento, mas sim um sobre um assunto sério e íntimo e que venho escondendo já faz algum tempo… - Juliana fala olhando diretamente nos olhos de Gabriel, que estava surpreso com as palavras da garota.

- Pode me falar então, o que você quer me dizer? É sobre algo que está acontecendo com você? Está com algum problema? Você pode desabafar comigo, aqui você tem um amigo. –  Ao ouvir as palavras do sacerdote, a jovem respira fundo.

- Ga… quer dizer Padre Gabriel, eu queria te dizer que… eu… - Fala a mesma sem encontrar as palavras para dizer o que queria.

- Você…

- Eu… Eu… - Juliana não consegue terminar de falar. A garota simplesmente sai correndo de dentro da sacristia, deixando o sacerdote surpreso e sem entender nada.

 

A garota relembra o dia do acontencimento e se culpa. Naquele dia poderia ter se declarado á Gabriel e contado á ele sobre seus sentimentos em relação á ele, mas o medo a impediu e a única saída naquele momento era fugir.

Com seus pensamentos em Gabriel, Juju acaba adormecendo, mas algo a acorda, o barulho do despertador. Já era 06.00h da manhã, o dia já tinha amanhecido. A garota tivera pensado no padre a noite intera e não tinha conseguido dormir. – Que droga! Despertador chato – A mesma fala frustada e se levanta para se arrumar, já que ainda teria que ir para a escola.

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  Já na casa dos Lários acontecia a mesma coisa. Gabriel não tivera conseguido pregar os olhos durante toda a noite, seus pensamentos estavam totalmente direcionados a uma certa menina, doce, meiga, carinhosa, que de uma certa forma havia conseguido conquistar o coração do sacerdote. O padre estava apaixonado por Juju, e como a mesma, também não estava conseguindo esconder isso ou negar o que sentia. A amava de uma certa forma de que nunca havia imaginado ou sentido algo assim por outra pessoa. Certo, já tinha tido alguns relacionamentos antes de se tornar padre, mas jamais amou alguém verdadeiramente e com Juliana era diferente, sempre que a via sentia algo diferente pelo seu corpo. Lembrava perfeitamente do dia que tinha a conhecido, foi no casamento de Estefânia, sua prima, e de Vitor. A menina trajava um lindo vestido azul e estava com o cabelo impecável. Estava incrivelmente linda, era como se naquele dia tivesse visto um anjo, um anjo doce e meigo mas que despertou desejos intensos no Padre, desejos esses, que o moreno evitou, como pode, senti-los, mas que não deu certo, e os mesmos, com o tempo foram se transformando em algo muito mais forte fazendo com que o sacerdote se apaixonasse intensamente pela jovem. Mas era um amor proibido, um amor forte, mas proibido, pois Gabriel era Padre, e enquanto fosse um teria que seguir os critérios estabelecidos pela sua ocupação, por isso, não poderia, de forma alguma, viver uma relação com alguém, principalmente com Juliana, sendo apenas uma adolescente.

  Fechando, os olhos, o sacerdote sorri abertamente ao lembrar de Juliana. O pároco lembra de um acontecimento que havia acontecido entre eles a uns dias atrás,um momento ruim, mas que de certa forma serviu para aproximá-los ainda mais.

 

  Gabriel estava indo de carro para o colégio de doce Horizonte para conversar com a Madre Superiora sobre um assunto relacionado as meninas que estudavam na escola. A rua estava bastante movimentada naquele dia e com bastante trânsito o que fez com que Gabriel se atrasa-se para ir a reunião com a Madre, pois o sinal estava fechado e havia um amotoado de carros ao seu redor impedindo a sua passagem por um bom tempo.

  Perto de lá Juliana estava distraída andando na rua movimentada acompanhada de suas amigas, Babi e Ana, e usando seu fone de ouvido, o que já é bastante perigoso. Ao atravessar a rua, a garota não olha para os dois lados e não percebe quando um carro vem em alta velocidade a sua frente, batendo em sí logo em seguida, fazendo a jovem cair no chão por causa do impacto. Logo várias pessoas estavam ao seu redor para ajudá-la. Gabriel, que estava dentro do carro, estranha o comportamento das pessoas, que estavam passando de um lado pra outro em meio ao trânsito, pois ainda não tinha percebido que tivera ocorrido um acidente no outro lado da rua. Então o moreno sai do seu carro para verificar o que tinha ocorrido naquele local.

– Com licença, por favor, com licença. – Fala o padre tentando passar por aquelas pessoas que estavam no meio do ocorrido, apenas atrapalhando a passagem dos outros carros. Ao conseguir sair do amontoado de gente, Gabriel começa a entender o que tivera acontecido e ao ver Juju no chão se assusta. A garota estava com os braços envolta da perna direita que estava sangrando muito e claro estava chorando de dor.

- Juju, você esta bem menina? O que houve?

- Ela se distraiu quando passou na rua, não olhou para os dois lados e acabou sendo atropelada, padre. – Fala uma de suas amigas.

- Ai padre... A minha perna tá…tá doendo muito, por favor me leva daqui pra… casa, por favor… - A menina fala choramingando.

  Gabriel prontamente pega a garota em seus braços, e a leva para dentro do seu carro, em destino ao hospital que havia perto de lá.

  O engarrafamento já havia diminuído e já dava pra passar tranquilamente. -  Juju, da próxima vez você precisa ter cuidado ao atravessar a rua, olhar para os dois lados e claro não usar o celular no meio da rua garota, isso é muito perigoso, poderia ter sido ainda mais  pior.

- Agora eu sei disso, padre, mas por favor me leva daqui, eu preciso voltar pra casa, minha mãe deve estar muito preocupada comigo agora.

- Eu vou te levar sim, mas não pra casa, você vai pro hospital, sua perna ainda está muito machucada e precisamos saber se você não quebrou nada.  –  Diz o sacerdote ainda preocupada com a jovem.

- Mas…

- Nada de “mas” Juliana Almeida, o padre tem razão, você precisa tratar dessa sua perna aí, amiga, ou senão vai ficar pior. – Fala Babi que também se encontrava dentro do carro.

. Juju não responde nada. Estava sentindo muita dor para reclamar.

 

  Desde esse dia a relação entre Juju e Gabriel havia mudado consideravelmente, o moreno passou a visitar a jovem constantemente e uma grande amizade surgiu entre os dois e ambos, com o tempo, foram sentindo algo a mais que um simples carinho ou afeto de amigo.

- Ai meu São José, eu te imploro, me ajuda a controlar o que eu estou sentindo, por favor, eu não aguento mais sentir isso, eu a quero, a quero muito… mas não posso, é errado, é um pecado gravíssimo, e eu já não sei mais o que fazer comigo.

 

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  A tarde passa rápido e com o intuito de se distrair e afastar juliana de seus pensamentos, Gabriel decide sair de casa. O padre vai para a Doce Horizonte a fim de resolver algumas questões referentes a Igreja.

  Ao entrar dentro do local, Gabriel percebe, de longe, a prescença de alguém que estava sentada em um dos bancos da paróquia. Não dava para saber de quem se tratava, a final pessoa se encontava de costas, mas parecia alguém familiar.

- Olá, pois não, o que deseja? Quer se confessar?

  Ao ouvir a voz do padre a pessoa vira seu olhar em direção ao do mesmo, deixando o moreno surpreso e ao mesmo tempo feliz. Era Juliana. Estava linda como sempre. A jovem usava uma calça Jeans rasgada nos joelhos, comum de qualquer adolescente, e uma blusa vermelha que a deixava incrivelmente “sexy”.

- Oi padre. Não… eu não vim aqui para me confessar, eu vim…eu vim aqui para dizer o que eu sempre quis falar, o que sempre esteve intalado na minha garganta. E dessa vez… o medo não vai me impedir. - Gabriel não falava nada, apenas a encarava intensamente, temendo o que poderia sair da boca da garota.

- Eu te amo Gabriel.


Notas Finais


Gostaram do capítulo?
Gabriel e Juliana se encontram em um impasse. Ambos gostam um do outro, mas nenhum deles consegue revelar isso...
Mas Juju foi rápida e logo se declarou para o padre.
E aí o que pode acontecer? Qual será a reação dele?
Espero vocês no próximo capítulo
Até logo!


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