História Dark secret - (Min Yoongi - BTS) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Horror, Min Yoongi, Sobrenatural, Suga, Terror
Visualizações 39
Palavras 1.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! rsrs

Primeiramente deculpem a demora meus amores e espero que gostem desse capítulo! Ksk ❤

Boa leitura 🍒❤

Capítulo 2 - Chapter one.


Fanfic / Fanfiction Dark secret - (Min Yoongi - BTS) - Capítulo 2 - Chapter one.

Pov’s — S/N


— S/N, acorda já chegamos. — sou despertada por meu pai anunciando que já havíamos chegado. Abro meus olhos lentamente ainda com a visão um tanto embaçada, também por causa da claridade do sol, que estava um tanto radiante, por sinal.


Saio do carro olhando a paisagem ao redor repleta por uma abundante diversidade de plantas. Dirijo meu olhar até o jardim de vovó que está repleto com flores de diversas cores, tamanhos e formatos diferentes.

Na varanda da pequena casa de madeira, está minha avó com um belo sorriso estampado em seu rosto, fazendo assim brotar um no meu também. Praticamente corro até a mesma apertando-a em um abraço, estava morrendo de saudades!  


— Quanto tempo querida, como está crescida! — Ela separa o abraço e me olha da cabeça aos pés.


— Aish, quanta coisa! — Ouvimos meu appa resmungar, atraindo nossos olhares. O mesmo estava tirando um pouco da bagagem do porta malas.


— Vá ajudar seu pai querida, sabe como ele é birrento. — minha avó ditou, me arrancando risadas.


— Ok, estou indo vó.


Caminho até meu pai, pegando a bagagem que o mesmo havia posto no chão agora pouco e as conduzindo para dentro da casa, levando-as para o pequeno quarto de hóspedes as deixando ao lado da cama.


[…]


Depois de ter me despedido de meu appa, passei o resto da tarde arrumando minhas coisas. Ajudei um pouco minha avó no jardim a regar as plantas e podar outras. Não vou negar que fiquei tentada a ir até a casa do tal homem misterioso, mas por fim achei melhor deixar para o outro dia; estava bem cansada e também bateu medo do que posso acabar encontrando, tanto como um bicho do mato, quanto o homem.


Já havia ido me deitar só que não conseguia dormir, mesmo estando super cansada como já mencionei. Talvez seja porque aqui não é como na minha casa, minha cama, mas logo devo me acostumar, eu espero que assim seja. Me levanto colocando os cobertores de lado, indo em direção a janela e abrindo a mesma. Apoio meus cotovelos na mesma e minha cabeça em minhas mãos; observo a lua que pelo meu ver, está cheia e radiante. A lua minguante iluminava toda a vegetação ao seu redor, deixando bem visível as plantas úmidas pelo sereno da noite.


Fiquei um bom tempo ali sentindo a brisa fria bater contra minha face, e escutando o som dos grilos que me fazia se perder em meio aos meus pensamentos. Até que um barulho na mata ao lado da casa, fez-me despertar de imediato desses pensamentos, me fazendo  levar um susto, o que fez meus batimentos cardíacos acelerarem, me deixando atenta e totalmente curiosa. Olho para o local onde o barulho tinha surgido e me deparo com um homem, que tenho quase toda certeza ser o mesmo que anos atrás, ele se encontrava a metros de mim seus cabelos negros se iluminavam ao ter a luz da lua batendo contra os mesmos. Mas, o que me chamou realmente a atenção, foi seus olhos, os mesmos estavam avermelhados, como sangue. Suas orbes me  hipnotizaram ao cruzar nossos olhares. Mesmo se quisesse gritar, eu não conseguiria, nem mover um músculo sequer.

Ele, em passos lentos foi chegando mais perto, até os metros de distância entre nós, se tornar centímetros. Senti um arrepio na espinha, o de fios negros, estava tão próximo que pude observar cada detalhe de sua face, cada traço de seu rosto, me fazia ter a total certeza que era ele.


Estávamos tão próximos que era possível sentir sua respiração quente e leve, bater contra meu rosto.


Abro meus olhos um tanto desorientada e aos poucos minha ficha foi caindo, até ter totalmente me convencido de que havia sido apenas um sonho. Já estava quase amanhecendo o dia e eu já me encontrava vestida com uma calça moletom e um casaco do mesmo tecido, ambos de cor preta junto com um tênis qualquer. Fui fazer minha higiene matinal como sempre para ir tomar café da manhã e assim poder sair a procura da suposta casa desse homem, que eu não sei o nome, ainda.


Depois de ter tomado café e dado uma desculpa qualquer para minha avó, dizendo ir procurar amoras silvestres e coisas do tipo. Cá estou novamente depois de anos, não faço a mínima ideia se ele ainda vive por aqui ou se resolveu se mandar desse lugar para viver em zona urbana.


É um pouco arriscado estar aqui atrás de um homem o qual eu vi só uma vez na vida. Contando com o seu aparecimento em meu sonho, são duas, mas não se sabe ao certo se o mesmo é uma pessoa boa ou não. Espero que seja a primeira opção e que nada de ruim aconteça a mim.


A floresta em si, não havia mudado nada, parece até que ficou mais densa do que já era, mas a pequena trilha que continha na mesma, continua intacta. O tempo não está dos melhores, ainda antes de sair de casa, minha avó me alertou para não demorar muito pois a mesma tem quase toda certeza de que mais a tarde vira uma tempestade, então tenho de ser rápida, desta vez.


Já estava andando por um tempo e nada de clareiras ou casas, somente mato e mais mato. Não demorou muito para chegar até uma pequena clareira, onde dava para ouvir o som de pássaros cantando, junto com o das águas que escorriam por um riacho não muito grande abaixo do barranco. Vou até a beira do mesmo olhando para baixo e avisto um pequeno arbusto de mirtilos ao lado desse rio, que é repleto por pedras ao seu redor, que também se espalham pela encosta — pelo menos se não encontrar a casa, achei mirtilos já é alguma coisa —. Sem pensar duas vezes, decido descer até lá, mas o caminho não estava um dos mais fáceis, pois as pedras estavam úmidas, por conta do sereno que havia caído noite passada, e não tinham secado. Sem contar que o tempo não está ajudando.


Por um descuido, acabo por escorregar e bater com tudo. Sem querer, bato a cabeça em uma das pedras próximas. Minha visão fica turva e um breu toma conta de minha frente.


Notas Finais


Não esqueçam de favoritar e comentar lembrando que ajuda muito. ^^

Corrigido por: @sweetggukkie

Até o próximo capítulo 🍒❤


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