História Dangerously - Ruggarol - Capítulo 2


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Tags Karol Sevilla, Ruggarol, Ruggero Pasquarelli
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Palavras 1.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Queria deixar bem claro que sou completamente CONTRA qualquer tipo de violência contra mulher. Nessa história irei retrata-lá em maior parte, peço que aqueles(as) que não gostem desse tipo de leitura, pulem as partes onde há maior índice da violência na história, ao longo do conteúdo a personagem principal(Karol) irá começar a "agir" contra a violência que passa.

Já aviso: Esse capítulo há abuso sexual, não escrevi na forma pesada em respeito a alguns leitores.

Segundo aviso: Alterei algumas coisas na escrita e publicação da história. Ficará nesse padrão a partir de hoje.

Terceiro aviso: Quem quiser fazer uma capa para a história, aceito essa bondade haha

Último aviso: Agradeço aos comentários e favoritos, não consegui responder ninguém pois estive passando por algumas dificuldades.

Por agora é isso. Boa leitura a todos!






CAPÍTULO NÃO REVISADO! PODE CONTER ERROS. EM BREVE CORREÇÃO!

Capítulo 2 - II - The a Team (Ed Sheeran)



Eu estava me sentindo suja.


Meu corpo parecia que havia uma gosma que ao esfregar o meu braço parecia não sair. Eu só queria que tudo na minha vida fosse diferente. Tudo aquilo que eu sempre desejei pra mim se tornasse realidade e que algum dia eu tivesse a sorte de ter alguém me amasse e se importasse de verdade comigo.


Depois daquele imundo me usar como um boneca, acabei sendo expulsa da sua casa em plena duas horas da manhã. Eu não fazia idéia de onde estava e muito menos tinua dinheiro para uma condução, então teria que arriscar indo para um ponto de ônibus e esperasse a boa vontade de algum motorista de me dar carona de graça até em casa. A cada passo que meus pés se encontravam com o chão frio da rua, mais lágrimas escapavam de meus olhos. Eu só queria gritar e chorar até toda essa dor e raiva que eu sentia dentro de mim passasse. Eu não devia estar passando por essa humilhação, não devia ser tratada como uma nada pelo meu padrasto. Será que ele não entendia o quanto isso me machucava? O quanto cada agressão, sexo forçado e pressão verbal fazia comigo? Não ele não sabia que isso me quebrava por dentro e a cada dia a vontade de tirar a minha vida aumentava. Eu não fazia isso pela minha irmã, era a única coisa que eu ainda tinha esperança em lutar para dar um futuro e uma vida digna, porque eu? Eu não tinha mais salvação. Nada poderia me tirar esse sofrimento, nada poderia tirar essa dor, essa agressão e tudo que eu passava. Ninguém era capaz.


Sentada sobre um banco de praça, à espera do ônibus que provalvelmente passaria daqui a duas horas. Meu corpo se arrepiava a cada vento que passava sobre mim. Meu vestido que antes já não cubria e nem esquentava o meu corpo, agora rasgado já não adiantava em mais nada. 


— Hey gata....


Ouvi uma voz. Oh não! Meu corpo todo se arrepiou de medo. Vi de longe dois homens, pareciam extremamentes bêbados e drogados se aproximavam rapidamente de mim. Joguei os sapatos para longe pronta para correr deles mas foi quando um deles veio mais rapidamente me puxando pelo braço e me jogando no chão com tudo. Ambos riram!


— Ela é gostosa...Parece uma daquelas bonecas — Disse um deles completamente bêbado.


Tentei me levantar e correr dali. Mas o mais alto me agarrou e prensou o meu corpo no banco. Me desesperei, sabia o que iria acontecer se não conseguisse fugir.


— Não! por favor....


— Fica quieta gata! Vai ser bem rápido só que um pouco dolorido — Exclamou o mais baixo perto do ouvido.


Fechei meus olhos e tentei não pensar que isso realmente estava acontecendo comigo. O mais alto me puxou e prendeu meus braços para trás com uma das suas mãos. Tentei me separar dele mas era quase impossível. O mais baixo se aproximou de mim e com um faca passou pelo meu braço. Gritei. Era dor física e psicológica. Pensei em Marie, não merecia isso. Como seria triste deixa-lá já sabendo muito bem o que eles fariam depois que usassem o meu corpo.


— Tira a roupa dela logo cara...Quero entrar na vadia logo....


A mesma faca que perfurou o meu braço agora, rasgava o meu vestido. Fiquei apenas de sutiã e calcinha diante daqueles dois imundos que se deliciavam com o meu corpo. O mais baixo beijava a região da minha coxa enquanto o mais alto tentava me beijar e eu esquivava. Estava assustada e com medo. Era o meu fim, eu já esperava por isso. Ser estrupada, morta e depois jogada em um mato qualquer. Por um lado seria bom, eu teria paz, ficaria longe de Leon e de suas crueldades. Mas tinha Marie, ela com certeza tomaria o meu lugar, ele a tornaria sua nova boneca e sabe Deus o que poderia aprontar com a minha pequena.


Tentei empurra-los novamente mas foi em vão. Um tapa em minha face foi o ponto final para que eu ficasse tonta. A minha roupa intíma era rasgada, meu braço rasgado foi apertado e eu gritei mais ainda, as lágrimas e a saliva saiam da minha boca e olhos. O mais baixo puxou meu braço e me jogou no chão com tudo se colocando por cima de mim. Me debati e foi o deixa para o mais alto chutar a minha perna.


— Essa vadia é muito escandalosa, vai dar com a língua nos dentes. Temos que apaga-lá depois...


— Por favor! Por favor não façam nada, eu tenho..... 


Tentei falar mais já me faltavam forças. Eu não conseguia gritar, falar e muito menos me expressar. Fechei meus olhos e pensei na minha vó e em como seria bom reencontra-lá novamente lá em cima. Diria a ela que não consegui ser forte pela Marie, mas que iria protege-lá assim como ela fazia comigo. Iria ser o seu anjo enquanto ela estivesse aqui.


Um estrondo fez com que os meus olhos se abrissem. Um carro parou-se próximo, dois tiros foram o suficiente para o mais alto cair no chão.


— Se afasta da garota agora!


Um homem bem trajado e com uma arma apontada para mim e o imundo em cima de mim se aproximava. Ele nos encarava sério e parecia saber bem como dominar aquele momento.


— Se afasta da garota e sai com os braços levantado se não quiser levar um tiro na cabeça.


Prontamente o homem saiu de mim. Me encolhi no mesmo instante. Estava me sentindo mais suja ainda, além de envergonhada. Fechei meus olhos e chorei novamente. Ouvi alguns barulhos, mas me recusava abrir os olhos e ver o que estava acontecendo. Eu estava me sentindo tão humilhada, suja e parecia que nada naquele momento era capaz de cessar com a dor que eu sentia. O perfume forte do rapaz com a arma estava próximo a mim uma de suas mão segurou o meu ombro.


— Você está bem?


Não consegui responder. Abri meus olhos e encarei os seus e foi como se eu já tivesse cruzado com aquele olhar antes. Era um olhar profundo e que tinha um brilho que eu nunca havia visto em ninguém antes.


— Moça você precisa me acompanhar até a delegacia.


Neguei com a cabeça.


— Eu preciso ir para casa.


— Não sem antes prestar ocorrência na delegacia, isso que você passou é crime e tem que ser denunciado.


Apenas assenti, os meus pêlos todos se arrepiaram com o frio. O policial percebeu.


— Toma! Veste isso.


Ele disse tirando o casaco e jogando sobre meus ombros.


— Obrigada! — exclamei.


— Não agradeça, agora me diz...Qual seu nome?


O encarei. Parecia preocupado comigo.


— Meu nome é Karol...Karol Sevilla - Falei trêmula.


— É um prazer conhecê-lá, eu sou Ruggero Pasquarelli, policial.



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