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História Dark Friendship - Capítulo 7


Escrita por: e Kushinasan


Notas do Autor


Olá leõesinhos! Mais um capítulo pra vocês, ainda vou fazer uma arte pra esse capítulo. Ou quem quiser fazer uma fanart pra eu colocar, leiam o capítulo e me mandem as artes por Email:

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Boa leitura

Capítulo 7 - Filme de Terror


"A vida é um sopro, indefinida, imprevisível. Tudo e nada, pode acontecer em um dia qualquer… até mesmo uma morte."



As coisas tendiam a piorar a cada dia, a cidade estava amedrontada, as pessoas com medo de saírem na rua e darem de cara com o monstro ceifador que vem levando vidas embora. Era uma noite aparentemente serena, o céu estava limpo, e o vento estava calmo. Nenhuma alma viva nas ruas de Brasília, era como uma cidade fantasma.


No conforto de sua casa, deitada em sua cama, no seu quarto, a garota Rebecca folheava um livro, um livro de terror. A garota morria de medo, mas se arriscava conhecer as histórias horripilantes, já que tentava impressionar um menino de quem ela gostava, que era amante de histórias de horror. Mesmo com o pavor visível em seu rosto, ela continuava a passar as páginas. No início ela deu graças por não ter que assistir a um filme de terror, não queria ter que ver as cenas sufocantes e agonizantes, o garoto era das antigas, gostava muito de ler, então ela quis adotar isso pra si, ela o AMA mesmo, mas o fato de as descrições do livro virarem imagens na sua cabeça era, talvez, até pior.


Fim de mais um capítulo, ela fecha o livro e guarda na estante acima de sua escrivaninha.



Com seu corpo curvado e as mãos apoiadas na escrivaninha ela diz a si mesma, era estranho, como gostar de um garoto que curte coisas tão… macabras? Ela levanta o pulso com seu relógio, quase 19:30h. Sai do quarto já descendo as escadas para a sala de jantar, no caminho dá de cara com a sua mãe que estava prestes a gritar alguma coisa.


Muito bem mocinha.


Afaga seus cabelos loiros, enquanto a menina anda até a mesa.



A mulher grita ouvindo como resposta um "já vamos".



E lá vem os meninos com a cabeça baixa e umas caras de dengo, a mãe bagunça o cabelo dos jovens que se sentam à mesa. Gustava era um ano mais novo que Caio que tinha seus 19 anos, mas parecia ter 15 ainda.




Quebra de tempo


De volta ao seu quarto, Rebecca se joga em sua cama, já vestida em sua roupa de dormir e com os dentes bem limpos. Se cobre com o cobertor, e logo adormece. 


Rebecca on


Me levanto abruptamente da minha cama, a noite que antes estava calma e quente, se tornou turbulenta e gelada. O vento chacoalhava as árvores do lado de fora, a janela que deixei aberta por conta do calor, batia sem parar, a chuva forte que inundou meu quarto me deixou encharcada, os raios e trovões cortavam o céu negro. 



Ao me virar para minha cama, vejo um rosto pálido, um sorriso de dentes pontiagudos, e olhos negros com dois pontos verdes brilhantes. O ser em meu quarto era muito grande e esguio, trajava uma roupa preta, que deveria ser colada no corpo se a criatura não fosse tão magra, seus cabelos castanho escuro pareciam flutuar, e alguns fios passavam pelo seu rosto, e em sua cabeça havia um par de enormes chifres. Eu paralisei, a criatura que parecia uma mulher velha, olhava fixamente para mim, ela torce de leve o pescoço, mas parece que tinha sido quebrado, quando de repente ela avança pra cima de mim, eu dou um grito muito alto, desviei e sai deixando a criatura no meu quarto. Corri para o quarto dos meus irmãos, já que era o quarto mais próximo e dormi lá com eles, não os acordei, apenas puxei a caminha debaixo da cama do Gustavo, peguei um cobertor no guarda roupa deles, puxei um dos travesseiros debaixo da cabeça do Caio e me aconchego na cama ainda em choque. Vou demorar a dormir.


Rebecca off


Enquanto isso no quarto da Rebecca, a criatura deformada e assustadora volta a sua forma sedutora e esbelta, ao som de estalos como se fossem ossos quebrando, e o som do caos que estava lá fora, suas coxas magras inflam preenchendo o vácuo no colant preto, o ser de chifres dá uma gargalhada maléfica e desaparece do quarto, levando consigo a chuva, os raios, os trovões e os ventos ferozes. Foi uma noite e tanto.


No dia seguinte, os alunos da escola de Rebecca pareciam eufóricos, tanta gritaria aos arredores da escola, que a menina não conseguia ouvir nem os próprios pensamentos. Ela não entendia nada, tantas vozes ao mesmo tempo era de enlouquecer, quando de repente um braço forte envolve seu corpo. Era Caio seu irmão.






A menina desviou o olhar, com o rosto quente e as bochechas vermelhas.



Rebecca toca as maçãs do rosto, e sente o calor nelas, agora seu rosto inteiro toma a cor de tomate maduro, e sem dizer uma palavra corre para o banheiro. Caio fica sem entender absolutamente nada, quando ergue a cabeça e vê Lucas, chamado por ele e por outros de menino corvo, o sorriso do mesmo se desmancha aos poucos e logo sai em direção a sua aula enquanto Caio fecha a cara e dá um suave rosnado.


Já no final do dia, as aulas chegando ao fim, os alunos sendo dispensados mais cedo, e todos se apressando para chegarem em casa. Na saída da escola, Rebecca é surpreendida por um cutuque na costela, ao se virar, se depara com Lucas, cara fechada, cabelo tampando um de seus olhos e outro olhando fixamente para ela que está petrificada.





A resposta ficou presa na garganta, não conseguia falar, de repente ela entra em devaneios, e começa imaginar situações em que os dois estão juntos, passeando de mãos dadas, trocando beijos e abraços, assistindo o pôr do sol…







Ela olha pro lado com a mão no queixo, depois volta o olhar para Lucas com uma expressão confiante.



Então Lucas dá um meio sorriso triunfante.



Rebecca tem uma expressão um tanto engraçada, seus globos oculares brilhavam como dois faróis, a boca entreaberta, quase babando, voltou pra casa distraída, cambaleando o corpo pro lado e pro outro.



Já eram quase 21h, e a loira estava nervosa. Em dúvida se deveria mesmo ir, todos na casa dormiam, ela estava arrumada, uma calça jeans preta, blusa branca com listras vermelhas e com mangas longas, um all star vermelho que tinha no seu armário e uma correntinha no pescoço, seus cabelos estavam solto, como de costume, bom era isso, estava pronta. Continuava pensando até que escuta um barulho na sua janela. Ela vai até a mesma, abrindo e vendo o garoto lá embaixo, não era surpresa que o estranho manteve suas vestes pretas, nem nos dias de comemoração na escola ele se preocupava em ir arrumado. 




A menina pula a janela, e escorrega com cuidado pelo telhado. A casa tem apenas mais um andar, então não é tão alto, pulou para o chão encontrando Lucas. Os dois se olham e trocam um sorriso suave. Andavam pelas ruas até o cinema, próximos mas sem contato físico, até que o mais velho segura a mão da mais nova fazendo a mesma corar, "nossa, nunca imaginei que isso iria realmente acontecer".



Becca olha sem entender, quando o menino ergui a mão revelando as entradas para o filme sexta feira 13. Nisso seu coração dá uma pequena disparada, e ela solta um sorriso nervoso.




Durante o filme


Rebecca estava petrificada com as cenas onde os personagens morriam de forma trágica e agonizante. Seus olhos arregalados, os braços colados no corpo, os joelhos unidos e todos os músculos de seu corpo estavam travados. De repente ela se assusta de leve, e com todo seu corpo da mesma forma que estava, apenas guia o seu olhar para o motivo da sua surpresa. Então seus olhos arregalam ainda mais, Lucas estava com uma de suas mãos em sua coxa. Ela olha pra ele, o menino parecia normal, sentado de forma preguiçosa, apoiando o queixo na outra mão com um sorriso suave nos lábios. A menina começou a ficar quente, sabia que suas bochechas estavam vermelhas. O toque, aquele toque, fez a menina se sentir nas nuvens. Cada segundo do filme parecia ser uma eternidade, e algo peculiar, o garoto sempre fazia um movimento "brusco" com sua mão toda vez que passava uma cena aterrorizante, como apertar ou arranhar levemente. Então, quase no finalzinho do filme, ele enfia a mão na fenda entre as duas coxas, e arrasta prá trás perto da sua vagina encostando levemente em seu clitóris logo depois apertando levemente fazendo a menina conter um gemido, o mesmo olha de canto pra mesma e sorri.


No fim voltam pra casa sem falar uma palavra, chegando na casa de Rebecca, Lucas quebra o gelo.




Então o menino chega perto, coloca a mão no pescoço dela a deixando um pouco tensa, arrasta para o rosto e dá um beijo.



Rebecca petrifica, e entra em casa andando como um pinguim. Se joga na sua cama e suspira forte abraçando o travesseiro, no entanto, do lado de fora do quarto próximo a porta seu irmão mais velho Caio espia com a cara fechada.


Na rua, mais especificamente em um beco, Lucas está aliviando sua tensão sexual, causada pelas expressões de Rebecca. Pruflas aparece atrás dele com cara fechada assim que ele terminou.






Então Pruflas sorri.



Lucas dá uma gargalhada maléfica. O que espera por Rebecca?


Notas Finais


Bom é isso galera. Espero ler o que acharam, críticas construtivas e opiniões. Um beijo e até o próximo.


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