História Dark Love - Clace - Capítulo 4


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Categorias As Peças Infernais, Mitologia Grega, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Camille Belcourt, Catarina Loss, Céline Herondale, Church, Clary Fairchild, Emma Carstairs, Hodge Starkweather, Imogen Herondale, Isabelle Lightwood, Jace Herondale, Jem Carstairs, Jocelyn Fairchild, Jonathan Christopher Morgenstern, Julian Blackthorn, Luke Graymark, Madame Dorothea, Magnus Bane, Maia Roberts, Mark Blackthorn, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Personagens Originais, Raphael Santiago, Robert Lightwood, Simon Lewis, Stephen Herondale, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale
Tags Clace, Ficdark, Malec, Sizzy
Visualizações 81
Palavras 1.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLOU ANGEEEELS!!
OLHA QUEM VOLTOU!
BOM, PRA QUEM NÃO SABIA
EU ESTAVA SEM NET
MAS AGORA ESTOU DE VOLTAAA!
E SE PREPAREM, PORQUE
ISSO É UMA MARATONA!
SIIMMMMMMMMMM!
UMA MARATONA DE 6 CAPS
MT FODAS, E TEM UMA SURPRESA
NUM DELES... NADA MAIS A DIZER.
APROVEITEM A MINI MARATONA AMORES
E IMAGINEM QUE A CAPA É O JARDIM DA JOCELYN
ESPERO QUE GOSTEM!
BOA LEITURA! 1-9

Capítulo 4 - Homework


Fanfic / Fanfiction Dark Love - Clace - Capítulo 4 - Homework

No Capítulo Anterior...

–Parece que Mark e Church se deram bem. –ela sorri observando os cavalos.

--É, acho que se tornaram amigos. –Jace sorriu. –Poderíamos ser amigos também.

Clary o olhou e deu um pequeno sorriso.

--Quem sabe, Jacezinho...

Fiquem Agora Com O Capítulo De Hoje...

 

{Ponto de vista Narradora}

Eles ficaram observando os cabelos pastarem, enquanto conversavam paralelamente sobre o que ambos gostavam, e Jace descobriu coisas que tinha em comum com Clary: Ambos gostam de andar a cavalo, gostam de música clássica com violino, e ambos detestam chá. Uns 10 minutos depois, ela ouviu o sinal bater.

-Hora de ir, Jacezinho. –ela levantou ostentando um sorriso sacana.

-Será que dá pra me chamar assim? –ele resmunga de cenho franzido.

-Por que? –ela alarga o sorriso e bate no vestido, tirando a grama. –Não gosta do diminutivo?

-Detesto, e não é esse o meu nome. –ele revira os olhos. –Até parece a insuportável da Aline.

-Não me compare àquela vadia. –Clarissa rosnou entredentes. –Eu não chegaria nem ao mindinho daquele projétil do diabo.

-Não mesmo, me desculpe. –ele sorriu fraco.

-Já viu a cara dela? Parece que ela teve um derrame facial ao nascer! –Clary zombou e Jace foi incapaz que controlar a gargalhada.

-Vamos antes que o projétil do diabo nos denuncie pro próprio satanás! –Jace riu pela última vez, alcançando Church que estava no meio da colina. –Onde está o Mark?

-Ah, bem aqui. –ela sorriu orgulhosa.

-Onde? –ele olhou ao próprio redor, e ao redor dela.

Ela assobiou, e logo Mark apareceu de trás da colina, indo até ela.

-Bem aqui. –ela alargou o sorriso e montou no cavalo. –Vamos?

-Vamos. –ele montou em Church.

Ambos cavalgaram rapidamente até o colégio, e logo chegaram, bem a tempo do professor entrar na sala.

-Bom dia alunos, sou a Srta. Griffin, e vou ser a professora de logística. –a professora sorriu fraco.

A aula foi um tédio. Mas Clary conseguiu absorver o conteúdo. Por fim, chegou a última aula: História. A professora começou falando sobre a 2ª guerra mundial, e, para apresentar-se melhor à turma, ela fez uma pequena dinâmica: Os alunos deveriam ficar de pé e dizerem seus nomes. Clary odiou a brincadeira, mas de tanto a professora insistir, acabou entrando. A professora disse que, durante todo o ano letivo, os alunos deveriam escolher um parceiro, para sempre fazerem duplas quando houvesse trabalhos. Clary também odiou isso, mas sentiu uma pontada de felicidade quando Jace se ofereceu para ser seu parceiro. Isso significaria que ambos ficariam mais próximos, e ela gostou disso. Mas, por um controverso, ela se praguejou. Agora, teria que tomar cuidado triplo, porque Jace poderia descobrir seu maior segredo, e isso, jamais, poderá ser uma opção. Por fim, a professora passou um trabalho, que se resumia basicamente em fazer uma pequena biografia do seu parceiro. No final da aula, Jace e Clary foram até a saída juntos, discutindo algo.

-Por que não pode ser na sua casa? –Jace retrucou de braços cruzados.

-Por que não pode ser na sua? –Clary rebateu sorrindo sombriamente.

-Por que... Porque... –ele gaguejou, praguejando por não conseguir inventar uma desculpa. Em toda a sua vida, Jace sempre foi péssimo com mentiras. –Por que eu não quero que seja.

-Ótimo, então não fazemos a merda do trabalho. –Clary sibilou, de modo que Jace ficou incrédulo, tanto pelo tom dela quanto pelo xingamento. –Também não quero que seja na minha.

-Ah, qual é! –Jace exclamou injuriado. –Não podemos ficar sem fazer o trabalho, vale nota!

-Então vamos fazer na sua casa. –ela sorriu vitoriosa. –Qual é, quem sabe não nos divertimos um pouco? –ela sorriu sacana.

Por mais que que Jace quisesse muito, e seu amiguinho de baixo também, ele não correspondeu o sorriso.

-Vamos fazer o trabalho, não uma demonstração de reprodução humana.

-Ah, que pena. –ela fez um bico engraçado cruzando os braços, de modo que seus seios aumentaram.

Jace praguejou por não conseguir tirar os olhos dos seios fartos e seminus que Clary estava “mostrando”. Piscou e se recompôs, logo exigindo.

-Ou será na sua casa, ou ambos ficaremos sem ponto. –ele cruzou os braços, desafiador.

-Hmm, um homem de atitude. Adoro isso. –ela piscou de um modo sexy, e esse gesto fez com que Jace ficasse extremamente excitado.

Mas que droga, dá pra se acalmar?! –Jace praguejou mentalmente para o seu amiguinho.

Clary podia hipnotiza-lo para que fizesse sua vontade, mas cedeu. Tanto na casa dele, quanto na dela, seria divertido. –ela pensou. Por que não, não é mesmo? Qualquer coisa de comprometedora, ela também poderia hipnotiza-lo para esquecer.

-Tudo bem. Hoje, na minha casa, às 15:00. Sem atrasos. –ela exigiu e assobiou, de modo que no instante seguinte, Mark estivesse ao lado dela.

-Sim, senhora estranha. –ele zombou rindo, e ela amostrou o dedo do meio.

-Vai se ferrar. –ela riu montando no cavalo. –Até mais tarde, Jacezinho...

-Tchau pra você também, Claryzinha... –ele montou em Church e acenou com a cabeça, e logo saiu cavalgando.

-Isso vai ser divertido. –Clary disse pra si mesma e saiu cavalgando.

Na mansão Fairchild-Morgenstern.

Ela já havia almoçado, se banhado, e se trocado. Estava pronta à espera de Jace, e já faziam alguns minutos. Valentim havia ficado um pouco irritado pelo descuido dela em deixar Jace ver seus olhos –da forma anormal –mas ela prometeu que algo mais comprometedor que isso, seria apagado da mente dele. Com isso, Valentim se deu por vencido. Por precaução, os Fairchild-Morgenstern se alimentaram –de sangue –logo depois do almoço, para caso a sede quisesse dar um “Oi” eles estivessem preparados.

Tim... Dom. –a campainha foi ouvida. Clarissa pegou seu material e trancou o quarto, logo descendo as escadas.

Quem recepcionou –provavelmente Jace, foi Jocelyn.

-Oh, você ser o Sir Herondale. –Jocelyn fez uma breve reverência.

-Lady Morgenstern. –Jace fez uma reverência rápida. –Espero não ter me atrasado.

-Pontual, como eu imaginei. –Clary terminou de descer as escadas e olhou para o relógio de parede que se localizava acima da porta. –São 14: 57.

-Maravilha. –Jace bateu uma mão na outra, sorrindo.

-Entre, Sir Herondale. –Jocelyn lhe deu passagem e abriu mais a porta.

-Obrigado e, por favor, me chame de Jace. –ele pediu entrando.

-Claro, Jace. –Jocelyn deu uma piscadela na direção de Clary e disse mentalmente: Juízo hein! E foi respondida com uma perfeita revirada de olhos de Clary. –Vou deixa-los a sós, qualquer coisa estarei no ateliê.

-Claro, mamãe. –Clary sorriu forçadamente e observou sua mãe subir graciosamente as escadas e sumir pelo corredor da direita.

-Faremos aqui mesmo? –Jace perguntou, subindo as mangas perfeitamente bordadas azul marinho pela extensão do cotovelo.

-Acho melhor no gramado ao ar livre. O que me diz? –Clary enrolou um cacho ruivo no próprio dedo.

-Perfeito! –ele pegou novamente a mochila e abriu a porta. –Primeiro as damas.

Clary riu debochada e sorriu ironicamente.

-Que cavalheiro! –ela saiu e ele logo após, ela o foi guiando até o gramado.

Quando ela falou, para Jace, não parecia grande coisa. Mas ao chegar ao lugar... : A grama era um verde vivíssimo, junto a um canteiro de todos os tipos de flores: Orquídeas, Tulipas, Rosas, Jasmins, e uma variedade de cores que faziam do local mágico. Havia um enorme balanço bordado em branco e preto, com uma costura que parecia ser de marfim e seda. O balanço jazia apoiado num grosso tronco de carvalho escuro, onde haviam alguns desenhos de símbolos.

-O que significam esses símbolos? –Jace perguntou, sua curiosidade estava explícita.

-Essa. –ela apontou para uma que parecia uma estrela com os traços desorientados. –É uma Iratze. É como chamamos o poder de regeneração.

-E você tem poderes?! –ele perguntou confuso e levemente boquiaberto.

-Obvio que não seu bobo. É modo de falar. –ela riu.

-E esse? –ele apontou para um que parecia um triangulo.

-Poder Angelical. Mas geralmente chamamos de Poder Vermelho. –ela explicou pacientemente.

-Por que Poder Vermelho? –ele perguntou erguendo uma sobrancelha.

-Por que você tem que perguntar tanto?! –ela exclamou, levemente irritada. –Viemos aqui fazer o maldito trabalho, não falar sobre minhas ridicularias de família.

-Sou curioso. –ele deu de ombros e sorriu travesso.

-Então guarde sua curiosidade, porque não vamos precisar dela agora. –Clary bufou e se sentou no canto esquerdo do balanço, abrindo a mochila. –Vamos começar logo...

 

Continua....


Notas Finais


E TOMEM CAP!
ATÉ O PRÓXIMO!


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