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História Dangerous Love! - Drarry - Capítulo 6


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Notas do Autor


Então meus doces, e lá vem eu atualizando vocês kkkkk, eu fui rápida, né? ❤️💚💙💛
Esse capítulo é tudo que rolou quando o Harry embarcou na estação de King Cross, espero muito que gostem!
Boa Leitura!♡

Capítulo 6 - Chapter Six.


Fanfic / Fanfiction Dangerous Love! - Drarry - Capítulo 6 - Chapter Six.

Capítulo Seis 


O Expresso de Hogwarts havia chegado a estação King Cross, na plataforma 9/3,4. O trio de ouro atravessa a parede Magica, e logo avista os Weasley, Alastor Moody e Ninfadora Thonks os esperando, e logo atrás bem distantes estavam os Dursley. Um sorriso irradia os lábios do moreno, e ele vai abraçar o grande grupo que estava os esperando.

- Harry querido, se acontecer alguma coisa na casa dos seus tios não hesite em nos avisar, tá certo? - Fala a Sra. Weasley, abraçando o moreno com força e beijando suas bochechas.

- Harry você precisa convencer a sua família trouxa a ir conosco a um esconderijo, quando transferimos você, eles correm perigo, quando o feitiço de sua mãe se desfizer ao você completar dezessete anos, aquela casa não será mais segura, e Voldemort pode fazer mal a eles caso eles fiquem. - Fala o Sr. Weasley e Harry assente pensando em como convencer a seus tios de saírem da própria casa, e serem levados para um esconderijo com bruxos.

Harry ver a cara de seu tio, o homem o olhava ameaçadoramente. E um arrepio prepasa todo seu corpo. Ele se despedi de Ron e Hermione, e segue em direção aos Dursley.

Sem muita cerimônia, Harry, seus tios e Duda vão para o carro, e se dirigem para Little Whinging, Rua dos alfineiros, Número 4.

Chegando na casa, por ordem de seus tios, harry se tranca dentro do quarto. Ele sairia na hora da janta, e o resto do dia devia ficar preso pelas quatro paredes do seu quarto, o moreno não questionou, era melhor ficar preso, do que ficar ouvindo as baboseiras e reclamações de seu tio.

Harry então começa a desfarzer o malão, precisava passar o tempo fazendo algo de útil pelo menos. Ele retira a Firebolt, e depois suas roupas, coloca a gaiola de edwiges em cima da cômoda e ao mexer em volta do malão procurando um certo livro, o moreno acaba se cortando.

- Droga! Como eu sou imbecil. - Xingava Harry segurando a mão ensanguentada, o moreno procura o kit de primeiros socorros trouxa que sua tia o havia dado para guardar no armarinho de medicamentos da cozinha, mas o garoto achou melhor esconde-lo no quarto, caso ele fosse uma mula como agora e acabasse se ferindo.

O garoto faz o curativo, e pega o pedaço de vidro de dentro do malão, era a metade do espelho que Sirius o havia dado no quinto ano para poderem se comunicar. Harry lembrava de quando seu padrinho foi quase morto por Bellatriz Lenstragem, ele havia usado o espelho quando voltou a hogwarts para saber se o padrinho estava realmente bem.

- Harry, Harry, Harry. -  O moreno se assustou com uma voz incrivelmente familiar o chamando.

- Sirius?... Aconteceu alguma coisa? Alguém morreu? Vamos Sirius fale. - Perguntava harry desesperado olhando pro Espelho, esperando uma resposta do padrinho.

- Se acalme Harry, estão todos bem! Eu só queria saber como você está... - Começou Sirius tentando tranquilizar o moreno. E harry suspirou aliviado. - não conte para Molly por favor, ela surtaria. Minha prima tem um comportamento muito exagerado sobre as coisas se quer saber, não entendo como ela se casou com o Arthur, faz um par muito mais compreensivo com Olho-Tonto. - Dizia Sirius meio destabano, mas fez Harry rir com vontade. - Mas então harry, está tudo bem aí? Olha se não estiver você pode me contar, o.k? E se os idiotas dos seus tios, ou do seu primo tiver feito algo com você eu juro que não me importo em voltar para Askaban, só pra ter o prazer de dar uma boa lição neles.

- Não Sirius! Você não iria fazer nada com eles, eu não quero perder minha única família novamente, eu já perdi meus pais, e quase perdi você, não faça nada que resulte na sua volta para Askaban, ouviu bem? - Disse harry com firmeza, Sirius é muito teimoso, e acha que ainda é um adolescente que tem que viver altas aventuras, e se colocar em qualquer perigo. Isso deve ser o resultado de passar Doze anos preso com criaturas demoníacas como os Dementadores.

- Me desculpe Harry, eu só me preocupo muito com você. - Respondeu Sirius e harry sorriu alegremente, era bom saber que existia uma pessoa, sem ser seus amigos, que se importava com ele, não por ele ser o Eleito, O-menino-que-sobreviveu, e quantos outros títulos mais.

- Obrigado Sirius, mas eu estou muito bem! Agora eu preciso que você se cuide, enquanto eu tiver você, tudo vai ficar bem. - Falou Harry, e Sirius Começou a chorar emocionado. Realmente ficar preso dentro de uma casa, sem poder sair, interagir, se sentir útil estava deixando o emocional de Sirius muito abalado. 

- Ah harry, você é muito importante pra mim! Mas agora eu tenho que ir, reunião da ordem, você sabe. Tchau Harry. - Fala Sirius secando as lágrimas, e o moreno assente, e Sirius desaparece do espelho.

Com o humor muito revigorado harry volta ao seu "trabalho", retirando tudo que faltava do malão, o moreno encontra o livro que estava procurando, no ano letivo anterior, quando harry estava em uma de suas "aulas" sobre a vida de Voldemort, dumblendore o entregou um livro.

FLASHBACK ON

- Professor, o porque exatamente estamos vendo o passado de Voldemort? - Pergunta harry bastante curioso, Dumblendore não o havia dito ainda o porque daquilo tudo. E o Diretor encara harry, com seus olhos azuis, e seu oclinho de meia-lua.

- Ah Harry, o melhor meio de se derrotar um inimigo, é conhecendo suas fraquezas, seus defeitos e seus possíveis erros. Analisando a trajetória de Voldemort até o que ele é hoje, pode nos dar muitas respostas. - Responde dumblendore sabiamente.

- Mas senhor, não acho que a infância dele possa nos ser útil, sabe ele era só uma criança, não o monstro que se tornou. 

- Discordo harry, Voldemort nunca foi uma criança comum, você pôde perceber isso pela lembrança. Ele tinha algo que me intrigava, desde pequeno ele tinha o prazer em torturar, em dominar, e também em matar. A diretora do orfanato como você viu, ela era muito calculista em relação a Tom. E se você prestou atenção, ele tinha um fascínio em guardar algum objeto como troféu, ele fez isso com os brinquedos que roubou de outras crianças. Todas essas informações harry é de muita importância.

- Entendo, então o senhor supõe que Voldemort esteja guardando alguma espécie de objeto como troféu, e que certamente poderia causar a sua ruína? - Indagava harry pensativo.

- Exato harry, mas eu não tenho certeza, então mais suposições podemos tirar na nossa próxima aula. - Então harry se levantou, e seguio para a porta de mármore, mas a voz do diretor o fez parar. - Oh harry, que cabeça a minha, eu ia me esquecendo de lhe entregar isto. - Então dumblendore estende um livro para o moreno. - Perdoe esse pobre velho, estou no auge de minha velhice, já esquecendo das coisas. - Falou dumblendore e deu uma risadinha. Harry então abriu o livro, mas não havia nada nele, só folhas em branco.

- Professor, ele não tem nada, está vazio! - Falou harry mostrando as páginas em braco para o diretor.

- Harry, uma história em branco pode ter os mais obscuros segredos. Tchau harry. - Disse o Professor, e se virou para sentar em sua mesa, e pegou um pergaminho e começou a ler. O moreno ficou lá parado por mais alguns segundos, e se retirou.

FLASHBACK OF


Harry olhou o livro pela milésima vez, não havia nada nele, nem de quem pertencia. A capa era negra e desgastada, e as bordas tinha algumas rasuras, harry não contou ainda do livro a Ron né a Hermione, o motivo nem o moreno sabia. Tinha algo nesse livro que deixava harry intrigado, ele parecia com o diário de "Tom Ridlle" A primeira Horcrux de Voldemort a ser morta.

Harry já não se aguentava de curiosidade com esse livro, ele até tentou fazer a mesma coisa que fez com o diário para reviver a primeira vez que a câmera secreta foi aberta,mas foi inútil, o moreno bufou frustado e colocou o livro de volta do malão, junto com o Espelho.

Harry nem havia percebido que já anoiteceu, então terminando de organizar tudo o moreno desceu as escadas da casa dos tios. Quando já estava no último degrau seu tio gritou.

- Venha logo moleque, se não você vai ficar sem comer, não que eu me importe, por mim você pode morrer de fome. - Berrava Valter, e harry revirou os olhos. Chegando na cozinha, harry pegou seu prato e colocou um pouco de comida e se juntou aos Dursley. O moreno ainda pensava em como convencer os tios a irem para o esconderijo, mas tinha que convencer-los o quanto antes.

- Hum tio, tia e Duda preciso falar uma coisa com vocês. - Começou Harry meio acanhado, e respirou fundo, o rosto de seu tio já estava se contorcendo e ele mal havia começado.

- Desenbucha moleque, não temos todo tempo do mundo. - Disse Valter.

- Pessoas da ordem da Fênix, que é um grupo de resistência a ascenção do homem que matou os meus pais, vão vir aqui, e levar vocês para um esconderijo seguro, caso Voldemort queira os matar. - Harry falou de uma vez, e esperou a reação de seus tios, os três ficaram estáticos, sem falar nada, até que Valter recobra os sentidos.

- E você acha que a gente irá sair daqui, para sermos "protegidos", sei lá onde, por gente da sua laia? - Fala Valter com sua cara gorducha começando a ficar vermelha de raiva.

- Se o senhor prefere morrer, e deixar a tia e o Duda morrer também só porque não quer ser ajudado por gente da minha "laia", então vá em frente pra um  possível suicídio.

- Ora sua aberração! - Valter Explodiu de vez, e o moreno o olhou com um sorriso sarcástico. Até que harry ver uma criatura de tamanho médio, segurando a ripa da porta da cozinha.

- Não estou com fome, pense bem na proposta da ordem tio, tchau e boa noite. - Então harry saiu apresado da mesa, e foi até a criatura. E a levou para o quarto.

-  A quem você serve, e o que está fazendo aqui? - Indaga harry olhando para elfa doméstica em sua frente.

- Eu me chamo Hebber senhor, o senhor Draco Malfoy me ordenou que descobrisse onde harry Potter mora senhor. - Respondeu Hebber e Harry Franziu o Cenho.

- Draco? O que ele quer? Esse imbecil é completamente louco, não sabe o risco em volta. - Falava harry mais com si, do que com a elfa.

Hebber só ficou ali parede em frente a harry, e o moreno pegou o galeão falso do bolso e enviou uma mensagem para Draco. Logo em seguida o loiro respondeu, Harry ficou receoso, Draco tinha alguma coisa importante pra falar, mas não podia ser pelo galeão e nem por cartas. Então harry descide que é melhor eles se verem no parque perto da casa dos Dursley. Se os tios verem Draco dentro da casa dele, com certeza iriam surtar, e as chances de aceitar a ajuda da ordem seria de zero.

- Hebber avise Draco a minha localização, o.k?  Little Whinging, Rua dos alfineiros, número 4. Ah Hebber, o diga que é para vim de quatro horas da tarde - A elfa assentiu e desaparatou.

Harry se deitou na cama, bagunçado os cabelos, o moreno estava nervoso e feliz ao mesmo tempo. Nervoso por essa ideia de se encontrar com draco é muito perigoso, e feliz porque vai reencontrar o loiro. Harry Potter está uma confusão de sentimentos.

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E faltava só faltava dez minutos para quando horas, harry saio apressado da casa dos tios, sobre a capa da invisibilidade, nenhum vacilo poderia ser tolerado.

Ao chegar aí parquinho, não havia ninguém lá, então harry resolveu se sentar no balanço e esperar. Depois de mais alguns minutos, Harry percebeu um movimento estranho, então os cabelos loiros de draco foi visto. O loiro olhou em volta, e não viu absolutamente ninguém. 

Harry cuidadosamente saio do balanço e foi caminhando até draco devagar, ainda invisível. O moreno pegou no pulso do garoto, e o mesmo se assustou pegando a varinha, então Harry despiu-se da capa, e sorriu achando graça da cara de draco.

- Isso não teve graça Potter. - Reclamou o loiro com o coração acelerado por causa do susto.

- Ah draco, teve sim! Não seja tão mau humorado. - Respondeu harry sorrindo.

- Só porque não foi você! Mas chega de graça, eu tenho algo importante pra falar. - Disse Draco, e harry o encarou apreensivo. E o Loiro continuou. - Voldemort sabe do dia da sua transferência, você não pode ir nesse dia!

- Mas como ele sabe? Só a ordem tem essa informação. - Indaga harry intrigado.

- Então vocês tem um traídor, meu padrinho quem contou a Voldemort a data.

- A gente não tem nenhum traídor Draco! Eu não sei como Snape conseguir essa informação, mas não foi ninguém da ordem.- Fala harry com veemência, ele não iria duvidar de seus companheiros, isso não!

- Ah harry, você as vezes é tão inocente, tenho medo que essa sua confiança mútua nas pessoas possa te levar a morte. Por favor, tome mais cuidado, sim? - Disse Draco muito apreensivo, Harry é um anjo de pessoa, é a bondade em pessoa, e draco sabe que muita gente se aproveita disso.

- Draco não quero brigar com você, mas acho que me conhece o suficiente para saber que eu não vou mudar de ideia.

- Sim harry, e como eu conheço, vivi na pele sua teimosia quando éramos "Rivais". - Disse Draco e harry ficou mais leve, então o loiro o abraça fortemente. - Eu estava com saudades de você. 

- Eu também draco, eu também... - Disse harry apertando o loiro mais fortemente.  Harry simplismente não entendia como conseguia se sentir tão seguro estando com draco por perto, era uma sensação de proteção.

- Quem é esse harry? Seu namorado? Você já esqueceu o tal do Cedrico tão rápido assim. - Dizia Duda com um sorriso sarcástico, o garoto ainda não estava completamente recuperado do ataque dos Dementadores há dois anos atrás, mas neste momento ele parecia outra pessoa, tinha algo em seus olhos que harry estranhou, mas resolveu ignorar.

- Cedrico? Cedrico Diggory? Você já namorou o Cedrico Diggory harry? - Pergunta Draco olhando pro moreno com o cenho franzido, o outro só consegui negar freneticamente. - Quem é você garoto? - Pergunta Draco olhando Duda.

- Sou Duda, não que eu te deva satisfação, eu sou o primo dele. - Fala Duda olhando pra harry e draco.

- Então Duda acho melhor você sair daqui, eu estou tentando ser o mais calmo possível, se você me estressar mais creio que teremos um problema pra explicar o seus pais o porque de você está muito machucado. - Disse Draco com a voz mais calma que pode, já pegando a varinha do bolso.

- Owwt que lindo, você está defendendo essa aberração, bem que meu pai disse, você sempre consegue ser mais podre do que já é né harry. - Falou Duda com sacarmos e raiva, então Draco perdeu o resto do controle, e a magia dele se descontrolou, sem ao menos ele lançar  um feitiço, tudo ficou escuro e sombrio, e Duda correu o mais rápido que pode.

- D-Draco  o que você fez? - Pergunta harry aterrorizado do que aconteceu.

- Eu, eu não sei harry, eu nem usei minha varinha, ou algum feitiço. - Respondeu Draco olhando pras mãos fascinado.

- Ok, Isso foi muito estranho. Mas acho que não teremos resposta. - Disse harry olhando o quão aterrorizante ali estava. - Draco você tem que ir embora, você já se arriscou demais, obrigado por informar que Voldemort já sabe da minha transferência. Mas vá agora!

- Harry por que o seu primo acha que o Cedrico Diggory é seu namorado? - Pergunta Draco curioso, ele não podia ir embora sem descobrir o porque daquele desvairado pensar em um absurdo como esse.

- Bem... É que quando o Voldemort quase matou o Cedrico na minha frente, eu fiquei muito traumatizado, então quase todas as noites eu tenho pesadelos de que o Voldemort conseguiu matar-lo por minha culpa. - Responde harry bem desconfortável de contar uma coisa tão "íntima" dele pra alguém.

-Oh... Desculpa harry, eu sei que você ainda se senti culpado pela quase morte do Diggory. - Draco percebe o desconforto do outro e logo se apressa em não deixar o moreno chateado.

- Não tem problema Draco, agora você tem que ir! Ande logo. - Respondeu harry, e deu um pequeno sorriso pro loiro.

- Eu vou harry mais antes... - Então o loiro puxa harry e o beija, o garoto tenta lutar contra, bem ele nem sabe como chegou neste ponto, e ele também nem sabia direito o que senti em relação ao loiro, é tudo muito confuso, mas a sensação da boca quente de Draco na dele o deixa intorpecido, mas é loucura tá fazendo isso no meio da rua, então com muito esforço harry consegui se soltar.

- Draco, aqui não! Olha você tem que voltar agora. Se algum trouxa nós ver assim, e se for uma das minhas vizinhas fofoqueiras e contar para meu tio ferrou. Draco os trouxas não vêem um relacionamento Homossexual com bons olhos, entendeu?

- Mas de qualquer forma não é amor? Sendo do mesmo sexo ou não? - Indaga Draco completamente confuso.

- Sim Draco, é amor! Mas os trouxas acham errado, por causa da religião que eu nunca consegui compreender deles.

- Os trouxas são criaturas estranhas demais. Aonde já se viu achar amor errado? Mas o.k, eu já estou indo harry, tchau e cuidado com esse seu primo. 

Então Draco aparata de volta para mansão Malfoy, harry caminha lentamente de volta para os Dursley, o dia foi longo. Usando a capa da invisibilidade, harry adentra a casa e sobe o mais silencioso e rápido possível. 

Com certeza tio Valter vai gritar meu nome em exatos cinco segundos. Pensa harry, e não deu outra.

- HARRY, VENHA AQUI AGORA MOLEQUE. - O moreno suspirou revirando os olhos, e lentamente desceu as escadas. Ele estava pronto para enfrentar o que fosse, até seu tio desmiolado.


Notas Finais


Olá meus doces, então gostaram?💚
Bom eu queria saber as suposições de vocês do que se trata o livro que Dumblendore deu pra harry. Estou curiosa kkkk.

E sim BBS, o Cedrico não morreu, ele quase morreu, foi quase.
Se isso é bom ou ruim não sabemos, né? 🙃💚

Um beijo pra vocês, e tchau, não me dêem vácuo por favor! ❤️💚💙💛


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