História Dark Love - Clace - Capítulo 5


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Categorias As Peças Infernais, Mitologia Grega, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Camille Belcourt, Catarina Loss, Céline Herondale, Church, Clary Fairchild, Emma Carstairs, Hodge Starkweather, Imogen Herondale, Isabelle Lightwood, Jace Herondale, Jem Carstairs, Jocelyn Fairchild, Jonathan Christopher Morgenstern, Julian Blackthorn, Luke Graymark, Madame Dorothea, Magnus Bane, Maia Roberts, Mark Blackthorn, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Personagens Originais, Raphael Santiago, Robert Lightwood, Simon Lewis, Stephen Herondale, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale
Tags Clace, Ficdark, Malec, Sizzy
Visualizações 74
Palavras 1.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CHEGUEEEI COM MAIS UM!
2-6
LOBINHEOS, LOBINHEOS!
BOA LEITURA!

Capítulo 5 - We Are Not Friends


Fanfic / Fanfiction Dark Love - Clace - Capítulo 5 - We Are Not Friends

No Capítulo Anterior...

-Por que você tem que perguntar tanto?! –ela exclamou, levemente irritada. –Viemos aqui fazer o maldito trabalho, não falar sobre minhas ridicularias de família.

-Sou curioso. –ele deu de ombros e sorriu travesso.

-Então guarde sua curiosidade, porque não vamos precisar dela agora. –Clary bufou e se sentou no canto esquerdo do balanço, abrindo a mochila. –Vamos começar logo...

Fiquem Agora Com O Capítulo De Hoje...

 

Ambos pegaram o caderno de dentro da mochila e abriram na matéria do trabalho.

-Certo, quem começa? –Jace perguntou girando o lápis no espaço entre o indicador e o dedo do meio. –Batemos no par ou ímpar? Jokenpo?

-Eu começo. –Clary declarou tirando o bocal da caneta. –Nome inteiro?

-Sério?! –ele revirou os olhos e ela assentiu. –Jonathan Christopher Herondale.

-Hm. –ela anotou, seus dedos em sincronia com a caneta faziam movimentos suaves. –Idade e data de nascimento?

-Dezoito de janeiro de mil quinhentos e trinta e quatro, dezoito anos. –ele respondeu com a voz entediada.

-Okay... –ela anotou. –Nome dos pais?

-Isso tudo é mesmo necessário?! –ele retrucou cruzando os braços sobre o peitoral. –Achei que fosse uma pequena biografia, não uma investigação do xerife.

-Como você disse, Jacezinho, é uma biografia. E sim, tudo isso é necessário. –ela rebateu sorrindo sombriamente.

-Já disse pra não me chamar assim. –ele rosnou irritado.

-Então não me irrite, Romeu. –ela riu fracamente. –Nome dos pais?

-Aff. –ele bufou e respondeu. –Céline Felicity Herondale e Stephen Oliver Herondale.

-Nomes fantásticos. –ela disse anotando. –Onde você mora?

-No quiosque da Angel Groove. –ele respondeu apoiando o queixo nos joelhos, distraidamente.

-Certo... –ela anotou graciosamente e voltou seu olhar pra ele. –O que mais gosta, Jace?

-Bom... –ele deu de ombros filosoficamente. –Eu gosto muito de cavalgar ao ar livre, como eu já te disse. Gosto muito de dormir, comer...

-Que tipo de comida você gosta? –ela sorriu descaradamente.

-Comidas fartas. –ele não capitou a malicia, respondendo inocentemente. –Mas a sopa de jerimum que a minha avó fazia era simplesmente incomparável.

-Eca! –Clary fez uma cara de nojo sensacionalmente icônica e Jace gargalhou.

-Por que?! –ele riu perguntando. –É uma delícia.

-Se fosse, eu não teria colocado pra fora quando comi pela primeira vez. –ela riu lembrando de como manchou seu vestido favorito. –Detesto jerimum. Mas gosto de sopa de legumes. Ah, e com galinha. Caipira, se possível.

-Você tem um gosto peculiarmente estranho. –ele observou rindo de leve. –Mas também gosto.

-Voltando ao foco. –ela se recompôs. –Tem algo em mente do que vai ser quando se formar?

-Não quero falar sobre isso. –ele disse desconsertadamente. –Pergunte outra coisa.

-Por que? –ela perguntou insistindo.

-Porquê não. –ele disse entredentes.

-Tudo bem. Ahn... Além de clássicas que envolvem violino, gosta de outro tipo de música? –ela ergueu uma sobrancelha.

-Gosto também das que envolvem piano. Aliás, eu sei tocar. –ele sorriu convencido.

-Sério? Eu também. –ela deu de ombros sorrindo.

-Temos mais em comum do que achamos, querida amiga. –ele disse sarcasticamente.

-Nós não somos amigos. –ela disse duramente, e logo sorriu. –Não ainda.

-Você é totalmente imprevisível, Lady Fairchild-Morgenstern.

-Obrigado, Sir Herondale. –ela meneou a cabeça numa voz sexy. –Já sentiu atração pelo mesmo sexo?

-Quê? Não! –ele gargalhou estrondosamente com a mão na barriga. Clary permaneceu imóvel.

-Então você é hétero? –ela sorriu maliciosamente.

-É, sou sim. –ele correspondeu o sorriso, desviando o olhar para o que ela havia mostrado mais cedo. –Você também é?

-Uhum, não gosto de vaginas. –ela respondeu, tão diretamente que ele cambaleou para trás. –Adoro pênis. Os grandes e grossos, de preferência. –ela sorriu maliciosamente ao ver ele se excitar.

-Você é bem diretamente exigente, não? –ele colocou a mochila no colo.

-E você está excitado, não? –ela alargou o sorriso sentando ao lado dele na grama.

-Você sabe que estou, porque pergunta? –ele corou levemente, tentando acalmar o que ela havia despertado.

-Posso dar um jeito no seu amiguinho inquieto. –ela passou a língua nos lábios, de um modo extremamente sensual.

-Eu... –ele foi interrompido.

Quando um barulho alto de algo se movendo na mata o assustou.

-O que é isso? –ele levantou rapidamente.

-Acho que tenho uma ideia do que possa ser. –ela levantou.

Um rosnado foi ouvido pelos dois, e Clary teve certeza: Lobos cinzentos.

O barulho ficava cada vez mais audível, e Jace segurou a mão dela, a colocando atrás de si. Ela achou adorável o jeito que queria defende-la, mas não foi necessário que ELE fizesse isso.

-Corra para dentro. Eu dou um jeito. –ela disse dando as mochilas para ele.

-O quê?! Não, eu não vou te deixar aqui sozinha, ainda mais com esses barulhos estranhos. –Jace exclamou incrédulo.

-Jace, são lobos cinzentos. Eu já devia saber. –ela revirou os olhos.

-Ótimo, então vamos entrar juntos enquanto há tempo. –ele a puxou pelo braço em direção à porta.

-Jace! –ela se soltou dos braços dele com mais facilidade do que respirava. –Entre, eu cuido deles.

-Não vou te deixar aqui, será que não entende?! –ele exclamou começando a ficar nervoso.

Os lobos começaram a rosnar mais alto, e então apareceram. Dois no final da floresta, um à esquerda da entrada e quatro à direita da saída. Estavam quase cercados. Ela não tinha mais escolha. Se conseguisse fazer com que ele corresse para sua casa, conseguiria manter os lobos longe.

-Jace, olhe para mim! –ela segurou o rosto dele fazendo ele a encarar e olhou em seus olhos dourados arregalados. –Corra pra minha casa, e não saia de lá até que eu apareça, me ouviu?

Ele assentiu, saiu da hipnose e correu, o mais rápido que conseguiu. Por instinto, já perto da porta ele olhou pra trás, e tudo o que viu foi ela correr –de um jeito totalmente anormal –na direção dos lobos, e então ele entrou correndo e fechou a porta. Ele estava apavorado. Temia por Clary, e não sabia o porque diabos a deixou lá sozinha. Foi mais forte que ele, e inesperado. Ele então procurou pela ajuda mais próxima.

-Alguém! Por favor, socorro! –ele gritou adentrando a enorme mansão Fairchild-Morgenstern.

Quem apareceu foi um garoto, de cabelos platinados e olhos gélidos.

-Quem é você e o que diabos está fazendo aqui? –o garoto perguntou descendo as escadas ligeiramente.

-M-me desculpe, eu sou o Jace, colega de trabalho da Clary... –Jace gaguejou tropeçando nas palavras. –E-eu vim pedir ajuda, ela....

-Ela o quê? Onde Clary está? –o garoto berrou impaciente.

-E-ela está l-lá fora, com os lo-lobos! –Jace gaguejou novamente. Ele estava totalmente apavorado.

-Merda! –tudo o que Jace viu foi no milésimo de segundo após dizer onde Clary está, o garoto sumir.

O que diabos está acontecendo aqui?! –Jace pensou totalmente desesperado e perdido.

 

Continua...


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!
ATÉ O PRÓXIMO CAP!


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