História Dark and Light - Capítulo 4


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Categorias Agent Carter, Agents of S.H.I.E.L.D., Capitão América, Deadpool, Demolidor (Daredevil), Doutor Estranho, Gavião Arqueiro, Guardiões da Galáxia, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Homem-Formiga, Inumanos, Jessica Jones, Motoqueiro Fantasma, O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers), Pantera Negra, S.H.I.E.L.D., Thor, Viúva-Negra (Black Widow), Wolverine, X-Men
Personagens Anna Marie (Vampira), Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Donald Pierce, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Grant Ward, Heimdall, James "Logan" Howlett (Wolverine), James Buchanan "Bucky" Barnes, Jemma Simmons, Lady Sif, Leo Fitz, Loki, Melinda May, Natasha Romanoff, Nick Fury, Odin, Pantera Negra (T'Challa), Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Steve Rogers, T'Challa (Pantera Negra), Thor
Tags Ação, Ant Man, Assassinatos, Aventura, Capitão América, Dr Estranho, Drama, Homem De Ferro, Loki, Luta, Magia, Poder, Revelaçoes, Romance Sobrenatural, Soldado Invernal, Suspense, Thor, Traição, Vespa, Vingadores, Viuva Negra
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Palavras 4.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiii...
desculpem pela demora, mas faltou imaginação.
Sem mais delongas...
Boa leitura!

Capítulo 4 - Estou livre, mas me sinto presa


Após a batalha de N.Y. Valquíria pensou em sumir, mesmo sua identidade não tendo sido revelada ela sabia que as coisas mudariam, e algo dentro de si dizia que seria bem mais do que ela podia imaginar…

 

"— Vovô… eu não quero ir… não me obrigue… — Se ouviu a voz chorosa de uma garotinha de longos cabelos negros presos em um “rabo de cavalo.” a menina estava agarrada a um urso branco manchado de sangue. Fora da bifrost uma guerra acontecia...

— Não temos escolha minha querida… — Odin se abaixou passando as costas da mão no rosto da pequena Valquíria — Quando for seguro, você voltará eu prometo…” em seguida o cenário mudou tudo ficou em um tom avermelhado bem escuro e um figura albina com orelhas pontudas apareceu em suas lembranças disfarçadas de sonhos, seus olhos eram malignos e suas intenções não eram boas..."


 

— Mas o que é isso?— a morena se levantou olhando a chuva pela janela de seu quarto… — Elfo negro, Malekith? mas...— suas palavras para si mesmo foram interrompidas quando o aparelho do quarto de Péguy começou a apitar ela se dirigiu para o quarto ao lado segurando as mãos da mais velha consequentemente ela passou um pouco de sua energia vital para ela…em seguida a enfermeira chegou analisando a situação.

— N-não… — Peggy falou com voz fraca.— Não faça isso.

— Mas Peggy… não posso perder você. Eu não… eu não suportaria continuar, eu não saberia continuar sem você.

— Você é mais forte que isso minha querida.— a Agente Carter já estava um pouco melhor. A enfermeira a olhou como se precisasse falar algo, em seguida o soro e o remédio começou a fazer efeito deixando Peggy adormecida.

 

— Ela não vai melhorar aqui…— Val levou uma das mãos ao rosto jogando seus cabelos para trás.— Melhor seria levá-la para um lugar próprio, hoje tivemos sorte, mas não podemos sempre contar com ela.— A enfermeira saiu deixando Val parada a porta de Peggy, pensando no que deveria fazer.

 

 

— A escolha não é sua Valquíria, ela não quer a sua ajuda, não do jeito que quer dar a ela.— uma mulher loira um tanto brava tentava em vão controlar seu tom de voz. A princípio seria uma conversa amigável sobre o futuro da agente Carter, mas em seguida se tornou algo mais, obviamente! Valquíria permanecia em silêncio, não que quisesse estar, sua real vontade era era virar o pescoço da loira 360º e sair dali como se nada tivesse acontecido, mas Peggy havia pedido que as duas se dessem bem e fez val prometer que seria paciente, afinal a mais velha sábia do que ela era capaz se perdesse a tala paciência.

— Você tem muito muita sorte.— A morena tomou o último gole de sua bebida de cor escura. — Rhhh!— fez uma cara de nojo— o café esfriou.

— Faça como achar melhor, realmente não importa. para onde ela for eu vou junto, quanto a isso você nada pode falar.

— Acho que é você que tem sorte da minha tia gostar tanto de ti, a filha que ela não pode ter. — Sharon Carter agora desafiava o próprio diabo sem saber.

— Tome cuidado com suas palavras agente 13.— Vatan que se tinha se levantando para sair deu um passo atrás.— Você não pode não sobreviver para falar o restante. Estou com ela a mais tempo do que você vive, não venha me dizer o que tenho ou deixo de ter em relação em a Peggy, você não faz idéia de absolutamente nada.— A loira se dessa vez se manteve em silêncio, realmente desde que se lembra Valquíria nunca tinha mudado, sempre mesmo rosto, sempre mesmo ar misterioso, e a relação entre ela e Peggy era mais forte do que a relação entre uma mãe e sua filha, e ela nunca soube de muita coisa sobre como e onde elas se conheceram tudo isso era um verdadeiro mistério na verdade era um mistério para todos.

— Leve-á para Washington, sei que ela será bem cuidada, em breve estarei lá.

— Para onde vai? Peggy vai querer saber.— Val riu de lado.

— Você não faz idéia de quem é sua tia, é possível que nunca saiba de verdade. Mas foi uma tentativa de saber mais sobre mim. Tenha um bom dia… e leve o travesseiro dela, ela gosta dele, daquele lá.— Vatan colocou seus óculos escuros e saiu com um sorrisinho debochado no rosto.

 

 

— Olhe só isso.— Val pegou a mão de Peggy para ajuda-lá a se levantar, com um movimento das mãos fez um cenário do espaço aparecer onde de uma alinhamento podia se ver todos os reinos.

— É lindo! — Peggy ficou maravilhada com o que via.— A convergência.

— Sim, o alinhamento de todos os nove reinos, tão lindo quanto perigoso.

— Perigoso?— a mais velha perguntou tentando voltando a se sentar.

— Sim, infelizmente força malignas sempre querem usar o alinhamento para destruir ou conquistar algo...— A morena parou de falar, apesar de ter sonhado com elfos negros ela não sabia exatamente do que se tratava ou não se lembrava.

— Acho que você precisa ir agora.— Peggy sorriu serenamente.

— Não sei o que está acontecendo, não posso fazer nada…

— Pode ir a quem sabe.

— Corro o risco de nunca mais voltar se eu for.

— Sei que dará um jeito.— a mais velha segurou as mãos de Val.— Estarei aqui quando voltar, não se preocupe, você me deu mais algum tempo de vida.

 

 

Asgard

 

 Em agrad as coisas não estavam bem, Frigga havia morrido, o pai de todos estava cada vez mais fraco, Thor e Loki foram acusados de traição após uma fuga, o reino estava a beira colapso…

— O que faz aqui? — Odin se aproximou da neta.

— Odin.— Val se virou.— Sei que não devia estar aqui, mas tive um sonho estranho e agora vejo que talvez não fosse só um sonho, devia ter vindo antes.

— Você devia estar ajudando seu tio, ele está em midgard tentando impedir que Malekith use o alinhamento dos reinos para trazer trevas a todos os reinos.— Val não entendeu muito bem, achou seu seria presa de imediato…

— Thor pode lidar com isso. Sinto muito por Frigga ela sempre foi muito gentil comigo.

— Sempre e disse que errei em te colocar na prisão… — Odin se levantou de seu trono.— Eu sinto muito… por tudo, sei que devia ter lhe trazido de volta, mas acabei perdendo controle  da situação, eu abandonei você, achei que estava melhor, não fazia idéia…

— Tudo bem, — Val o interrompeu.— eu… bem já passou.

— Não é mais uma fugitiva de Asgard, pode voltar e viver em seu lar, mais cedo ou mais tarde Hella vai voltar, com ou sem você aqui, então é bem vinda a sua casa...— Ele parou de falar e desviou o olhar para a cidade dourada a frente deles, ambos estavam agora na sacada da sala do trono de onde era possível ver todo o reino.

— O que foi?— Val sabia que tinha algo mais.

— Infelizmente não terá mais Loki para entrete-la.— ela o olhou com cenho franzido.— Loki morreu nas mãos de Malekith.

— Loki, morto?!— Não dá pra saber se ela realmente acreditou nesta informação, todavia não era o momento para levantar esta suspeita.

— Podia ser o deus da trapaça, mas ainda era meu filho.— Odin estava mais abalado do nunca, jamais tinha sido visto desta forma e neste momento queria sua família por perto, mas a única que lhe restara, mas séculos de abandono não criam laços de uma hora para outra.

— O povo é forte, Asgard vai se levantar, mas…

— Sei que não posso recuperar o tempo perdido, não culpo por isso, você está livre, mas antes poderia levar um documento para Zendar em meu nome, é a anulação de qualquer acusação contra você, pode andar nos reinos livremente.

— É claro, levarei, as não posso ficar.— Valquíria se virou para sair.

— Angélia.— Odin falou antes que ela fosse.

— O que?— a morena não entendeu.

— Seu nome antes de sair de asgard, era Angélia de angelical.— a morena deu um leve sorriso.

— Obrigado!— ela seguiu seu caminho, parando mais a frente.— Gosto de Valquíria…


 

***

 

Washington D.C.

 

— Angélia é um nome…

— Esquisito— Val interrompeu Peggy.

— Verdade!— ambas riram.

— Como você está? Sei que demorei a voltar, tive que fazer algumas coisas para limpar meu nome nas galáxias, pelo menos não sou mais uma fugitiva do reinos distantes.

— Só aqui.— Peggy a olhou de lado.

— Aqui poucas pessoas sabem quem sou de verdade.— Val parou e pensou um pouco.— Graças você.— acrescentou.

— Fiz o que achei certo.

— O que acha da cidade?— a morena mudou de assunto.

— Não vi muito além deste quarto.

— Então vamos sair um pouco para tomar um ar. Acho que seria uma boa idéia, o que acha?

— Talvez mais tarde, agora estou muito cansada, vou dormir um pouco, a mais velha falou já fechando os olhos.

 Valquíria respirou fundo, sabia que a qualquer momento ia perdê-la e o que faria da vida? Ela de fato não sabia, estava sozinha, sua única companhia era e peggy e isso já vinha sendo assim a muitos anos…

 

 — Nick, preciso falar com você— Val está ao telefone.— prefiro que seja uma conversa não oficial…

 

 Mais tarde em algum lugar da capital…

 

— Você precisa parar o projeto Insight, alguma coisa está errada nos papéis que me deu, e Pierce está por trás disso.

— Alexander Pierce é o secretário geral da Shield.— Nick não acreditava no que estava ouvindo.— ele me colocou onde estou  ele é um membro do conselho.

— Exatamente ele é muitas coisas, pode fazer o que quiser sem levantar suspeitas de nenhum lado.— Ele tem poder demais.

— Em se baseia sua desconfiança?— Fury é desconfiado por natureza , mas Pierce era um grande amigo,.— levei uma bala por ele, você precisa de mais que sua desconfiança.

— Lembro de vê-lo algumas poucas vezes na base da Hidra, um tempo depois tentei voltar para achar… um amigo, mas foi rápido, eu não podia ficar muito tempo. Ele sabe sobre mim, que ajudo vocês?

— Não, Peggy pediu sigilo total sobre isso.— Nick observava a garota, tudo era motivo para desconfiança no momento em que estavam.

— Não confie em ninguém diretor.— ela se levantou.

— Eu não confio.

— Tenha cuidado!— Val Fez um leve movimento com a cabeça e saiu deixando Nick com mais perguntas sem respostas…


 

Nick pediu o atraso do projeto Insight, mas o outro lado não gostou muito disso. O carro do diretor foi cercado policiais ou falsos policiais queria sua morte…

— Ainda não está na hora dele morrer.— Val chegou já imobilizando a maioria, mas o carro já estava capotado ela ainda não tinha visto Fury, se dirigiu para o carro o diretor estava bem, mas ainda não tinha conseguido sair.— Vamos precisa ser rápido.— Ela estava tirando os ferros para ajudá-lo, mas uma figura estranha apareceu do outro lado.—Mas isso não é possível.— Val identificou a figura e ela o conhecia muito bem.— Vamos embora daqui. Agora!— Fury abriu um buraco no carro e ambos pularam saindo do alcance de todos.

 

— Tem um lugar seguro pra ir.— O diretor perguntou ao ver a morena tomar uma direção contrária.

— Procure o capitão, é o único em quem você pode confiar. Sabe disso.— o pirata assentiu, sabia que Rogers era sua única escolha.

— E você? Parece que sabe quem era aquele soldado da hidra.

— Você também sabe muito bem quem ele é.— Val o encarou séria.

— Acho que agora não está mais tão inclinada  a fazer o que tem que ser feito não é? Este momento sempre chega.— Val o olhou sem comentar nada e saiu.

 

***

 

Hospital.

 

Nick Fury foi declarado morto. Romanoff, Hill e Steve estavam na sala com onde vendo as tentativas dos médicos para salvar a vida dele

 

— Vim o mais rápido que pude.— Val entrou na sala.

— Três projéteis com marcações, não rastreaveis.— Hill informava a balística para Romanoff

— Soviéticas.— afirmou a ruiva.— Val levou a mão ao peito sob a blusa e apertou o pingente do colar que Peggy lhe dera, saindo da sala em seguida, ficou ali encostada na parede ao lado da porta por um tempo depois saiu, um pouco mais tarde o corpo do diretor foi liberado, mas ela não voltou para a sala. Romanoff saiu seguida de Steve, a ruiva parou virando para o loiro perguntando alguma coisa que ela não pode ouvir de onde estava. a ruiva logo passou por ela e a olhou sério.

— Você sabe mais do que está falando. Como quer que eu confie em você?

— Não quero.— val respondeu secamente a ruiva franziu o cenho e saiu pisando duro. O capitão foi co pessoal do Straker e Romanoff voltou logo depois.

— Não quero que confie em mim Romanoff, mesmo não lhe dando motivos para não confiar.— ela chegou perto da ruiva. que olhava a máquina de doces.— Todos nós temos segredos, principalmente você e eu, acho que não preciso lembrá-la disso não é.

— Nós?— a ruiva se virou para Val.— Não existe mais “nós” isso foi a muito tempo e você deixou bem claro a que lado você pertencia…

— Continua tentando se convencer disso. Continue fingindo que não sabe o verdadeiro motivo pelo qual eu fui embora, só me avisa quando começar a dar certo… aí eu tento.— Valquíria saiu deixando uma Romanoff sem palavras, sem reação a ruiva não esperava ouvir tais palavras, passou tanto tempo tentando se convencer de que Vatan era uma traidora e nem mesmo ela sabia o porquê, ou talvez soubesse, mas fazer da outra vilã se tornava mais fácil esquecê-la e até mesmo odiá la por tê la abandonado da foram que Vatan a fez a muito tempo atrás…


 

***

 

— Tem um míssil vindo, balística de curta distância — Romanoff olhava para Stive, ambos não sabiam o que fazer, não dava tempo pra fugir…seria o fim... Até que alguém derrubou a porta colocando os dois em alerta. Vatan olhou rapidamente ao redor e avistou uma grade no chão e arrancou...
   — Entrem a… — a frase não foi concluída no momento em que eles pularam no vão o lugar foi atingido pelo míssil, Steve só conseguiu levantar o escudo para proteção, a morena foi lançada contra os computadores, tudo veio abaixo, após alguns minutos, capitão se levantou jogando para longe alguns escombros, pegou Romanoff que estava começando a acordar parecendo um tanto zonza.
   — Cadê ela? — Natasha vasculhou o lugar rapidamente com os olhos…
  — Creio que não tenha sobrevivido ao impacto, não teria como escapar… eu sinto muito — Roger abaixou a cabeça ao perceber a expressão da companheira de trabalho — precisamos sair daqui. Agora— Natasha permanece muda, sua face corada por baixo das cinzas e da poeira o nariz vermelho, olhos marejados, mas ela não choraria, não por aquela que tentou matá-la, não devia sentir isso, não devia esta doendo tanto, “ela tentou me matar” a ruiva pensa. Mas não podia evitar, seu peito ardia, parecia que seu coração ia parar de tão apertado…— Nat precisamos ir, deixe-a morrer com honra…

— Belas palavras capitão, mas é preciso muito mais que um míssil pra me matar. — Natasha sentiu um peso deixar seu peito… — estava preocupada comigo? — o famoso sorriso pairou, nos lábios de Vatan, mas não durou muito, ela estava muito ferida, um pedaço de vidro estava dentro de sua carne na parte da cintura, e sangrava muito.
— Ela está perdendo muito sangue, precisamos sair logo daqui—Rogers pegou a morena no colo e foram embora…

— Você precisa tirar isso de dentro de mim, se não, não vou cicatrizar—Vatan apertava o braço da ruiva, mas Romanoff não conseguia tirar o pedaço de vidro da carne da morena, estava muito fundo e tinha muito sangue… Val riu para Romanoff levando uma de suas mãos ao rosto da ruiva.

— Você continua tão linda quanto antes.— ela gemeu de dor.— Senti sua falta.— Rindo Val desmaiou e a ruiva a apertou em seu braços…

 

Flashback on

 

— Vamos temos que ir.— A ruiva se levantava da cama levando um lençol enrolado ao corpo.

— Eu não quero...— Val permaneceu deitada de bruço completamente nua.— Vamos fugir Nat, só eu você.— sugeriu a morena se virando para a parceira.

— Nos caçariam até a morte sabe disso, não temos esta escolha. Então vamos logo.— Nat foi para o banheiro. Val se sentou na cama, levou as mãos ao rosto, balançou a cabeça negativamente, sua feição era de pura preocupação, algo estava para acontecer… o celular antigo tocou, ela olhou e pensou duas vezes antes de atender, mas acabou atendendo...

— Quem pe ao telefone?— nat perguntou do banheiro.

— Ninguém!— Val se levantou e entrou no box junto com a ruiva que riu parecendo um tanto sem graça, Val a beijou calorosamente alguém abriu a água quente mais forte e o vapor subiu, marcas de mãos desenharam os vidros, gemidos baixos deram a entender o que se passava…

 

— Está preocupada?— Val perguntou um tempo depois, abrindo a porta da ambulância estavam de frente a um hospital que teriam que invadir...

— Estou bem.— nat foi um tanto seca, mas essa não foi sua real intenção, mas estava um tanto confusa, não tinha pensado no que aconteceu no quarto de hotel, nunca parou para pensar como seria sua primeiro vez, não era uma adolescente comum pra pensar nestas coisas, mas também não pensava que seria dessa forma e com ela, uma mulher,  no entanto tinha se entregando por completo a aquele ato inesperado… a pergunta que foi feita voltou a sua cabeça, “Vamos fugir?” Nat pensou que talvez poderia cogitar isso, mas logo afastou os pensamentos sacudindo a cabeça, Val voltará sua atenção novamente para a ruiva…

—  Está na hora.—  A morena apertou os olhos encarando Romanoff.—  Tome aqui.— lhe entregou uma glock branca e preta com uma caveira na parte de cima.— É minha favorita, fica com ela, vai dar tudo certo.—A ruiva deu um breve sorriso, não sabe se pela beleza da arma ou pelo ato da companheira, mas sabia que tinha gostado do que houve e talvez, não estivesse se referindo ao presente.


 

 O hospital já tinha sido tomado, as duas se dirigiam para o heliporto do mesmo, Nat segurava uma maleta prateada, mas estava muito ferida logo elas chegaram na cobertura, o helicóptero já estava pousando, porém quem saiu do seu interior, foi o soldado com braço de metal com uma arma em punho.

— Vai embora com a pasta — Nat entregou a maleta para Val— eu atraso ele — A ruiva se esforçava para dar a cobertura… — Mas… o que?! o que você está fazendo? —  sentiu uma forte dor, não sabia dizer se era do tiro ou por ver quem atirou, mas sabia que nunca sentira tamanha dor, as forças faltaram nas pernas já fracas e ela foi ao chão. tentou falar alguma coisa mas as palavras sumiram, então só observou a traidora parar a sua frente a observando.
—Eu sinto muito.— Val se aproximou e com um último beijo deixou a ruiva ali entregue a dor e a morte e acompanhou o soldado.

 

Flashback off

 

Um grito ecoa dentro do pequeno banheiro, no andar de cima da casa de Sam. Um amigo que Rogers foi procurar, já que todos queriam sua vida fora de circulação. Sam Wilson um negro charmoso e soldado de guerra, que não achou mais motivos para voltar a ativa após um míssil arrebentar seu amigo no céu em uma missão, agora ele trabalhava com os veteranos e para sorte dos três fugitivos, ele não os querem mortos. Logo trataram os ferimentos de Valquiria, conseguiram retirar o vidro, enfaixaram o braço quebrado, a colocaram na cama e saíram.



 Capitão, Nat e Sam conversavam na cozinha quando Vatan descia as escadas com um pouco de dificuldade e pode ouvir parte da conversa, até se demorou um pouco mais para ouvir melhor.

— … a missão de khalid Khandil foi com você? — Nat analisava umas fichas, todos estão tão absortos em achar respostas que não viram a silenciosa Val aparecer na porta.
— Khalid Khandil? — Vatan encarava Sam parando ao seu lado — Você é o falcão. — afirmou o encarando— Tem alguma coisa alcoólica aqui? — olhava para o suco de laranja sobre a mesa com um certo desprezo.—Depois de quase morrer, preciso de algo mais forte.
— Como sabe quem sou? — Sam ergueu a sobrancelha enquanto ela pegava uma cerveja na geladeira.
— Ouvi falar por aí. Humm cerveja preta, muito bom— deu uma grande golada na garrafa, e ao mesmo tempo bateu com o ombro quebrado no umbral da porta colocando o mesmo no lugar. Todos a olharam com expressões de dor. — meu braço precisa estar no lugar para cicatrizar, do contrário ele se curaria ali mesmo e aí sim, eu teria um problema. — explicou a masoquista. — Você não se importa né? — se virou para Sam enquanto pegava mais duas cervejas na geladeira, ele fez uma expressão tipo: “Já está pegando mesmo”  — Você está bem? — virou para a ruiva.
— Agora você se importa? — as duas bufaram — da última vez você tentou me matar, qual vai ser agora? — Vatan ri balançando a cabeça negativamente.
— Romanoff, se eu quisesse você morta estaria morta, mas se quer dar um motivo para sua raiva por eu ter ido embora tudo bem que seja eu serei a vilã, não é nenhuma novidade para mim.— Val virou mais um gole da cerveja esvaziando segunda garrafa.

— Vocês parecem se conhecer muito bem.— Steve observou.— mas temos outras coisas para resolver no momento.

— Eu não tenho que resolver nada, sou vilã… lembra?— Val saiu

— Típico, ela sempre vai embora.— Romanoff falou como quem não se importa, mas não era bem essa a verdade…


 

 

 Uma batalha estava sendo travada nas ruas da capital o soldado invernal atacava com tudo o que tinha, sua missão era eliminar os alvos Natasha e Rogers e ele iria cumpri tal missão, pelo mesno era isso que seus mandantes esperavam…mas o soldado invernal lembrou do amigo de infância e ficou confuso fugindo do local, Rogers e companhia receberam voz de prisão, mas Hill os ajudou a fugir, os levando para o lugar onde Fury chamou de caverna


 

—Achei que tivesse fugido porque está aqui? — Romanoff tentou parecer despreocupada e desinteressada.

—Romanoff! — Fury se endireitou na cadeira. — tudo isso — ele começou, e gesticulava a cada palavra.—Toda essa descoberta só está sendo possível por causa dela — apontou para Valquíria — Então... Se tiverem algum problema pessoal, o deixem fora da missão. — Ele olhava fixamente para Natasha. — espero que eu tenha sido claro, preciso das duas para isso.

— O Fury tem razão, — Rogers tomou a palavra— não vamos resolver nada brigando entre nós. Já existe muita briga entre pessoas que achávamos ser amigos, não precisamos de mais uma aqui. — Ele termina seu mini discurso comovente. Mas tem gente que não liga a mínima.

— Por mim... tanto faz! — Vatan dá de ombros — sempre termino minhas missões, não importa o que eu tenha que fazer. — essa frase atingiu em cheio a ruiva, que não ficou calada.

— É claro… — ela se levanta e encara a morena— Pra quem não se importa com ninguém além de si mesmo... é muito fácil — Natasha foi em direção a saída…


 

— Você sabia que ele estava vivo?— Rogers perguntou a Valquíria um tempo depois, ele se aproximou dela e uma ponte do lado de fora da caverna.

— Sabia. Eu tentei levá-lo comigo quando fugi, mas ele se deixou para trás, achei que ele tivesse morto, houve uma explosão não lembro de muita coisa depois disso, fui resgatada por um lugar diferente, não faço idéia de como cheguei lá, mas então quando estava em Asgard um bom amigo me disse que o viu, então dei um jeito de voltar, o tenho procurado desde então… — ela cruza os braços e olha para o nada.— confesso que já estava perdendo as esperanças mais uma vez…

— Porque não me disse?— Steve a encarou.— Sabe o quanto ele significa para mim, eu podia ajudar.

— Não queria lhe dar esperanças, eu não tinha mais como confirmar se ele estava vivo ou não, Heindall não o viu mais, eu não tinha mais nada.

— Heindall?— Rogers franziu o cenho.

— Um amigo de asgard.— informou a morena.— Eu sinto muito, não tive a intenção de…

— Acho que não dá para usar esta desculpa para sempre.— Rogers foi duro.

— Entendo você, sua raiva, mas teria uma raiva maior ainda se eu lhe desse esperança sobre algo que não tinha mais tanta certeza. Não sou santa capitão, eu mato pessoas e não posso me dizer que não gostei de todas as vezes que o fiz, não mudar quem sou, ou que eu fiz, mas quem sabe não posso me tornar alguém melhor.

— Só se realmente quiser isso.— Rogers se virou para frente olhando o nada. Val saiu de perto do loiro o deixando com seus pensamentos. Não podia dizer que ele estava errado, talvez ela não quisesse mudar tanto assim, ou não podia, sua sede de sangue e destruição era maior do que ela gostaria de que fosse, mas ela assim ela é o caos, o extremo de ambos os lados, um tentando sufocar o outro, não era fácil viver assim, este era o medo que ela tinha em perder Peggy, era a única que conseguia fazê-la enxergar o bem em si mesma, quando nem ela conseguia….


Notas Finais


É isso aiiiiii...
então eu continuou querendo saber a opinião de vocês mesmo não tendo muitas...

Até o próximo...
XoXo!


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