História Dark Revenge - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Camilacabello, Camren, Dinahjane, Fifthharmony, Iansomerhalder, Laurenjauregui, Normanikordei, Veronicaiglesias
Visualizações 95
Palavras 2.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eai Monstinhos, olha quem está de volta.
Estão preparados para Dark Revenge?

Primeiramente eu queria lhes avisar que esta fic contém cenas violentas, sangrentas e assustadoras, porém se não gostar desse tipo de história aconselho a pularem as cenas ou a não lerem a fic. Mas espero que vocês gostem.

Segundo: Já assistiram ao Trailer? ele está disponível no capítulo dos personagens, mas irei deixar ele no final desse aqui para vocês.

Terceiro: Não apressem o casal, sei muito bem como vocês são, apressaram o da fic BTT mas tiveram que esperar do mesmo jeito kk.

Quarto: Não haverá outros POVs, Somente o POV da Camila, nem adianta insistirem, não irá acontecer. Porém a história dos outros personagens será contada normalmente, será como se a história estivesse sido revelada para Camila, o que de fato vai ser kk.

Enfim,

Sejam bem vindos a era Demoníaca da Dama da morte.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo - A Casa


Fanfic / Fanfiction Dark Revenge - Capítulo 1 - Prólogo - A Casa

= Prólogo


Camila POV

Caminhei por entre o corredor extenso daquele presídio comum até entrar por uma porta me dando acesso a uma sala mediana, me sentei em uma das cadeiras enfrente ao longo confronto de vidros que separava os visitantes dos prisioneiros.

Suspirei e me encostei na cadeira a espera de minha prisioneira, a que eu havia prendido, que trai e agora... Ela estava pagando por todos os crimes que cometeu dentro de todos havia homicídios, roubos além de tráfico de drogas ilícitas.

Repousei minha mão sobre o colar em meu pescoço, desde a prisão eu havia colocado o crucifixo e nunca mais havia tirado, mesmo depois de dois dias após a prisão ele ainda permanecia lá.

Suspirei e olhei outra prisioneira tendo seu contado com seu visitante.

Minutos se passavam tão vagarosamente enquanto uma guarda caminhou até a única prisioneira que estava tendo contato com sua visita, dando por encerrado ela a puxou para fora daquela sala. Ouve o silêncio por minutos, encarei a outra guarda que estava encostada na parede ao final da sala das prisioneiras e a vi olhar para a porta, o barulho de correntes serem arrastadas estava cada vez mais perto.

O barulho da trava de segurança da porta foi dado e uma mulher de vestimentas azul marinho com o seu numero de série 2223 pregado ao peito esquerdo e ao direito a siglas K10.

K10: Sigla dada a prisioneiros de segurança máxima, causadores de confronto entre todos até mesmo guardas. Exilados para a segurança e bem estar de todos até de outros prisioneiros.

Olhei para as correntes da mulher a minha frente que era parada pela guarda para checar suas algemas. 

As algemas das mãos eram ligadas a algemas dos pés com duas fileiras de correntes metálicas reforçadas e grossas, suspirei novamente e encarei seus olhos, os olhos tão lindos que eu era apaixonada.

A guarda ao lado da prisioneira 2223 a forçou a se sentar e assim ela fez. Seus olhos nunca desviaram dos meus desde que adentrou aquela sala mediana.

Me aproximei do vidro para que escutasse melhor minha voz.

- Senti sua falta... – Murmurei.

- Eu irei te matar delegada Cabello. – A morena murmurou de volta com o ódio evidente em sua voz, ela desviou seus olhos dos meus e desceu para meu decote aonde continha o crucifixo que a pertencia a dois dias.  – Isso não à pertence.

- Assim como seu coração não é?. Porém, Ele sempre será meu Lauren, por mais que você negue. Você sempre será minha. – Sorri maliciosa encarando-a, notando sua mandibula trincar em raiva.

- Você cometeu um erro em voltar aqui, este vidro não me impediria de ter matar.

- Erro foi você me subestimar... e nós duas sabemos que mesmo se você atravessasse esse vidro, você não me mataria pois você me ama. – Pisquei para ela.

Lauren rio debochada do que havia dito mas sua risada sessou do nada e sua mão bateu de encontro ao vidro.

- Eu vou te matar sua vadia!. – Gritou furiosa.

- Sabe que só conseguirá me matar de tesão Jauregui. – Me encostei na cadeira e cruzei minhas pernas tendo a noção que seus olhos percorriam meu corpo todo.

- Eu sairei daqui!. – Ela esbravejou.

- Eu sei que sim, e isso está mais próximo do que você imagina. – Pisquei novamente.

- Do que você está falando?

- Espere e saberá.  – Olhei para atrás de Lauren e vi uma das guardas se aproximarem, erro cruel.

- Vamos detenta!. – A guarda puxou Lauren com força, e como se eu soubesse o que Lauren faria a seguir, seria a morte da guarda.

A raiva que Lauren sentia de mim havia sido descontado na vida daquela mulher.

No movimento brusco da guarda em puxar a corrente de Lauren, ela elevou suas mão para a nuca da mulher e a puxou para si enroscando as duas fileiras de correntes grossas em seu pescoço a enforcando fortemente em segundos, os míseros segundos restantes da vida da mulher que teve seu pescoço quebrado ao final dele.

Em todo o ato, Lauren não deixou de fitar meus olhos, a ligação entre o verde no marrom e o marrom no verde.

Ao solta o corpo da mulher sem vida ao chão eu puder notar teu sorriso malicioso.

Aquele era um aviso do que aconteceria comigo?.

Mais duas guardas se aproximaram e acertaram o cassetete na parte de trás de seu joelho a fazendo cair ajoelhada enquanto a outra guarda acertava seu estomago a fazendo cair de 4 ao chão sujo daquele local, mais cacetadas e Lauren já estava sangrando ao chão, com menos força do que havia entrado.

As duas guardas a levantaram bruscamente e a levaram sendo puxada daquela sala.

Efeito Lauren Jauregui
Efeito Dama da morte.

Você deve estar totalmente perdido não é? Pois bem, irei contar a minha história, a história pela qual eu cruzei o caminho da dama da morte, e a fiz se apaixonar por mim porém a trai. E nesta traição eu não poderia me perdoar por perde-la.

Prazer caros leitores. Sou Camila Cabello, mas conhecida por Boston como Delegada Cabello. Porém mais conhecida entre os soldados infernais como Donzela, mulher da Dama da Morte.

Vamos ao começo de tudo, de toda a história por trás da relação entre a Dama da Morte e a Donzela.

Capítulo 1


Boston – Massachusetts / EUA


1 ano atrás


Movi o canudo do meu copo com bebida da forma que o gela-se mais rápido.

Olhei fixamente para o conteúdo marrom claro e suspirei bebendo em seguida.

Os últimos anos de minha vida haviam sido um completo desastre, meus pais haviam sido mortos a tiros em uma praça pública em um confronto entre a polícia e traficantes, a perda deles resultou no meu desiquilíbrio alcoólico e a minha demissão por trabalhar bêbada.

Mas afinal o que mais me restava nessa vida além de Sofia? Minha irmã mais nova que me adiava por me culpar pela morte deles.

Mesmo depois de 2 anos após a morte de meus pais eu ainda não havia superado e recuperado meu emprego, o que resultou em mais bebida.

O dia do confronto na praça central de Boston nunca havia saído de minha mente, flash de memória daquele dia me atormentava até os dias de hoje, meu pai chorando por ver minha mãe morta no chão, tentando segurar sua mão mas não conseguia pois também tinha sido atingido e estava preste a morrer...

As últimas palavras de meu pai pedindo para que eu cuidasse de Sofia.

O rosto do traficante que atirou em meus pais eu nunca esqueci, cada detalhe de seu miserável rosto estava preso em minha memória, eu o encontraria mais cedo ou mais tarde e o destruiria, assim como ele destruiu minha família e minha vida.

Observei uma pessoa conhecida sentar no banco ao meu lado e suspirar.

- Sabia que te encontraria aqui. – Ally disse me olhando.

- Aonde mais eu estaria? – Peguei meu copo e bebi mais um gole do conteúdo amargo.

- Você precisa superar Mila, já fazem anos... – ela pegou o copo de minha mão e jogou o conteúdo no chão. – E precisa parar de beber essa porcaria, ela vai acabar te matando.

- Pelo menos não sofrerei mais. – Murmurei.

- Vem, vamos embora. – Ally me segurou e me ajudou a levantar e caminhar até o carro, ação simples que depois de vários copos havia se tornado impossível.

Ela me colocou no carro e me levou para casa, me ajudando a tomar banho e me deitando na cama, mesmo depois de tudo Ally havia mesmo demonstrado ser uma ótima amiga, me pegando no bar todas as noites e me ajudando a ir pra casa.

Os meus dias se resumiam em: acordar de ressaca, comer um belo café da manhã, andar pela praça central de Boston e terminar meu dia no bar bebendo até a noite chegar, Ally indo me buscar e finalmente terminando em casa completamente bêbada.

Os meus dias eram ruins, tristes e bêbados, mas eu sempre tinha em mente o rosto do assassino de meus pais, e jurei vingança.

Eu o mataria tão dolorosamente que o faria se arrepender de ter atirado em direção a eles.

Sentei em um banco naquela imensa praça, populosa e cheia de cachorros brincando com seus donos na grama. Suspirei e olhei para aonde eu havia visto pela última vez meus pais vivos e... felizes.

Peguei um cigarro em meu bolso e o acendi deixando a nicotina invadir meu peito, fazendo-me aquecer minhas veias queimarem pela nova sensação.

Deixei minha mente vagar por aquele dia, até me lembrar o que havia acontecido, os detalhes eram como um quebra-cabeças em minha mente, cada movimento e lugar proporcionava uma lembrança, e elas sempre acabavam em meu pai tossindo sangue e pedindo para que cuidasse de Sofia.

A cada tragada em meu cigarro eu lembrava-me de ter armado uma emboscada para os traficantes a algumas quadras da praça, nós os cercaríamos e os renderíamos para enfim prende-los. Mas havíamos sido traídos e vazaram nossa emboscada para eles, proporcionando para que nós caíssemos em nossa própria emboscada.

Tentamos sair de lá assim que percebemos que perderíamos mas eles nos seguiram até a praça, aonde de fato eles estavam nos esperando com seus “Soldados” mais fortes e armados, muitos policiais morreram como também civis e traficantes.

E desde então a praça tomou seu cheiro de grama cortada para flores, haviam espalhado flores por ela toda de forma à homenagear todos os mortos do massacre de Boston Line.

Nome dado aquela operação policial ressurgindo em nomear também os falecidos, a linha de frente da polícia de Boston havia sido massacrada no dia 2 de fevereiro.

Ajeitei o zíper de meu casaco e suspirei pelo frio que se fazia -5°C, olhei ao redor e observei as pessoas caminhando com rapidez entre a praça, sempre apressados com tudo, ultimamente estávamos correndo para tudo, sair de casa, ir pro trabalho, almoçar, jantar, voltar para casa. Tudo era motivo de correria.

Mas hoje para mim seria um dia diferente, eu estava calma, mas não achei que isso mudaria depois de ver um rosto conhecido entre a multidão de pessoas andando rápido.

Era ele.

Era o desgraçado que havia matado meus pais.

Sua aparência havia se tornado mais rígida e velha, podendo notar alguns fios com o leve tom de branco, joguei o resto de meu cigarro ao chão e pisei sobre ele o apagando, me levantei e segui discretamente o homem a minha frente.

Esta havia se tornado a primeira oportunidade depois de anos que o encontrei, eu o seguiria e me vingaria do filho da puta.

Caminhei depressa pois o estava perdendo de vista, ele entrou em um carro preto com seus vidros escuros e permaneceu lá por alguns minutos, peguei meu celular e tirei foto da placa e o modelo do carro.

Me agachei atrás de um carro e observei a demora do homem dentro daquele carro, provavelmente estava negociando algum carregamento de drogas com o dono do carro que claramente era rico por portar o modelo de carro Jaguar XJ preto se destacava entre os milhares de carros populosos de Boston. O modelo de carro luxuoso tirava olhares de pessoas que passavam pelo local, mas nenhuma observava o carro atentamente a alguns minutos, e provavelmente por descuido eu senti alguém me abraçar por trás e colocar o cabo de uma arma em minha costas.

- Se gritar eu atiro.  – a voz grossa disse me impulsionando para me levantar. – O que está observando garota? – O homem musculoso me perguntou me fazendo engolir em seco.

- Apenas gostei do modelo do carro, eu amo modelos caros assim. – Menti.

- Sei... – Ele disse direto e receoso. – Vamos dar uma voltinha garota. – Ele segurou firmemente em minha cintura e me puxou para o carro que eu observava minutos antes, bateu 3 vezes no vidro e abriu a porta me empurrando para dentro e entrando em seguida.

- Explique-se! – Ouvi uma voz rouca pronunciar antes que eu pudesse olhar fixamente para o interior do carro escuro por ainda sentir minhas pálpebras reclamarem pela mudança brusca de luz, eles não estavam acostumados a isso, e ultimamente estavam cansados.

- A vi observando o carro e a trouxe para a senhora, o que devemos fazer?. – O homem que havia me pegado falava olhando fixamente para a mulher.

- Odeio recrutas em minha escolta, nunca sabem de merda alguma. – Resmungou furiosa – Não aprendeu que nesse tipo de caso vocês mesmo resolvem e não deve deixar a pessoa chegar perto de mim?. – Ela esbravejou para o homem.

- Quer que eu me livre dela senhora? – Outro homem falou, balancei minha cabeça de leve e senti minha visão voltar ao normal, observando cada detalhe daquele carro, inclusive a mulher de cabelos negros sentada no banco do motorista apenas nos observando pelo retrovisor, consegui notar apenas seus olhos pelo espelho, um belo par de olhos verdes esmeraldas.

- Não, iremos interroga-la. Se estava nos observando é porque tem motivo. – Ela desviou seus olhos para a rua. – Levem-na para A casa.

- Sim senhora. – Os homens disseram em conjunto e saíram do veiculo me levando junto.

- Se tentar alguma gracinha pra cima da gente nós te degolamos ouviu bem? – O homem que eu havia seguido antes disse me olhando.

Concordei e eles me puseram em outro carro, um mais simples e barato.

Como eu gostaria de ter minha arma de volta neste momento.

Senti algemas circularem meus pulsos e olhei para o homem sentado ao meu lado no banco de trás.

- Caso tente algo. – Ele murmurou e olhou para meus pulsos.

- Porque não acreditam que eu estava apenas olhando o modelo do carro? Para onde estão me levando? E quem era aquela mulher? – Os enchi de perguntas tomando seriamente a noção do que estava acontecendo, eu estava sendo sequestrada e provavelmente iria morrer, iria ver meus pais novamente caso isso acontece-se.

- Cala a boca ou eu te mato aqui mesmo. – O motorista disse me olhando pelo retrovisor.

Seu sotaque era diferente, e só agora prestei atenção nisso, provavelmente ele era inglês.

- Acredito que não foi isso que aquela mulher disse para vocês fazerem, quem são vocês e o que vão fazer comigo? – Disse tentando me soltar e abrir a porta.

- Apaga ela. – Ouvi o motorista dizer antes de sentir uma forte dor na cabeça e minha visão escurecer rapidamente perdendo os sentidos, desmaiando após levar uma coronhada na cabeça.

[...]


- Delegada Cabello, estamos todos prontos. – Ouvi um dos policiais ao meu lado pronunciar.

- Ótimo. Vamos começar a festa pessoal. – Disse ao rádio dos policias.

Os vi pelo monitor se movimentarem pelo prédio aonde faríamos a emboscada.

- Liberado. – ouvi um dos policiais dizer após verificar um dos cômodos do prédio.

- Liberado. – Ouvi outro.

- Isso está errado, era pra eles estarem lá. – Esbravejei para os policiais ao meu lado também verificando os monitores.

- Delegada... precisa ver isso – Escutei um dos policiais dizer através de um dos rádios. 

Olhei para o monitor aonde estava sem movimentação, o policial havia parado e apontado a câmera de sua arma para que víssemos a situação.

Era uma bomba, prestes a explodir.

- Consegue desarmar? – Perguntei a ele.

- Receio que não temos tempo. Faltam apenas 30 segundos. – Ele disse paciente e nervoso.

- Sai dai!. – Gritei no rádio. – Abortem a missão, saiam todos do prédio, agora!. – me levantei da cadeira ainda olhando os monitores que agora sua imagem tremiam pelos policiais estarem correndo.

Suspirei e esfreguei minhas têmporas esperando que saíssem do prédio, andei por entre a sala atrás da cadeira aonde estava até escutar o barulho da explosão, olhei para os monitores vendo o chiado entre as telas e o letreiro. “Sem sinal” em todas as telas.

- Não, não, NÃO!. – Gritei batendo a mão na mesa.

Minha respiração estava falha, minha cabeça doía muito, pior do que quando estou de ressaca, me mexi e senti meu tornozelo ter uma pressão sobre ele.

Abri meus olhos dolorosamente e olhei para cada canto ao meu redor, eram grades, formadas como se fossem uma caixa.

Olhei para minha perna esquerda e vi a corrente circular meu tornozelo me impedindo de tentar fugir ou algo do tipo, olhei para o chão e percebi que estava deitada sobre ele e um lençol.

Suspirei e me sentei percebendo que havia tido outro pesadelo, um tão cruel quanto minha realidade por estar presa naquela cela ao lado de tantas outras com homens e mulheres presos como eu, largados ao chão acorrentados e atordoados pelo escuro daquele local aterrorizante, se meu destino for morrer naquele local, ele estava neste momento rindo completamente da minha cara por sofrer ao ter “matado” tantas pessoas naquele massacre de 2 de fevereiro, este seria o meu castigo por ter tido parte em matar 234 pessoas em um único dia.

O dia em que Boston foi marcado com sangue.

O dia em que um erro cometido estragou e machucou muitas vidas, inclusive a minha. 


Notas Finais


E então como foi?
Para tirarem dúvidas: A Casa, é o local aonde os soldados infernais,(Soldados de Lúcifer) são treinados e os prisioneiros são mantidos. é uma propriedade afastada da cidade com vários metros quadrados e dentro deste terreno também se encontra O Palácio, Lugar aonde Lauren, Mike e Vero moram.

Trailer

https://youtu.be/57FEbgq3dJU


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