História Dangerous woman. - Capítulo 4


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Categorias Emeraude Toubia, Justin Bieber
Personagens Emeraude Toubia, Justin Bieber
Tags Drama, Emeraude Toubia, Justin Bieber, Romance, Traição
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Palavras 2.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Secret.


Fanfic / Fanfiction Dangerous woman. - Capítulo 4 - Secret.

POV: IZABELLE FLINT.

Estou tão nervosa e ansiosa com a noite de hoje...

Mal posso esperar para rever você, amiga (Coração)

Dizia a mensagem de Hanna.

Sorri para o visor de meu celular, bloqueando a tela, guardando-o na bolsa.

O táxi parou alguns minutos depois, em frente ao salão de beleza, onde trabalha o veado Nash.

— Será que alguém aqui, tem um tempinho para dar uma atenção ao meu cabelo? — Falei alto ao entrar, fazendo toda atenção se voltar a mim.

— Izzy! — Nash disse, sorridente.

— Ah, meu Deus! Izabelle. — Disse Diana, a patroa de Nash, caminhando de braços abertos até mim.

— Olá, Diana. Como você está? — Recebi um beijo no rosto, antes de abraça-la.

— Estou bem e pelo visto você também... — Falou sorridente.

— Estou ótima.

— Oi, Izzy. — Kegan, outro dos cabeleireiros, lançou uma piscadela ao passar por mim e me cumprimentar.

— Oi. — Sorri — Quero saber se você tem um tempinho para mim. — Falei, a loira, dando alguns passos em direção a uma das cadeiras, analisando meu reflexo no espelho, pensando no que fazer para esta noite no cabelo.

— Quer escovar? Fazer um penteado... — Perguntou, analisando minhas madeixas.

— Eu não sei...  Ainda não sei, nem o que vou usar. — Disse pensativa, curvando a cabeça para o lado, ao morder o lábio.

— Com essa bunda, — Kegan soltou, apontando para mim — você pode vestir um saco de lixo, que ficará maravilhosa, meu amor. — Sorri abertamente para essa.

— Ah, você como sempre... Sabe apreciar o que é bonito. — Apertei os lábios — Se fosse hétero e rico... Lhe daria uma chance. — Rimos.

Após lavar meu cabelo, Diana cortou as pontas, — Nada muito significativo — escovou, fez cachos — Discretos — e o prendeu num rabo de cavalo desajeitado, deixando alguns fios soltos, na parte da frente.

Pedi um táxi novamente, dando ao motorista o endereço da minha antiga casa, buscaria Camila.

Engoli em seco assim que o senhor estacionou, sentindo certo aperto no coração em estar de volta ali. Não tinha boas memórias daquele lugar.

Inflei o peito antes de começar a caminhar em direção a porta, apertando a campainha, sentindo meus olhos pesarem.

Mamãe está, será?

Segundos depois, Tom abrira a porta.

Um calafrio passou por meu corpo, ao ver o demônio em minha frente.

Ergui a cabeça, o encarando de nariz empinado, semblante fechado.

— Izabelle... — Falou, me olhando da cabeça aos pés — O que faz aqui? — Sorriu, maliciosamente — Sabe que não é bem-vinda.

— Vim buscar a Camila. Chame-a, por favor.

— Ela não está. — Falou tranquilo.

— Tom, ela é minha irmã e você não é pai dela. Não pode me proibir de vê-la.

— Sim, eu posso. — Disse sério — Eu posso porque você foi embora e deixou essa casa um caos. — Deu um passo em minha direção — Sua mãe quase morreu, Izabelle... E onde você estava enquanto isso? — Semicerrou os olhos — Em outro país. Servindo como vadia para milion... — Trinquei o maxilar e cortei sua frase com uma bela bofetada, o fazendo virar o rosto para o lado direito.

— Lava essa boca imunda para falar de mim, seu lixo. — Rosnei, vendo-o voltar a me olhar, a bochecha levemente vermelha e um olhar que me fuzilava — Eu falo com a minha irmã depois. — Dei as costas.

— Não deveria ter voltado, vagabunda. — Gritou, comigo continuando a andar, sem olhar para trás — Ninguém aqui precisa de você... Nem mesmo Camila.

Apertei os olhos e soltei o ar, acenando para um novo táxi, que me deixaria no apartamento de Nash.

Vesti um longo blazer, — Branco, manga 3/4 — que visualmente dava a aparência de um vestido, deixando a parte de cima aberta, proporcionando um bonito decote, scarpin preto, todo de strass e um colar choker duplo. Um batom vermelho sangue, caprichado.

Duas batidas na porta do quarto, tiraram minha atenção do reflexo no espelho, vendo Nash do lado de fora.

— Ah, meu Deus... — Disse, boquiaberto, me fazendo sorrir e dar uma voltinha.

— Como estou? Simples demais? — Levei as mãos a cintura.

— Simples é tudo o que você não está, meu amor. Está linda! — Suspirou, comigo voltando a me olhar no espelho — E Camila?

— Não veio... — Falei, cabisbaixa.

— Tom não permitiu?

— Fui busca-la e ele disse que ela havia saído... O que vai fazer hoje a noite? — Perguntei, mudando de assunto.

— Clar está vindo para cá, vamos assistir algum filme. — Virei o rosto, encarando-o numa careta — Não me olhe assim! — Gritou, com uma voz ainda mais fina que o normal — Nem todos fomos convidados para o noivado do ano.

— Bem, eu fui e estou quase atrasada — Falei ao pegar a bolsa carteira — Vejo você mais tarde. — Pousei a mão sob seu rosto, lhe dando um beijo carinhoso do outro lado.

— Dê lembranças ao bonitão do Harry. — Disse malicioso, me fazendo revirar os olhos.

***

Todas as vagas de carro da mansão Densenwood estavam ocupadas e o mais barato dali, com certeza era uma das audi, que ainda sim, eram maravilhosas.

Haviam seguranças ao lado de fora, — No jardim — alguns familiares de Hanna e um de seus tios.

Steve me reconheceu e sorriu de longe, comigo acenando.

Assim que coloquei os pés dentro da casa, a primeira coisa que reparei, foi a decoração em tons pastel e rosa bebe. — Isso tudo deve ter sido um horror de caro.

Meus olhos passearam pelo hall e ante-sala, vendo diversas pessoas e Hanna ao fundo, ao lado de um homem loiro, — Que estava de costas para mim — um casal — Até então, desconhecido — e sua mãe.

— Izabelle Flint. — Uma voz masculina pronunciou meu nome, soando- me familiar.

Virei o rosto vendo Harry, o irmão de Han.

— Harry. — Disse simpática — Olá. — Sorri, com ele pegando minha mão, deixando um beijo na mesma, num flerte.

— Quanto tempo! É bom revê-la... — Falou, me analisando — Continua linda.

— Obrigada — Assenti — E você... Continua gentil.

— Izzy! — Ouvi Han me gritar, comigo direcionando o olhar para ela, que sorria abertamente.

— Com licença. — Disse a Harry, vendo-o assentir e abrir passagem.

Sorri para a loira, abraçando-a forte, assim que nos aproximamos.

Hanna usava um vestido longo, — Rosa bebe, de alças finas, justo até a cintura e mais solto, no restante do corpo. 

Seus fios loiros estavam presos num coque impecável e ela não usava nenhum acessório, exceto pequenos brincos e o anel de compromisso. — Pude ver seu brilho de longe — Ela parecia uma princesa.

— Isso é real? Você realmente está aqui? — Falou me apertando, respirando fundo — Quanta saudade eu senti, amiga. — Sorri, me afastando lentamente.

— Eu também... Han, como você está linda!

— É você quem está. Venha! — Me puxou — Quero lhe apresentar o noivo. — Hanna era a definição de felicidade.

— Srta. Flint! — Byron, seu pai, passou por mim naquele momento, comigo acenando para o mesmo, num sorriso.

Eu olhava para trás, quando ouvi as palavras de Hanna.

— Amor, ela chegou... Deixe-me lhe apresentar a ela. Izzy... — Ela apertou minha mão, me fazendo olhá-la — Este é Justin, meu noivo.

E amor... Esta é a famosa Izabelle, minha melhor amiga. — Vendo então, seu noivo diante de mim.

Abri e fechei a boca, engolindo em seco, dando o meu melhor sorriso.

Eu já o conhecia.

Justin, o noivo de Hanna. Da boate e da empresa, onde fui procurar trabalho.

Ele tinha um sorriso nos lábios ao me ver, mas parecia tão surpreso quanto eu. Me pergunto se ele lembrou de mim.

— Izabelle Flint. — Pronunciou meu nome, enquanto assentia — Hanna falou tanto de você que até parece que já nos conhecemos. —

Estendeu a mão direita em minha direção — É um prazer. — Peguei sua mão — Seja bem-vinda de volta.

— Obrigada. — Disse simpática, olhando fixo em seu rosto.

Ele, — Justin — usava um terno preto. Sua gravata combinava com o vestido de Hanna e uma coisa precisava ser dita; eles fazem um casal lindo.

— Ah... Vou cumprimentar sua mãe. — Falei a Hanna, vendo-a assentir saltitante.

Dei um leve sorriso ao noivo, caminhando em direção a Sra. Densenwood.

— Boa noite. — Falei sorridente a ela e ao casal.

— Izzy, querida! — Me abraçou — Como você está? Quando chegou? — Pegunto ao se afastar.

— Eu estou nem, obrigada... Cheguei a alguns dias.

— Esses são Estela e Maicon, trabalham com Byron. — Apertei a mão de ambos — Izabelle é a melhor amiga de Hanna. Ela esteve fora do país por alguns meses... — Explicou ao casal — Ah, que bom que está de volta. — Falou, envolvendo minha cintura, comigo dando um sorriso.

— É bom estar de volta e poder estar aqui, ao lado da Han num dia importante como esse. — Sua mãe assentiu.

— E Camila? Por que não a trouxe?

— Ela não está muito bem de saúde... — Menti.

— É algo sério? — Me interrompeu.

— Ah, não... Apenas um resfriado, mas ela preferiu ficar... Repousando.

— Entendo. — Assentiu — Fique a vontade, querida.

— Obrigada, Pam. Vou pegar uma bebida, com licença. 

Caminhava de volta a Hanna e seu noivo, quando um garçom passou por mim, me oferecendo champanhe, comigo pegando uma taça.

— Que decoração linda! Foi você quem escolheu? — Perguntei a loira.

— Sim. Justin deu alguns palpites, — Falou o olhando — mas a decisão final foi minha. — Assenti.

— Os meninos chegaram... — Seu noivo disse, encarando a porta principal, com Hanna revirando os olhos — Discretamente — Vou recepciona-los. — Falou a ela, que assentiu, visivelmente contra gosto — E imagino que tenham muito o que conversar. — Disse me olhando, comigo dando um leve sorriso.

Ele beijou o topo de sua cabeça, antes de se afastar.

Hanna e eu o observamos caminhar por alguns segundos.

Ele era incrivelmente lindo.

— O quão feliz você está, hum? — Perguntei.

— Izzy, — Suspirou — ele é o homem da minha vida. — Sorri — Sou louca por ele. O que achou dele?

— Ah... — Balancei a cabeça em negação — Se eu troquei cinco palavras com ele foi muito... — Dei de ombros — Não tenho o que dizer. Ele é simpático e muito elegante.

— Pode opinar de verdade... — Sorriu — Ele não é lindo? — Encarou seu noivo, comigo fazendo o mesmo.

O loiro sorria com o que me parecia ser alguns amigos e passava a mão em seu cabelo vez ou outra. 

Ele é um tanto charmoso.

— Vocês dois são. — Ela sorriu abertamente — Você entortou a boca quando ele disse que ia receber os garotos... — Apontei discretamente para eles — Por que?

— Porque eles são um pé no saco. São folgados, escorados e más influências para o Justin. Mas, parece que ele não enxerga isso.

— Hanna, seu noivo não é bem grandinho, para distinguir quais amizades são positivas ou não para ele? — Han fez bico.

— Não gosto desses caras... Do Ryan Butler em especial. Galinha demais. Não é companhia para quem está prestes a se casar. Detesto quando eles saem juntos.

— Justin ter amigos mulherengos não o faz um. Onde está a confiança no seu futuro marido? — Ergui as sobrancelhas, vendo-a repuxar a boca.

— Você me fez tanta falta. — Segurou minhas mãos — Quase surtei.

— Estou aqui agora...

— Para valer, certo? — Inflei o peito.

— Eu não sei... Gostei de Londres. Vim para buscar Camila. Meus planos são voltar. — Han fez bico — Mas, não voltarei em pelo menos um ano... Temos tempo para colocar o papo em dia, fazer compras, ir a praia. — Seu sorriso aumentava com base eu falava.

— Quero você aqui, no meu casamento. — Assenti — Queria que fosse uma de minhas madrinhas. — Ergui as sobrancelhas para essa, abrindo um sorriso.

— Hanna, seria uma honra. — Ela sorriu, dando pulinhos.

Han me deixou sozinha por alguns minutos, tendo de dar atenção aos demais convidados, eu ficava com sua mãe em certos momentos, que me apresentava a todos, deixando claro a vontade que ela tem de me ter como nora.

Pâmela — A mãe de Hanna e Harry — é uma mulher gananciosa e inteligente, tal como eu. Ela acha incrível o quanto nos parecemos, inclusive na maneira de pensar. Enquanto sua filha sempre sonhou com o príncipe encantado e o amor verdadeiro, sonhamos em se tornarmos mulheres independentes e fortes.

Ela fisgou o Sr. Desenwood, um partidão, quando ainda era muito jovem, mas é uma pessoa estudada e muito esperta, vem o velho em suas mãos.

Hanna poderia ter herdado esse lado da mãe, mas acabou puxando o coração mole e tolo do pai, assim como Harry. 

Esse romance tinha tudo para vingar se o belo irmão de Hanna fosse um pouco mais maduro.

O som de talher em taças de cristal ecoou, comigo vendo o casal na escada, num gesto que pedia atenção dos convidados.

— Um momento da atenção de vocês... — O loiro começou, envolvendo a cintura de minha amiga, com uma das mãos — Primeiramente, uma boa noite à todos. Gostaria de agradecer a presença de cada um de vocês. É uma honra e um prazer, para mim e Hanna, compartilhar a noite de hoje, com algumas das pessoas mais importantes de nossas vidas. — Os olhares dos noivos passeavam entre os convidados, com Han me olhando, nesse momento. Dei um leve sorriso — Sou um homem abençoado... — Ele deu um pausa, parecendo procurar palavras — Em meio a todas as dificuldades que já passei... — Baixou o olhar, logo encarando a multidão — Venci e hoje ao meu lado tenho uma mulher com quem compartilharei mais vitórias. — Se olharam. A paixão era visível em seus olhos — Você é alguém com quem quero compartilhar tudo, Hanna. Sempre. — Ela sorriu, emocionada — Eu te amo, muito. — Justin olhou para os pais dela — Sr. e Sra. Densenwood, obrigada por concederem a mão de sua filha em casamento a mim. Prometo a faze-la feliz. — Ele a puxou para mais junto de seu corpo, depositando um beijo no alto de sua cabeça, comigo ouvindo os aplausos.

Eles se afastaram e eu segui o loiro com o olhar, vendo-o se servir de uma dose de uísque. Me aproximei do mesmo.

— Boa escolha. — Falei sobre a bebida, com ele virando o rosto em minha direção, parecendo pego de surpresa — Belo discurso. — Ele soltou uma risada tímida pelo nariz, ficando de frente para mim, antes de dar o primeiro gole em seu drinque.

Céus, ele era muito charmoso.

— Então, você é Izabelle Flint. — Me analisou, dos pés a cabeça — A melhor amiga da minha noiva. — Balançou a cabeça em negação, com um sorriso maroto nos lábios.

— A própria. — Fiz uma discreta reverencia.

— Que mundo pequeno, não?! — Assenti — Você não mencionou que já nos conhecíamos. — Franzi o cenho — Você... Se lembra de mim. Não se lembra? Da boate e da...

— Empresa. — Ofereci — Sim. Eu me lembro. E... Não mencionei, porque não nos conhecíamos. Pelo menos, não havíamos sido apresentados corretamente. Apenas um de nós sabia o nome do outro. — Apontei, vendo um vestígio de sorriso em seus lábios.

— Não liguei o nome a pessoa... — Balançou a cabeça em negação, — Devagar — os olhos semicerrados. Seu olhar percorria os detalhes do meu rosto, isso eu pude notar — Ah... Izabelle, eu... — Pareceu tenso — Sei que melhores amigas compartilham as coisas entre si e contam tudo uma para outra, mas... — Justin olhou além de mim — Posso ter cometido um erro na noite em que nos vimos pela primeira vez. — Franzi o cenho, vendo-o dar um passo em minha direção, se aproximando, mas mantendo certa distancia — Hanna não sabe que sai aquela noite. — Falou baixo, comigo erguendo as sobrancelhas — Não fiz nada de errado lá. — Disse de uma só vez — Como posso explicar?! — Olhou para o teto, logo voltando a me olhar — Era aniversário de um amigo, Hanna não gosta muito das minhas amizades e pegaríamos uma briga se eu tivesse se quer, tentado explicar que era uma ocasião especial e... — Ergui uma mão, num gesto de "pare", fazendo-o se calar.

— Calma, respire. — Ri — Conheço Hanna e sei o quanto ela pode ser insegura e infantil. — Revirei os olhos, negando com a cabeça — Acredito que não tenha feito nada de errado naquela noite, aliás... — Dei um passo em sua direção, diminuindo o espaço entre nós. Justin olhou para meus seios, meu decote. Sua bochecha corou e rapidamente ele voltou a atenção ao meu rosto, engolindo em seco. O que é isso? Nervosismo? — Acredito que fosse incapaz de fazer algo errado. Algo que a ferisse. — Falei, pausadamente, com o olhar em seus lábios, logo erguendo o olhar, fitando seus olhos — Eu o observei naquela noite. — Assenti para mim mesma, vendo seu cenho levemente franzido — Seu segredo esta a salvo comigo. — Sorri, com ele soltando um suspiro, aliviado, se afastando — Mas, não faça de novo. — Disse séria — Qual o sentido de um relacionamento... Se não pode ser sincero com sua companheira? — Joguei, obtendo silêncio como resposta — Parabéns pelo noivado, Justin. Foi um prazer conhecer você. — Dei um leve sorriso para ele, antes de o deixar.


Notas Finais


Na capa: Look da Izzy.


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