História Dangerous Temptation 2 - Capítulo 35


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Categorias Barbara Palvin, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Lily Collins, Ryan Butler
Personagens Barbara Palvin, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Lily Collins, Ryan Butler
Tags Barbara, Barbara Palvin, Crime, Criminal, Criminosos, Gangue, Ian, Ian Somerhalder, Império, Járbara, Justin, Justin Bieber, Lily Collins, Máfia, Traficante, Traficantes, Trafico, Vingança
Visualizações 471
Palavras 11.420
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amoressss ❤
Hoje estamos aqui com o capítulo MAIS GRANDE, sério, tá ENORME, se preparem haha ❤ Com toda certeza deve ter muitos erros, pois sempre passa alguns, infelizmente. Mas enfim, vamos ler, né?

🌸 Boa leitura. 🌸

Capítulo 35 - New Life


Fanfic / Fanfiction Dangerous Temptation 2 - Capítulo 35 - New Life

POV.Ian Somerhalder

Ao despertar percebi que estava amarrado e jogado no chão duro de uma sala feito um cachorro abandonado. Pisquei meus olhos azuis por alguns instantes e uma possível saída estava a minha frente, havia uma garrafa de vinho em cima da mesa, rastejei feito cobra até a mesa de madeira. Usei os pés para chutá-la e a garrafa caiu no chão, se espatifando. Consegui pegar um caco de vidro e assim cortar as cordas, confesso que levei alguns minutos até conseguir ficar com as mãos livres, desamarrei as cordas dos pés e fiquei de pé. Procurei algo na sala e o que conseguir achar foi uma faca média, ouvi os passos vindo em direção a porta, fiquei encostado na parede. Quando a Caitlin apareceu, enfiei a faca na sua barriga.

— Aiiii. — gemeu dolorida, se agachando no chão, o sangue manchando sua blusa branca. Retirei a faca, acertei um soco na sua boca e corri para fora da sala.

— Caitlin! — Chaz correu desesperado, retirou a pistola da cintura e quando mirou na minha direção, pulei a janela.

Entrei na floresta, percebendo que ainda iria entardecer, sorri confiante de que minha vingança será concretizada em breve. Babaca! Achou que me capturaria facilmente, agora terá que correr contra o tempo para salvar a vadia, andei a esmo por algumas horas até encontrar a estrada, fiz sinal com as mãos e o caminhão parou do meu lado.

— Preciso de uma carona para a cidade. — falei ofegante pela corrida.

— Entra!

Hoje destruirei o Bieber e a Bárbara numa só jogada, eles pagarão bem caro por ter matado o meu pai. Selena é outra vagabunda fugiu do país com a minha mala de dólares, não passava de uma vadia interesseira. Preciso voltar o mais rápido possível a NY.

Dois dias depois...

Segui discretamente para a escolinha da Julie, fiquei escondido na van preta e pela janela de vidro observei a garota chegando de mãos dadas com a Lily e o Ezequiel. Os três pareciam felizes, agiam como uma família, Lily beijou a sobrinha e o meu filho, assim que ela foi embora, as crianças adentraram na escolinha.

— Chegou a hora de meter o terror. — sorri de canto, peguei as bombas e pus na mochila junto aos equipamentos de jardinagem. Sair da van preta vestido de jardineiro, com o boné na cabeça e as mochilas nas costas. Sabia que a diretora mandou contratar um jardineiro para cuidar do pequeno jardim da escola, investiguei a escolinha por dois dias, conseguir matar o verdadeiro jardineiro, roubar seu uniforme e as suas ferramentas de trabalho. Cheguei em frente ao portão e o porteiro fitou meu uniforme, o imbecil permitiu a minha entrada. Comecei a cortar as folhas das árvores, mantendo meu disfarce, vi as crianças correndo na escolinha e a filha da finada Judite sendo levada para fora da escola, pois estava tendo uma embolia pulmonar. Retirei a primeira bomba, deixando-a no parquinho. Ao passar para a outra árvore vi a Julie brincando de amarelinha com duas meninas, seus cabelos loiros pulava no ar, ela sorria radiante, sua sainha azul rodopiava graciosamente. — É hoje que você morrerá, fedelha.

Segui para quadra de esporte e deixe a segunda bomba dentro do banheiro masculino. Vi o Ezequiel vestido no uniforme de basquete, com os cabelos pretos suados na testa, brincando com os meninos, os olhos azuis brilhavam de contentamento, não sei o porquê de tanta alegria só por ter acertado a cesta. Revirei os olhos seguindo pelo corredor e coloquei a última bomba dentro da lixeira da sala da Julie.

— Hoje teremos vários pedaços de crianças jogadas para todos os lados. — gargalhei maléfico, saindo da sala de aula, peguei meu celular e mandei a mensagem para Bárbara.

"Mais tarde você terá em mãos pequenos pedaços do corpo da Julie. A próxima vítima será você, traidora."

Também mandei uma mensagem para Lily, pois, se ela pensa que será feliz com a sua nova família, verás com os seus próprios olhos, o seu filho adotivo em chamas.

"Seu ventre é seco e você nunca terá uma criança saindo de sua boceta, mas até o filho que adotasse perderá em breve. Ezequiel fará companhia ao Michel no inferno. Em breve você e toda sua gangue verás o tamanho da minha fúria."

Assim que sai da escola, corri para a Van, de lá de dentro apertei o botão que fez explodi a primeira bomba, gargalhei alto ouvindo a gritaria das crianças.

POV.Chaz Somers

Caitlin foi levada as pressas para a sala de cirurgia havia perdido bastante sangue, fui proibido de entrar e tive que esperar no corredor. Senti meu coração ficar apertado, me sentindo culpado por seu sofrimento, eu não deveria ter deixado-a me ajudar na captura do Ian e agora ela está entre a vida e a morte. Eu só faço mal as mulheres que amo, primeira magoei a Malu e agora que descubro que estou apaixonado pela Caitlin acontece está tragédia. Comecei a andar de um lado para o outro, decidi ir na sala onde minha filha estava internada na intenção de me acalmar, Blair era muito miúda, usava fralda e alguns fios foram conectados ao seu peito esquerdo, os olhinhos estavam fechados e os pequenos cabelos ruivos já demonstravam a aparecia da mãe.

— Me perdoe, filha. Eu sou um merda e nem sei como vou cuidar de você, mas por favor não duvide de mim. Sobreviva, quero um dia levar você e a Caitlin no cruzeiro. — sussurrei baixinho, a fitando dentro da encubadora. — Estou com medo de perder vocês duas, me ajude filha!

Limpei minhas lágrimas fitando a pequena lutando pela sua vida, Blair já é uma guerreira.

— Chaz? Não era para você está viajando? — Malu sussurrou, estava sentada na cadeira de rodas e trazia o leite da nossa filha na pequena mamadeira.

— Senhores, os bebês precisam de silêncio. — a enfermeira disse séria, nos expulsando do berçário. Retirei as luvas e a roupa especializada e esperei a Malu se despedir da nossa menina.

— Está aflito. Aconteceu alguma coisa? — indagou séria, ajudei-a empurrando sua cadeira até o seu quarto.

— Sequestrei o Ian no cruzeiro, infelizmente, ele conseguiu fugir do cativeiro que a Caitlin e eu deixamos. Ian a esfaqueou e agora ela está na sala de cirurgia. — expliquei resumidamente.

— Misericórdia! Vou ligar para o Christian, ele precisa saber sobre o estado de saúde da irmã. — Malu disse apreensiva.

— Vou ver se consigo notícias dela. — voltei a sala de espera e vi a Keisha saindo da sala de cirurgia, ela retirou a touca e as luvas. — Como a Caitlin está?

— A hemorragia foi controlada e felizmente ela está fora de perigo, por precaução deixamos a paciente em coma induzido. O corte precisa se cicatrizar e assim que for seguro, levaremos a Caitlin para o quarto. — explicou pacientemente.

— Obrigado! — abracei sua cintura agradecendo por ter salvo minha garota.

— OK! Chega de abraços, você está me sufocando e eu preciso ver os demais pacientes. — disse séria.

— Dra. Kimberly. — falei risonho, vendo seu sobrenome no crachá. — Posso vê-la?

— Três minutos e nada mais. — avisou, ela saiu da minha frente liberando minha entrada.

Após colocar a roupa adequada, caminhei até a cama que a Caitlin estava adormecida, seu rosto estava pálido, os cabelos longos caídos nos seus ombros e tive medo de perdê-la. Segurei na sua mão fria, depositando um beijo castro.

— Fiquei com medo de te perder. — murmurei. — Você sabe que sou um cara meio egoísta e que preciso dos seus sermões para me ensinar a ser um homem melhor. Saia logo desse cama, pois quero te pedir em namoro.

POV.Julie Palvin Bieber

Cansada de pular a cordinha decidi tomar um pouco de água na minha garrafinha Florisbela. As meninas haviam me chamado para brincar no parquinho, mas não quis ir com elas, minhas perninhas estavam exaustas. Me encostei na parede branca, ajeitei minha franjinha e guardei minha garrafinha de novo na mochila, caminhei com tranquilidade vendo a Lurdinha sendo levada as pressas para o hospital.

— Que Deus me perdoei, mas adorei ver essa putinha mirim passando mal. — sussurrei, continuei a caminhar pelo corredor. Precisava estar na sala antes da minha professorinha chegar, mas fiquei assustada ao escutar um estouro vindo do parquinho, me agachei no chão vendo as paredes se quebrarem e pedaços de corpo sendo jogados para todos os lados. — Ahhhhhhh!

Corri assustada, pois, uma cabeça arrancada havia caído nas minhas sapatilhas, as crianças começaram a gritar amedrontadas. Será que era o tal de homem bomba? As professoras mandaram que corressem em direção ao porão, apressei meus braços, mas um grupo de meninos de pernas gigantescas me derrubaram no chão.

— Aiiii. Demônios! — rosnei furiosa, tentando me levantar, mas outra explosão veio em direção a quadra de esportes, a parede começou a cair. Os alunos estavam me atropelando, ninguém me ajudava a se levantar, pisotearam minhas perninhas, um deles me chutou na barriga. — Socorro.

Chorei agoniada, sendo tratada como lixo, eu era tão pequenina e os alunos mais grandes estavam sendo malvados comigo. Minha perninha ficou roxa, fiquei encolhidinha na parede, com muito medo e pavor, algumas meninas passavam sangrando, deixando rastro de sangue pelo chão.

— Bryan! — chamei desesperada, querendo sua ajuda, mas ele fingiu que não me ouviu e seguiu em direção ao porão. — Desgraçado!

Segurei na parede, conseguindo ficar de pé, dei três passos, mas voltei a chorar, meu tornozelo estava muito inchado. Eu não queria morrer e ninguém me salvava, fechei os olhos querendo meu pai, eu tinha muitas coisas para fazer ainda na vida e meu irmãozinho ainda nem nasceu. Por favor, nossa senhora das crianças perdidas, me mande um anjinho da guarda. Rezei a rezinha que vovozinha me ensinou e no mesmo instante sentir alguém me abraçando pela cintura e pondo meu braço no seu ombro.

— Vem, Julie.

— Ezequiel! — respirei aliviada, me apoiando no seu corpo, ele estava com um sangramento na testa. — Estou com medo.

— Calma, nós vamos chegar lá. — garantiu, mas estava difícil chegar no porão a prova de bomba, os alunos ficavam nos empurrando e eu andava muita lenta.

Outra bomba explodiu vindo na direção da minha sala, Ezequiel me agachou debaixo da mesa do refeitório, alguns tijolos caíram nas mesas, agarrei na sua camisa sentindo pavor e muito medo. Nós iríamos morrer, a explosão da minha sala tapou o caminho que nos levaria ao porão. A escolinha era grande, mas vimos uma enorme bola de fogo caindo no pátio, era formada por tecidos grossos, o fogo se espalhou facilmente, a fumaça entupida meu nariz.

— Nós vamos morrer. — tossi, Ezequiel retirou sua camiseta e me entregou.

— Tape o nariz com o pano, não inspire fumaça, eu vou te tirar daqui. — afirmou sério, saímos debaixo da mesa, Ezequiel me colocou nos braços com certa dificuldade. Andou o mais rápido que pode em direção a piscina do colégio, a passagem ainda estava aberta, tínhamos aulas de natação todas as quintas. — Julie, nós vamos ficar dentro da água e quando o fogo alcançar a cozinha, o botijão explodirá, você mergulhará para baixo. Certo?

— Sim! — assenti, ele me colocou sentada na borda da piscina e pulou dentro d'água, em seguida me ajudou a entrar. Fiquei abraçada ao seu corpo e chorei muito, tinha medo de ninguém nos achar e que ficasse cansada de nadar ou congelada.

— Papai Ryan me ensinou a respirar debaixo d'água, você prenderá o ar por alguns segundos e aí quando tudo explodir ficaremos no fundo da piscina, depois voltaremos a superfície da água. — explicou atentamente, beijando minha testa.

— Sim, papai também me ensinou a nadar. — sussurrei baixinho, começando a ficar calma nos seus braços finos de criança. Mas me sentia segura na sua companhia.

— Agora!

Mergulhei para o fundo da piscina de mãos dadas ao Ezequiel, ele era bastante inteligente para um garotinho de 6 anos e 5 meses. A explosão fazia o coração bater mais rápido, esperamos um pouco e quando voltamos a respirar, em todos os lados as paredes estavam destruídas, cadáveres de criança sendo queimados pelo fogo.

— Como vamos sair dessa roda de fogos? Estamos cercados. — constatei horrorizada, tossindo muito, meus olhinhos lacrimejando pela fumaça.

— Tenho fé que nossos pais vão nos encontrarem a tempo. — suspirou fundo, o corte na sua testa precisaria de pontos.

— EZEQUIEL! JULIE!

— MAMÃE! — ele gritou alto, acenando com as mãozinhas, titia Lily falava pelo alto falante e o helicóptero abaixou até onde foi possível.

— Eu vou jogar a escada e vocês vão subirem. — ela avisou. — Não tenham medo, vocês tem o sangue de guerreiro correndo nas veias.

— E minha perninha machucada? — chorei agoniada.

— Só tem um jeito. — Ezequiel segurou a escada, e me encarou de relance. — Você subir nas minhas costas e me apertar muito forte.

— Tá bom! Mas cuidado para não perder o equilíbrio. — avisei medrosa, ele assentiu.

Ezequiel subiu na escadinha de cordas, depois que conseguir agarrar sua cintura com minhas pernas e os braços ficaram agarrados no seu pescoço, ele foi subindo os degraus com muita concentração, fiquei rezando para que nada desse errado. Aos poucos ele já havia chegado no meio da corda, olhei para baixo e o fogo havia queimado tudo, Ezequiel arfava cansado.

— Estou exausto. — murmurou.

— Força, meu filho! — Lily incentivou, o vento bagunçando nossos cabelos. — Ryan vai pilotar para o fogo não pegar a escada.

O helicóptero começou a voar para longe do fogo, Ezequiel se segurava firme, era uma aventura muito arriscada está que estamos vivendo. Agora longe da fumaça tóxica, ele recomeçou a subir e depois de alguns minutos subindo titia conseguiu me resgatar e me entregou para a mamãe, que estava sentada no banco detrás.

— Minha filha! — ela me agarrou forte, beijando inúmeras vezes meu rostinho, desabei em choro deixando minha perninha machucada esticada.

— Graças a Deus, você está bem. — titia Lily pegou o Ezequiel, antes que ele caísse, ele tinha inalado muita fumaça e estava meio tonto. Os dois se abraçaram e dessa vez, ele se permitiu chorar ou melhor, se permitiu ser o que ainda somos crianças. — Mamãe vai cuidar de você.

— Que orgulho, meu filho! Os treinamentos estão sendo eficazes. — Ryan falou emocionado, dirigindo o helicóptero. — Vou levarem vocês para a clínica.

— Fiquei com muito medo de morrer, mãezinha. — contei horrorizada, beijei sua barriga pequena, desejando que meu irmãozinho nunca passasse por isso.

— Não chora, anjo. O pior já passou. — sussurrou, fazendo um cafuné nos meus cabelos molhados, ela enrolou seu blazer no meu corpinho. A água da piscina havia me molhado. Titia Lily também enrolou o Ezequiel com o terno do Ryan, ele estava sentindo muito frio.

POV.Justin Bieber

Assim que cheguei na clínica fui logo perguntando notícias da minha filhinha e a enfermeira me levou até o quarto da Julie. Abri a porta e vi minha pequena encolhidinha na coberta e abraçada a mãe.

— Julie

— Papai! — ela esticou os bracinhos, querendo vim para meus braços, abraçei minha filha fortemente. Suspirando aliviado por tê-la viva. Várias crianças não tiveram a mesma chance da Julie e do Ezequiel de escaparem do atentado causado pelo Ian. — A psicóloga disse que me ajudará a superar as imagens de terror que não sai da minha cabeça.

— Quem te retirou do incêndio? E essa perna inchada? — indaguei preocupado.

— Os meninos maiores me derrubaram no chão e me pisotearam, quase que não conseguia encostar na parede e usá-la como apoio. Minha barriga tá muito roxa e a perna ficou inchada. — contou baixinho, com os olhinhos marejados. — Eu rezei para não morrer e Deus mandou o Ezequiel para me salvar, ele me ajudou a fugir das explosões e teve a ideia de se esconder do fogo ficando na piscina. Aí depois, a titia Lily nos resgatou no helicóptero junto ao titio Ryan e a mamãe.

— Eu vou matar o Ian. — esbravejei enfurecido. — Aquele desgraçado não tem piedade e nem compaixão? Até o próprio filho era alvo da sua maldade, ele tentou matar a Julie e isso trará sérias consequências para ele.

— Calma, meu amor! Primeiro temos que manter a Julie em segurança e dá graças a Deus que o Ezequiel não puxou o sangue ruim do pai. — Bárbara disse aliviada.

— Papai, posso namorar o Ezequiel? — indagou baixinho.

— Não. — respondi ríspido, entregando-a para a mãe vestir roupas limpas que trouxe. — Você é minha bebê, Julie. Nunca vai namorar garoto nenhum.

— Mas ele salvou minha vida e merece uma recompensa infinita, ou seja, meu amor. — argumentou bicuda.

— Merece um tiro no peito se caso pensar em ser seu namorado. — esbravejei exaltado, ela revirou os olhos. — Era o Bryan agora o Ezequiel? Quantos namorados você queria ter?

— Um, mas antes estava indecisa. — suspirou penteando os cabelos loiros. — Porém, o destino me mostrou quem realmente arriscaria a própria vida para me salvar. E eu quero um namorado corajoso, de bom coração, que compre muitos ursinhos de pelúcia e que me resgate quando eu estiver em perigo. E esse alguém é o Ezequiel.

— Vamos? — Bárbara indagou risonha, peguei a Julie no colo, pois, não queria minha mulher pegando peso. Meu segundo herdeiro ainda era um pequeno pontinho na sua barriga.

Na saída do quarto Julie ficou seria vendo o pequeno Bryan na maça, respirando pelo aparelho. Sujo de fumaça e sangrando muito na perna, coloquei seu rosto escondido no meu pescoço para impedi-lá de ver mais outras crianças que sobreviveram ao atentado. Algumas mutiladas sem a perna ou o braço, Bárbara sentiu ânsia de vômito e correu para o banheiro.

— Eu quero ver, papai!

— Não é apropriado, depois você ficará com medo de dormir sozinha. — retruquei beijando seus cabelos.

— Aff! Sou uma garota muito curiosa e o senhor meu pai está sendo muito malvado comigo. — resmungou.

— Estou sendo cuidadoso.

Esperei a Bárbara voltar para podermos ir embora, estava tarde e eu precisava fazer uma reunião com o pessoal da gangue. Seguimos para o local que havia deixado meu carro, Julie sorriu abertamente vendo o Ezequiel no colo do Ryan, coberto pelo cobertor, recém medicado.

— Nos vemos no galpão. — avisei, ele concordou prontamente.

— Ezequiel, obrigada por me salvar. — minha filha disse agradecida.

— Disponha. — sorriu fraco e tossiu seco.

— Vamos? — Bárbara abriu a porta detrás, coloquei a Julie na cadeirinha. Depois entrei no carro dando partida no mesmo, minha mulher estava devorando um pacote de salgadinho.

— Vou deixar vocês em casa, preciso falar com os nossos amigos. — avisei, ela assentiu entregando um pacote de biscoito recheado para Julie.

Meia hora depois...

Cheguei no galpão encontrando apenas o Ryan, o Rudy Mancuso e o Dylan.

— Cadê o restante da equipe? — indaguei incrédulo.

— Chaz está fazendo a segurança da Caitlin, Christian não quer desgrudar da Malu e da bebê, Lily está cuidando do filho, Bárbara com a filha e o Scott foi visitar a família. Restaram nós. — Dylan disse sério.

— Cadê o nosso comprometimento com o trabalho? — repliquei irritado.

— Nós daremos conta, chefe. — Rudy garantiu.

— Certo. O Ian está rondando a nossa família, ele matou várias crianças só para nos atingir. Temos que redobrar a segurança, tenho certeza que ele vai atacar novamente. — expliquei. — Precisamos nos unir e capturar esse cara antes que ele faça mais uma barbaridade.

— Ele vai querer terminar o serviço que começou, provavelmente tentará matar a Julie de novo. A garota é o elo que une você e a Bárbara, matando a pequena, Ian se vinga de ti e ainda abalará todos nós. — Ryan alertou sério. — Acho melhor redobrar a atenção na pequena.

POV.Ian Somerhalder

Na primeira oportunidade falhei, graças ao imprestável do Ezequiel, aquele garoto é uma decepção, está sempre me desafiando. Mas dessa vez ninguém atrapalhará meus planos e a mansão estava desprotegida, enquanto, Bieber se reúne com seus amigos, farei de tudo para matar sua filhinha insuportável. Pulei o murro e corri em direção a cozinha, a empregada estava distraída lavando a louça da janta. Me aproximei por trás e cravei a faca que estava na mesa nas suas costas, tapei sua boca para que não gritasse alto, a velha desfaleceu nos meus braços. Pronto! Ninguém chamará pela polícia, retirei meus tênis e subi os degraus da escada, no corredor predominava o silêncio, entrei no quarto da garota e ela não estava, provavelmente esteja dormindo com a mãe. Abri a porta do quarto da Bárbara encontrando as duas dormindo abraçadas e usando o mesmo modelo de pijamas, ambas de camisola rosinha clara, Julie dormia agarrada na cintura da mãe, com a perninha machucada sobre a coxa da Bárbara. Me aproximei com cautela, passei o produto no pano e fiz as duas cheirarem, ambas agora estão inconscientes. Empurrei a Julie para o lado e acariciei o rosto da sua mãe.

— Eu te amei tanto, desgraçada! E você sempre me traía com o Bieber, abria as pernas para ele, nunca quis ter um filho comigo. Tudo seria diferente se a Julie fosse nossa filha, teríamos matado: a Lily, o Bieber e seríamos os únicos mafiosos no mundo. — rosnei furioso. — Mas você nunca me amou, Bárbara. Sempre escolheu aquele carniceiro, e se você não quer mais ser minha mulher, irá morrer. Vai doer no meu coração, mas Bieber nunca será feliz nessa vida.

Fiquei sobre ela, sentindo seu corpo gostoso, rasguei o decote da sua camisola e chupei seus seios. Estava morrendo de saudade do seu cheiro e da sua pele macia, deixei a pistola na cômoda para aproveitar o momento.

— Vou fazer amor com você. — retirei meu pau para fora e fiquei roçando na sua coxa. — Quero me despedir do seu corpo antes de te mandar para o inferno.

Comecei a sentir vontade de foder, abrir suas pernas, rasguei sua calcinha e esfreguei meu pau por cima da sua boceta. Gemi excitado, louco para comer sua bocetinha, chupei seus seios, me preparando para penetrá-la. Segurei meu pau posicionando na sua abertura, fechei os olhos e de repente, senti mãos fortes me puxando pelo cabelo.

— Aiiiiiiiiiiiiii

— Saia de cima da minha mulher. — Bieber disse ríspido, arrastando-me pelo piso.

— Desgraçado! — tentei me segurar na porta, mas ele atirou na minha mão e me arrastou pelo corredor.

— Acabou, Ian! Você será morto. — rosnou enfurecido, puxando meus cabelos pela raiz. Quando chegou na escada, ele me jogou da mesma.

— Aiiiiiiiiiiiiii....

Meu corpo rolou escada a baixo, a minha calça estava na metade das pernas, Justin destravou a pistola ameaçando atirar. Gemi dolorido, pois, algum osso da minha costela havia quebrado.

— Nojento! Tentando estuprar uma mulher inconsciente, você me da náuseas. Matou inocentes por pura crueldade, eram crianças indefesas, arrombado. — esbravejou raivoso, chutando com força na minha barriga.

— AIIIIIIIIII......

— Patético! — cuspiu na minha cara. — Hoje você sentirá na pele o quanto te odeio.

— Está se achando o fodão, mas você nunca teve vocação para mafioso, vive na sombra da Bárbara. — debochei sádico, ele segurou na gola da minha camisa com força, seus olhos me fitavam com fúria, queria socar seu rosto, mas a bala alojada na minha mão era um empecilho.

— Vou te mostrar se sirvo ou não para ser chefe da máfia. — respondeu frio, seu canivete fez um corte profundo na minha bochecha, rasgando a minha pele.

— Aiiiiiiiiiiiiii.

Justin me levou para fora da mansão, o sangue escorregava pela minha face, mau consegui andar sentindo dores nas costas, mas ao passar pela piscina empurrei o Justin e sai manchando.

— Você não vai fugir. — disse enfurecido, apressei meus passos chegando perto do portão.

POV.Justin Bieber

Corri pelo jardim capturando o Ian, joguei este filho da puta de encontro ao muro, fazendo sua cabeça ganhar um ferimento, fechei as mãos em punhos socando seu rosto, descontando toda a raiva acumulada no peito.

— Você não sabe o prazer que sentirei em te matar. — esbravejei exaltado, levei o elefante azul até o carro, joguei-o dentro do portas malas. — De hoje não passa.

Entrei no carro dirigindo em alta velocidade, mandei uma mensagem de áudio avisando a Lily sobre a captura do Ian.

[...]

Cheguei no galpão e a Lily já me esperava na porta, fumando seu cigarro de maconha. Abri o porta malas retirando o Ian, ela assobiou vendo o sangue dele ainda saindo do corte feito no rosto.

— E o Ryan?

— Ficou cuidando do Ezequiel. — respondeu séria. — E a Bárbara?

— Dopada. — suspirei, empurrando o Ian para sala de tortura.

— Vejo que andou praticando tortura com esse verme. — disse admirada, sentei o Ian na cadeira e amarrei seus braços, ele gemeu de dor quando amarrei fortemente.

— Vai me matar, mas no futuro Ezequiel matará todos vocês. — sussurrou.

— Meu filho está sendo muito bem educado, ele sabe que você foi o responsável pela morte daquelas crianças e a única coisa que sente por ti é ódio, nojo e repulsa. — Lily disse exacerbada. — A sua morte é a certeza que seus crimes não ficarão impune.

— Desconte a raiva que tu sente dele, cunhadinha. — entreguei a faca e Lily foi logo rasgando a orelha do Ian.

— Ai!

— Você matou o Michel, tentou me matar várias vezes e agora será a sua vez de provar o sabor da morte, amargo e doloroso. O curioso é que ninguém sentirá a sua falta, ninguém te ama Ian ou melhor Damon. — Lily disse fria, arrancando a outra orelha. — Até seu pai amava seu irmão gêmeo e você era apenas um qualquer, sem importância.

— Acha que minha morte ficará em pune? Eu tenho outro filho, e quando ele crescer não só matará vocês, como também, destruirá a Julie e o Ezequiel. — gargalhou alto.

— Os dois estarão preparados para matar o seu filhinho. — garanti firme. — Julie será uma excelente mafiosa e Ezequiel impiedoso.

Enquanto, Lily cravou a faca no olho azul esquerdo do Ian, cortei a perna dele com a ajuda do facão. Seu sangue manchou minha camisa cinza, mas eu estava adorando seus gritos de dor.

— AHHHHHHHHHHHHH

— VOCÊ MERECE APODRECER NO FOGO DO INFERNO. — Lily se alterou, enfiando ferozmente a faca na barriga dele, suas mãos ficaram manchadas de sangue escuro, Ian abria a boca gritando desesperadamente. Cada facada era como se a Lily tivesse tirado um peso de suas costas, sabia o quanto ela desejava se vingar do Ian. Cortei a outra perna do Ian e o piso escorria seu sangue para todos os lados.

— Aiiiiiiiiiiiiii.

Lily rasgou a camisa dele e vi os enormes buracos das facadas, peguei as duas pistolas na mesa, lhe entregando uma.

— Vamos fuzilar esse demônio. — sugeri. — Eu atiro no coração dele e você na cabeça ao mesmo tempo.

Lily puxou a língua do Ian e rasgou a mesma de um lado a outro, por fim destravou a pistola e o imbecil terminou de morrer fuzilado.

— Teremos alguns anos em paz. Nossos inimigos foram mortos e agora só precisamos descobrir quem é o outro filho do Ian? — disse ofegante, pela energia gasta.

— Julie e Ezequiel terão que ter aulas de luta e tiro, eles precisarão de nossa ajuda. — suspirei.

POV.Barbara Palvin

Despertei do sono e a primeira coisa que vi foi o Justin sentado nos pés da cama, cabisbaixo. Deixei nossa filha encoberta e me sentei atrás do seu corpo deixando minhas pernas nas suas coxas. Beijei suas costas, adorando seu cheirinho bom, havia saído da ducha já que os cabelos estavam molhados.

— Bom dia!

— Bom dia, Bárbara! — suspirou fundo, acariciando minha coxa. — Como você está se sentindo.

— Bem!

— O Ian não é mais um empecilho em nossa vida, foi morto. — avisou.

— Morto? E ninguém me chamou para matá-lo? — indaguei revoltada. — Você sabia o quanto eu queria matá-lo.

— Ele te dopou, não tive tempo para te acordar, então, precisei matá-lo antes que ele conseguisse transar contigo. — explicou paciente.

— Ele tentou abusar de mim? — indaguei horrorizada, percebi que estou sem calcinha.

— Esqueça aquele elefante azul e vamos cuidar da sua gravidez. — Justin se levantou da cama, caminhou até o closet retirando de dentro uma caixinha preta. — Juro que pensei em fazer esse pedido num lugar romântico, mas não consigo esperar mais.

Justin ficou ajoelhado, abriu a caixinha revelando um lindo anel de noivado, prateado com pequenas pedrinhas de diamante.

— Bom! Eu pensei em decorar uma poesia de algum poeta, mas não tenho o hábito de ler essas coisas. Decidi fazer do meu jeito. — ele suspirou, estava nervoso. — Sei que muitas vezes te magoei, que nossos caminhos seguiram rumos diferentes, nos amamos e nos odiamos na mesma intensidade, mas a verdade é que você sempre será a única mulher que amarei por toda minha vida. Hoje sou um cara mais maduro, seguro e confiante nas minhas escolhas, planejei cada detalhe de nossa vida em diante, quero esquecer um pouco dessa rotina louca que vivemos e dedicar meus minutos a ficar com você e com nossos filhos. Então, estou aqui para te perguntar: Senhorita Bárbara Palvin, você aceita se casar comigo e ser eternamente minha e demais ninguém?

— Sim. — respondi chorosa, completamente emocionada. Minha mão estava trêmula quando ele pôs o anel de noivado. — Eu te amo tanto, Justin! Que nem o tempo destruiu o meu amor por você, meu Drew.

Me joguei nos seus braços, deixando meus braços ao redor do seu pescoço, nossas bocas se grudaram e o beijo foi acontecendo, fazendo nossas línguas entrelaçarem. Ainda estou sem acreditar que finalmente serei feliz com o homem que sempre amei.

— Eu perdi alguma coisa? — Julie indagou sonolenta, coçando os olhinhos.

— Não, só estava pedindo a sua mãe em casamento. — Justin disse risonho e ela ficou boquiaberta.

— Poxa vida! Nem me acordaram? Queria ter visto o pedido. — fez um bicão, abraçada ao Teddy.

— Você será a daminha. — disse calma e ela voltou a sorrir, Justin a pegou no colo, abraçando-a fortemente. Ele havia se transformando no bom pai.

— E em breve estaremos no Brasil. — Justin comentou amoroso, me deixando surpresa pela sugestão.

2 meses depois...

O grande dia havia chegado, os meninos ficaram hospedado no hotel e as meninas iriam me ajudar a se vestir. Estava bastante nervosa, minha barriga havia crescido e sempre tinha que ajustar o vestido, agora estou no terceiro mês da gravidez, Justin decidiu não querer saber o sexo do bebê, queria que fosse uma surpresa. Pela janela vi a linda praia de Fernando de Noronha, ainda não fui tomar um banho no mar.

— O vestido chegou. — Lily adentrou o quarto trazendo meu vestido, minha irmã estava linda no seu vestido azul celeste, longo, com pedrinhas de rubis na renda do decote discreto, seus cabelos estavam presos no rabo de cavalo sofisticado.

— Me ajude. — retirei o roupão ficando só de lingerie.

— Cheguei! — Malu adentrou o quarto também vestida no vestido da mesma cor da Lily, elas serão minhas madrinhas de casamento. — Deixei a Blair com a Julie, o Ezequiel e a babá, ser mãe é cansativo. Mas o importante é que minha filha agora está nos meus braços e longe daquela incubadora.

— Graças a Deus! — Lily disse risonha fechando o zíper do meu vestido: um tomara que caia com rendas delicadas no tecido sedoso, confortável para não machucar minha barriga.

A maquiagem estava perfeita, sem nada de extravagância, o cabelo amarrado no coque sofisticado e as únicas jóias era meus brincos e a gargantilha de diamantes.

— Nervosa! — confessei.

— Você está maravilhosa, mana! Agora vamos antes que o Justin tenha um treco na igreja, ele não para de ligar. — Malu revirou os olhos.

No corredor encontramos a babá trazendo a pequena Blair para mamar, Malu pegou a filha no colo, a bebê usava um vestido rosinha e os cabelos eram bem ruivos e lisos. Julie ostentava uma tiara de princesa, o vestidinho branco rendado, de alcinhas feitas de diamantes e um laço lindo nas costas, seus cabelos loiros ondulados nas pontas, ela segurava meu buquê e o Ezequiel de smoking preto, gravata borboleta e os cabelos pretos bem cortados com um topete idêntico ao do Ryan.

20 minutos depois...

A igreja estava bem arrumada e organizada, Malu entregou a bebê para a babá levá-la para minha vó segurar. D. Helena veio de cadeira de rodas, havia se machucado e o pé estava enfaixado, mas estava na igreja junto a minha sogra. As crianças ficaram na frente, Lily ajeitou a cauda do meu vestido e os flashes dos paparazzis não paravam. A marcha nupcial tocou indicando a minha chegada, meu coração parecia que sairia a qualquer momento da minha boca, as portas se abriram e a primeira coisa que meus olhos azuis viram foi o Justin todo pomposo no terno preto com uma flor espetada no bolso. Seus cabelos loiros estavam cortados, com um pequeno topete discreto, seu sorriso fez aumentar o meu. Vovó chorava emocionada segurando a Blair, Chaz e Caitlin, Dylan e Pattie eram os padrinhos do Justin, os meus são: Ryan e Lily, Malu e Christian. As flores de tulipas e rosas brancas ao lado dos bancos, o tapete vermelho, os arranjos e os convidados mais próximos fazia parte desse momento peculiar de minha vida. Quem me acompanhou no lugar do meu pai foi o Scott, sua esposa de vestido amarelo estava acompanhada do seu filho Bryan, Julie fez pouco caso, e desfilava com classe no tapete vermelho. Keisha sentou-se ao lado do Logan, Rudy Mancuso ficou no canto acompanhado de duas loiras. Segurei na mão do Justin e ele beijou minha bochecha, sussurrando no meu ouvido:

— Linda!

Entreguei o buquê a minha filha e ela ficou no local indicado junto ao Ezequiel, Lily não desgrudava os olhos do filho. O padre iniciou a celebração, Justin me distraía acariciando minha barriga, ele sorriu feito um bobo quando o bebê chutou, nossa família em breve estará completa. Quando fui perceber o padre já estava perguntando:

— Barbara Palvin, você aceita Justin Drew Bieber como o seu legítimo esposo, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, para amá-lo e respeitá-lo por todos os dias da sua vida até que a morte os separe?

— Aceito! - Respondi confiante, pegando a aliança na almofada trazia pelo Ezequiel, e deslizei a aliança de ouro branco no dedo anelar esquerdo dele.

— Justin Drew Bieber, você aceita Bárbara Palvin como a sua legítima esposa, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, para amá-la e respeitá-la por todos os dias da sua vida até que a morte os separe?

— Aceito! — sorriu abertamente, colocando a aliança em meu dedo e dando um beijinho.

— Se existe alguém que saiba de alguma coisa que possa impedir esse casamento, que fale agora ou se cale para sempre. — padre falou sério, como ninguém respondeu, continuou: — Pelo poder investido em mim, pela santa e amada igreja eu vos declaro no dia de hoje, marido e mulher. — fez o sinal da cruz. — O que Deus uniu o homem não separa. Pode beijar a noiva.

Justin acariciou minha bochecha, encostando sua testa na minha e me beijou apaixonadamente. Os aplausos eram endurecedores, uma lágrima saiu do meu olho direto, estava imensamente feliz. Saímos da igreja em baixo de chuva de arroz, nos beijamos novamente e os paparazzis tiraram várias fotografias de nós dois.

POV.Justin Bieber

Depois de cortarmos o bolo e presentear o primeiro pedaço para o Christian, o grande responsável de nos guiar em todas as missões. Brindamos a nossa união, no lugar de champanhe Bárbara brindou com água. Segui para o salão de danças, a valsa dos noivos era o momento mais aguardado, não rodopiei muito minha noiva para não causar enjôos, fiquei roxo de ciúme vendo a Julie dançando com o Ezequiel, Lily filmava os pequenos com um sorriso de orelha a orelha, encarei o moleque com um olhar assassino e ele se limitou a manter uma distância do corpo da minha filha.

— Jogue o buquê e vamos fugir daqui. — sussurrei no seu ouvido.

— Apressado. — riu gostosamente.

— Eu sei que você também deseja fugir da festa comigo. — constatei convencido.

— Já volto. — disse alegre, pegando o buquê de rosas brancas e subindo no palanque. As mulheres ficaram eufóricas, segurei minha filha no colo, me despedindo dela.

— Você ficará na companhia da sua tia, enquanto sua mãe e eu curtiremos a nossa lua de mel. — avisei carinhoso.

— Eu sei, mamãe me avisou. — disse tranquila, fitando a hora de jogar o buquê.

— 1, 2, 3 e... já.. — Barbara jogou o buquê e o mesmo voou alto caindo no colo de D. Helena. A senhora sorriu abertamente e com o buquê nas mãos deu uma piscadela ao velho do buffer.

— A bisavó é safadinha, papai. — Julie sussurrou surpresa.

— Vamos? — Bárbara se despediu da Julie, dando muitos beijinhos. — Se comporte, mamãe não demorará.

— Boa viagem. — disse animada, sendo levada pelo Rudy Mancuso, ele daria alguns dólares para a Julie ajudá-lo a conquistar a morena.

[...]

Corremos descalços pela areia fofa da praia de Fernando de Noronha, o céu estrelado deixava tudo ainda mais perfeito, beijei minha esposa me sentindo um homem feliz e realizado. Seus lábios foram feitos para serem beijados por mim, acariciei suas costas com carinho, nossas línguas entrelaçadas no ritmo perfeito, o vento bagunçando nossos cabelos e as pequenas ondas batiam e voltavam nos nossos pés.

— Te amo. — sussurrou nos seus lábios.

— I love you, baby! — falei carinhoso, encarando seus lindos olhos azuis.

Seguimos para a lancha que alugamos e ao entrar na cabine, levei-a no colo, Bárbara achava graça já que seu peso aumentou devido a gravidez. Entramos no nosso quarto, ajudei minha esposa a abrir o zíper do seu vestido, beijei suas costas abrindo o fecho do seu sutiã.

— Agora é oficial somos casados. — susurrei ao pé do seu ouvido, minhas mãos apertando seus seios maiores.

— Muito bem casado e teremos mais um filho ou filha. — sorriu radiante, virei seu corpo, ela me ajudou a se livrar do terno e da camisa social. Fiquei agachado para beijar sua barriga voluptuosa e linda.

— Não vejo a hora de conhecê-lo, estou muito feliz de estar acompanhando cada passo da sua gravidez. — confessei ansioso.

— Uma coisa de cada vez, agora quero transar com meu marido. — disse maliciosa, retirei o restante de minha roupa, vendo-a retirar sua calcinha.

— Não quero machucar sua barriga.

— Não vai. — ela me beijou afoita, retribui o seu beijo, deitando-a na cama com calma, nossas línguas entrelaçadas com perfeição. Acariciei suas coxas, atiçando ainda mais o seu desejo, quando o ar nos faltou me dediquei a chupar seus seios, deixando mordidinhas deliciosas. Meu membro ganhou vida, e ela estava bastante inquieta na cama.

— Não vai me foder? Estou com vontade e você fica me enrolando. Sr. meu marido. — retrucou.

— Você está com muito desejo. Safadinha! — beijei sua boca, penetrando devagarinho na sua boceta.

— Será que você poderia aumentar o ritmo? — indagou maliciosa, mordiscando meu queixo. — Nessa lentidão, não consigo gozar.

— Assim?

— Isso, mete bem gostoso. — pediu excitada, fui aumentando as estocadas, meu pau saindo e entrando da sua bocetinha era algo tão prazeroso que me concentrava para não machucá-la.

— Awnnn....

— Tão linda e ao mesmo tempo safada. — beijei seu rosto, acelerando o ritmo das estocadas.

— Delícia, Bieber! Não tenho culpa se você é maravilhoso em tudo. — murmúrio ofegante, arranhando minhas costas. — Se me excita ser sua mulher.

— Minha. — minha voz saiu possessiva, amava a Bárbara incondicionalmente. — Agora és a senhora Bieber.

— Awnnn...... mais forte. — suplicou mordendo o lábio inferior. Minha língua lambeu seu seio esquerdo, fazendo círculos imaginários no mesmo, enquanto meu pau duro comia sua bocetinha gostosa. E assim ficamos nos amando por um bom tempo até que alcançamos o nosso clímax.

Dois dias depois...

De jet ski levei a Julie para um passeio na praia, Ezequiel também foi no jet ski do pai, as crianças estavam adorando as férias no Brasil. Minha filha até ficou bronzeada, ela segurou fortemente na minha cintura com medo de cair.

— Que praia linda, papai! Eu vi uma tartaruga nadando. — disse eufórica.

— Viu? — indaguei incrédulo, impossível ela vê, estava usando quase a velocidade máxima.

— Sim...

— Melhor voltarmos. Sua mãe deve estar preocupada com o sol queimando sua pele. — suspirei dando volta, a água sendo cortada pelo jet ski.

— Poxa vida! Estava tão bonzinho. — disse frustrada.

— Só mais uma voltinha.

— EBA! — gritou animada, seu cabelo estava amarrado no rabo de cavalo e o biquíni era rosa.

— Vamos apostar uma corrida? — Ryan sugeriu.

— Se prepare para perder. — sorri de canto, aumentando a velocidade.

— Vai, papai! — Julie apoiava eufórica, Ryan bem que tentou vencer, mas segurei 10 segundos antes dele. — Meu pai é top.

— O meu também é, tá! — Ezequiel retrucou aborrecido, abraçado ao Ryan.

— Mas eu sou o melhor. — afirmei, beijando a bochecha da minha filha.

— Vamos, papai! Eu quero comer as comidas típicas de Fernando de Noronha. — disse risonha.

6 meses depois...

Chegamos na nossa mansão em Beverly Hills, seremos vizinhos da Lily e da Malu, ambos compraram suas moradias no mesmo condomínio que o nosso. Deixei as malas na sala, Julie saiu correndo com seu cachorrinho branco, estava ansiosa para conhecer o novo quarto, Barbara sentou-se no sofá e fez uma careta de dor.

— Você está bem? — indaguei preocupado, estava no nono mês da gravidez.

— Sinto dores. — seus olhos azuis se arregalam e um líquido escorreu pela sua perna. — A criança vai nascer.

— Misericórdia! — falei agoniado, ajudando-a se levantar. — Hanna!

— Estou aqui, senhor! — a empregada falou obediente.

— Fiquei com a Julie, minha esposa entrou em trabalho de parto, vou levá-la ao hospital e mande a Lily procurar a sacola do bebê e nos encontrar lá. — falei apressado, a empregada correu e eu tratei de ajudar a Barbara.

— Ai..

— Vai dar tudo certo, meu amor!

Ela entrou no carro se queixando das dores, aumentei a velocidade ultrapassando os demais veículos, estava ficando nervoso com os seus gritos e não sabia o que fazer.

[...]

Entrei na sala de parto com a roupa especialidade, segurei na sua mão fria dando o meu total abaixo. O médico colocou as luvas e começou com o procedimento.

— Força, senhora Bieber. — Dr. Garcia disse sério, verificando se a criança vinha.

— Aiiiiiiiiiiiiii — Barbara gritava alto, suspirando ofegante, o rosto começando a suar.

— Seja forte, meu amor. — sussurrei no seu ouvido, em seguida, comecei a cantar uma música calma que minha mãe cantava quando eu era criança.

— Ahhhh! — ela segurou fortemente a minha mão até que a criança nasceu, o cordão umbilical foi cortado e o chorinho de bebê ecoou na sala.

— Parabéns, é um lindo menino. — a enfermeira entregou o pequeno nos braços da Barbara, chorei igual manteiga derretida. Vendo o pequenino cabeludinho, seus cabelos eram loiros e lisos.

— Nosso filho é lindo. — falou chorosa, fitando o pequeno chorão.

— Muito lindo e se chamará Juan. — comentei com a voz embargada pelo choro.

— Juan Palvin Bieber, seja vem vindo a nossa família. — disse amorosa, beijei o rosto suado da Bárbara e acariciei a mãozinha do meu filho. — Agora somos pais de dois.

POV.Julie Palvin Bieber

10 anos depois...

Que saco! Sai do colégio super atrasada, meu pai odiava atrasados e com o tempo tem se transformado em um homem exigente. Sr. Bieber tem me ensinando tudo sobre a máfia e hoje é a minha primeira missão com todos da gangue. Estou nervosa mais confiante de que era o caminho certo, entrei no meu carro e dirigir o mais rápido possível. Iríamos roubar um grande carregamento de drogas trazidos por duas carretas que estavam esperando no cais, as encomendas virão no navio e temos que chegar antes da gangue da Lurdinha. Freio o carro bruscamente quase atropelando o gato, mas conseguir chegar no galpão. Suspirei aliviada, ajeitando meus cabelos loiros, sai do Porsche correndo e acabei me esbarrando em um corpo forte, suas mãos me seguraram na cintura e as minhas ficaram espalhadas no seu peitoral sarado, encarei seus olhos azuis e quase gemi. Ezequiel Butler estava de volta a Beverly Hills, depois de 2 anos treinando no México com o tio Ryan. Não esperava vê-lo tão cedo, respirei fundo tentando controlar minha respiração ofegante.

— Pra que a pressa? — sua voz estava rouca, oras, está evoluindo, nem parece que tinha 16 anos e eu ainda beirava nos 15.

— Meu pai mandou o horário e eu esqueci completamente da missão, sai do colégio voando, pois não quero levar um sermão. — respondi, ele mordeu o lábio inferior fitando minhas coxas expostas pela sainha preta. — Perdeu alguma coisa aí?

— Na verdade acabei de encontrar. — Ezequiel me prensou na porta do meu carro e me beijou afoito. Não tive nem tempo de protestar, estava morrendo de saudades dos seus beijos, agarrei seus braços fortes expostos pela regata cinza e as suas mãos apertaram minha bunda, sentir seu corpo bem grudado ao meu. Chupei a sua língua gostosa, puxando alguns fios do seu cabelo curto, era perigoso ficar nos agarrando desse jeito em frente ao galpão, meu pai o mataria se soubesse que estamos nos envolvendo. Que nossa parceria vai muito além da máfia, o beijo parou, mas eu ofegava excitada. — Sentir a sua falta, Julie.

— Também senti a sua. — confessei adorando seus beijinhos molhados em meu pescoço.

— Pensei muito em você esses últimos dois anos que ficamos separados. — disse ofegante, deixando uma mordidinha na minha orelha. — Quero você só para mim.

— Também quero ser sua, me entregar de corpo e alma pra você. Não aguento mais ficar só na vontade. — sussurrei, apertando seu membro, ele grunhiu excitado. — Eu quero muito.....

— Depois da missão...

Ezequiel se afastou do meu corpo quando ouviu a porta do galpão prestes a se abrir, limpei meu batom borrado dos lábios pelo retrovisor do carro.

— Atrasada. — papai falou ríspido.

— O importante que ela está aqui. — mamãe me defendeu.

— Vamos para o porto antes do navio chegar. — Lily disse séria, papai entregou a minha pistola e beijou minha testa, sua barba arranhou minha pele.

— Eu vou no carro de quem? — indaguei confusa.

— No meu. — Ezequiel se ofereceu, papai o fitou seriamente. — Somos uma equipe e a Julie é minha parceria de roubo, mamãe vai no carro do papai, e a Bárbara no carro do senhor.

— Sem gracinha para o lado da minha filha. — papai disse frio.

— O senhor que manda, chefia. — Ezequiel sorriu torto, sua cueca boxer preta visível na calça jeans folgada.

Entrei no carro do meu namorado, coloquei meu cinto de segurança e fitei a pista. O carro do meu pai ia na frente, depois vinha o da minha tia e por fim o nosso, Ezequiel deu partida no carro seguindo os demais.

— Seu pai não facilita. — disse sério.

— Eu sei, ele é bem ciumento. Mas hoje a noite nos encontraremos no nosso esconderijo. — comentei risonha.

— Às 22h. — comunicou com um sorriso malicioso nos lábios. Aí meu Deus! Estou ansiosa pela minha noite de amor com meu namorado, parei de pensar, quando ele freou o carro perto de uma calçada.

— O que houve? — indaguei preocupada, seus olhos azuis se escureceram de raiva. Ezequiel abaixou o vidro do carro e jogou duas moedas para uma mulher que estava mendigando na rua, a mesma arregalou os olhos e em seguida chorou, vendo o carro sair em alta velocidade. O rosto da mulher magra, suja e fedorenta não saiu de minha cabeça. — Quem era?

— A mulher que deu a luz a mim. — respondeu sério, esse assunto ainda o machucava, mas ele não gostava de conversar sobre isso. Já tinha criado um amor maternal pela Lily.

[...]

Assim que chegamos no porto, a equipe se dividiu, meus pais ficaram encarregados de matar os capangas da Lurdinha, a Lily e o esposo ficariam supervisionado a chegara dos tiras.

— Julie! Você tem que render o motorista da carreta, Ezequiel executa o outro motorista. Depois vocês dirigirão as carretas com as drogas. — papai falou pela escuta.

— Aguardem os capangas dos nossos inimigos transportar as drogas do navio para a carreta. — tio Ryan avisou seriamente.

— Compreendido.

Continuei dentro do carro esperando as novas instruções, beijei o pescoço do Ezequiel, chamado sua atenção. Não podíamos falar, pois, meu pai e os demais escutaria pela escuta, mas eu continuei provocando-o, fiquei sentada no seu colo e o beijei de surpresa. Suas mãos ficaram acariciando minhas coxas e as minhas bagunçavam o seu cabelo, sentia saudades da nossa intimidade e quando nos separavam devido as missões a saudade apertava no peito.

— Julie!

— Diga, papai. — tentei não gemer com a boca do Ezequiel deixando uma chupada na parte superior do meu seio direito.

— Ação!

Saímos dos carros e seguimos direções opostas, deixei um pouco do meu sutiã a vista e o fiz estar perdida. Aproximei do velhote que estava guardando o celular no bolso.

— Por favor! Preciso saber onde fica o ponto de ônibus mais próximo, fui assaltada a poucos metros daqui. — comecei a chorar para dar mais veracidade a minha mentira. Ele fitou meu uniforme escolar tendente a acreditar na minha versão. — roubaram o meu carro.

— Se a senhorita quiser posso lhe da uma carona. — disse sugestivo, olhando fixamente as minhas coxas.

— Espero não lhe incomodar. — sorri com falsa timidez.

— Não haverá incômodo algum, vou lhe proteger. — sorriu enigmático, subir na cabine da camionete, e deixei que o velho visse minha calcinha. — Gostosinha.....

Esperei que o mesmo entrasse no lado do motorista, assim que o velho se sentou e ousou a apertar minha coxa, esmurrei seu nariz. Peguei a pistola escondida na cintura e atirei na sua cabeça.

— Auuuuuuuuuu

— Babaca! — resmunguei, jogando seu corpo para fora da carreta. Mas alguém puxou com força o meu cabelo grande e me tirou de dentro da cabine. — Aiiiii.

— Vagabunda! Tentando roubar meu carregamento. — Lurdinha rosnou furiosa encostando a pistola na minha têmpora.

— Desgraçada! — vociferei enraivecida, acertando uma cotovelada na sua barriga. Girei o corpo rapidamente acertando um chute na sua pistola que rolou para dentro do mar. — Vadia.

Lurdinha veio para cima, acertando um tapa na minha boceta, mas revidei socando seu nariz, ela gemeu dolorida. Virei a vagabunda de costas, dando o golpe mata-leão, em que passei um dos meus braços em volta do seu pescoço deixando a mão segurando meu bíceps e o outro braço passando por trás da sua cabeça deixando meu queixo pressionando o meu pulso para dar mais firmeza. Dessa maneira apertei com força o braço na sua garganta e a Lurdinha tentou se soltar inutilmente o ar não chegou nos seus pulmões. Seu corpo ficou mole, a mesma caiu dura no chão e só para extravasar minha raiva peguei minha pistola e atirei três vezes na sua cabeça.

— Sempre quis te matar vadia. — confessei maléfica, entrei na careta e vi pelo retrovisor, Ezequiel socando o outro motorista, segurando-o pela gola da camisa e fazendo a cabeça do cara bater varias vezes de encontro a porta da carreta, depois ele jogou o idiota dentro do mar, o homem começou a nadar, mas a bala perfurou sua nuca.

Dei partida na carreta e logo atrás vinha a outra carreta, saímos o mais rápido possível do porto, pegando a pista.

— Já estou com a carga, papai! — avisei.

— Ótimo! Já matei os guardas, depois que vocês pararem vou explodir um carro para que os tiras não consiga te seguir. — disse sério. — No helicóptero Dylan dará as instruções e avisará se tem inimigos escondido.

Uma hora depois...

Estacionei a careta em frente ao galpão, Rudy Mancuso, Chaz e Christian se encarregaram de descarregar as drogas. Não demorou muito e todos os demais chegaram, dessa vez meu pai permitiu que eu bebesse tequila.

— Um brinde ao lucro que teremos. — mamãe disse risonha. — E a nova geração da máfia: Julie e Ezequiel. Lily abraçou o filho e limpou o semblante cortado do meu namorado.

— Aos negócios! — dissemos em uníssono, brindando nossas taças, bebericando a bebida e eu fitei disfarçadamente o Ezequiel.

[...]

Cheguei em casa e encontrei o Juan brincando de videogame com o amiguinho Pietro, beijei seus cabelos loiros e ele sorriu abertamente, seus olhos azuis eram idênticos ao de nossa mãe.

— Perdeu, mana! — disse risonho.

— Perdi o quê? — indaguei irritada, apertando suas bochechas, ele odiou, se achava um homenzinho com apenas 9 anos de idade.

— O pudim que nossa bisavó fez. Comi tudinho. — confessou.

— Guloso!

Subi a escada correndo, retirei minha roupa e entrei na minha banheira de espumas e sais. A empregada sempre deixava meu banho preparado, sorri de canto ansiosa para revê meu namorado. Papai e mamãe tão cedo voltaria para casa, iriam aproveitar para jantar com os meus tios.

Uma hora depois...

Suspirei fundo antes de bater na cabana que sempre me encontrava com o Ezequiel, ajeitei meu vestido vermelho, deixando meus cabelos soltos. Só precisei de duas batidinhas e ele abriu a porta, estava lindo de bermuda jeans e camisa Polo branca.

— Você está maravilhosa. — elogiou beijando meus lábios de leve. — Entre.

Adentrei o local encontrando na pequena salinha comida japonesa, me sentei sobre a almofada e provei o sushi.

— Hum.....Está uma delícia. — falei calma, dando um pedaço na sua boca.

— Sabia que você iria adorar. — deu uma piscadela, enchendo nossas taças de vinho. — Dessa vez vim para ficar, Julie.

— Ótima notícia, não aguento mais ficar distante de ti. — comentei séria, bebericando meu vinho.

— Nem eu. — Ezequiel retirou a taça da minha mão e me beijou apaixonadamente, nossas línguas foram se chupando, se devorando com malícia e desejo. Me sentei no seu colo, aprofundando o nosso beijo, agarrei no seu cabelo sentindo meu corpo se esquentando. Ezequiel acariciou minhas coxas, subindo a saia do vestido até minha cintura e eu esfreguei minha boceta na sua ereção recém feita. Ele apertou minha bunda, enquanto retirei sua camisa e fitei seus olhos azuis.

— É tão fácil te amar, Julie. — sussurrou baixinho. — Um certo dia chorei com medo desse momento nunca acontecer, medo de você ficar com o Bryan. Eu sabia dos riscos, mas meu coração pediu para lutar pelo seu amor, mesmo sem saber se conseguiria, apostei todas minhas fichas em você e valeu a pena te conhecer.

— Nossos sentimentos transformou a nossa amizade em amor, e hoje sou perdidamente apaixonada por você. — falei sincera, ele retirou meu vestido por cima da cabeça e nenhuma palavra mais foi dita.

Nossas bocas se beijaram, e ele se levantou comigo no seu colo, levando-me em direção ao quarto, chupei sua língua, deixando minhas pernas entrelaçadas na sua cintura. Seus dedos desfez o fecho do meu sutiã, as alças foram descendo pelos meus braços, gemi ao sentir sua língua lambendo meu seio.

— Esperei tanto por esse momento. — sussurrei, ao abri os olhos vi a cama de casal coberta por rosas vermelhas, meus olhos ficaram marejados de felicidade. — Você é o melhor namorado do mundo.

— Minha Julie, eternamente minha rainha. — disse amoroso, senti minhas costas tocando as pétalas de rosas espalhadas no colchão fofo. Sua boca voltou a chupar meus seios médios, senti sua língua contornando o bico do meu mamilo me fez suspirar.

— Isso e tão bom. — argumentei, ele abocanhou o meu outro seio e confesso que já sentia minha bocetinha molhada.

— Você é muito linda, Julie. — elogiou, mordiscando o meu seio, suas mãos retiraram minha calcinha me deixando nua. Senti minhas bochechas esquentar quando seus olhos azuis fitaram minha intimidade. — Puta merda, que gostosa!

Ezequiel beijou inúmeras vezes minhas coxas, sua língua lambeu minha boceta e eu sentir meu corpo queimando de prazer. Ele era bom com a língua me chupando, deixando meus lábios molhados, gemi enlouquecida, segurando no seu cabelo.

— Awnnn...

— Está gostando, meu amor?

— Muito.

Ezequiel lambeu com mais precisão, chupando minha bocetinha com mais ritmo. A sensação era tão prazerosa e única que alcancei meu orgasmo e gozei na sua boca. Ele continuou me chupando até o fim dos meus espasmos.

— Ai.

— Docinha. — disse malicioso, beijando minha barriga. Em seguida se pós de pé e retirou sua bermuda e a cueca liberando seu pau duro, bem grande e grosso.

— Gostoso! — sorri maliciosa, fitando seu membro, ele deu uma piscadela. Em seguida deixou uma chupada na minha bocetinha e ficou sobre meu corpo, gemi sentindo seu pau enfurecido roçando na minha bocetinha. — Awnn....

— Tem certeza? — indagou atencioso, seus dedos acariciando meu seio.

— É com você que desejo ter minha primeira vez. — afirmei fitando seus olhos. — Eu te amo.

— Te amo.

Ezequiel pressionou o seu pau na minha entrada, gemi um pouco dolorida sentindo seu membro me penetrando e rompendo o meu hímen.

— Ai. — gemi, ele parou de se mover preocupado comigo, beijei seus lábios querendo que continuasse. Aos poucos seu pau foi me possuindo até que a dor se dissipou dando lugar ao prazer que sinto por ele. Nossas línguas se uniram com desenvoltura, arranhei suas costas quando seu membro duro voltou a se movimentar, me comendo devagarinho, suas mãos fortes seguraram minha cintura ganhando mais ritmo. — Quero mais...

— Sua boceta é apertadinha, gostosa. — murmurou excitado, metendo com mais intensidade, seu pau entrando e saindo da minha boceta. Mordi seu queixo adorando nossos corpos grudados, minha pele ficando quente e o coração disparado.

— Awnnn...

— Porra! — praguejou me penetrando mais rápido, sinto minhas paredes internas se contraindo, sua boca chupando o meu seio e tudo era novo para mim, mas estava amando seu jeito carinhoso de me amar. — Gostosa!

— Eu vou.... Awnnn.... — fechei meus olhos, meu orgasmo tragando seu membro duro, Ezequiel meteu mais cinco vezes até alcançar o seu ápice do prazer. Ele gozou na minha bocetinha, me comendo até a última gota. — Delícia!

— Safadinha! — disse risonho, beijando meu pescoço, acariciei suas costas me sentindo feliz em seus braços. — Minha mulher.

— Sua e demais ninguém....

— confirmei, acariciando seu rosto.

[...]

Cada um seguiu o seu destino, os seus sonhos e projetos. Keisha havia deixado o trabalho na clínica e se aventurado em um sonho antigo de ajudar pessoas carentes na guerra da Síria. E nesse projeto ela acabou ficando mais próxima de Logan, que também estava ajudando as crianças vítimas das violências causada pela guerra. Keisha tinha acabado de atender uma senhora vítima de uma bomba do exército americano. Quando o Dr. Logan adentrou a tenda querendo conversar com ela.

— Dra. Kimberly! — disse nervoso, as mãos suadas.

— Algum problema? — questionou calma, deixando a prancheta na mesinha para encará-lo.

— Sim, eu não aguento mais esconder meus sentiremos, não quero ser mais seu amigo, quero ser seu namorado. — Logan puxou-a pela cintura e beijou os lábios da Keisha. Que retribuiu ferozmente o beijo, ambos encontrariam a felicidade e seriam felizes trabalhando juntos.

— Aceito! — sorriu radiante, se aconchegando nos braços fortes do Logan, o mesmo prometeu cuidar da loira e que nunca abandonaria.

Bárbara e Lily resolveram comemorar a chegada do ano novo no cruzeiro particular, onde se reuniram apenas os mais próximos. Dra. Helena, já havia se recuperado do pé machucado e estava feliz no auge dos seus 70 anos, ainda se sentia viva, a prova disso era o seu relacionamento com o Heitor, o velhinho de 75 anos. Os dois começaram a dançar no salão de dança, ao som de uma música romântica. Pattie também encontrara um novo amor, o empresário Antony, e resolveram iniciar uma nova história.

Chaz parou ao lado da Caitlin, entregou-lhe uma taça de champanhe. A morena encarava o horizonte, o sol se pondo ao longe era tão fascinante e único, ela deixou o medo de lado e havia aceitado morar com o Chaz ambos estavam felizes juntos.

— Pensativa?

— Agradecendo ao céu por ter você aqui comigo. — disse amorosa, deixando a cabeça sobre o ombro dele.

— Eu que tenho que agradecer a paciência que você teve comigo. — beijou a testa dela, ambos vestidos de branco.

Apesar dos erros, Chaz havia amadurecido, Blair correu para o seu colo, a pequena de 10 anos adorava ter dois pais, duas casas e duas famílias.

— Papai! Eu vi uma baleia enorme. — contou risonha, seus cabelos ruivos batiam no meio das costas.

— Não diga? — sorriu com a eufórica da Blair, Caitlin ajeitou a alcinha do vestido da pequena com muito carinho, ambas tinham uma relação boa.

— Sim, mas ela foi embora. — suspirou frustrada, fazendo o pai rir.

Do outro lado Malu sorria vendo a filha feliz, Christian estava com um sorrisão de orelha a orelha, pois havia descoberto hoje cedo que seria pai. Sua mão acariciava o pequeno volume da barriga dela, os dois construíram sua família, criaram a Blair com muita educação e amor. Ele sempre considerou a pequena como sua própria filha.

— Nossa filha é linda, puxou a beleza da mãe. — Chris disse babão, vendo a pequena correndo do Juan, o pequeno corria com uma falsa cobra de brinquedo.

— E a inteligência do pai, ela é fera em robótica. — Malu falou orgulhosa, pegando uns canapês da bandeja do garçom.

— E eu sou fera em beijar sua boca. — Chris disse malicioso, deixando um beijinho chupado no pescoço da ruiva.

Ryan e Lily tinha encontrado a harmonia e o amor, se transformaram em pais exemplares para o Ezequiel, o garoto se transformou no adolescente lindo, educado, focado no seu trabalho na gangue e se transformara no orgulho dos pais. Os três tiveram um passado sofrido, cheio de cicatrizes, mas o destino fizeram esses três se encontrarem e um foi o alicerce do outro.

— Dez anos de casamento e ainda te desejo como da primeira vez. — Ryan comentou amorosa, ajeitando os cabelos da esposa, bagunçados pelo vento.

— Se você tivesse desistido de nós dois, eu não teria conseguido superar a morte do Michel. Estava tão perdida naquela época, mas o seu apoio, a sua amizade e o carinho do Ezequiel foram fundamentais para não cair em depressão. — confessou.

— E eu não seria feliz sem você do meu lado. — Ryan a beijou apaixonadamente.

Sentados à mesa Justin Bieber beijava sua esposa, era um beijo romântico, calmo e singelo. Suas línguas se entrelaçando e aquele velho desejo foi aumentando. Quando o ar faltou os dois param de beijar e caíram na gargalhada.

— Estamos parecendo dois adolescentes. — Bárbara disse pensativa, ajeitando a camisa social branca do marido.

— Não resisto a minha linda esposa, todo dia ao acordar ficou admirando-a e agradecendo a Deus por ser correspondido por ela. — Justin disse carinhoso.

— Ela é uma mulher sortuda, por ser casada com um homem lindo, amoroso e bom de cama. — falou maliciosa, acariciando a coxa dele.

— Na virada do ano quero encontrar minha esposa nua na cama e comemorar mais um ano ao lado da minha loira fogosa. — sussurrou ao pé do ouvido dela.

Juan adorava infernizar a pequena Blair, a garota cansou de correr, quanto percebeu que era uma cobra de borracha, enfrentou o garoto de olhos azuis.

— Você é um idiota Juan Bieber. — vociferou raivosa, os cachos dos cabelos ruivos bagunçavam no ar. — Acha que consegue me amedrontar com essa cobrinha falsa?

— Sim, você estava quase urinando na calcinha. — debochou o loirinho, ajeitando a franja do cabelo.

— Que folgado! — Blair ficou boquiaberta, retirou a cobra do garoto da mão dele e jogou no mar.

Enfurecido Juan empurrou a garota no ferro do navio e ameaçou jogá-la no mar.

— Sua desgraçada! Esse brinquedo custou caro, você não tinha o direito de jogá-lo no mar. — vociferou raivoso.

— Você está me machucando. — Blair disse apavorada. — Me solta!

— Nunca mais tente me desafiar. — rosnou o garotinho.

— EU TE ODEIO. — Blair bufou exasperada e correu para os braços do Christian.

Juan revirou os olhos e foi se sentar no colo do pai, fazendo cara de anjo para a mãe, de longe Blair o fuzilava com ódio. Ezequiel e Julie fugiram dos olhares de todos para curtir um pouco a sós, os dois se beijavam com certa sofreguidão e desejo, estavam felizes e cheio de planos para o futuro.

— Meu amor, estou pensando em comprar um apartamento para nossos encontros. — Ezequiel revelou, após cessar o beijo.

— Pode ser, mas devemos tomar cuidado se papai descobrir o nosso romance, irá querer nos separar nas missões. — suspirou pesarosa.

— Cedo ou tarde iremos ter que enfrentá-lo. — disse pensativo, fitando o decote do vestido branco da Julie. — Mudando de assunto, o novo inimigo tem nome Sebastian Somerhalder.

— O tal filho do Ian, e ao mesmo tempo seu meio irmão. — Julie deduziu.

— Não considero meu irmão, recebi uma mensagem hoje cedo e ele jurou que te mataria. — resmungou. — Mas se ele pensa que será fácil nos matar, está perdendo o tempo. Ninguém tocará no fio de seu cabelo loiro.

— Calma, nós somos mais fortes e estamos indo bem no treinamento. — Julie garantiu.

— Mana! Hora do brinde. — Juan correu para avisá-los.

— Deixaremos essa conversa para a próxima reunião. — Ezequiel propôs. — Vamos curtir a chegada do ano novo com nossos familiares.

Todos os casais se reuniram para vislumbrar os fogos de artifícios, a contagem regressiva foi dada e com as taças nas mãos todos brindaram ao amor, a felicidade e a sorte de terem amigos fiéis. Juan e Blair e a grávida Malu brindaram com suco e os demais com champanhe.

— Um brinde a vida. — Dylan propôs, estava curtindo sua vida de solteiro, havia se transformado no cafetão das boates.

— A vida e ao amor! — Bárbara sorriu apaixonada e o Bieber piscou, todos brindaram e sem nenhuma combinação os casais se beijaram ao mesmo tempo, enquanto, os pequenos ficaram encantados com os fogos de artifícios.

Apesar da paz reinar em torno da família Palvin-Bieber, no barco não tão distante, Sebastian Somerhalder espionava pelo binóculo a confraternização de todos. Ele resgatou o David Salvatore da masmorra e se juraram vingança. Seu olhos azuis se escureceram vendo o Ezequiel rodopiando a linda Julie, ambos felizes e apaixonados.

— Essa paz terá um fim e a morte do meu pai não ficará impune. — Sebastian vociferou raivoso, voltando a espioná-los.

— A morte da Lurdinha também não será esquecida. — David rosnou, na mesinha havia as fotos das pessoas que eles mataria em uma sequência: Bieber, Barbara, Lily, Malu, Ezequiel e Julie, foram os pequenos Blair e Juan.

Pelo visto uma nova guerra em breve atingirá Beverly Hills roubando a paz de todos. Será que o Ezequiel e a Julie serão fortes o suficiente para ocuparem os lugares de seus pais e destruírem os novos e antigos inimigos? Só o tempo dirá se as armadilhas do destino destruirá a poderosa a máfia americana. Mas por enquanto, a dinastia Palvin-Bieber e Butler-Collins sobrevivem no continente americano.

THE END.


Notas Finais


ooooooh, acabouuuuuu 😱

Tô sem acreditar que Dangerous Temptation terminou, ela foi nossa primeira fanfic, começamos ano passado com a primeira temporada e hoje está chegando ao fim ❤

Foi gratificante ter cada um de vocês como leitores, cada comentário, cada favorito significa muito para nós. Queremos agradecer a todos que leram até aqui, MUITO OBRIGADA ❤

Agora nos digam o que achou desse final???? Gostaram??

Bom, talvez, daqui um tempo poderemos voltar com algum capítulo bônus, ok? Mas não é nada concreto.

Caso vocês queiram ler outra fanfic nossa, já temos uma, ela também é criminal meu povo e será um prazer ter vocês lá. Chama-se: Undefined Game. Só ir no nosso perfil que está lá.

Quem quiser nos adicionar, podem pedir amizade, vamos aceitar todos!

Acho que é isso, Dangerous Temptation acaba por aqui. Muito obrigado a todos que leram.

🌸 BEIJÃO DA LARISSA E DA RAYSA! 🌸


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