História Dark Magic-Long imagine Jin - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Seokjin (Jin)
Visualizações 52
Palavras 2.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoal! Como a galera aprovou a história e me pediu pra continuar, aqui está o primeiro capítulo. Espero que esteja bom kkkk. Bom galera é isso, aproveitem e boa leitura!😄😘❤️💕

Capítulo 2 - Filtro dos sonhos


Fanfic / Fanfiction Dark Magic-Long imagine Jin - Capítulo 2 - Filtro dos sonhos

–S/n... estava esperando a sua ligação...
Me assusto, como ele sabia o meu nome? Não poderia imaginar que estava lidando não só com um especialista em sonhos, mas também um vidente, e dos bons ao que me parecia.
– Como sabe meu nome?-pergunto me fazendo de desentendida.
– Ora ora senhorita, já poderia imaginar que está conversando com um paranormal, afinal, não é comum encontrar homens que desvendem os mistérios dos sonhos, não é mesmo? Ou seria melhor dizendo, no seu caso... pesadelo?
Estava em choque, não poderia ser, como ele sabia o motivo pelo qual estava procurando ele? Como? Impossível...
– É q-q...- tento falar mas gaguejo, devido a confusão em minha mente.
– Não precisa dizer nada querida, apenas venha até a mim. Esta noite,às nove em ponto! Estarei lhe esperando em minha casa. Não se atrase...
– Mas onde é a sua casa?
– Você saberá onde é...siga sua intuição...
– M-mas, mas...- ele desligou antes mesmo de eu o questionar.
Agora estava feito, só precisava ir até a casa do tal Kim para resolver este tormento de uma vez por todas, assim eu espero. Devido ao susto que levei, empalideci, e minha colega de trabalho Song me perguntou o que houvera para me deixar naquele estado, eu não lhe contei o real motivo obviamente, disse apenas que recebi um vídeo muito assustador e me assustei, pareceu funcionar porque logo em seguida ela me trouxe um copo de água e pediu para que eu me acalmasse. Eu não poderia contar a ela o que houve... nem a ela e nem a ninguém...

[Quebra de tempo]...

O dia seguiu normalmente, e quando me deparei, já era hora de ir embora. Arrumei minhas coisas e desliguei o computador. Me despedi de meus colegas e segui para o elevador. Eram seis horas da tarde, teria tempo de chegar em casa, jantar e tomar um bom banho antes de ir ao encontro com o “senhor paranormal”. Já na garagem do edifício, prestes a entrar em meu carro, pensei ter ouvido meu nome ser chamado, e quando me viro para onde o som vinha, vi apenas um vulto desaparecer rapidamente, confusa eu olho para os lados e tento encontrar quem havia me chamado, mas não tinha ninguém além de mim naquele imenso estacionamento. Entro no carro com um calafrio descendo toda a extensão da minha espinha e dou a partida, saindo imediatamente do prédio. 

[Minutos mais tarde]...

O caminho até minha casa foi tranquilo, o trânsito não estava caótico como nos outros dias, mas o cansaço me abatia e dores incômodas se manifestavam em minhas costas e punhos. Chegando em casa, eu retiro os saltos logo na porta e caminho descalça até minha cozinha, arrancando de dentro da geladeira o brigadeiro que havia feito no dia anterior. Passo pelo armário e retiro uma colher de uma das gavetas, logo abrindo o pote e saboreando o doce gosto do chocolate em minha língua. Há tempos não comia esta sobremesa, desde o dia que sai do Brasil há cinco anos atrás para tentar subir de vida aqui na Coreia do Sul, eu não havia comido mais este doce, e a saudade da minha terra bateu forte assim que pus a primeira colherada na boca. Foram longos minutos ali no sofá da sala, quando vi já havia acabado com todo o brigadeiro, infelizmente. Deixei a louça suja na pia e ando até o banheiro. Me despi e entrei no box, logo tomando um relaxante banho. Não demorei muito, pouco tempo depois já havia me secado e me admirava no espelho do banheiro. O trabalho me castigava, e já podia ver o resultado do estresse em meu corpo, a magreza já era notável em meu tórax e cintura, não que eu estivesse reclamando, pelo contrário, emagrecer era algo que eu queria muito, mas sei que não é saudável esta perda de peso e que teria consequências mais pra frente, bem como a super ingestão de café todas as madrugadas de três meses para cá. Eu estava em decadência, o cabelo sem brilho, olheiras profundas, olhos cansados, boca desidratada e a pele pálida, castigada pela falta de sol.  Já não era a mesma mulher que saiu cheia de esperança do Brasil... me tornei aquilo que sempre temi... a parte mais pequena do meu ser... tomada pelo cansaço, estresse, desnutrição e fraqueza. Eu estava horrível, mas minha cabeça não parou nem um segundo para me alertar da minha saúde, não... ela preferia me castigar com as lembranças dos meus medos... do meu pior sonho... Já começou a me dar calafrios, então sai para o meu quarto procurando algo para vestir, já que teria uma “consulta” em menos de uma hora. Optei por uma calça jeans preta, um moletom largo e um par de tênis preto, bem básica, afinal era só um teste, não iria me arrumar para ir a um decifrador de sonhos. Arrumei meus cabelos prendendo parte dele no topo da cabeça com um coque. Peguei uma bolsa menor e lá coloquei apenas o necessário, ou seja, minha carteira e meu celular. Porém antes que eu sequer colocasse meu celular em minha bolsa, um mensagem apareceu na tela, o número era desconhecido, e nela dizia apenas um endereço. Eu já sabia quem era e portanto tratei de procurar o endereço no GPS do celular. Não era muito longe de minha casa, e já havia passado por lá algumas vezes a pé, inclusive sabia exatamente qual casa era. 
O horário estava se aproximando, então decidi ir logo. Fechei a casa e parti em direção a casa do tal “vidente”, se posso chamá-lo assim. Depois de quinze minutos, estacionei o carro em frente à casa. Respirei fundo e saí. Andei até o imenso portão e apertei o interfone. Logo em seguida o portão se abriu e assim entrei, boquiaberta com o tamanho da mansão. De fora da casa não conseguimos ver muita coisa e portanto não se tem dimensão do quão grande é a casa. Segui até à porta de entrada empurrando-a, já que estava semi aberta. Entro e fecho-a atrás de mim. Poucas luzes estavam acesas, apenas as da escadaria suntuosa e do corredor logo acima. Segui por eles e logo parei em frente à um quarto, ou era o que eu imaginava. Bati na porta até escutar um “entre” da voz já reconhecida. Abri e entrei. Não era um quarto e sim uma imensa sala, com um confortável sofá, uma grande lareira e uma mesa logo ao lado do sofá, próxima à extensa janela do ambiente. O homem estava parado em frente à janela e apenas disse:
– Feche a porta e sente-se na cadeira em frente à mesa, por favor.
Assenti, fechando a porta e seguindo para a mesa. Porém durante o curto trajeto não pude deixar de observar o tal homem e confesso que ele não era exatamente o que eu esperava dele. Quando ele conversou comigo por telefone, imaginei ser um senhor de meia idade, que possui uma vasta experiência no assunto “sonhos”, contudo quando cheguei fiquei surpresa com Kim Seokjin. Era alto, forte, ombros largos e musculosos, elegantemente trajado em seu terno brilhante, os cabelos em um tom rosa pastel (não sei dizer se era isso mesmo) e a postura digna de um executivo. Se ele passasse por mim na rua, sendo um completo desconhecido, diria que é um modelo ou um bem sucedido empresário. Chegando perto da mesa, pude perceber pela imensa janela que começara uma leve garoa, e o som relaxante dos pingos de chuva caindo junto com a claridade do fogo presente na lareira, me trouxeram uma sensação de tranquilidade que há meses não sentia. O Kim apenas suspira fundo e se dirige para a cadeira a minha frente, e enquanto ele o fazia, pude observar que possuía uma beleza não só de corpo, mas de rosto também. Diria que era semelhante a uma anjo, porém com piercings espalhadas pelas orelhas e acessórios de prata no pescoço, pulso e dedos que seriam próprios de um hipster. O conjunto da obra poderia ser um desastre, mas nele todos os estilos se encaixaram perfeitamente, como se qualquer coisa que ele colocasse, combinasse totalmente com ele... ele era lindo. Passei algum tempo em meu devaneio, que ele pigarreou para que eu voltasse ao tempo presente.
– Então senhorita S/n, me conte o seu pesadelo, tente lembrar o máximo que você conseguir, e não esconda os detalhes insignificantes, as vezes ele querem mostrar algo que não estamos vendo...
– Certo Sr...
– Oh por favor, não me chame de senhor, me faz sentir como se estivesse muito velho.
– Perdão, não foi essa a intenção.
– Não se desculpe, não há motivos. Me chame apenas de Jin, tudo bem?
– Certo Jin-ri fraco e ele sorri sem mostrar os dentes- este pesadelo me atormenta há quase um ano, e não sei o que fazer para tirá-lo da cabeça. É sempre o mesmo, todas as noites e sempre acordo na mesma parte, sempre.
– Entendo... continue por favor!
– Bom, começa comigo andando em uma floresta à noite, a vegetação é fechada e não consigo enxergar um palmo à minha frente. Sei que apenas estou andando sem rumo, sinto que está frio e molhado, porque sempre esta garoando, durante o sonho inteiro...Caminho até sentir minhas pernas cansarem e quando paro para retomar o fôlego, eu encontro uma casa, abandonada e bem antiga, um sobrado pra ser mais precisa. Eu não sei o por quê, mas não tenho controle sobre o meu corpo, eu não quero entrar na casa, mas minha pernas continuam seguindo, eu tento de tudo, mas sempre entro, e ali... dentro da casa, eu não consigo enxergar muita coisa, eu só sinto que estou sendo puxada, muito rápido, nem consigo ver quem me puxa, apenas me puxam pro porão da casa e aí... eu apago, e quando acordo, estou amarrada e vendada, só escuto passos perto de mim, parece que escuto o som de correntes e já tive impressão de escutar o estalo de um chicote, mas não tenho certeza se era mesmo...
– Uhum, e o que acontece depois?
– Alguém retira minha venda, no começo não consigo enxergar muito bem, mas depois de estabilizar minha visão, eu enxergo apenas... corpos, sangue, e instrumentos cirúrgicos cobertos de sangue, eu grito, e então sai da escuridão a sala uma pessoa, esta com uma máscara e parece ser um médico, maléfico, claro, que simplesmente me enfia uma seringa no braço, eu me sinto sonolenta e dormente logo depois, e apago de novo... quando começo a recobrar minha consciência, vejo que estou deitada em uma maca, estou com um cilindro de oxigênio do lado e soro entra em minhas veias pelo catéter em meu braço. Eu não consigo sair dali porque me amarraram na cama, eu me debato, tento me soltar, mas não consigo, e quando a pessoa volta, ela tira a máscara e eu vejo... 
– Quem é essa pessoa S/n?
– Meu ex namorado, Antônio. 
– Parece que você ainda tem um forte apego emocional com o rapaz...
– Eu sinto raiva dele... o que ele fez comigo não se faz com mulher nenhuma.
– O que ele fez?
– Ele me traiu com uma vagabunda qualquer, eu peguei os dois no flagra, estava possessa pela raiva e terminei o namoro ali mesmo... só que ele se irritou, me agarrou pelos pulsos, eu tentei me soltar mas não consegui, ele era muito forte... ele me bateu muito aquele dia... eu nem sei como sobrevivi...
– Eu sinto muito... mas ele foi preso, não foi? Ele não ficaria impune por esse crime!
– Rio fraco- As coisas no Brasil funcionam bem diferente daqui Jin, ele não ficou preso porque pagou uma boa fiança, três dias depois ele estava atrás de mim de novo, só consegui me livrar dele quando vim para cá. Tenho medo do que ele poderia fazer comigo, poderia ter me matado se eu continuasse no Brasil. Aquele homem é o demônio!
– Deve ser mesmo para fazer algo desse tipo com você. Se isso acontecesse aqui, as coisas seriam bem diferentes...
– Eu sei... bom eu te contei todo o sonho, é isso que acontece todas as noites, eu não consigo dormir depois de ver o rosto do meu ex, é como se o medo de ele aparecer do nada e me matar voltasse, na verdade é justamente isso que eu temo.
– Entendi... certo S/n! Por enquanto eu não posso te dar o diagnóstico do significado do seu pesadelo, mas posso te ajudar a afastá-lo de você por algum tempo. 
Ele se levanta e vai até a porta, saindo pelo corredor. Volta dois minutos depois com um objeto nas mãos.
– O que é isso?
– Isto é um Filtro dos Sonhos, é uma amuleto que purifica a energia ruim de pesadelos e evita que você sonhe com algo ruim. Pendure em cima da cabeceira da sua cama e tente dormir um pouco, você está cansada pelos dias sem dormir.
– Funciona mesmo este amuleto?
– Se você veio até a mim para resolver o seu problema, é porque confia em mim, então se estou te dando este amuleto é porque sei que resolverá o seu problema, pelo menos provisoriamente, já que o seu caso envolve algo a mais que eu ainda vou descobrir...
– Você consegue resolver este problema?
– Confie em mim... sei o que estou fazendo.
– Está bem.
– Agora vá pra casa descansar, quando souber como resolver, eu te ligo e peço para que venha até mim.
– Tudo bem, muito obrigada Jin.
– Apenas fiz o meu trabalho.
Saímos do cômodo e descemos as escadas em direção a saída, na porta eu me despeço novamente e saio pelo imenso portão. A garoa continuava a cair quando sai de sua casa. Agora seria a prova de que ele estava falando a verdade, vamos ver se o tal amuleto funciona. Confesso que não sei se quero tentar, tenho medo de dormir de novo, de sonhar com ele de novo, eu tenho muito medo... mas não iria me abalar, hoje eu iria dormir, estaria protegida pelo amuleto. Chegando em casa, fui direto para o quarto e pendurei o filtro dos sonhos logo acima da cabeceira. Me troquei, fiz minha higiene e deitei. Suspirei e me virei de lado. “Espero que este amuleto funcione”...


Notas Finais


E aí pessoal? Gostaram? Espero que sim kkkkk. Como disse anteriormente, planejo postar os capítulos dessa fic toda semana, eu não sei como vai ser, mas a princípio tentarei postar pelo menos um capítulo por semana. No mais, obrigada por ler, e se gostou da história deixa seu favorito e fiquem a vontade pra comentar. That’s it, bjuxx! ❤️😘😊


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