História Dangerous Love - Capítulo 30


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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber, One Direction
Personagens Demi Lovato, Justin Bieber, Liam Payne, Louis Tomlinson, Personagens Originais
Tags Criminal, Demi Lovato, Justin Bieber, Liam Payne, Louis Tomlinson
Visualizações 692
Palavras 1.713
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - Mine


Fanfic / Fanfiction Dangerous Love - Capítulo 30 - Mine

POINT OF VIEW BROOKLYN SOMERS

Ambos nos encarávamos com o típico sorriso debochado. Louis estava de costas para o balcão, com os braços encostados no mesmo. Desviei de seu olhar, observando dois seguranças seus em cada canto da mansão de Josh, ele realmente não era seguro de si. Podia sentir seus olhos me queimarem, mas continuei apreciando minha bebida enquanto vagava pela pista. Virei meu último gole da bebida, voltando minha atenção para Tomlinson.

— Gostou das minhas surpresas? – Perguntei sorrindo.

— Você deveria pensar bem antes de atacar alguém.

— Eu pensei e funcionou perfeitamente. – Peço outra bebida.

— Vi que não venho com seguranças. Despreparada. – Murmurou em meu ouvido.

— E você com milhares, isso tudo é medo? – Gargalhei do seu olhar fulminante. — Cara feia para mim é fome, Tomlinson.

— Afiada você...

— O último que me disse isso não está mais entre nós.

— Megan? – Sugeriu e assenti. — Eu quem deveria ter acabado com ela.

— Tem que ser rápido, querido.

— Você vai pagar caro, Brooklyn Somers.

— No fim do jogo, vamos ver quem terá pagado mais. – Mordi o lóbulo da sua orelha, me afastando enquanto ria. Entrei na área VIP, Justin estava sentado encarando o nada enquanto bebia.

— Brooke? – Ignoro seu chamado, assim que Josh me chama. Conversamos por pouco tempo.

Em seguida, volto para a pista.

Começou a tocar Bitch Better Have My Money da Rihanna. Olho para cima vendo Justin com as mãos no bolso me encarando com a mandíbula travada com uma expressão séria, mando um beijo para o mesmo rindo logo em seguida. Um garçom estava com uma bandeja em suas mãos, com taças de líquido rosa e azul, pego um azul sentindo um gosto doce que ficou forte pela vodca. Rebolo na batida da música passando a mão pelo meu corpo, essa bebida tinha alguma coisa, pois sentia meu coração bater rapidamente, parecia ter uma escola de samba em meu peito, uma animação dominou meu corpo fazendo-me não parar de dançar, a excitação crescia em mim. Meu corpo parecia entrar em chamas, não sei ao certo explicar com exatidão o que eu sentia, porém bebi todo o líquido azul fazendo meu coração disparar. Pisquei os olhos consecutivamente parando de dançar vendo tudo em minha volta se passar em flashes, gargalhei de algo tombando a cabeça para trás.

Não sabia muito sobre o que eu estava fazendo. Apenas percebi que estava no pequeno palco do lado de dentro da mansão junto com o DJ, abracei uma pessoa do meu lado que estava com uma garrafa de vodca, ela estendeu para mim e engoli um pouco sentindo rasgar pela minha garganta. Era um homem ou uma mulher? Não sabia distinguir quem era, mas descobri assim que me puxou pela cintura tocando meus lábios com os seus em um gesto violento e selvagem, o tal homem desce suas mãos apertando minha bunda com força. Escuto o grito de todos da festa em aprovação e coloco minhas mãos em sua nuca aprofundando o beijo

Eu não tinha mais controle de minhas ações, era meu quarto copo, mas parecia que eu tinha ingerido bem mais. Não sabia onde os meninos estavam, não sabia que horas eram, quase não sabia quem eu era. Pera, o quê? Comecei a gargalhar dos meus pensamentos me encostando-se a tal pessoa que riu fraco.

— Quem é você? – Perguntei, embolada.

— Tudo o que quiser. – Eu conhecia essa voz.

— Você é um Deus grego. – Gargalhei. — Ou o Justin.

Sinto a pessoa me puxando para algum lugar, mas sem quebrar o beijo. Meus pulmões começavam a doer pela falta de oxigênio, contudo não ousei parar o beijo, até porque estava muito bom. Sinto minhas costas se chocarem com algo e abro meus olhos vendo que estávamos em um quarto vermelho e um tanto grande. Paramos o beijo quando ele segura em minhas coxas dando impulso, entrelaço minhas pernas em sua cintura enquanto o tal homem chupa meus lábios com força fazendo-me fechar os olhos. Tiro sua camiseta branca jogando em qualquer canto do quarto, arranho suas costas ao sentir pressionar nossos quadris fazendo nossas intimidades se chocarem.

Suas mãos adentram por debaixo da minha saia fazendo meu corpo entrar em chamas, eu conseguia ver um pouco seu rosto, era bastante familiar, porém não estava me importando com isso, não agora. Ele vai andando um tanto rápido até a cama beijando meu pescoço, eu sentia quando seus lábios sugavam minha pele de modo violento, deixando marcas avermelhadas e roxas. Suas mãos eram ágeis e apertavam fortemente minhas coxas. Ele tirou meu Cropped junto de minha saia rapidamente, de modo desesperado. Ele senta na cama de joelhos, enquanto eu abro o zíper de sua calça tirando-a, aproximo meu rosto mordendo seus lábios. Minha visão estava um pouco turva, mas nada que me atrapalhasse, meu corpo estava queimando de excitação.

Apenas vestia uma lingerie preta de renda, o homem estava em cima de mim segurando o seu peso, ele volta á beijar meus lábios quando sinto seus dedos passarem pela minha barriga subindo e procurando o fecho do meu sutiã, gargalhei disso tirando meu sutiã que tinha o fecho na frente, jogo a peça no chão sentindo novamente suas mãos passarem pelo meu corpo, porém desta vez ele parou em meus seios apertando fortemente fazendo-me arfar.

Entrelaço minhas pernas em seu quadril aproximando mais seu corpo do meu, fecho meus olhos ao colocar minha mão dentro de sua cueca tocando seu membro que parecia pedra, começo os movimentos de vai e vem ouvindo seus gemidos roucos ao pé do meu ouvido. Aumentei os movimentos e parava, ouvindo o seu grunhir de raiva, suas veias engrossaram quando eu aumentei a velocidade, seu gemido saiu alto quase arranhando a garganta e sinto um líquido grosso em minhas mãos, ele havia gozado. Abro a boca fingindo estar furiosa assim que o homem arranca minha calcinha, arranca não, ele rasgou ela.

Sinto seu membro na minha intimidade, no entanto, ele não metia logo, eu já estava ficando irritada com suas provocações. Em um movimento rápido que me fez ficar um pouco tonta, viro ficando em cima dele sentando em seu membro sentindo o mesmo entrar com tudo, ambos gemíamos. Os movimentos eram intensos e violentos, o tal homem era bem pior que o Ian. Ele puxou meu cabelo fazendo minha cabeça trombar para traz enquanto revirava os olhos de prazer, ele não era nada delicado e sim, violento e bruto, porém eu estava gostando. Suas mãos apertavam meus seios enquanto chupava meus lábios intensamente, ele ficou por cima novamente tomando o controle de tudo, suas entocadas eram fundas, ele saia e voltava com força. Arranho suas costas cravando minhas unhas em seu ombr mordendo o lábio assim que ele me puxa pelas coxas colando mais nossos corpos, se é possível. O único som no quarto eram nossos gemidos e a cama balançando, ambos erámos insaciáveis, queríamos muito mais. O tal homem pega algo na cabeceira da cama e vejo que é uma arma, ele aponta para mim rindo divertido.

— Roleta Russa? – Ele assente.

—Roleta Russa? —pergunto com a respiração pesada. Ele assente

Dou um beijo no revolver, encostando o cano em sua testa e aperto o gatilho, fechando meus olhos ao sentir uma entocada profunda sua. Cara, se ele morresse seria um desperdício. Nenhuma bala sai.

Ele toma de mim, colocando a arma em meu queixo enquanto beija meus lábios e aperta, sem chance. Na última, meu coração gritava perigo dentro do peito, escorria adrenalina em meu corpo quando eu atirei, pela última vez. Click! Nada.

 [...]

A luz do sol invade o quarto fazendo-me acordar, minha cabeça parecia que iria explodir a qualquer momento. Sento na cama vendo tudo rodar e uma ânsia de vômito subir pela minha garganta, coloco a mão na boca. Tiro o lençol do meu corpo vendo que estava nua e com várias marcas roxas em meu corpo, olho para o lado arregalando os olhos ao ver quem era, não podia ser. Meu Deus do céu Brooke! Merda, [merda, merda, mil vezes merda.]

— Puta que pariu! – Digo alto, levantando rapidamente da cama.

Olho para o homem dos cabelos castanhos dormindo e vejo que ele também estava nu. Eu dormi com meu inimigo, dormi com Louis Tomlinson.

Eu não o matei? E ele não me matou?

— Droga! – Sussurro.

Começo á catar minhas roupas, vestindo-as, quase caindo no chão. Coloquei a minha saia de cintura alta, meu sutiã e meu Cropped, porém faltava algo, minha calcinha. Procuro a mesma e bufo ao vê-la em pedaços. Calço meu salto com dificuldade, observo bem meu pescoço no espelho do roupeiro vendo cheio de marcas, até minhas pernas estavam roxas. Vejo senão esqueci nada e quando ia sair do quarto, dou um passo para trás pegando o celular de Louis, que estava desbloqueado, escrevendo uma mensagem.

Quando saio do quarto dou de cara com Josh.

— Foi boa a noite? – Debochou, mas continuei séria. — Está de pé nosso acordo?

— Sabe que sim.

Fui caminhando pelo corredor de cima tentando me lembrar do que exatamente aconteceu naquela noite. Quando saio da mansão de Josh olho para os lado bufando percebendo que estava sem o carro. Porra! Fui andando a pé mesmo, não era muito longe e nem muito perto. No caminho meus pensamentos voavam por mais que minha cabeça latejasse de dor. Carros ou caminhoneiros passavam por mim buzinando ou dizendo coisas nojentas.

Louis não poderia pensar que eu estava “me envolvendo” com ele, o que jamais iria acontecer, por isso já tenho o plano perfeito. O próximo é o Payne.

Quando chego a frente ao portão da mansão de Charles, logo foram abertos assim que me viram. Passo pelo gramado do jardim da mansão sem nenhuma pressa sentindo um cansaço me dominar. Abro a porta e paro de súbito ao ver Justin sentado no sofá com um copo pequeno nas mãos com o que parecia ser uísque.

— Como foi sua noite? – Bebeu o uísque.

— Boa.

— Claro! Fodeu a noite toda com Tomlinson? – Soltou um riso seco.

— Não te devo satisfações.

— Você é uma grande vadia, aposto que Stratford inteira já conhece você.

Ele gargalhou.

Em um gesto rápido, jogo-me no chão quando Justin atira seu copo em minha direção.

— Enlouqueceu? – Gritei.

Justin se aproxima de mim com um semblante sério, seus passos são pesados. Ele seguro meus braços, chacoalhando-me.

— Você é minha, Brooke.

 


Notas Finais


Continuo ou paro? Gente, desculpe a demora, mas eu estou muito gripada e nem entrei no computador, mas aqui está e espero que tenham gostado.


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