História Dark Necessities - Capítulo 2


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Dabi, Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Mina Ashido, Ochako Uraraka (Uravity), Tenya Iida
Tags Bakuraka, Boku No Hero, Boku No Hero Academia, Dabi, Drama, Eijiro Kirishima, Izuku Midoriya, Kacchako, Katsuki Bakugo, Katsuocha, Kiribaku Mention, Mina Ashido, Nogehenna, Ochako Uraraka, Policial, Sequestro, Suspense, Tenya Iida
Visualizações 160
Palavras 2.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*chegando com a cara do meme do vin diesel* kkk eae mens
oi, gente, turubon com vcs?? eu falei que eu ia demorar, né? então, eu estava revendo meu calendariozinho aqui, e eu preciso me desculpar de antemão com vocês. Eu tinha planejado ao menos atualizar a fanfic duas vezes a cada mês, mas não acho que isso será muito viável, tendo em vista essa minha nova rotina mais desgastante. Mas, assim que surgir uma oportunidade de escrever e atualizar, eu o farei, ok?
Desde já, eu agradeço imensamente vossa compreensão.
Um beijo de luz e boa leitura <3

Capítulo 2 - I - Honeymoon


Fanfic / Fanfiction Dark Necessities - Capítulo 2 - I - Honeymoon

Em sua mente, nada poderia estar mais perfeito.

Depois de anos juntos, juntando dinheiro e trabalhando em várias horas extras, tanto no hospital quanto na redação, finalmente, os dois teriam a tão esperada lua de mel em Okinawa. Mais especificamente, em um hotel à beira mar, que Ochako passara praticamente semanas pesquisando sobre. Mas nada daquilo teria um significado bom ou memorável se seu, agora marido, Katsuki Bakugo, não aceitasse; mas o que fora surpreendente, ele também queria ir para lá.

Mesmo que o casal houvesse encarado duas horas e meia de voo, no qual Ochako não fizera muita coisa além de dormir – e ainda levaram um susto tremendo quando o avião passou por dentro de uma nuvem tempestuosa, causando assim, algumas turbulências –, nada abalou as estruturas da alegria que a jovem jornalista sentiu ao pisar em solo sulista. Bakugo não estava lá muito sorridente – apesar de esta ser uma característica sua –, mas sua esposa entendia o porquê da ausência de reação no rapaz. Ele estava cansado, e não deveria ser fácil ter que dirigir por algumas horas para irem até o hotel, além de ter que lidar com eventuais dores de cabeça.

Durante o trajeto com o carro, a mulher suspirou, olhando para as plantações coloridas ao lado.

– Obrigada, querido. – Ochako suspirou, fechando os olhos e se abraçando. Em seu colo, havia cerca de três revistas havaianas em bancas que ela comprou no aeroporto, todas em inglês. Ela entendia uma palavra ou outra, mas sua mente não estava com a mínima paciência para tentar desvendar aquelas orações.

– Pelo que? – Katsuki indagou, não tirando os olhos da estrada asfaltada, que aos poucos escurecia.

– Ué, como assim, “pelo quê”, Kacchan? – Ochako revirou os olhos.

– Quando agradecemos algo a alguém, geralmente, é por alguma coisa. O que é?

– Não me faça dizer, Bakugo.

– Ah, claro... Ia me esquecendo. É “obrigada” pelo seu novo apelido de Miss Vagabunda Espiritual de 1948, não é? – Um sorriso cruel despontou nos lábios de Katsuki. – Sabia que iria gostar, amor, fiquei pensando nele desde que saímos de Tóquio.

– Não! Que isso, Katsuki? De onde você tirou isso? – Ochako esbravejou. – Me referia ao fato de você querer vir para Okinawa comigo. – Sua voz adquiriu um ligeiro tom jovial e apaixonado. – Eu sei que você não gosta muito de praia, e que gastamos quase todas as nossas economias com o casamento e com a viagem. Então, eu sou muito grata por isso.

– Mas do que é que você está falando, Cara Redonda? – Katsuki levou brevemente os olhos à esposa, olhando-a de cima a baixo escrutinadamente, como um leão que analisa bem a sua presa. – A praia é um sacrifício de merda se comparado ao que eu planejo fazer com você nessa lua de mel.

Ochako sentiu o rosto esquentar terrivelmente, e um sorriso tímido despontou de seus lábios.

* * *

Depois de finalizar o cadastro e a hospedagem – previamente efetuada pela internet –, Ochako foi, com Bakugo ao seu encalço, até o quarto onde estariam. “Número 218”, dizia o cartão. Pareciam duas crianças – ao menos, ela. Estava vestida de um maiô “engana mamãe” avermelhado com estampa de docinhos, jujubas, etc. Usava um quimono de praia branco e um pouco transparente, com detalhes florais em traços cinzentos, sem estar enfaixado, além de um short jeans escuro e curto, que a deixavam tanto infantil quanto sexy. Bakugo, vez ou outra, sorria maliciosamente, se imaginando arrancando tudo aquilo.

Ele também estava vestido no clima de praia, usando uma camiseta abotoada azul escura e estampada com flores brancas, vermelhas e laranjas, e bermuda vermelha. Usava mocassins da cor da blusa, e levava a bolsa de Ochako nas costas, segurando as alças para trás.

Quando chegaram no andar predestinado, que era o quinto, Ochako saiu saltitando do elevador para procurar a porta de seu quarto. Não era bem uma estrutura fechada, como um prédio. Era uma construção aberta, parecendo uma clareira artificial gigante. Na passarela, as portas seguiam um corredor circular, que era também uma espécie de varanda alumiada com lindas lamparinas propositalmente rústicas, mas ainda assim com um toque moderno. Em cada extremidade havia um elevador, e Bakugo deu “graças a Deus” que seu quarto não ficava para o outro lado. No centro do prédio circular, onde era o espaço a céu aberto, crescia uma linda árvore gigantesca, cujos galhos davam um charme único, e se enroscavam no topo, mas não chegando a tampa-lo. Estava quase no limite, e se recusava a acreditar que havia anoitecido, quando, em Tóquio, ainda deveria ser tarde.

Finalmente, Ochako achou o quarto onde ambos ficariam. Pôs o cartão na fechadura, e uma luz piscou de laranja para verde, possibilitando assim, a entrada do casal. Ochako acendeu uma luz, e seus olhos ficaram impressionados com o que viu.

No centro, camas-gêmeas muito bem forradas com um lençol branco de algodão. Ao lado, toda a bagagem do casal jazia intocada e perfeitamente alinhada. Mais à frente, havia uma varanda com porta de correr de vidro, no qual lhes proporcionava uma perfeita visão do mar, agora iluminado pela lua. Ochako foi até a varanda, enquanto Katsuki foi checar o banheiro e experimentar a cama. Ela abriu com cuidado e analisou o horizonte de uma ponta a outra. Até conseguiu enxergar um dos vulcões de Okinawa, que, por sorte, era um dos vulcões-escudo que já estava extinto.

Enquanto admirava um pouco o vai e vem das ondas do mar, Ochako não percebeu a aproximação de seu marido, mas arfou ao sentir os braços deste cingindo-lhe a cintura e seus lábios irem de encontro ao seu pescoço, deixando ali um demorado beijo. Seu aperto firme reverberava as palavras que ela adorava ouvir: “Eu nunca vou te deixar” ou “eu sempre vou te proteger.”

Quando ele se afastou, ela estendeu a cabeça para trás, encostando-a em seus ombros. Até uma certa época em suas vidas, o mais próximo possível que Ochako conseguiu alcançar da altura de Bakugo foi até seu nariz. Mas os anos castigaram a altura da jovem, e ela não ultrapassou mais nenhuma parte significante de seu rosto. Quase sempre, ou quando estava de bom humor, Katsuki usava isso contra ela, caçoando. Claro, era ficava fula da vida, mas admitiria que estranharia muito se um dia ele, por ventura, deixasse de chama-la pelos apelidos.

– É realmente uma droga – Ele disse, fazendo um sutil carinho em suas mãos.

– O que é uma droga? Eu só vejo coisa linda. – Ela levou os olhos ao seu rosto, inclinando a cabeça para trás o máximo que podia. Bakugo sorriu meigamente, e deixou um selinho nos lábios da esposa.

– Deveríamos ter calculado melhor o nosso horário de saída, desperdiçamos um dia porque chegamos tarde. – Ele lamentou, girando a esposa nos braços e olhando para seu rosto, não encontrando um traço específico para encarar.

No entanto, uma curva interessantemente diabólica cruzou os lábios angelicais de Ochako Bakugo – ela nunca se acostumaria ser chamada assim. Katsuki franziu o cenho, como ele sempre fazia quando via aqueles raros arcos maquiavélicos na cara da esposa.

– O que se passa nessa cabecinha, hm?

– Exatamente o que você estava reclamando. Vamos aproveitar essa praia. – Ela disse, como se fosse normal.

– O que...?

– Não somos crianças. Não tem ninguém supervisionando a gente. Ninguém liga para o horário da volta, Katsuki. – Ela puxou-o para perto até demais. Pôs-se na ponta dos pés e puxou-o pela nuca, para aproximar seus lábios das orelhas do rapaz. – Vamos ficar sozinhos na praia.

Bakugo não era o fã mais ardoroso dos planos mais mirabolantes de Ochako, mas antes que pudesse ponderar sobre a proposta e negar, já estava correndo, de mãos dadas a ela, até a praia onde eles puderam admirar da varanda do hotel. Caminharam um pouco mais para longe, para que ninguém pudesse os ver, e até pareciam apenas dois namorados tendo um encontro romântico numa noite na praia.

Quando julgaram ser longe o suficiente, Ochako removeu seu quimono, deixando-o cuidadosamente dobrado no chão e estendeu os braços para cima, numa flexão para espantar o cansaço. No entanto, não esperava que seu marido reagisse de uma forma totalmente pervertida feito aquela vez. Enquanto seus braços ainda estavam estirados, Bakugo abraçou-a pelas costas, como fizera anteriormente na varanda do quarto.

Mas agora, tinha mais contato, o que fez a jovem arfar. Uma das mãos do rapaz foi para o seio esquerdo de Ochako, ainda coberto pelo maiô, e a outra desceu para a intimidade da moça, que gemeu com o toque altamente inesperado. Seus lábios mordiscavam e chupavam levemente a pele do pescoço da garota, enquanto as mãos adquiriam movimentos giratórios em seus respectivos lugares. Ochako sentia-se nas nuvens com aquelas sensações incríveis, o esfregar sutil de suas cinturas, os beijos úmidos, os toques íntimos.

– Katsuki... – Ochako gemeu o nome do marido, o que o fez apenas aproveitar ainda mais o que fazia. Ela cobriu suas mãos com as próprias, instigando-o a continuar, enquanto inclinava o rosto para trás, à procura de um beijo, que imediatamente fora correspondido. Katsuki sentiu seu seio com o mamilo rijo, além de sentir que Ochako estava com a vagina morna, o que o incentivou a adentrar a mão em seu short, para continuar o carinho de forma mais íntima. Mas antes que o mesmo consumasse o ato, a esposa teve uma ideia brilhante.

A contragosto – muito a contragosto –, Ochako desvencilhou-se dos braços de seu marido, virando-se de frente a ele e recuando cerca de quatro passos. Katsuki franziu o cenho em dúvida, afinal de contas, estava indo tudo perfeitamente bem. Ochako desvestiu seus shorts e desatou o laço de seu maiô. As alças escorregaram por seus ombros e assim, o pedaço coloridamente infantil de lycra desvendou seu corpo, já por tantas vezes venerado por Katsuki. Os seios medianos e empinados, a cintura nem tão fina nem tão cheia, as coxas incrivelmente saudáveis e torneadas. O rosto redondo e, segundo seu marido, infantil, corou imensamente ao sentir o olhar de Katsuki por seu corpo.

A frieza da noite em Kyushu não era rascante, o que não a deixou congelando assim que se despiu, mas também não era algo que ela gostaria de sentir por horas. Katsuki sentiu-se tentado por aquilo, e seu membro pedia por mais daquele contato. Não se arrependia nenhum pouco de ter se casado com Ochako Uraraka, em todos os quesitos. Era a melhor amiga, melhor confidente, melhor companheira, melhor amante, melhor tudo. E ele poderia se perder na magnitude dessas grandezas, como fazia exatamente naquele momento.

– Katsuki...? – Ela murmurou, já em vermelhidão total, mas ainda fielmente despida à sua frente. Bakugo piscou algumas vezes, antes de sorrir. Era algo mesclado entre carinho e luxúria. Um sorriso complexo, que apenas ele poderia ser capaz de dar.

Despiu-se de sua camisa, sua bermuda e seus mocassins, ficando tão nu quanto ela. Aproximaram-se, e, abraçados, trocaram um beijo sentimental. Quando se afastaram, por falta de ar, Ochako sorriu, realizada.

– Era um fetiche meu.

– Hm?

– Fazer sexo na praia.

– Ainda não fizemos nada além de preliminares.

– É, mas você não faz o tipo que deixa uma mulher com tesão esperando, Katsuki Bakugo.

– Sua tarada.

– Você não faz ideia.

Ambos riram gostosamente, e adentraram a maré. Bakugo sentiu a água morna o chamando mais para dentro, e assim ele o fez, arrastando Ochako junto. Nadaram, brincaram de “quem segura por mais tempo a respiração”, sendo sempre vitória de Katsuki, até que, novamente, ambos se olharam com um desejo quase estridente. O loiro beijara a moça novamente, com carinho e paixão, enquanto ela, inconscientemente, aprumava-se no colo do rapaz, gemendo timidamente uma nota alta ao sentir seus sexos colidirem.

Bakugo separou seus lábios e riu baixinho, tal qual faria quando Ochako fazia inocentemente algo de errado – ou pervertido. Ousou estimula-la novamente, usando os dedos em torno de seu sexo. Os olhos vermelhos do rapaz analisavam-na de forma predatória, enquanto ela fazia o mesmo consigo, instigando seu membro. Quando Ochako o julgou pronto, beijara os lábios do marido e sentara em seu colo, sentindo o membro de Bakugo deslizar para dentro. Fizeram um sexo lento e certamente memorável dentro daquelas marés, que vinham e iam, carregando seus prazeres.

Ao chegar ao ápice, Ochako arqueou-se para trás, apertando entre os dedos os cabelos loiros do marido, e Bakugo descansara sua testa sobre os seios da esposa, que o acolheu num abraço quase maternal. Fez um sutil afago em seus cabelos, depositando um casto beijo no topo de sua cabeça, livre de segundas intenções.

– Vamos voltar? Ou ainda não saciou seu fetiche? – Bakugo indagou, a voz ligeiramente abafada, pois ainda estava com a cabeça enterrada entre os seios da esposa. Pervertido, Ochako pensou, com um sorriso bobo.

– Bem, ainda não... – Bakugo gemeu em descontentamento. Sua esposa gargalhou animada. – Mas não precisamos continuar hoje. Temos muito tempo ainda, meu amor. – Bakugo levantou seu rosto apenar para roubar-lhe um beijo sutil, e fez com que Ochako saísse de si com cuidado.

– Vamos voltar. – Ele disse, saindo da água. Ochako continuou ali, com a boca submersa e fazendo pequenas bolhas na superfície. – Não quero que fique tarde e peguemos um resfriado. – Ochako inevitavelmente levou os olhos até a bunda de seu marido, e não negava para si mesma a atração que sentia por aquelas nádegas malhadas. Mesmo que não dissesse para ele, ela adorava aquilo.

Mas, ainda assim, obedeceu ao que lhe fora pedido. Ela pôs novamente seu maiô estampado e não se preocupou em vestir o quimono, apenas o short. Bakugo não se deu o trabalho de abotoar sua blusa florida. E assim, eles voltaram, tão romanticamente quanto foram, ao hotel.

No quarto, aproveitaram o chuveiro juntos, mas não houve malícia alguma – ao menos, não da parte dele. Ochako agradeceu de um jeito menos convencional a sua aceitação nas aventuras pervertidas subaquáticas, o que causara deliciosos espasmos no rapaz. Terminaram a noite com mais amor, embrulhados sob as cobertas macias da cama, abraçados e felizes, como duas crianças.


Notas Finais


(Quem sentiu a leve referência ao livro A Good Day for Banana Fish)
soo? eu sei que demorei, mas vale um comentariozinho pelo hot, néan??
VAI TER EMOÇÃO (parte dela) NO PRÓXIMO, AGUARDEM USADUHASUD
Um beijon <3


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