História Dangerously (Min Yoongi) - Capítulo 11


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Categorias Agust D / Suga, Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Agustd, Bts, Crime, Hot, Políamor, Tae, Violencia, Yoongi
Visualizações 58
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capitulo bem curtinho com a visão de Yoongi. A partir daqui a historia vai sofrer algumas alterações um pouco pequenas, espero que de agora em diante a historia não se perca (como eu sentia que estava se perdendo).
Espero que gostem e obrigada por não desistirem de mim.
Mais tarde sai o capitulo da outra fic. O link ta nas notas finais.
Hoje ou amanhã também deve sair um oneshot hotzão que escrevi durante esses dias que não pude pegar o notebook

Capítulo 11 - Yoongi


Yoongi POV

 

Após pedir para que Jungkook retirasse Alana, que se encontrava desacordada em meus braços, do local, pude finalmente aproveitar o momento e admirar minha obra de arte. Por um momento pensei em atear fogo naquele cafajeste estuprador, como fazia com todos os outros, mas já estava com a polícia na minha cola. A polícia era um tanto quanto burra, burros até demais e, eu sabia muito bem que levariam tempo para me acharem, se fosse contar o quanto de tempo demoraram para que conseguissem sequer uma pista sobre mim. Só que, de uns tempos para cá, começaram a associar os assassinatos ao incidente de anos atrás, incidente este que criou Agust D. Tive que ter um autocontrole gigantesco – que não era meu forte – para não saciar minha vontade de deixar minha marca naquele maldito, mas não poderia arriscar tudo que construir por causa de um verme como aquele.

A escolha daquele beco não foi ao acaso, esse local é um famoso lugar de negociações de drogas, armas e todo tipo de negócios do submundo, incluindo prostituição, é também um lugar neutro – isso significa que algumas facções fazem suas trocas aqui, entram em acordo sobre áreas e até mesmo é ali que começam guerras de gangues sangrentas. O que acontece é que, muitos clientes e traficantes acabam morrendo por aqui, já que nesse mundo ninguém é de fato confiável. Seria o lugar perfeito para um assassinato, este seria taxado como um simples conflito de traficantes, ou até mesmo algum cafetão poderia ter o matado ao se recusar a pagar, a polícia nem se daria o trabalho de procurar culpados, para minha sorte, é assim que eles trabalham por aqui, se é um crime de gangues, vai direto pro esquecimento, nunca ninguém faz nada, o dinheiro que rola é alto e a instituição corrupta.

Deixei o local para trás, com uma bela cena forjada para que nada fosse atraído para mim. Só que eu ainda precisava de mais, matar aquele homem asqueroso não foi o suficiente para saciar minhas necessidades e, eu não podia voltar para casa assim. Acabaria machucando Alana, acabaria me tornando o que tanto odiava, um criminoso sexual. Percorri por todo o bairro até chegar no meu lugar favorito, uma boate que funcionava 24 horas por dia. O dono do local era meu sócio e parte daquele negócio era meu também. Ao entrar, já fui recepcionado pela prostituta mais gostosa daquele lugar, ela trazia consigo um belo copo de conhaque em sua mão direita, o qual virei todo o líquido de uma vez, então ela, que já estava com outro copo na sua mão esquerda, fez o favor de me entregar rapidamente.

– Do jeito que o senhor Min gosta – disse ela enquanto segurava minha mão, me levando para a área vip da boate. Me fez sentar em uma confortável poltrona vermelha e logo começou a dançar no meu colo.

Ela começou a fazer uma dança sensual e lenta e, pelo andar das coisas, retiraria peça por peça bem devagar, mas eu não estava com paciência para aquilo

– Chega dessas gracinhas – disse me levantando e a pressionando contra a parede, de costas pra mim. Sem delongas, desabotoei minha calça e a desci juntamente com minha cueca box, tratei de colocar uma camisinha o mais rápido possível. Puxei sua calcinha para o lado, cuspi em minhas mãos e passei lentamente no meu pau, para lubrifica-lo um pouco mais, sem avisar ou sequer demostrar algum sinal, a penetrei com força, eu não me importava nem um pouco se ela estava sentindo dor ou não, eu só queria me aliviar. A estocava com força e agilidade, mesmo com minha agressividade e falta de qualquer cuidado por ela, a vadia ainda conseguia sentir prazer nisso e gemia como uma louca ou apenas estivesse treinada para fingir sentir prazer para seus clientes, mas eu estava pouco me fodendo para isso

Estoquei com força enquanto a enchia de tapas em sua bela bunda bronzeada, arranquei sua calcinha – que era de amarrar – e a joguei num canto qualquer. Cuspi em seu cuzinho e, sem dizer nada, retirei meu pau de sua boceta e tratei de socar tudo de uma vez por trás, a cachorra gritava, eu apenas sorria da sua reação. Quando senti meu orgasmo próximo a puxei pelos cabelos e acelerei os movimentos, não demorou muito para que eu gozasse.

Retirei a camisinha e a amarrei, joguei no vaso para não correr riscos, afinal, quem confiaria em uma prostituta?

– Senhor Min como sempre não gosta de papo

–Se eu quisesse conversar, eu iria num grupo de autoajuda. Não viria em uma boate comer uma puta – disse seco

Ela não disse nada, apenas recolheu suas roupas e me deixou na área vip bebendo. Logo outra puta entrou na sala e a comi com a mesma agressividade da outra, mas dessa vez fiz questão de transar até minha vontade passar. Depois de um tempo, Nam e Jin apareceram para me fazer companhia, os convidei para beber comigo. Bebemos o dia todo e até o início da noite, em certo momento, eu já não aguentava mais colocar um gole sequer de álcool para dentro de mim. Eram por volta das 21:30 e meu tesão devido ao meu recente crime já havia passado, então não correria risco de partir para cima da garota, coisa que eu estava desejando desde o primeiro dia que ela pisou os pés na minha casa. Aquela vadiazinha tinha o poder de me deixar ainda mais louco do que já sou e, o fato dela não ter um pingo de medo ou respeito por mim, me atiçava ainda mais. Às vezes me pego imaginando como seria foder aquela boquinha até que, ela não tivesse mais palavras para me responder de forma debochada, perdi as contas de quantas vezes bati uma pra ela, imaginando aquela bunda rebolando em meu colo enquanto chupo seus seios medianos.

Mas como isso não é possível, já que ela ainda não cedeu para mim, me contento em arrumar garotas nas ruas ou até mesmo – como hoje – comer uma prostituta de luxo. Fora o fato dessa garota ainda ser menor de idade “ Yoongi, você é um criminoso, assassino, porque se preocuparia com a idade de uma garota?” Pensei

Isso é simples, se minha irmã estivesse viva, teria a mesma idade que ela...

Ao chegar em casa e entrar em meu quarto, tive uma surpresa. Alana se encontrava sentada recostada na minha cama, como se esperasse por mim

– Preciso falar com você – disse ao me ver abrir a porta e encará-la


Notas Finais




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