História Dark Paradise (Imagine Sehun) - Capítulo 2


Escrita por:

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Categorias EXO
Personagens Sehun
Visualizações 23
Palavras 3.514
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


~Desculpa a demora, me ocorreu uma crise de criatividade horrivel mas consegui escrever alguma coisa, esse é o penúltimo capítulo, espero que gostem! (/'-'/)

Capítulo 2 - Meio - Reencontro


Fanfic / Fanfiction Dark Paradise (Imagine Sehun) - Capítulo 2 - Meio - Reencontro

《3 meses depois...》

Havia sentado no banco à frente do lago onde vi os patos, que com certeza já haviam saído dali para imigrar ou simplismente morrido. Já não fazia mais frio e sim calor, o papel do envelope em minha pregava em meus dedos.

Não queria abrir aquela correspondência da única pessoa na qual sentia falta de verdade. 

Não sozinho. 

Meses haviam se passado desde que Sehun viajara e pelo o que disse antes de ir, uma semana era o que faltava para que ele voltasse.

Não tinha tanta curiosidade assim — embora estivesse nervoso até o último nervo — para saber o conteúdo daquele envelope pequeno. 

Iria esperar por Sehun para que ele abrisse junto comigo , afinal aquilo parecia ser uma coisa importante para nós dois. 

Sua maior ansiedade era referente à mudança do próprio Baekhyun, depois de tanto tempo não sabia se havia se tornado melhor ou pior do que já era, quando voltasse de viagem declarara que seria uma nova pessoa, notícia que me deixara chocado pelo simples de não me adaptar, eu não havia mudado nada tanto que me desesperei no dia seguinte ao que ele viajou. 

Na manhã em que a carta chegou, fui trabalhar na empresa de ações na qual consegui finalmente um emprego, vi algumas garotas no café que ficava no caminho do prédio comentando sobre a volta do grande magnata Oh Sehun. Aparentemente, a notícia havia se espalhado por um acessor seu bem tagarela e logo pensei que talvez fosse àquilo que Kijo, o tal acessor, se referira quando falou que precisava conversar algo comigo. 

Não perguntei nada a ele, entretanto. Mas na noite do mesmo dia, recebi uma mensagem que esperava como se fosse um grávida pelo seu filho, uma mensagem dele no whatsapp.  

"Irei voltar hoje mesmo, vá ao edifício Plazza Outpost, leve algumas peças de roupa e o necessário para sobrevivência, apenas dê seu nome na portaria, a reserva estará feita em meu nome. Entendeu?"

“Sim…” Repondi apenas. 

“Quando eu chegar, conversaremos sobre nossa relação.” 

“Okay.” 

Depois disso, conversamos sobre coisas aleatórias até que Sehun disse que precisava ir. 

Mal podia esperar para vê-lo novamente, um tremor de ansiedade já tomava conta de todo meu corpo. 

[...]

— Nossa, eu senti sua falta! — Sehun disse, assim que me abraçou bem no porto de desembarque do aeroporto, pegamos um táxi e não paramos de falar por um minuto até chegar no apartamento indicado. 

Jogou a mala no chão em um canto qualquer e se jogou no sofá, abrindo os braços para convidar-me a se deitar ali com ele. 

— Estou tão cansado, não consegui dormir direito no avião e o Jongin ainda me fez de travesseiro de novo. 

— Ele sempre te faz de travesseiro e você nunca reclama? Não o culpo, você é um ótimo travesseiro — Disse, me aconchegando mais nele e sentindo o cheirinho de rosas que exalava de sua pele, provavelmente do sabonete que usara. 

— Sim, mas dessa vez eu estava dormindo. Então, eu não percebi. Waaah — ele se espreguiçou, bocejando antes de voltar a falar — Sabe, S/N, se não fosse por você eu teria ficado no dormitório de Paris logo após tomar banho e apagado por lá mesmo. Mas… Como eu sou uma ótimo pessoa e estava com saudades de tudo em você, eu vim ficar aqui — Ele completou de um modo brincalhão e me apertou mais em seus braços, como se tivesse segurando um ursinho de pelúcia. 

— Aah! — Reclamei — Assim eu não consigo respirar direito. Você devia ir dormir agora e descansar bem. 

— Sim, eu deveria, certo? — Fiz que sim. 

— Durma bastante. Eu vou fazer seu jantar de boas vindas enquanto isso. 

— Ora! O que eu fiz para merecer tamanha recompensa? — brincou, me fazendo revirar os olhos, antes de me levantar. 

— Vai ficar aí? Vista uma roupa confortável e vá dormir logo. 

— O que é isso? Está me expulsando agora? — ele se sentou no sofá, sorrindo para mim. 

— Estou mandando você ir descansar. 

— Tá, tá bom. Mas antes… — Ele passou um dedo por um passante da calça que estava usando e me puxou, fazendo sentar-me em seu colo, com uma perna de cada lado de sua cintura — Meu beijo — Ele disse, antes de me tomar com seus lábios, coisa que tanto estava esperando. 

Sehun escorregou a mão por debaixo da camisa preta que vesti por acaso, ora apertando minha cintura com força, ora fazendo carinhos de leve com o polegar naquela hora. Senti aprofundar o beijo, fazendo com que nossas línguas brincassem juntas em perfeita harmonia; era como estar em casa. Como se Sehun fosse meu verdadeiro lar.

Dias atrás, comecei à criar um tipo de vergonha ao lembrar de todas as coisas que haviam se passado, um sentimento de infantilidade e fragilidade.

Agora, parecia tudo mais natural e talvez o fato de não ter visto Sehun em tanto tempo tivesse contribuído para isso. 

A saudade era definitivamente um bom tempero para a fome que sentíamos um do outro, naquele momento. 

Entretanto, não poderia que o desejo de ambos fosse saciado naquela hora. Embora fosse difícil, consegui me afastar dele e ambos estavam ofegantes; nos olhamos por um segundo, antes de sorrir um para o outro. 

— Tem certeza que não quer vir comigo? — Sehun perguntou. 

— E você vai dispensar o jantar? Porque ele não vai se fazer sozinho.  

— Bem, o que fazer quando eu arrumei uma nova refeição favorita? — Ele sorriu malicioso, fazendo-me corar de imediato. 

— Eu! — O empurrei de leve pelo ombro — Vá dormir. Agora. Mais tarde, talvez possamos entrar em um acordo sobre isso — Disse, enigmaticamente. 

— Uau, você acabou de flertar comigo? — Perguntou, fingindo espanto — Quem é você e o que fez com o meu S/N seu impostor?

— Ah, pare com isso e vá logo — Retruquei, saindo do colo dele e fazendo-o se levantar — Até mais tarde, durma bem. 

E então, fui em direção à cozinha, onde tinha separado todos os ingredientes da receita em cima da mesa. Com certeza Sehun observou a cena com carinho, um instante antes de ir para seu quarto e livrar-se de suas roupas, ficando apenas de cueca para, por fim, capotar na cama. Tinha certeza.  

Estava quase dando meia noite quando deslizei pelos cobertores da cama de Sehun, ficando ao lado dele, que ainda dormia. Estava meio coberto e de barriga para baixo; agarrando uma parte do edredom junto de si. Levei uma mão até os cabelos deles e afastei alguns fios que caíam em seus olhos. Em seguida, deslizei suavemente o dedo indicador da testa até a ponta do nariz dele. 

"Como ele pode ser tão bonito?" - Minha consciência gritou.

Mas talvez fossem meus olhos, ele foi sempre de uma beleza exorbitante, nada havia mudado. O que falavam a respeito do amor era verdade, certo? Ele nos deixa cegos e nos faz amar até os defeitos da outra pessoa. Se bem que eu e Sehun sem sombra de dúvidas nunca havíamos brigado seriamente em nenhuma vez porque nem tempo havia para isso, levando-nos a viver em harmonia quase sempre que estávamos juntos, juntos em míseras duas vezes. 

Porque a saudade era maior do que qualquer desentendimento, ou era assim que parecia. 

Alguns minutos se passaram e Sehun começou a se remexer na cama até que, enfim, abriu os olhos sonolentos e um sorriso preguiçoso para a pessoa ao seu lado. 

— Eu senti sua falta — Disse, com voz fofa. 

— Você já disse isso — Eu sorri. 

— E estou dizendo de novo porque é verdade. Nós temos tanta coisa para conversar, mas eu tô com tanta preguiça… — Falou, com os olhos quase fechados, pesando de sono. 

— Sehun, você tem que acordar para comer. Vamos se levante e, quando você comer, poderá dormir de novo. Podemos conversar amanhã quando você estiver mais descansado. 

— Acho que tudo o que eu preciso é de um banho — Respondeu, ainda com a voz preguiçosa e lenta — Para despertar. 

— É uma boa ideia — Falei, tirando a franja dele da frente dos olhos e contornando sua sobrancelha com o polegar. 

— Se você continuar fazendo isso, eu vou é dormir de novo — Ele sorriu de lado, com os olhos fechados. 

— E o que eu tenho que fazer para você despertar? — Perguntei, mas imediatamente me arrependi quando vi Sehun abrir os olhos e sorrir maliciosamente para meus olhos — Quero dizer, eu deveria te empurrar da cama ou algo assim…? — Tentei corrigir, mas Sehun já tinha saído de onde estava e se colocado próximo a mim, encurralando-me com os dois braços. 

— Eu acho que tenho uma ideia melhor… 

— Você disse que estava cansado… — Tentei contornar já com um pouco de receio pela sua personalidade masoquista. 

— Bem, você sabe como é… Dizem que exercícios nos deixam bem dispostos — Ele falou em meu ouvido, com a voz rouca, fazendo-me se arrepiar por tamanha excitação. 

Sempre fui bastante sensível naquela área e corei ao escutar aquilo; era inevitável. Sehun mordeu o lóbulo de minha orelha de repente, fazendo-me gemer baixinho em surpresa. 

Ah! Como ele adorava descobrir meus pontos mais sensíveis. 

Me perguntava se algum dia iria se acostumar com aquelas sensações que sentia quando estava com Sehun; porque as vezes eram como se fosse a primeira. 

Sehun me beijava com delicadeza ainda que, e eu sabia disso, ele tentasse se controlar comigo. Queria fazer as coisas calmamente, queria desfrutar de cada pedacinho meu e poder lembrar de tudo depois. 

E com essa intenção, respondi seu beijo com a mesma calma. Se perdeu por algum tempo no meu pescoço, provocando-me ali ao morder vez ou outra, fazendo meu corpo de novo arrepiar a cada toque. Ele adorava o fato de que tinha aqueles efeitos sobre mim e eu, por meu ver, mal sabia que ocorria o mesmo com ele. 

Sentia-se tão à vontade quando estava com a minha pessoa como nunca estivera com outra pessoa, foi o que disse entre suspiros sôfregos. Oh Sehun podia falar qualquer coisa comigo, porque tínhamos uma conversa fácil; mesmo no início de tudo, quando ainda era extremamente tímido mesmo que disfarçado, naquele encontro no bar de esquina - ainda que um pouco arisco -, a conversa fluía facilmente. 

Sehun lembrou-me então, enquanto beijava-me furtivo, de todos os momentos que passara ao lado dele à três meses atrás. Não falou em nenhum específico; era como se apenas um flashback de imagens aleatórias fosse passando rapidamente por sua cabeça e a única coisa que ele conseguia falar era se era aquilo o que as pessoas tanto chamavam de amor; porque tudo o que ele queria naquele momento era poder ficar ao meu lado para sempre. 

Poder acordar e ver-me ao seu lado, como aconteceu naquela vez. Poder ter-me o esperando em casa quando ele estivesse voltando de viajem do trabalho e cumprimentá-lo com um abraço apertado que demonstrava a saudade que sentira dele, tanto quando ele sentira a minha. Queria conversar, brincar e brigar comigo, sempre que pudesse. Irritar-me até que ficasse emburrado, porque ele me achava extremamente fofo assim e, depois, se desculpar comigo por ter-me irritado, seduzindo-me com sua carícias e piadinhas que me faziam rir na maioria das vezes, envergonhado. 

Porque eu não era acostumado a receber elogios, principalmente vindos de um homem tão lindo e cobiçado e isso só me fazia mais especial ainda para ele, que sentia-se orgulhoso de si mesmo por ser o primeiro homem que me tirou do incrível tédio de minha vida. Não somente no sentido amoroso, embora neste, ele esperava ser o último também. 

Sehun se afastou um pouco e sentou-se na cama, puxando-me para que sentasse também e, assim, pudesse se livrar da camisa tão indesejada, que o ajudei sem protestar. 

Me sentia febril de tão quente que estava e cada toque de Sehun parecia deixar um rastro de chamas em minha pele, que me fazia ansiar por mais e mais. Sehun tomou meus lábios com os dele e me beijou com certa urgência, correspondi com a mesma intensidade. Instintivamente, levei as mãos aos seus cabelos e as perdeu ali, acariciando e puxando-o mais perto possível de meu corpo. 

Sehun foi parando os beijos aos poucos, espalhando-os por meu rosto até que se afastou e sorriu para mim, com os olhos repletos de desejo. Desenhou pelos círculos com o dedo nas minhas costas, antes de chegar ao fecho da calça que ela usava e soltá-lo, sem pensar duas vezes. Puxou o zíper devagar e beijou meu ombro, antes de se livrar totalmente da peça de baixo, finalmente. 

Empurrou-me para que se deitasse novamente na cama e me encarou como se fosse um predador com sua presa à sua mercê. Naquela altura, já não conseguia sentir mais vergonha, pelo contrário. O olhar de Sehun sobre si só me fazia sentir-se mais confiante e bonito cada vez mais. 

Sehun sorriu malicioso e levou as mãos direto à cueca boxer branca que usava, puxando-a. Levantei os quadris para ajudá-lo a tirá-la, Sehun apenas preferiu rasgá-la de uma vez, como se fosse um pedaço de papel. 

Pegou o pedaço de tecido que agora era inútil e girou-o no dedo, sorrindo vitorioso. Agarrava os lençois com as mãos, em expectativa. Queria tocá-lo, mas não conseguia se mexer com Sehun em cima de mim, então o que me restava era que ele se aproximasse para que enfim pudesse tocá-lo. 

Entretanto, o mais velho pareceu prever aquilo e prendeu meus braços acima da cabeça e, por um momento, apenas brincou e provocou-me o quanto quis, beijando e mordiscando meus mamilos. 

Minhas mãos foram libertadas apenas quando Sehun precisou ir mais longe, descendo os beijos por minha barriga até chegar em seu baixo ventre e pular direto para a coxa, onde mordiscou na parte interna, perto da virilha. 

Naquele momento, me encontrava tão excitado que choramingava pedindo para ele se apressar e acabar logo com aquilo. O que era uma pena, já que Sehun ainda queria brincar. 

E foi isso que ele fez. 

Beijou meu membro ereto, acariciando a glande tufada com a língua, fazendo-me gemer alto e contorcer meu falo pedrado contra sua boca, levando as mãos inconscientemente aos cabelos dele, mas antes que pudesse fazer algo, Sehun agarrou meus braços e os prendeu, impedindo-me de tocá-lo. 

Ele sabia que isso estava deixando-me cada vez mais frustrado e ele próprio tentava ao máximo se controlar, mas queria que por enquanto fosse daquela forma e, só então, deixaria que o tocasse. 

Alguns segundos depois, fiquei tenso e tremi com o orgasmo que me atingira. Sehun brincou mais um pouco, me deixando incrivelmente mais sensível, antes de afastar e beijar-me rapidamente na barriga, no pescoço e na boca, soltando um risinho satisfeito. 

— S/N, você tá bem? — Ele provocou, com a voz rouca no meu ouvido. 

— Ah, eu vou te matar, Sehun — Disse, meio molenga ainda com os olhos fechados. 

— Falando informalmente comigo? — Ele riu — Sorte sua que estou de bom humor. Agora, vamos. Eu quero tomar banho… — Abri os olhos, confuso — … com você. Não pense que se livrou de mim, porque eu ainda estou numa situação não tão legal — E apertou seu corpo contra o meu, para que pudesse sentir sua ereção — Se é que me entende. 

Sehun saiu de cima de meu corpo e se levantou da cama, indo até o criado-mudo ao lado à procura de uma loção estimulante. 

— Eu vou andando para o banheiro — Eu disse, enquanto ele tirava a tampa do recipiente com os dentes. 

Está certo que já havia visto algumas pessoas a fazer aquilo algumas vezes, mas… ainda era um pouco constrangedor. 

“E você aí tímido de novo, enquanto que Baekhyun age como se estivesse limpando janelas.” - Ri com a consciência descontraída, não tendo certeza se aquela era uma escolha certa de palavras. Puxei o lençol da cama para cobrir-me sem nem perceber, já que costumava fazer aquilo. Contudo, Sehun não deixou daquela vez e puxou de uma vez o lençol, deixando-me completamente exposto novamente. 

E então ele sorriu, observando-me ficar vermelho de vergonha novamente. Com certeza, tinha essas variações de timidez às vezes e ele achava que demoraria mais tempo até me acostumar realmente com ele vendo-me nu daquele jeito e não somente quando estivessem juntos e a excitação fosse grande o suficiente para não deixar espaço para a timidez, como havia acontecido com minha pessoa à minutos antes. 

— Você sabe… — Ele começou a dizer, vendo-me ficar de lado e cobrir o sexo com as mãos, involuntariamente, sem olhar para ele — Não tem nada aí que eu já não tenha visto, amor. 

— Não é porque eu quero, é involuntário. Não estou acostumado a ficar pelada sem mais nem menos na sua frente assim como você fica. Eu… ainda tenho vergonha — Eu admiti mesmo não sabendo da onde aquilo havia saído. 

Sehun sorriu e eu também.

— Seu corpo é lindo. E, algum dia, vou conseguir fazer você amá-lo, tanto quanto eu amo. 

Sem responder nada, fui para o banheiro e liguei o chuveiro, enfiando-me debaixo da água morna, com as palavras de Sehun martelando na minha cabeça. 

Sim, às vezes perdia um pouco da timidez, mas no fundo ainda sentia vergonha de meu corpo. 

Talvez porque eu próprio não estivesse acostumado a observá-lo e agora tinha uma pessoa que adorava fazer aquilo por mim.  

E pensando nisso, saí do chuveiro por um momento e me coloquei em frente ao espelho, para observar a mim mesmo. Fiquei parada, sem nenhuma expressão no rosto e só percebi a presença de Sehun quando ele se colocou atrás de mim e me abraçou, apoiando o queixo em meu ombro, com um sorriso no rosto. Ele também estava nu, constatei, ao ver a linha de seu quadril enquanto ele me abraçava. 

— Está vendo? Você é lindo, S/N. Observe bem e veja como você é lindo. 

Não concordava bem com aquilo; mas ele me fazia se sentir daquela forma. Sehun me passava uma segurança sem tamanho, não somente em relação ao meu corpo, mas praticamente com tudo o que precisava. 

Sehun beijou meu pescoço com delicadeza, fazendo-me quase derreter em seus braços. Observei o reflexo de nósdois no espelho, pensando em quanto aquilo mebparecia erótico e sexy. 

Sehun massageou a área de cintura por um momento antes de subir os toques até meus mamilos, arrancando suspiros de minha parte. Virei de frente para ele e o beijei até que o ar fez falta e nos separaramos, ambos ofegantes. 

Sehun me encarou por um instante apenas, antes de pegar-me no colo e colocar-me na bancada da pia. Comecei a beijar seu pescoço e foi a vez dele se arrepiar com os meus toques e observar tudo aquilo pelo reflexo do espelho, deixando-nos ainda mais excitados, se é que era possível. 

— S/N… — Ele murmurou baixo, ofegante — Preciso de você agora. Mas eu quero que você veja isso, assim como eu. 

E sem esperar resposta, ele tirou-me da bancada e me virou, obrigando-me a olhar novamente para o espelho. 

— Quero que se incline para frente e não feche os olhos S/N, isso é uma ordem… — Ele murmurou baixo, ofegante — Preciso de você agora mesmo.

Assim que atendi seu pedido, Sehun me penetrou lentamente, tentando ele próprio não fechar os olhos e se manter como estava, observando minhas reações pelo espelho. Se movimentou algumas vezes e então aumentou um pouco a velocidade e intensidade pela qual entrava e saía de dentro de mim.  

Sentia Sehun penetrar-me com força, enquanto meus músculos internos o apertavam. Vi o rosto de Sehun se contorcer em prazer a cada movimento que ele fazia, com algumas gotas de suor escorrendo de sua testa; o que só me excitava cada vez mais, até chegar um momento que não aguentei e cheguei ao meu limite junto com Sehun. 

Nós dois trememos juntos, enquanto ele me apertava com força contra si e provavelmente haveria uma marca em minha cintura, mais tarde, que me faria lembrar daquele momento. 

Sehun ofegou contra minhas costas, tentando acalmar sua respiração antes de, então, sair de dentro de minha entrada.  

Senti minhas costas doerem um pouco pela posição que me encontrava, assim que ne pûs em minha postura normal. Voltei para o chuveiro, que ainda se encontrava ligado e não demorou até que Sehun se juntasse à mim, depois de se estabilizar. Ele me empurrou para frente, colocando-me junto de seu corpo embaixo da água que caía e me beijou profundamente. 

— Você… é tão… gostoso — Ele murmurou entre um beijo e outro, fazendo-me rir baixo e ele também, junto comigo. 

— Acho que agora temos que tomar banho mesmo, já gastamos água demais — Eu disse, com um ar brincalhão — Se eu soubesse que íamos demorar, eu teria desligado o chuveiro. 

— Seu desejo é uma ordem, querido — Ele disse, cheio de pompa, puxando minha mão para beijá-la.

Realmente havia mudado muito. 


Notas Finais


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