História Dark Empire: Life and Death - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 3.398
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi leitores de Dark Empire! Sou eu, Dark :# Desculpa por não ter trazido capítulo novo semana passada, eu estava passando por problemas emocionais e tals, mas agora sim vamos ter um capítulo! Esse capítulo está um pouco ruim, pequeno e sem muita coisa interessante para ver, mas vou compensar isso. Semana que vem, no dia 12/08, tem capítulo novo de Dark Empire, muito maior e melhor que os outros! Espero ver vocês lá! Bem, boa leitura e espero que gostem!

Capítulo 7 - Pensamentos


Fanfic / Fanfiction Dark Empire: Life and Death - Capítulo 7 - Pensamentos

Drake e Sabrina chegaram na caverna de antes, a mesma por qual tiveram que passar para chegar até o portal. Sabrina já estava na metade da escadaria, e Drake tinha acabado de sair do portal. O portal se apagou fechando a passagem, e então Drake sentiu uma mão tocar seu ombro e uma voz tenebrosa atrás dele:

-Vou te comer... A voz disse.

Drake sem pensar duas vezes pegou sua espada e se virou, mas se deparou com Ely sorrindo, era ela quem tinha dito aquilo.

-Ei ei, se acalma hahaha. Ely diz sorrindo.

-Não me assuste desse jeito, Ely... Drake fala suspirando e guardando sua espada.

-Bom trabalho, Dragon já me entregou a Adaga da Verdade, e quero que você e a Sabrina me façam um relatório sobre tudo que aconteceu, ainda hoje e entregue nas minhas mãos ouviu? Ely diz ainda sorrindo.

-Ah... tenho mesmo que fazer? Drake pergunta desanimado.

-Sim, é obrigatório fazer um relatório escrito de todas as missões. Ely diz cruzando os braços olhando para ele.

-Tá bem... vou fazer depois que comer... Drake diz desistindo e aceitando o fato que vai precisar fazer o relatório.

-Certo, ainda devem estar servindo o café da manhã, coma antes que acabe. Não tem mais missões hoje, então está livre pelo resto do dia. Ely fala sorrindo de olhos fechados.

-Ok, obrigado. Drake fala normalmente.

Logo, ele e Ely sobem as escadas e chegam na porta, ela se abre sozinha e eles vão subindo as escadarias. Sabrina já tinha desaparecido, agora só estavam eles dois.

-Então, conheceu o Dragon? Ely pergunta olhando ele.

-Sim, ele é muito bom. Drake diz.

-Não apenas isso, é um guerreiro excelente, é uma pena que tenha um passado tão horrível... Ely diz fitando o chão.

-Qual é o passado dele? Drake pergunta curioso.

-Depois você vai descobrir, por enquanto, mantenha em mente que ele é um dos melhores assasinos da Luz do Amanhecer e seu aliado. Ely fala olhando para Drake.

Drake concorda com a cabeça e ambos chegam ao início da escada. Eles passam pela porta que dá para o corredor e saem de lá chegando no salão principal, aonde tinham as mesas, cadeiras e o bar. Tinha apenas algumas pessoas comendo e bebendo, de longe Drake pode avistar Sabrina que comia seu café da manhã enquanto lia um livro.

-Vai comer, pode pedir para o Jonh. Ely diz apontando para o homem que estava servindo as bebidas no bar.

Ely saiu de lá e foi para sua sala. Drake se dirigiu até o bar e olhou o homem, ele tinha um semblante neutro, usava roupas de um mordomo, mas parecia bem forte, tinha cabelo marrom, olhos pretos e parecia ter por volta de trinta e cinco anos.

-O que vai querer? Jonh perguntou olhando para Drake enquanto limpava um copo de vidro.

-Ah... café da manhã. Drake diz olhando ele.

Jonh rapidamente coloca o copo no balcão e vai até uma porta que ficava no bar, ele entra nela e a porta se fecha. Drake fica alguns minutos esperando, e logo Jonh volta com uma bandeja.

-Aqui está. Jonh coloca a bandeja no balcão e volta a pegar o copo de antes.

Na bandeja tinha um prato branco com quatro fatias de pão, uma maçã e uma xícara de café. Não era o melhor café da manhã de todos, mas ia servir. Drake pegoy e agradeceu fazendo um gesto com a cabeça, ele foi até uma mesa vazia que não tinha ninguém sentado próximo e se sentou. Pegou uma das fatias de pão e começou a comer, parado, olhando para o nada enquanto comia. Nesse momento, alguns pensamentos passavam pela cabeça de Drake...

-Tenho o resto do dia livre, acho que vou andar um pouco por Kaylon, já que vou ficar morando aqui por algum tempo, preciso conhecer melhor esse reino... Drake pensa enquanto comia.

Ele logo termina as torradas rapidamente e bebe o café, coloca a bandeja no balcão do bar e leva a maça na mão direita. Ele vai até as escadarias por onde entrou no esconderijo e as sobe. Ele vai pisando degrau por degrau com cuidado para não escorregar a cair, afinal aquele lugar ainda era um pouco escuro. Ele chega ao final e puxa a alavanca, a parede se abre e Drake passa por ela. Assim que passa, a parede desce fechando a passagem.

Drake suspira, olha a maça em sua mão e dá uma mordida nela. Ele sai do beco e começa a andar pelas ruas de Kaylon sem nenhum rumo. Enquanto andava, Drake olhava ao seu redor e entendeu melhor tudo que Ely avia dito para ele. Sobre aa desgraça que o novo rei estava causando no reino que um dia foi considerado o melhor reino do mundo. Drake observava crianças sozinhas nas ruas, pessoas com medo, guardas reais andando livremente e rindo, aparentemente bêbados, as ruas um pouco vazias, o brilho que Kaylon tinha antes já não existia mais, era apenas uma escuridão que aumentava cada vez mais.

Drake então decidiu que não queria ficar andando por aquelas ruas mortas e tenebrosas, mordeu mais uma vez a maça, até que sentiu uma mão tocar seu pé. Ele olhou para baixo e viu uma criança, ela era magra, estava suja e com as roupas rasgadas, ela olhava para Drake com um rosto de pena, ou melhor, olhava para a maça de Drake com um rosto faminto. Drake se abaixou e deu a maça para a criança, ela pegou, soltou o pé de Drake e começou a comer a maça desesperada, como se não viaser comida à vários dias. Drake olhou a criança e continuou andando deixando ela para trás.

-Isso tudo é realmente terrível... acho que se eu vivesse aqui, também sentiria muita raiva desse rei... Antes, Kaylon era próspera, não existia miséria ou pobreza nessa cidade, era um lugar lindo, rico e acolhedor, agora está totalmente o contrário... Pensou Drake.

Ele chegou ao final daquela parte da cidade e adentrou a parte rica dela, aonde viviam monarcas, ministros, generais e todos aqueles que serviam diretamente ao rei. Lá, o cenário era totalmente diferente, não tinha nenhuma pobreza, tudo era bonito, mas tinham escravos, pessoas sendo escravizadas que faziam o trabalho sujo. Os ministros, monarcas e generais, só ficavam em suas casas, bebendo, comendo, dormindo, transando, descansando e não faziam nenhum trabalho duro, eram os bebês do rei.

-Enquanto os cidadãos da cidade sofrem... vocês, a burguesia, se alimentam dos impostos deles, comprando boas comidas, boas bebidas, contratando prostitutas, dormindo em uma cama boa, mas não trabalham nada, só saem de casa para cobrar impostos altos... se não me engane, não existia nada disso antigamente, as situações econômicas entre a burguesia e os cidadãos era quase a mesma, a burguesia só tinha um pouquinho mais que os outros, mas isso não deixava ninguém triste, a população era feliz, todos eram felizes, agora só eles são... Drake continuava pensando.

Ele saiu daquela parte da cidade rapidamente, sentiu nojo daquele lugar corrupto e errado. Logo, Drake chegou as tropas armarias e aos quartéis, a parte da cidade que tinha todo o exército se Kaylon. O lugar tinha vários quartéis, áreas de treinamento e soldados por diversas partes, andando, treinando e fazendo guarda. Todos usavam armaduras completas e estavam equipados com lanças, machados ou espadas.

-O exército de Kaylon, o melhor e mais forte exército do mundo. Soube que depois que o novo rei assumiu o trono, os treinos ficaram mais rigosos e cruéis, a personalidade dos soldados mudou um pouco, se tornaram assasinos cruéis e sem coração que morreriam por seu rei. Kaylon é o reino mais forte em todos os sentidos, principalmente nas guerras. Mesmo se o segundo, terceiro, quarto e quinto reinos mais fortes se unirem e fizerem uma guerra contra Kaylon, ainda existiria uma alta chance de que Kaylon venceria. É, eu odiaria ter que enfrentar esse exército... Drake fala sentindo um leve medo deles.

Logo, após andar mais um pouco, Drake chega aos mercados, o lugar estava calmo, não tinha muita gente, mas algumas barracas estavam abertas. Elas vendiam de tudo, frutas, verduras, legumes e etc. Também tinham pessoas vendendos jóias, armas e livros. Drake não se interessou muito, mas um pouco mais na frente, ele viu um monte de pessoas reunidas e se aproximou, tinha um mercador vendendo armas e falando alto. Ele dizia:

-Venham! Venham! Aqui, eu tenho as melhores armas! Vejam!. O mercador pega uma espada. -Essa espada é a melhor espada que existe! Pode cortar qualquer coisa! Qualquer coisa, não existe nada que ela não possa cortar ou atravessar, não existe! Pode cortar tudo! Atravessar tudo! Eu dou a minha palavra! O mercador gritava. Depois, ele largou a espada e pegou um escudo. -Vejam! Olhem! Eu tenho aqui, o melhor escudo que existe! Nada atravessa ele! Nada! Ele pode defender tudo! Qualquer golpe é defendido por esse escudo! Nada atravessa ele! Dou a minha palavra! Continuava gritando ele.

Drake se aproximou, olhou as armas e viu que não eram nada especiais, estavam pintadas, mas eram apenas lâminas normais, os escudos também não tinham nenhuma peculiaridade. Drake ouviu os gritos do vendedor e se aproximou dele, ele levantou a mão, o mercador olhou para ele sorrindo.

-O que foi meu rapaz? Vai querer um? O vendedor falou.

Todos ao redor do vendedor pararam e olharam para Drake.

-Não, mas me tire uma dúvida. E se suas espadas e seus escudos se baterem? A espada atravessa tudo, o escudo defende tudo, então e se um se bater com o outro? O que acontece? Drake perguntou justamente para desmascarar o vendedor.

O homem ficou sem resposta, as pessoas ao redor olharam para ele, fizeram uma cara de decepção e foram embora. Drake também foi, deixando o vendedor para trás com um rosto de idiota. Mas não durou, o vendedor pegou uma espada e um escudo, olhou na direção de Drake com raiva e correu na direção dele gritando. Drake percebeu os movimentos dele rapidamente e se virou, ele nem precisou pegar sua espada. No momento que o vendedor estava na frente dele, Drake desviou para o lado direito colocou no pé na frente das pernas dele, o vendedor tropeçou no pé de Drake e caiu com o rosto no chão. Drake pegou o escudo e a espada dele, olhou os dois e rapidamente bateu um com o outro com força, incrivelmente, a espada atravessou o escudo, mas a lâmina da espada quebrou.

-Parece que a sua palavra não vale de nada... Drake disse frio e jogou as armas quebradas no chão.

Ele passou pelo vendedor caído no chão e seguiu caminho pelas ruas de Kaylon. Algum tempo depois, Drake chega na entrada sul da cidade, Drake olha ao redor e não avista nada de interessante, então percebe a biblioteca de Kaylon logo ali.

-Hm... vou fazer uma visita. Drake pensa e vai andando em direção a biblioteca.

Drake entra na biblioteca e percebe uma pessoa sentada em uma cadeira atrás de um balcão, era um homem, parecia ter quarenta anos, usava óculos e roupas normais de cor marrom e branco, estava com as pernas cruzadas lendo um livro. Drake se aproximou e chamou sua atenção, o homem olhou para ele e sorriu.

-Bom dia! Bem vindo a biblioteca de Kaylon! Sinta-se a vontade! Cada livro custa vinte moedas, caso queira algum, basta trazer ele até mim! O homem disse sorrindo olhando Drake.

Drake fez "sim" com a cabeça e adentrou a biblioteca. Ele estava um pouco desconfiado da atitude gentil do homem, então ele ficou em alerta.

Drake andou pela biblioteca olhando os livros, um por um, em busca de algum que o interessasse. Então, Drake avistou um livro de capa marrom com o título: "Deuses Antigos". Drake sabia que Kaylon, assim como o resto dos países próximos, tinham a sua própria religião, composta por diversos Deuses ancestrais, e cada um com uma função. Drake pegou o livro e o abriu diretamente no meio, ali falava sobre o Deus da Comida, aparentemente, foi esse Deus quem descobriu a existência do primeiro alimento, e é ele quem fornece alimentação para os povos. Esse deus tem a aparência gorda e usava um colar de ouro com vários desenhos de frutas, suas roupas são apenas uma túnica branca que cobre quase todo o corpo. Pessoas que seguem esse Deus, costumam ter suas mesas sempee cheias de diversos tipos de comida. Seus poderes são criar comidas saborosas, ou comidas incrivelmente venenosas, além de outros poderes.

-Besteira... Pensou Drake.

Ele passou para a próxima página e encontrou outro Deus, o Deus das flores. Aparentemente, esse deus é responsável por criar vales, campos e paisagens lindas colocando diversos tipos de flores nelas, ele é incrivelmente belo, tem uma rosa em seu cabelo e outra em sua mão, ele encantaria qualquer moça. Pessoas que seguem esse Deus, costumam ter mais beleza e atração. Esse deus tem os poderes de criar rosas lindas, ou rosas mortais que matam seus inimigos, além de outros poderes.

-Nada interessante... Pensa Drake.

Ele passa para a próxima página e se depara com uma foto de uma deusa muito linda. Tinha cabelos brancos, olhos azuis e usava um vestido de cor azul claro. Essa era a deusa da vida. Ela quem dava vida aos seres humanos e animais, toda a vida na terra era cuidada por ela. Quem seguia essa deusa, tem a vida prolongada e é protegida do mal. Seus poderes são desconhecidos, mas acreditasse que ela pode dar vida à qualquer coisa.

-É interessante, mas não... Drake pensa.

Ele passa para a próxima página, mas não tinha nada. Aquelas páginas tinham sidos rasgadas, Drake fica confuso e passa para as próximas, mas elas só falavam de outros deuses. As páginas arrancadas não estavam ali. Então Drake pegou o livro e foi até o homem de antes.

-Com licença... tem páginas rasgadas nesse livro. Drake fala entregando o livro para ele.

-Ah! Desculpe! As vezes as crianças vem aqui e acabam rasgando algumas páginas dos livros. Mil desculpas. O homem fala analisando o livro.

-Tudo bem, eu vou levar esse aí se não se importa. Drake fala pegando o dinheiro no saco em sua cintura.

-Oh! Obrigado! Bom, como está danificado, vou cobrar apenas quinze moedas! O homem fala feliz e entrega o livro.

-Não. Vou levar por vinte moedas, se não se importar. Drake fala e entrega o dinheiro para o homem.

-Tem certeza? Hm.. Está bem. O homem diz sorrindo e pega o dinheiro, depois entrega o livro para Drake.

-Uma pergunta... você não tem medo de que entrem aqui e roubem tudo? Drake fala curioso pegando o livro.

-Não não não, nenhum ladrão vai querer roubar nada daqui. O conhecimento para eles não serve para nada, então ignoram os livros. Por isso trabalho tranquilo nesse lugar. Além disso, o rei gosta dessa biblioteca.

-O rei? Ele vem aqui? Drake diz surpreso e curioso.

-Sim, ele veio aqui e disse que essa biblioteca era dele, pois a do palácio é pequena demais. Ele ainda deixou eu vender alguns livros, mas a biblioteca continua sendo dele. Se alguém quiser roubar daqui, tem que estar pronto para morrer. O homem explica.

-Entendo. Obrigado, bom dia! Drake agradece e sai da biblioteca.

Saindo da biblioteca, Drake segue andando pelas ruas novamente sem rumo nenhum. Até que, algumas laranjas caem nos seus pés, ele olha para o chão e percebe uma garota caída no chão com uma cesta de laranjas na mão.

-Ai ai ai... eu tropecei no meu vestido... a garota diz se levantando.

Drake se abaixa e sem dizer nada ajuda ela a levantar.

-Ah! Obrigado! Ela agradece.

Drake continua em silêncio, ele se abaixou mais e foi recolhendo as laranjas que tinham caído. Drake recolhe todas as laranjas e coloca na cesta da garota.

-Pronto, agora tome mais cuidado. Drake diz levantando o rosto.

Eles dois se surpreendem. A garota, era Lucy, a antiga funcionária da pousada aonde Drake dormiu e quase foi morto enquanto dormia.

-Lucy... Drake diz se levantando.

-Drake... Ela responde surpresa por ver ele ali.

-O que está fazendo aqui? Drake pergunta entregando a cesta.

-Bom, vim comprar laranjas. Desde aquele dia, eu comecei à trabalhar fora de Kaylon vendendo frutas. Estava com falta de laranjas, então vim comprar mais aqui em Kaylon. Ela explica.

-Entendo, bom saber que está bem. Então, como está sendo a vida até agora? Drake perguntou olhando ela.

-Bem, fiquei um pouco perdida no começo, mas estou indo bem agora. As vendas dão bastante dinheiro, então consigo sobreviver. Ela disse sorrindo.

-Isso é ótimo. Aliás, você vai agora né? Quer que eu te acompanhe? Drake disse olhando ela normalmente.

-Hã?! Ah... sim sim, mas não precisa, imagino que você esteja ocupado... Lucy fala abaixando a cabeça.

-Não, estou com tempo livre. Vamos logo. Ele fala e pega a cesta das mãos de Lucy a vai carregando ela enquanto andavam.

-Eu... posso levar a cesta sozinha... Lucy fala seguindo Drake.

-Eu sei, mas quero carregar. Drake fala sorrindo levemente.

Eles vão andando pelas ruas de Kaylon, sem conversar mais. Então, Lucy anda mais rápido ficando ao lado de Drake.

-E a sua vida? Como está desde aquele dia? Lucy pergunta curiosa olhando para Drake.

-Vai bem, nada de especial aconteceu. Drake diz mentindo.

-Hm... mas você não é um forasteiro? Não ia ficar aqui só alguns dias? Lucy pergunta olhando o rosto de Drake.

-Sim, mas me atrasei um pouco, terei que ficar mais tempo. Drake fala olhando para ela também.

-Entendi, bom, boa sorte. Lucy diz sorrindo.

-Obrigado.

Eles andam mais um pouco e chegam ao estábulo, Lucy vai até um cavalo branco e pega o mesmo.

-Esse é Danilo, o meu cavalo. Lucy fala alisando o cavalo.

-Ele é bastante grande né? Drake fala surpreso.

-Sim, mas é um ótimo cavalo. Lucy fala subindo em cima dele, mas antes, ela acaba pisando nas fezes do cavalo. -ECAAAA!!!

-Calma! Foi só um pouco de cocô. Espere. Drake vai até os estábulos e pega um balde com água e um pano. Ele volta até Lucy, molha o pano e passa no cocô preso no sapato dela, tirando ele. -Pronto. Drake diz colocando o pano e o balde no chão.

-Ah! Obrigadinho Drake! Lucy fala sorrindo e vendo seu sapato limpo.

-Não foi nada. Ah, toma. Drake entrega a cesta com as laranjas para ela. -Consegue levar?

-Sim, obrigado de novo. Toma! Lucy joga uma laranja para ele. -Espero nos vermos novamente!

-Sim. Até mais Lucy! Drake acena para ela.

-Até! Se cuida! Lucy fala e sai rapidamente com o cavalo.

Ela passa pelos portões da cidade e vai embora. Drake olha para a laranja em suas mãos, pega sua espada, tira as cascas da laranja usando ela e depois prova a laranja.

-É boa... Drake pensa surpreso. Ele olha para cima e vê o sol no meio da cidade. -Acho que vou andar pela floresta... ah, preciso tomar um banho também... Drake pensa e vai até os portões. Ele pede permissão para sair e atravessa o mesmo. Ele vai seguindo para a floresta do norte, aonde possivelmente deveria ter um lago aonde poderia se banhar sem problemas. Ele poderia tomar banho na Luz do Amanhecer, mas não iria voltar lá só por isso.

Enquanto isso...

No palácio, o rei já tinha sido informado que a Luz do Amanhecer tinha pegado a Adaga da Verdade. Ele estava sentado em seu trono, ainda usando as mesmas roupas de antes com aquele capuz que cobria seu rosto até a boca.

-A Luz do Amanhecer está me dando problemas... hm... O rei pensava friamente sobre o que deveria fazer. -Já sei... Chamem Mors! O rei disse alto para todos na sala.

Todos rapidamente sairam do local e foram para algum lugar. Poucos minutos depois, a porta se abre e um homem entra. Ele caminha até o rei e se ajoelha na frente dele. O homem tinha cabelos pretos longos, olhos negros, uma cicatriz na bochecha direita que ia até seu ouvido. Usava uma roupa de batalha preta, com calça de couro preto também e botas pretas. Em suas costas, tinham três bainhas. A primeira tinha uma espada, a segunda tinha um machado e a terceira tinha várias flechas. Também em suas costas, estava um arco. Nas suas pernas, tinham adagas. E em sua cintura, dois sacos com alguma coisa dentro. Ele tinha uma aparência adulta, aparentando ter trinta anos. Tinha um semblante sério e maligno.

-Mors, você é general do meu exército já fazem cinco anos, e nesse período seu trabalho foi excelente. Você também é um ótimo estrategista, por isso, vou deixar esse trabalho em suas mãos. O rei disse frio enquanto olhava Mors ajoelhado na sua frente.

-Diga meu rei, vou realizar sua vontade. Mors disse matendo sua cabeça baixa.

-Quero que acabe com a Luz do Amanhecer ainda hoje. Junte seus melhores homens e faça isso. Se falhar...

O rei se levantou e foi se aproximando de Mors até ficar na sua frente.













-...vou matar você.

The End


Notas Finais


Obrigado por terem lido! Capítulo novo dia 12/08! O capítulo vai ser muito maior, melhor e mais interessante! Digam o que acharão do capítulo nos comentários, obrigado por ler!


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