1. Spirit Fanfics >
  2. Dangerous Love! - Drarry >
  3. Chapter Seven.

História Dangerous Love! - Drarry - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Oiii meus doces, estou aqui atualizando vocês.
Espero que gostem do capítulo. E respeitem a quarentena, nada de sair de casa, ok? Bom era isso kkk.
Boa Leitura! ❤️💚💙💛

Capítulo 7 - Chapter Seven.


Fanfic / Fanfiction Dangerous Love! - Drarry - Capítulo 7 - Chapter Seven.

Capítulo Sete

- HARRY VENHA AQUI MOLEQUE. - O moreno suspirou revirando os olhos, e lentamente desceu as escadas. ele estava pronto para enfrentar o que fosse, até o seu tio desmiolado.

__________________________________________________________________________

Ao descer as escadas da casa dos Dursley, harry encontra um grande número de pessoas. Estava lá: Dédalo Diggle, Héstia Jones, Alastor Moody, Ninfadora Thonks, Ron Weasley, Hermione Granger, Fred e Jorge Weasley, Arthur Weasley, Gui Weasley, Mundungo Fletcher, Rúbeo Hagrid, Remo lupin, Kingsley Shacklebolt e um cara que harry nunca havia visto na vida.  

Duda estava com os olhos opacos, harry estranha a forma que o primo estava, pois algumas horas atrás ele estava perfeitamente bem.

- Venha aqui moleque! - Rosna Valter para harry. E quando o moreno se aproxima ele continua. - Pode colocar essa gentinha pra fora da minha casa, AGORA! - Fala Valter e deixa harry irritado.

- Essa "Gentinha" é que vão salvar a vida de vocês. Se o senhor aceitar a ajuda da ordem, é claro. - Responde Harry de forma ácida, olhando com repugnância pro tio.

- Harry precisa de ajuda? - Indaga Remo olhando profundamente nós olhos de Valter.

- Não se preocupe professor, deixe que com meu tio eu consigo me entender. - Fala harry, e Remo assente.

- Pelo que você, e essa gente da sua laia diz, eu, petúnia e Duda corremos perigo. - Começa Válter, e harry faz menção de responder, mas o tio do garoto prossegue. - Mas eu não acredito! Acho que isso tudo é uma armação para vocês ficarem com a casa.

- A gente ficar com a casa, quê casa? - Indaga o Sr. Weasley completamente confuso.

- Ele está falando dessa casa Senhor Weasley. - Harry Responde a Pergunta do homem e se vira pro tio. - Sério? O senhor enlouqueceu? Uma armação pra ficar com essa casa, o senhor é tão retardado quanto tá parecendo ser? - Fala Harry completamente irritado com a insinuação do tio.

- Como você ousa? - Guinchou petúnia, mas foi ignorada por todos.

- Caso o senhor tenha esquecido, eu já tenho uma casa, meu padrinho me  deu, e pós em seu testamento. Então pra quer eu vou querer essa casa, pelas boas lembranças que tenho daqui? - Responde Harry sarcástico olhando prós tios.

- Não me olhe com essa cara moleque! - Berra Válter, e o moreno abre um sorriso maior. - Ora seu... - Válter faz menção de bater no moreno, mas harry não se abala.

- Como você se atreve a levantar a mão pro ELeito? - Esbraveja o homem que harry não conhecia, então Remo coloca a mão no ombro do homem para acalma-lo. - Remo isso é um absurdo! Como Dumblendore pôde deixar esse garoto com esse trouxa lunático e sem escrúpulos? - Pergunta o homem totalmente enraivecido.

Duda que estava no canto da sala vendo toda discussão, então com muita hesitação, ele ergue o braço.

- H-Harry, T-Tem mais daqueles? - Pergunta Duda, aparentando estar muito assustado.

- Mais? - harry rir debochado. - Você quer dizer mais dos dois que nos atacaram? Claro que tem, tem centenas, talvez milhares a essa altura, uma vez que eles se alimentam do medo e desespero. 

- O.k, O.k você me convenceu. - Fala Valter completamente atordoado.

- Espero que o senhor esteja falando a verdade, pois assim que eu completar dezessete anos, os comensais da morte, Dementadores e até inferius poderão encontrar e matar vocês, e os três sabem que não têm a mínima chance contra bruxos. - Fala harry, e percebe Duda estremecer.

- E o meu trabalho, a escola do Duda? Isso vocês, a grande tal da "ordem" não se importam, né? - Indaga Valter irritado, apontando o dedo prós presentes na sala.

- O Senhor não entende? Eles torturarão e matarão vocês como fizeram com os meus pais! - Afirma harry com o resto da paciência esgotada.

- Pai... Pai eu acho que vou com esse pessoal da ordem. - Diz Duda com a voz alta, mas transparecendo todo o tremor que o garoto está sentindo.

- Duda, pela primeira vez na vida você está demonstrando bom-senso. -Comenta harry sorrindo, ele sabia que a discussão iria parar ali, se o Duda decidiu ir, todos os Dursley daquela casa iriam, eles não deixariam seu "pequeno" e Precioso filho sozinho.

- Então vamos? - Indaga Dédalo com o cenho franzido, e harry olha pro tio. Valter fica alguns segundos parado, então ele dá com um longo suspiro, e uma passada de mão no cabelo nervosamente.

- Vamos! - Então petúnia vai até o antigo "quarto" de Harry, o armário de vassouras, e retira de lá algumas malas. Dédalo aponta a varinha para as malas e lança o feitiço " Reduccio" e as malas encolhem.

- O que você fez com as nossas malas? Faça elas voltar ao tamanho normal, agora! - Valter olha irritado pro homem, e petúnia e Duda ficam apavorados.

- Como acha que nós cinco vamos caber naquela lata-velha que você chama de transporte? - Indaga Dédalo, apontando prós três Dursley, para Héstia e para si próprio.

- O.k, o.k vamos logo! - Fala Valter, encerrando a discussão. Então os dos bruxos pegam as malas diminuídas e as levam para o carro, Valter e petúnia os seguem, segundo um murmuro que harry escutou do tio, " Até parece que eu vou deixar esses dois sozinhos com nossos pertences." Era o medo de serem assaltados. Mas Duda continuou na sala, encarando harry, o moreno e todos os outros presentes franziram o cenho.

- Eu não entendo. - Fala Duda de repente. 

- O que você não entende Duda? - Pergunta harry revirando os olhos.

- Por que você não vai com a gente? - Indaga o garoto.

- É... Porque eu não quero? - Diz harry como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

- Mas...

- Ah qual é Duda? Você nunca gostou de mim, por que se importa pra onde eu vou? - Pergunta harry completamente irritado e curioso com a atitude do primo. - Você hoje de tarde mesmo estava me zoando na droga daquele parque. - Fala harry irritado, ocultando draco, e depois de dizer sobre o parque, ele percebi a merda que fez, Agora a ordem sabe que ele não obedeceu e saiu de casa.

- Eu estava te zoando no parque? Mas eu não sai de casa, bom eu só lembro de chegar na porta da frente, e minha cabeça ficar tudo escuro, e depois entrar pra dentro de casa de novo. - Disse Duda confuso com o que harry falou. O moreno até duvidou do primo, mas a expressão do garoto era tão convicente que harry pensou que: " Ou seria verdade, ou o primo é um grande ator." Então harry continuou pensando, " Mas o que então aconteceu? Duda realmente me zuou  no parque, por eu está com o Draco, seria possível alguém ter lançado uma maldição imperius nele? Creio que não! Mas... Como?

- Duda como você se sentiu quando tudo ficou escuro na sua cabeça? - Indaga harry intrigado.

- Eu... Eu sentir que o meu corpo não era mais meu, sentir meu cérebro parar de funcionar, e meus olhos ficaram escuros, e depois tudo voltou ao normal, como uma passe de... Mágica. - Retrata Duda o que sentiu, e harry fica mais cismado, "quem poderia ter lançado uma maldição imperius em Duda? E por quê?"- Harry, você acha que foi aquelas criaturas que tentaram me matar? - Pergunta Duda nervoso, e com as mãos suando. 

- Não Duda... Não foi Dementadores. - Responde o moreno lentamente. O rosto de Duda fica mais aliviado, então ele estende a mão gorducha pra harry.

- Nossa... Os Dementadores realmente mudaram a sua personalidade de um valentão babaca. - Fala harry surpreso com o gesto, igualmente os seus tios que agora analisava a cena da porta. Duda sorrir pro moreno, e vai em direção aos pais.

- Até mais harry. - Duda se despede, e ele e os pais vão em direção ao carro, para irem pro esconderijo.

- O que acabou de acontecer? - Indaga Ron com os olhos arregalados. - Ele realmente se despediu de você, nossa.

- Sim, é muito surreal essa atitude dele. - Fala harry ainda surpreso.

- E é muito surreal, mesmo que a gente tenha te alertando, você ainda ter saído dos domínios dessa casa. - Fala Alastor irritado com a imaturidade das ações de harry. Antes que o moreno pudesse inventar uma mentira para justificar a sua saída, o cara que ele não conhecia fala.

- Olá harry Potter, eu me chamo Jack Sascker, sou Auror estadunidense, o ministério da magia dos estados unidos, agradece por você está lutando pró-Mundo mágico. - O homem se apresenta, e harry aperta sua mão, o agradecendo mentalmente pela interrupção.

- O prazer é meu Sr. Sascker. - o moreno sorrir, e o homem faz o mesmo, um pouco desengonçado.

- Ele era um grande amigo de Dumblendore, e também um grande companheiro de trabalho meu. - Fala Olho-Tonto sorrindo, estranhamente por causa das grandes cicatriz em seu rosto. Então Moddy pega uma grande sacola, que harry não havia visto, e coloca em cima da mesa.

- Garoto houve uma mudança de plano, achamos melhor fazer seis pessoas se transformarem em você, para se ocorrer de comensais nos perseguir que eles não saibam qual é o verdeiro "Harry Potter". - Disse Olho-Tonto.

- Mas uma dessas seis pessoas poderão ser pegas em meu lugar, eu não vou deixar ninguém morrer por mim! - Fala harry indignado com o plano.

- Não seja idiota moleque, não está vendo que eles só se importam que você esteja vivo, nós somos substituíveis, mas  " o-menino-que-sobreviveu" não! - Resmunga Mundungo claramente com raiva.

- Deixe de falação Potter, o tempo está correndo, me dê logo seis fios de cabelo. - Fala Moddy irritado, e o moreno de má vontade entrega os fios. 

- Harry vá buscar suas coisas, sim? Já estão prontas lá em cima? - Indaga Remo com uma expressão triste, desde que o homem havia chegado ele estava claramente triste e incomodado com algo. O moreno só assente, e sobe as escadas rapidamente.

Ele pega a mochila com as roupas e tudo, a gaiola de edwiges, a Firebolt, a capa da invisibilidade e o mapa do maroto e coloca dentro da mochila, dá uma última olhada no livro que Dumblendore o deu e coloca também na mochila, junto do Espelho de Sirius, e desce as escadas apresado.

Ao chegar no andar de baixo, o moreno tem um grande susto, haviam vários Harry's pela sala. O moreno achou aquela cena completamente bizarra, e ouviu o que parecia Fred e Jorge falarem em uníssono " Eu estou lindo, pena que um pouco magricela, e baixo.

- Isso é loucura! - Exclama harry olhando prós amigos iguais a ele. Mas ninguém lhe deu atenção.

- Venham aqui, peguem essas roupas, vocês tem que estar iguais ao harry verdadeiro. - Fala o Senhor Weasley. E todos começam a trocar de roupa no meio da sala, harry cora, e todos os amigos transformados acham graça da cena. " Bem mais magro do que parece, precisa comer mais em Harry." Fala Fred rindo do moreno. " Muito mais, né Fred? Olhe essa barriga, dá pra ver as costas desse garoto desnutrido." Completa Jorge.

Harry só queria um buraco pra se enfiar, mas ele sabia que era verdade, ele é um magro que não é normal.

Todos que tomaram a polissuco foi: Ron, Hermione, Fred, Jorge, Thonks  e Mundungo.

- Agora venha, eu vou dividir as duplas. - Olho-Tonto chama a atenção da galera. - Mundungo vem comigo na vassoura, Fred com Arthur também na vassoura,  Kingsley com Hermione em um trestalio, Rony com Sascker na vassoura e Gui com Thonks no trestalio, Remo com Jorge na vassoura, e Hagrid com harry na moto. - Todos assentem, e vão para o quintal da casa, cada um pega o seu "Transporte" e sua dupla. Alastor grita "Em um, dói e três, e todos decolam. Harry estava se sentindo uma criança sentado naquela moto estranha, e naquele sidecar.

A noite estava calma, o vento batia incessante nós rosto de cada um. As estrelas não eram vistas no céu, e a lua estava ocultada pelas nuvens, dando um clima mais sombrio. Harry olhou uma última vez para o número quatro da rua dos alfineiros, e soltou um grande suspiro, finalmente estava livre! Então seus ombros ficaram dormentes por causa da mochila, e as mãos que estava a gaiola de edwiges também. 

Sem ninguém saber, como, eles estavam cercados de no mínimo trinta vultos encapuzados.

Muitos gritos, clarões verdes para todos os lados. Harry se desespera, e Hagrid solta um berro. A moto vira de cabeça pra baixo, e harry se agarra no sidecar, a gaiola com edwiges, a mochila e a vassoura escorregam, mas harry consegue pegar a mochila e edwiges, mas a Firebolt cai longe.

Um clarão verde vem em direção ao moreno e Edwiges se coloca de frente de Harry, e cai na gaiola, a coruja, uma das melhores companhias de Harry, morreu tentando o salvar.

- NÃO EDWIGES, NÃO! - Berra harry, e Hagrid acelera a moto. Agora três comensais da morte os seguem. Vários clarões verdes vem eu sua direção e harry, se vira pra trás e começa a Lançar "Experlliamus" para os comensais, estes desviam dos feitiço do moreno.

Então, sem explicação alguma, um comensal cai da vassoura. Nenhum feitiço de Harry o havia atingido, mas ele caiu. Então o outro comensal, que harry teve a leve impressão de se Snape, muda de alvo, e vai em direção de Jorge e Remo. Agora só havia um comensal os seguindo, mas para o terror de Harry, Voldemort aparece voando, sem nenhuma vassoura trestalio, nada, o bruxo estava simplismente voando.

Hagrid se desespera mais ainda e aperta um botão na moto que a faz ir muito rápido, harry achou ter despistado Voldemort, mas para o seu terror, ele e mais cinco comensais vinham atrás de si. Quando Voldemort chega mais próximo, o Bruxo lança uma maldição imperdoável, a "Avada kedavra", mas a varinha de Harry surpreendentemente lança uma luz dourada, e a varinha em mãos de Voldemort é destruída. Um berro cruciante é ouvido, e então a moto começa a falhar, a moto vai perdendo altitude e Hagrid cai longe, harry lentamente vai caindo da moto, ainda tentando se segurar, mas não funciona. Então um vulto preto, puxa harry, o moreno pega a varinha e murmora " Accio moto de Hagrid" e a moto vem, e o moreno desvencillha da mão que o segurava no ar, e pula na moto.

Harry suspira aliviado, e após voar mais alguns metros, ele acelera e acaba perdendo o controle, por sorte ele avista A'toca, e consegui fazer com que a moto pouse no jardim da casa.

O moreno deita no chão com o coração acelerado, tentando respirar normalmente. Ele estava muito preocupado com os outros, e principalmente com Hagrid que caiu da moto. Então harry escuta alguém o chamando, no meio dos arbustos dos Weasley. Tomado pela curiosidade, harry vai até onde a voz vem.

- Draco? - Indaga harry um pouco alto pelo susto, e o loiro tampa a boca dele. 

- Você quer que todos saibam que eu estou aqui? - Fala draco em um Sussurro irritado, e retira a mão de Harry, depois que o moreno nega com a cabeça.

- Eu estava te seguindo, então o Lord das Trevas apareceu, como você fez aquilo com a sua varinha? - Pergunta Draco aparentando curiosidade.

- Bem... Eu não sei. Ela simplismente fez, e só. Confesso que também fiquei surpreso. - Responde Harry, e Draco da um muxuxo e assenti. - Mas o que você está fazendo aqui? 

- Como eu disse, eu te seguir, então quando Voldemort recuou, e você caiu daquela coisa bizarra - Draco aponta pra moto - Eu te salvei da queda, mas você pegou a moto de novo e foi embora. Fiquei preocupado se aquela coisa pudesse te fazer morrer, então te seguir até aqui. - Fala Draco o mais baixo possível.

- Não devia ter feito isso Draco, mas já que a merda já está feita, é melhor você voltar para o "ataque". - Disse harry. - Ah como você entrou aqui, tem feitiços anti-comensais da morte por todos os lados.

- Se você não se lembre, eu não sou um comensal, e sim um agente duplo. - Responde draco revirando os olhos.

- Ah é verdade. Mas como você soube que aquele era eu. Tinham sete Harry's.

- Ah, eu usei lógica e a sorte, era meio óbvio que você não estaria voando em uma vassoura. Mas as minhas suspeitas confirmaram quando você lançou " Experlliamus" em vez de " Estupefaça". Harry você tem que para de lançar Experlliamus quando a situação não pede, esse já virou a sua marca. E vários comensais sabe disso, e agora, creio eu Voldemort.

- Tomarei mais cuidado, bem, Agora vá...

- Harry você chegou? Mamãe, a moto que ele vinha com o Hagrid está no quintal, mas eu não vejo ninguém. - Berrava Gina para a senhora Weasley, que rapidamente veio correndo ver o que a filha disse.

- Draco, você precisa ir! - Harry Sussurrou, e o Loiro assentiu. Pegando a vassoura no chão, Draco continua lá escondido, enquanto harry vai distrair as duas mulheres para o loiro ir embora.

- Mamãe será que aconteceu alguma coisa com ele? - Pergunta Gina bastante preocupada.

- Estou aqui, não se preocupem. - Harry se pronuncia, e Gina corre para abraça-lo.

- Harry querido, estávamos tão preocupadas. - A Sr Weasley diz abraçando a filha e harry ao mesmo tempo. - Onde estão os outros? - Pergunta a mulher e harry fica estático.

- Eu... Eu não sei. Hagrid caiu da moto, e eu tive que vim sozinho. Me perdoem, eu não devia ter aceitado essa ideia loucura de seis pessoas se transformarem em mim, eles podem está perigo Agora, por favor me perdoem. - Disse harry desesperado, ele não se perdoaria se alguém morresse em seu lugar, isso não!

- Oh querido, não vai ser sua culpa, a gente que estamos o ajudando, você não nos obrigou a nada, é a nossa vontade, se acalme, todos ficarão bem!

- É harry, pense positivo, sim? Vamos entrar, esperar aqui não os fará voltar mais rápido. - Consolou Gina apertando de leve o ombro do moreno, então os três se dirigiam para dentro, antes de entrar harry olhou para os arbustos, e não dava para ver ninguém ali, provavelmente Draco já foi embora.

Os três entram na sala, e sentam no grande sofá de lá, o moreno estava bastante nervoso, por isso não parava de ruer as unhas. Então um barulho é ouvido, e alguém se aproxima.

- O Harry foi capturado! Desculpe Molly, eu não pude proteje-lo. - Falava Hagrid chorando desesperadamente. E o moreno ficou feliz por ver o amigo bem.

- Hagrid não, não chore, eu estou aqui. - Respondeu harry se levantando do sofá.

- Harry! - O meio gigante seca uma lágrima dos cantos de olho, e o moreno corre para abraça-lo. - Barulhos de rodopios é ouvido do quintal e harry sai do abraço com Hagrid, e vai até o local. Ao chegar lá, estava lupin carregando o Jorge ensanguentado. Remo chega a porta da A'toca, e harry e os outros conseguem ver perfeitamente o rosto do ruivo.

- Jorge... Remo entre, coloque ele deitado ali. - falava a Sr. Weasley, bastante nervosa. Após Remo colocar Jorge onde a mulher disse, ela e Gina foram em busca de porções para o filho.

- Alguém nos traiu! Precisamos encontrar o traído rapidamente. - Fala Remo sombrio.

- Ninguém da ordem contou a Voldemort do plano. - Disse harry com veemência, o garoto achava essa ideia muito medonha. - Voldemort só me alcançou no final, e se soubesse de todo o plano, saberia desde o início que eu estava com Hagrid.

- Voldemort o alcançou? - Perguntou Remo, e harry assentiu.- Como ele escapou?- Então harry contou toda a história da viagem.

- Por Merlin, você sempre se livrando por um triz né harry? - Falou Jorge com um sorriso no rosto, o ruivo perdeu a orelha, mas não parecia se importar com isso.

Então mais burulhos são ouvidos, mas todos continuaram na sala, e Kingsley e Hermione entraram.

- Harry. - A garota correu e abraçou o amigo o mais forte que pôde. - Eu fiquei tão preocupada, você não sabe o alívio que é te ver bem. - Harry retribuo o abraço, e sentiu a manga de sua camisa ser molhada por pequenas lágrimas da garota.

- Remo nós fomos traídos. Alguém contou a Voldemort que a transferência seria hoje. - Fala Kingsley irritado.

- Eu sei Kingsley, mas pelo que parece ele não sabia dos sete Harry's.

- Ah grande consolo... - Disse Kingsley e revirou os olhos.

- Ei o que aconteceu com você Jorge? - Indaga Hermione olhando para o buraco na cabeça do garoto bonde devia estar uma orelha.

 - Foi obra de Snape, ele jogou um sectusempra em Jorge, mas acabou batendo só na orelha. - Respondeu lupin, e o sangue de Harry revirou.

- O morcegão tá com uma mira terrível, acho melhor você emprestar seus óculos a ele harry. - Disse Jorge rindo, fazendo todos soltarem risinhos para se descontrair da preocupação com os outros.

- Arthur finalmente, graças a Merlin. Venha, entre Fred. - Fala a Sra Weasley, e o marido e filho entram no local.

- O que aconteceu com a sua orelha perceiro? - Pergunta Fred olhando pro irmão.

- Decipada pelo morcegão das masmorras parceiro. - informou Jorge rindo

- Você ficou muito mais gato agora parceiro. - Responde Fred com um sorriso.

- Agora você não vai confundir mais os seus filhos mulher. - Falaram os gêmeos em uníssono.

A senhora Weasley revira os olhos prós filhos, e o senhor Arthur se segura pra não rir. Realmente uma vida sem Fred e Jorge, não é uma vida!

Então na porta de entrada, Ron e Jack Sascker entram ofegantes da viagem.

- Rony. - Fala harry, e o garoto ruivo se aproxima e abraça o moreno. E depois abraça Hermione fortemente.

- Estou tão melhor agora que vejo que você estão bem! - Fala Ron ainda abraçado com Hermione, e olhando para harry.

- Professor Lupin, onde está Sirius? - Indaga harry, de repente o padrinho veio em sua cabeça.

- No lago Grimmauld. Ele estava aqui, mas disse que tinha algo importante para pegar na antiga sede da ordem, eu disse para ele não ir, mas ele não me escutou, aquele lugar é perigoso, já que dumblendore morreu e ele era o fiel do feitiço "fidelius", e Snape já esteve, e fez parte da ordem. - Fala Remo cabisbaixo. E harry sente um calafrio na espinha.

Ninfadora Thonks, e Gui Weasley entram na casa. A senhora Weasley fica aliviada de não ter pedido nenhum de seus filhos. E Ninfadora vai para o lado de Remo.

- Estão todos aqui? Indaga Gui preocupado.

- Não, ainda falta Mundungo e Olho-Tonto. - Responde Kingsley.

- Acho que Olho-Tonto não voltará, nunca mais. - Respondeu Thonks com a voz um pouco embargada, de todos ali a garota é a mais próxima de Alastor Moody, pois ele foi o professor dela na academia de auros.

- Não temos certeza Thonks. Mas o vimos cair da vassoura. Mas cara, é Olho-Tonto Moody, ele não morreria assim, o responsável de colocar mais da metade de comensais e bruxos das Trevas em Askaban não morreria dessa maneira. - Fala Gui com convicção.

Um grande silêncio pairou o local, todos estavam refletindo a informação. Muitos concordaram com Gui, mas o medo e preocupação não os abadonava. Alastor Moody, o Auror mais prestigiado de seu tempo em trabalho, famoso em Londres e em praticamente todos os institutos de Auros, não morreria por ter caído de uma vassoura, essa informação simplismente não tem lógica, e não é nenhum pouco plausível. Mas, o que aconteceu com Alastor Moody, até o dado momento é um mistério.

- EU VOU MATAR O MUNDUNGO! AQUELE LADRÃOZINHO CORVADE! -  Um berro incrivelmente alto é dado, e todos ficam assustados com a explosão em meio de um silêncio formidável.

- OLHO-TONTO! - Todos presentes na sala Exclama, uns supresos, e outros com lindos sorrisos. A única pessoa, que teve a coragem de abraçar o homem, foi a Ninfadora Thonks.

- Por que vocês estão assim? Parece que estão vendo um fantasma. - Fala Olho-Tonto abraçado a Thonks, e todos ficam surpresos do homem ter retribuído ao abraço.

- N-Nós a-achamos que você tivesse morrido. - Responde Thonks olhando pro homem.

- Hahaha, sério? Vocês realmente acharam que eu morreria por caí de uma vassoura? - Fala Moddy, e rir de uma forma de dar um medinho no mais íntimo das pessoas. - o que aconteceu foi: estávamos lá na vassoura, eu e Mundungo, um comensal começou a nos seguir, e aquele corvadizinho aparatou para fora da vassoura, o comensal jogou um feitiço em mim, e eu caí da vassoura, e ela se quebrou, em um lugar cheios de árvores, e o chão lamacento, então eu acabei encontrando essa Firebolt, que acredito ser sua garoto - Ele aponta pra harry- e vim em direção A'toca. Por sorte os comensais já tinham todos recuados.

- Eu fiquei tão triste de perder minha vassoura, mas agora eu só agradeço por isso. Não suportaria se você tivesse morrido por minha causa.

- Se eu tivesse morrido harry, eu estaria bem, e eu escolhi o risco, não você. - Falou Moddy.

- Então perdi alguma coisa? - Pergunta Sirius entrando na casa sorrindo ao ver harry.

- Absolutamente nada. - Responde todos sorrindo cúmplices e harry vai abraçar o padrinho.

- Oh harry, é tão bom te ver são e salvo. 

- Digo o mesmo Sirius, mas agora você vai me ouvir, você é louco o que? Voltar para aquela casa, nesse tempo de ascenção de Voldemort é perigoso demais, eu fiquei mega preocupado.

- Harry viva a vida, não se torne uma Molly dois, ela já é protetora o suficiente pra mim. E eu sei que você não é assim, é mais louco do que eu. - Fala Sirius sorrindo, e harry rir balançando a cabeça negativamente.

-  Nesse ponto você tem razão. Isso é a convivência. - Responde Harry rindo.

- Agora só temos a comemorar! Todos estão bem, e protegidos. - Fala Thonks sorrindo. - Harry olhe a novidade. - E a mulher mostra a harry uma aliança no dedo.

- Você se casou? - Indaga harry olhando a aliança.

- Sim, eu conseguir convencer esse cabeça dura, e estamos ,aqui, casados. - Fala Thonks com um sorriso incrível no rosto, e Remo não parecia tão animado assim, então harry olha em volta e percebe o olhar de amargura do padrinho, algo não estava certo. - Desculpe-me harry, eu queria muito que você estivesse na cerimônia, mas você sabe, você estava nos Dursley e te tirar de lá era meio impossível no dia.

- Não tem problema Thonks, meus parabéns, aos dois. - Responde Harry com um sorriso gentil. E vai direção a Sirius, que estava isolado no recanto da sala.

- Sirius você tá bem? - Pergunta harry.

- Oh sim harry, não se preocupe, eu estou ótimo, aproveite o máximo. - Responde Sirius sorrindo pra harry, e isso deixa o moreno mais tranquilo.

- Rony, Mione vocês podem subir comigo? Preciso conversar com vocês. - Fala harry pegando a mochila e a Firebolt, Edwiges morta e a gaiola estavam no jardim, harry iria enterrar a coruja como ela merece. Ron e Hermione se olham, e sobem as escadas com o moreno, os três entram no quarto de Ron, e se sentam.

Harry continua em pé, abre a mochila e retira de lá um livro, meio velho, e sem nenhum palavra, com todas as páginas em branco.

- Olhem, esse livro dumblendore me deu ano passado, em uma das nossas "aulas". - Fala harry, e Hermione franzi o cenho.

- Por que você não contou pra gente que ele te deu um livro? Ele pode nos ajudar a encontrar horcruxes? - Pergunta Hermione com bastante excitação.

- Sobre não ter contado a vocês, bom nem eu sei. - Começa Harry, se sentido pessimo por não ter contado aos amigos sobre o livro.

- O.k, nem você sabe. Você é estranho harry, mas isso não importa agora, o que tem nesse livro? - Fala Ron não contendo a curiosidade, harry também estava bastante curioso, já que aparentemente não tinha " Nada".

- Bom esse é problema, não tem nada. 

- Como não tem nada harry? - Pergunta Hermione confusa, e o moreno entrega o livro a ela. A garota o abre, e não tinha nada, absolutamente nada, só muitas folhas velhas e em branco.

- Mas como? Dumblendore queria o que? Que você o usasse como diário? - Indaga Ron.

- Não faço a mínima ideia, eu até achei que ele poderia ser igual o Diário de Tom Ridlle, então eu fiz o mesmo processo, mas nada aconteceu. - Responde Harry com um suspiro cansado.

- Dumblendore só te deu isso? Ele não falou nada, não sei, uma pista? - Pergunta Hermione.

- Ele disse Assim " Uma história em branco pode guardar os segredos mais obscuros." E só disse isso. 

- Então contém algum segredo obscuro nessas páginas em branco? - Indaga Ron, e harry e Hermione o olha como se isso fosse óbvio.

- Eu vou pesquisar sobre isso em alguns livros, eu trouxe o que eu julguei necessário para nossa viagem em busca de horcruxes. Espero encontrar algo. - Fala Hermione e os garotos assentem.

- Harry você acha que esse livro possa ter o mesmo feitiço que o mapa do maroto? - Pergunta Ron.

- Eu pensei também nisso, mas se tiver, teríamos que descobri a frase que faz as palavras aparecer. Eu espero realmente que dumblendore não tenho achado que conseguiríamos descobrir isso. - Fala harry, e o moreno senti a cicatriz arder muito, o garoto tenta se controlar para não preocupar os amigos, mas a fúria de Voldemort está cruciante, então tudo fica turvo e o quarto de Ron desaparece.

Harry estava em um cômodo terrivelmente medonho e sombrio, tinha vários comensais da morte enfileirados. Então a sua voz sai fria e sem vida.

- Qual de vocês lançou um feitiço em um dos nossos para ajudar Potter? - Pergunta Voldemort com os olhos ofídicos vermelho transbordando ódio. - Não vão falar? Certo, Agora todos vocês irão sofrer. - Então harry estando na mente de Voldemort, lança um " Cruciatus"  em todos os comensais presentes na sala, berros e mais berros de dor é ouvidos, várias pessoas encapuzados se contorcendo no chão, e implorando por piedade. Harry ver Lucius, Severus, bellatriz, Narcisa e draco no chão todos berrando, os olhos de Harry/ Voldemort se foca em toda dor que o loiro estava sentindo.

- HARRY, HARRY. - O moreno escuta a voz de Hermione, e abre os olhos lentamente. O garoto estava todo suado, tremendo muito, e com a mão na cicatriz. - Rony pegue água, e poção calmamente pra ele, ande. - O ruivo assente assustado, e desce as escadas.

- M- Mione, eu estava na mente dele, ele estava torturando os comensais, todos estavam berrando de dor. Mione, Draco estava morrendo de dor. - Fala harry com a voz trêmula, e Hermione o ajuda a sentar na cama.

- Calma harry, deve ser uma experiência horrível, ver tantas pessoas, mesmo que más sendo torturadas, mas se acalme, vai ficar tudo bem! - Fala Hermione preocupada com o amigo, e tenta acalma-lo.

- Hermione, o Draco, ele estava sofrendo, eu preciso ir salva-lo. - Fala harry desesperado sem pensar muito no que dizia, e Hermione fica com o cenho franzido.

- Harry o Malfoy vai ficar bem, calma. Mas quando ele deixou de ser Malfoy pra Draco? - Indaga Hermione, e harry suspira.

- Mione, Voldemort deu a tarefa de matar dumblendore a Draco. Mas ele não conseguio, e dumblendore conseguio o trazer pro nosso lado, mas então Snape chegou e matou dumblendore. - Começa Harry bastante nervoso. E Hermione solta um gritinho de terror. - No dia do funeral de Dumbledore, eu encontrei Draco lá, ele estava escondido, vendo o funeral de longe. Eu conversei com ele, e eu vi Mione, ele estava falando a Verdade.

- Harry você tem certeza disso mesmo, sabe é muito estranho isso, do Malfoy de uma hora pra outra deixar de ser o "vilão", pra bom moço.

- Hermione ele me salvou hoje, e é por isso que ele e todos os comensais estão sendo torturados, porque tem um traídor entre eles, e é Draco. - Fala harry com veemência, e Hermione decidi não questionar, o moreno ainda estava fraco pra isso.

-  Tudo bem Harry, fique calmo, sim? Eu não confio no Malfoy, mas confio em você, e sei que você o odiava tanto quanto eu, então você não iria confiar assim nele sem mais nem menos. - Disse Hermione calmamente, e passando a mão nos cabelos pretos de Harry.

- Obrigado Mione, mas por favor, não conte ainda ao Rony, ele é mais cabeça dura, e eu não estou pronto pra ouvir ele berrar nos meus ouvidos.

- Tá certo harry, o Rony é desprovido de sentimentos, mas ele realmente se importa com você, e eu também, não se esqueça o.k? Somos seus amigos acima de tudo.

- Harry? Está melhor? - Pergunta Ron, com a poção em mãos e na outra água. - Me desculpe a demora, mamãe me prendeu na sala, ela queria saber do que tanto conversávamos, mas deu tudo certo. Tome, vai fazer bem. - Harry pega a porção e bebe, então sente mais tranquilo. 

- Obrigado Rony. - Fala harry, e Ron assenti com um leve sorriso.

- Bom, agora eu vou pesquisar para ver se encontro algo para desvendar esse livro, você pode me ajudar Rony?  - Fala Hermione.

- Ah claro Mione. - Responde Ron e sorrir para a garota, que retribui alegremente.

- Eu vou descer, preciso enterrar edwiges no jardim. - Fala harry agora triste por si lembrar da coruja.

- Edwiges morreu? Sinto muito harry, eu sei o quanto você amava ela. - Fala Hermione observando a tristeza do amigo.

- É cara, a gente sente muito, ela era maravilhosa. - Fala Ron, e harry concorda. O moreno se vira, e desce as escadas da casa, para ir ao jardim. Por sorte ninguém os viu sair, todos estavam conversando entretidos na cozinha.

Harry foi até onde a moto de Hagrid estava, e retirou edwiges da gaiola ao lado da moto. O moreno olhou para a coruja branquinha como a neve, e uma lágrima rola em seu rosto. Ele caminha até um cantinho do jardim, e cava um buraco, não muito fundo mais o suficiente para a coruja descansar em paz. Mas lágrimas rompem os olhos esmeralda, e ele fecha o túmulo. Com cuidado harry pega algumas flores do jardim, e coloca em cima da área que estava a coruja.

-  Edwiges descanse bem, espero que você encontre minha mãe aí onde você está, e ela possa cuidar de você como não pôde cuidar de mim. - E uma lágrima cai em cima da flor, que eram lírios, que estava em cima do túmulo de edwiges.


Notas Finais


Então vocês gostaram? Espero muito que sim, Kkkkk.💚

Como eu havia dito, respeitem a quarentena BBS, o negócio tá sério. E se previnam, lave bem as mãos, e passem álcool em gel, e todos os outros cuidados necessários.

Bom, o Jack Sascker, não existe na história original, ok? Só pra quem não sabe.

Eu tenho problemas pra matar pessoas cara, eu amo tanto os personagens que eu fico com uma dor coração, por isso o nosso querido paranóico está vivíssimo.💚

Foi difícil permitir que a edwiges morresse, sério por Merlin!🦉💔

Então a gente se ver nos próximos capítulos, e um beijo pra vocês. ❤️💚💙💛


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...