História Dark Nights - HP - Capítulo 55


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Bellatrix Lestrange, Cedrico Diggory, Cornélio Fudge, Dama Cinzenta, Dobby, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Godric Gryffindor, Gui Weasley, Harry Potter, Helga Hufflepuff, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lílian Evans, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Minerva Mcgonagall, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nick Quase Sem-Cabeça, Pansy Parkinson, Pedro Pettigrew, Personagens Originais, Pirraça, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Remo Lupin, Rowena Ravenclaw, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Black, Dove Cameron, Filha De Severus Snape, Harry Potter, Lupin, Remuslupin, Severus Snape, Sirusblack, Voldemort, Weasley
Visualizações 31
Palavras 3.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sinto que alguém vai comer meu cu depois desse capítulo... pela primeira vez eu digo escute lovely enquanto lê esse capítulo é importante.

Boa leitura.

Capítulo 55 - Me and you against the world


Vênus agora recolherá sua cesta e caminhava em direção aos terrenos de hogwarts onde tinha marcado de se encontrar com seus amigos para a breve comemoração sobre a prisão dos irmãos D'Mozin, Dumbledore insistiu que fosse no banquete mas Vênus garantiu que não queria nada grande e rostos desconhecidos sabendo de sua conquista apenas seus amigos próximos.

── Desculpe a demora. - Pediu Vênus ao colocar a cesta encima do pano que estava forrado no chão, a loira sorriu ao ver todos seus amigos ali, até ravenna estava presente conversando com giovanna karkaroff que estava de acompanhante do Keggan.

── Estamos com fome. - Exclamou draco e a riddle fez uma careta se sentando junto a eles, ela sorriu ao ver Remus ao seu lado que juntou seus lábios com a garota e skylar fez um barulho de nojo tacando um pedaço de pão nos mesmos.

── Por que não vão para um quarto? - Zombou skylar e Vênus riu e parou o beijo olhando para a Black que sorria debochada.

── Não vamos começar. - Reclamou Keggan e lilian riu bebendo seu suco de abóbora.

── Keggan soube que foi muito bem na segunda tarefa! - Disse Astrid fugindo do assunto.

── Sim, fiquei em primeiro lugar. - disse o sonserino orgulhoso de si.

── A próxima começará e algumas horas. Iremos torcer por você! - Afirmou Vênus comendo um pedaço de torta de limão. Dumbledore tinha razão aquilo era uma delícia.

── Com toda certeza, vamos ter uma bandeira bem grande. - Garantiu a Black com um sorriso no rosto.

── Obrigado, é muito importante para mim! - Disse Keggan e giovanna o abraçou beijando sua bochecha.

A conversa foi fluindo normalmente com piadas maliciosas e brincadeiras bestas como de costume estavam tão entretidos conversando entrem si que não perceberam quando skylar deu a volta na árvore e sumiu na direção esquerda, lilian pegou o copo com suco de abóbora e saiu pelo lado direito e ravenna sorriu discretamente e caminhou em direção reta sem olhar para trás.

×°×

── O que faz pensar que isso dará certo? - Perguntou rabicho soltando barulho de ratos.

── Eu conheço Vênus como ninguém. Se acha que pode fazer melhor me mostre suas idéias rabicho.

── Não precisamos nos exaltar meus amigos, minha cara traidora trás informações úteis! - Exclamou voldemort com calma.

── Por que devemos confia nela? - Questionou pettigrew.

── Me faço essa pergunta toda hora que olho para sua cara. - A traidora cuspiu suas palavras na cara de rabicho que se encolheu fazendo ela sorrir. ── posso fazer milorde?

── Claro, traga minha filha para mim minha traidora.

A traidora sorriu e aparatou para o torneio tribuxo.

×°×

Em poucos minutos minutos o torneio começaria, Vênus abraçou Keggan e viu que ele usava o colar que tinha dado para ele no natal e sorriu.

── Eu confio em você Keggan. Volte pra mim. - Pediu Vênus e ela sentiu o aperto em seu peito de novo mas ignorou sorrindo para o amigo.

── Voltarei. - Garantiu o sonserino mas Vênus não sentiu verdade em suas palavras ela o soltou e apertou o colar contra seu peito vendo seu amigo fazer o mesmo. ── De qualquer forma irá saber se eu estou bem.

Ele foi o primeiro a entrar dentro do labirinto e Vênus cruzou os dedos para que tudo descê certo. As horas foram se passando e nenhum sinal dos meninos, flur e krum já tinham saído do labirinto mas harry Keggan não aquilo fez a dor no peito de Vênus apertar e se sentar nos bancos.

── O que foi amor? - Perguntou Remus ao seu lado.

── Eu não sei, mas dói muito... - Vênus deu uma pausa para puxar o ar. ── tem algo muito errado remmy.

── Deveria tira esse medalhão do pescoço.

── Eu até queria, mas ele não sai. - Disse Vênus fraca. ── Preciso de ar amor. Eu volto logo

E com um peso horrível no peito Vênus se levantou e saiu sumindo entre milhares de pessoas, ela sentia se tonta e se apoiava nas paredes sentido sua visão turvar. Mas o pior foi quando sentiu o colar que dividia com Keggan esquentar em um vermelho sangue. Ele estava em perigo.

── Vênus riddle! - Uma voz soou e a riddle se virou encarando rabicho.

── Rato! - Rosnou a garota puxando sua varinha. ── Estupefaça!

Rabicho desviou e outro comensal segurou a garota por atrás apartando com ela.

Harry sentiu seus pés baterem no chão; a perna machucada cedeu e ele caiu para a frente; por fim, sua mão soltou a Taça Tribruxo. Ele ergueu a cabeça.

── Onde estamos? – perguntou Keggan sacudiu a cabeça. Levantou-se, ajudou Harry a ficar de pé e os dois olharam a toda volta. Estavam inteiramente fora dos terrenos de Hogwarts; era óbvio que tinham viajado quilômetros –ntalvez centenas de quilômetros – porque até as montanhas que rodeavam o castelo haviam desaparecido.

Em lugar de Hogwarts, os garotos se viam parados em um cemitério escuro e cheio de mato; para além de um grande teixo à direita podiam ver os contornos escuros de uma igrejinha. Um morro se erguia à esquerda. Muito mal, Harry conseguia discernir a silhueta escura de uma bela casa antiga na encosta do morro.

Keggan olhou para a Taça Tribruxo e depois para Harry.

── Alguém lhe disse que a Taça era uma Chave de Portal? – perguntou.

── Não. – Harry examinou o cemitério. Estava profundamente silencioso e meio fantasmagórico. ── Será que isto faz parte da tarefa?

── Não sei – respondeu Keggan Sua voz revelava um certo nervosismo. ── Varinhas em punho, não acha melhor?

── É – disse Harry, satisfeito de que Keggan tivesse sugerido isso por ele.

Os dois puxaram as varinhas. Harry não parava de olhar para todo lado. Tinha, mais uma vez, a estranha sensação de que estavam sendo observados.

── Vem alguém aí – disse de repente.

Apertando os olhos para enxergar na escuridão, eles divisaram um vulto que se aproximava, andando entre os túmulos sempre em sua direção de longe nos braços de algum deles estava uma garota tentando se soltar. Harry não conseguia distinguir um rosto; mas pelo jeito que o

vulto caminhava e mantinha os braços, dava para ver que estava carregando alguma coisa. Fosse quem fosse, era baixo e usava um capuz que lhe cobria a cabeça e sombreava o rosto. E... vários passos depois, a distância entre eles sempre mais curta – Harry viu que a coisa nos braços do vulto parecia um bebê... ou seria meramente um fardo de vestes?

Harry baixou ligeiramente a varinha e olhou para Keggan ao seu lado. O rapaz lhe respondeu com um olhar intrigado. Os dois tornaram a se virar para observar o vulto que se aproximava. Ele parou ao lado de uma lápide alta, a uns dois metros. Por um segundo, Harry, Keggan e o vulto baixo apenas se entreolharam. Então, inesperadamente, a cicatriz de Harry explodiu de dor. Foi uma agonia tão extrema como jamais sentira na vida; ao levar a mão ao rosto, a varinha lhe escapou dos dedos; seus. De muito longe, acima de sua cabeça, ele ouviu uma voz fria e aguda dizer: “Mate o outro.”

Giovanna karkaroff saia das sombras a pressa e tirava sua máscara olhando para a coisa embrulhada nos braços.

── Milorde eu te imploro. - Pediu a morena e rabicho riu.

── Por que eu te deveria poupa lo?

A karkaroff olhou para o sonserino e sorriu deixando as lágrimas saírem pelo seus olhos, ela segurou sua varinha sentido que sua hora tinha chegando.

── por que eu o amo!

Uma risada aguda foi ouvida fazendo giovanna chorar mais e se virar para Keggan e selar seus lábios com o mesmo.

── Eu te amo Keggan Salk, você é uma pessoa incrível!

Um zunido, e uma segunda voz que arranhou o ar da noite:

── Avada Kedavra!

Dois relâmpago verde perpassou as pálpebras de Harry e ele ouviu alguma coisa pesada cair no chão ao seu lado; a dor de sua cicatriz atingiu tal intensidade que ele teve ânsias de vomitar, em seguida diminuiu; aterrorizado com o que iria ver, ele abriu os olhos ardidos.

Keggan e Giovanna estava estatelado no chão ao seu lado, os braços e pernas abertos. Morto. Ele pode escutar o grito de desespero de Vênus então ele olhou para a garota que estava no braço do encapuzado era Vênus.

Vênus deu uma cotovelada no comensal que a segurava e se soltou correndo em direção ao corpo morto de Keggan, ela levou a mão na boca ao ver o seu amigo no chão a riddle levou a mão em seu colar e agora ele estava tão frio quanto uma pedra de gelo.

── Keggan... Você tem que levantar… você conseguiu meu amigo você trouxe honra para os sonserinos. - Disse Vênus enquanto sacudia o corpo de Keggan. ── Você prometeu que voltaria para mim! - As lágrimas rolavam pelo seu rosto como água. ── Eu e você contra o mundo lembra? Você não pode me deixar Keggan! Não pode fazer isso comigo! - Aquilo fez ela chorar mais, tinha pedido seu melhor amigo a única pessoa que ela jurou proteger ela não conseguiu. E é tudo culpa dela.

O homem baixo de capa pousara o fardo que carregava no chão, acendeu a varinha e saiu arrastando Harry em direção à lápide de mármore. O garoto viu o nome ali gravado faiscar à luz da varinha, antes de ser virado e atirado contra a pedra.

TOM RIDDLE

O homem da capa agora estava conjurando cordas para prender Harry com firmeza, amarrando-o à lápide, do pescoço aos tornozelos. O garoto ouviu uma respiração rápida e rasa saindo do fundo do capuz; ele se debateu e o homem lhe deu uma bofetada – uma bofetada com uma mão à que faltava um dedo. E Harry percebeu quem estava sob o capuz. Era Rabicho.

não podia virar a cabeça para ver além da lápide; só podia ver o que estava diretamente em frente.

O corpo de Keggan se encontrava a uns seis metros de distância é Vênus chorava encima dele como uma criança. O comensal arrastou a loira para longe do corpo amarrando seu corpo com cordas. Mais adiante, refulgindo à luz das estrelas, jazia a Taça Tribruxo. A varinha de Harry ficara caída no chão aos pés do rapaz. O fardo de roupas que Harry imaginara que fosse um bebê continuava ali perto, junto à lápide. Parecia estar se mexendo incomodado. O garoto observou-o e sua cicatriz queimou de dor... e, de repente, ele concluiu que não queria ver o que estava naquelas roupas... não queria que o fardo se abrisse... Harry ouviu, então, um ruído aos seus pés. Baixou os olhos e viu uma cobra gigantesca deslizando pelo capim, circulando em torno da lápide a que ele fora amarrado. A respiração asmática e rápida de Rabicho estava se tornando mais ruidosa agora. Parecia que arrastava alguma coisa pesada pelo chão. Então ele tornou a entrar no campo de visão de Harry e o garoto pôde ver que o bruxo empurrava ummcaldeirão de pedra para perto do túmulo. Continha alguma coisa que parecia água – Harry a ouviu sacudir – e era maior do que qualquer outro caldeirão que Harry já tivesse usado; sua circunferência era suficientemente grande para caber um adulto sentado.

A coisa embrulhada no fardo de vestes no chão se mexeu com mais insistência, como se estivesse tentando se desvencilhar. Agora Rabicho estava mexendo com uma varinha no fundo externo do caldeirão. De repente surgiram chamas sob a vasilha. A enorme cobra deslizou para longe mergulhando nas sombras.

O líquido no caldeirão parecia estar esquentando bem rápido. Sua superfície começou não somente a borbulhar, mas também a atirar para o alto faíscas incandescentes, como se estivesse em chamas. O vapor se adensou e borrou a silhueta de Rabicho que cuidava do fogo. Seus movimentos sob a capa se tornaram.

A coisa tinha uma aparência quase desamparada; ela ergueu os braços magros e passou-os pelo pescoço de Rabicho e este a ergueu. Ao fazer isso, seu capuz caiu para trás e Harry viu, à claridade do fogo, a expressão de repugnância em seu rosto fraco e pálido, enquanto transportava a criatura para a borda do caldeirão. Por um instante o garoto viu o rosto plano e maligno iluminar-se com as faíscas que dançavam na superfície da poção. Então Rabicho a depositou dentro do caldeirão; ouviu-se um silvo, e ela submergiu; Harry escutou aquele corpinho frágil bater no fundo do caldeirão com um baque suave.

Tomara que se afogue, pensou o garoto, a cicatriz doendo mais do que era possível suportar, por favor... tomara que se afogue... Rabicho estava falando. Sua voz tremia, ele parecia assustadíssimo. Ergueu a varinha, fechou os olhos e falou para a noite:

── Osso do pai, dado sem saber, renove filho!

A superfície do túmulo aos pés do garoto rachou. Horrorizado, Harry observou um fiapo de poeira se erguer no ar à ordem de Rabicho, e cair suavemente no caldeirão. A superfície diamantífera da água se dividiu e chiou; disparou faíscas para todo o lado e ficou um azul vívido e peçonhento.

Rabicho choramingou. Tirou um punhal longo, fino e brilhante de dentro das vestes. Sua voz quebrou em soluços petrificados.

── Carne... do servo... da-da de bom grado... reanime... o seu amo.

Ele esticou a mão direita à frente – a mão em que faltava um dedo. Segurou o punhal com firmeza na mão esquerda e ergueu-o. a poção ficou vermelho-vivo e sua claridade atravessou suas pálpebras fechadas... Rabicho ofegava e gemia de agonia. Somente quando Harry sentiu sua respiração aflita no próprionrosto é que percebeu que o bruxo estava bem diante dele.

── S-sangue do inimigo... tirado à força... ressuscite... seu adversário.

Harry nada pôde fazer para impedir isso, estava muito bem amarrado... procurando ver mais embaixo, lutando inutilmente contra as cordas que o prendiam, ele viu o punhal de prata reluzente tremer na mão de Rabicho que restava. Sentiu a ponta da arma furar a dobra do seu braço direito e o sangue fluir pela manga de suas vestes rasgadas. Rabicho, ainda ofegando de dor, apalpou o bolso à procura de um frasquinho que ele aproximou do corte de Harry para recolher o sangue. O bruxo cambaleou de volta ao caldeirão com o sangue do garoto.

── E por último, sangue de sua primogênita.

Rabicho caminhou até Vênus que se debatia sentindo as cordas apertarem mais seus pulsos o rato levou a adaga até seu braço e perfurar profundo e Vênus na aguentando a dor ela gritou sentindo suas cordas vocais doerem enquanto o sangue caia sobre a faca e levou até até o caldeirão despejou-o ali. O líquido no caldeirão ficou instantaneamente branco ofuscante. Concluída a tarefa, Rabicho se ajoelhou ao lado do caldeirão, depois deixou-se cair de lado e ficou deitado no chão, aninhando o toco sangrento de braço, arquejando e soluçando.

O caldeirão foi cozinhando, disparando faíscas em todas as direções, um branco tão branco que transformava todo o resto num negrume aveludado. Nada aconteceu...Tomara que tenha se afogado, pensou Vênus tomara que tenha dado errado...nE então, de repente, as faíscas que subiam do caldeirão se extinguiram. Uma nuvem de vapor branco se ergueu, repolhuda e densa, tampando tudo que havia na frente de Vênus impedindo-o de continuar a ver Rabicho, Keggan ou qualquer outra coisa exceto o vapor pairando no ar... melou, pensou... se afogou...tomara... tomara que tenha morrido...

Mas, através da névoa à sua frente, ele viu, com um assomo gelado de terror, a silhueta escura de um homem, alto e esquelético, emergindo do caldeirão.

── Vista-me – disse a voz aguda e fria por trás do vapor, e Rabicho, soluçando e gemendo, ainda aninhando o braço mutilado, correu a apanhar as vestes negras no chão, levantou-se, ergueu o braço e

colocou-as apenas com a mão existente por cima da cabeça do seu amo.

O homem magro saiu do caldeirão, com o olhar fixo em Harry... e o garoto mirou aquele rosto que assombrava seus pesadelos havia três anos. Mais branco do que um crânio, com olhos grandes emvermelhos, um nariz chato como o das cobras e fendas no lugar das narinas... Lorde Voldemort acabara de ressurgir.

Vênus se sentia fraca, frágil, falha de todas as maneiras possíveis ela tinha fracassado com Keggan com Remus e com si mesma.

── Filha! -Chamou voldemort e Vênus o encarou com seu rosto inchado pelas lágrimas. ── Está tão parecida com a mãe, natasha foi uma grande mulher.

── Não fale dela como se quer a conhecesse! VOCÊ FUDEU COM A VIDA DELA! -Vênus gritou com fúria e inclinou seu corpo para trás tentando pegar sua varinha que estava no chão. ── Ou vai negar o que fez com ela?

── Não fique brava querida, sua mãe tinha um gênio forte. - Debochou voldemort.

── VOCÊ A ESTRUPOU! - Berrou a riddle sentindo as lágrimas invadirem seu rosto novamente. ── EU SOU FRUTO DA PORRA DE UM...- Vênus  se perdeu nas lágrimas.── E EU TE ODEIO! TE ODEIO POR ESTRAGAR A VIDA DELA, POR FAZER ELA ME ODIAR POR PARECER COM VOCÊ. EU ODEIO VOCÊ VOLDEMORT! POR FUDER COM A MINHA VIDA TAMBÉM.

── Quantos sentimentos tolos Vênus. - Zombou o riddle mais velho.

── Vai pro inferno! Você é fraco riddle, fraco por ser sem amor, sem uma família que te ame. Sem alguém para ter significado de viver, eu tenho pessoas que me amam eu tenho um cara incrível que me ama e vi espera por mim. Quem você tem Riddle? - Vênus sorriu e soltou uma risada pegando sua varinha e se soltando. ── Você não tem ninguém! - Em um movimento rápido ela se levantou e apontou a varinha para seu pai. ── Avada Kedavra!

Um lampejo verde saiu de sua varinha em direção a tom riddle mas infelizmente antes de aceitar um comensal se jogou na frente de seu Lord e logo caiu no chão.

Voldemort sorriu passando a mão no cabelo de Vênus que fez uma cara de nojo, um discurso começou e Vênus continuou a encarar o corpo de Keggan as lágrimas voltaram a cair sem aviso prévio.

Quando ela voltou a dar atenção ao o que seu pai falava ela viu as varinhas de Harry e voldemort interligadas em um duelo. Harry olhou para ela e gritou.

── VAI! EU LEVO O CORPO DELE.

Vênus soltou um soluço novamente e puxou o medalhão com força do seu pescoço fazendo a corrente arrebentar ela jogou aquilo já chão e aparatou tentando limpar as lágrimas e conter o sangue que saía do seu braço esquerdo. Outro soluço impediu suas falas ao encontrar Remus ela correu para seus braços e o abraçou enquanto soluçava.

── Ele voltou remmy. Voldemort voltou.

── O que houve? - Perguntou remmy preocupado.

── Ele matou Keggan

Os gritos foram ouvidos fazendo Vênus chora mais, Harry Potter tinha conseguindo mas Keggan continuaria morto.


Notas Finais


Okay eu sou uma pessoa horrivel! Eu sei ninguém sabe o quanto foi difícil para mim matar um personagem que ajuda a Vênus desde dos primeiros passos. Desde da animagia lembram? Eu tô muito triste...

Até a próxima meus amores
❤❤


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