História Dark Secret. - Capítulo 15


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


YAS NN ME MATA
RAYNE TBM
amo vcs
boa leitura

Capítulo 15 - The universe never fails


Yasmim Evans Lorrenz

 

"Eu sabia que estava sonhando, mas nunca acordava, nem forçando isso. Eu estava no Louisburg College.

 

-Yasmim...- Eu ouvia vozes me chamando.

 

Eu não queria ficar ali, então corri até a saída da escola. Foi quando eu vi as portas se fecharem sozinhas na minha frente.

 

-Não! Me deixa ir embora!- Implorei.

 

-Espertinha.- Mariah disse atrás de mim. Me segurou.

 

Eu me debatia tentando me soltar, mas ela era forte demais. Segurava a mim com toda a força. Suas mãos eram frias e sua pele pálida. Sua voz, desde sempre serena, me assustava.

 

-Eu não vou te machucar. Apenas vim avisar que da próxima vez que uma de vocês tentar saber sobre mim, eu mato o Henrique, a Pietra e a Atria. Ouviu bem?- Ameaçou.

 

Assenti, medrosa.

 

-E se insistirem em descobrir sobre o Allokosmo, mato vocês três. Vão arder no inferno de mãos dadas comigo.

 

Meu corpo contraía de medo.

 

-Saia daqui antes que eu não te deixe sair.

 

Soltou-me e eu corri para fora do colégio. Acordei. Eu estava suando frio."

 

-E foi isso.- Contei a elas.

 

-Eu não vou desobedecer.- Isadora disse.

 

-Vamos achar outro meio, nem que eu morra tentando.

 

Isadora Valerie Foster

 

No dia seguinte...

 

Eu já não aguentava mais ouvir nos corredores: "ela beijou a White", "foi ela quem bateu na Dafne", "soube que foi porque ela falou da ex-namorada morta dela".

 

Enquanto eu andava pelo corredor, ouvi uma morena dizer:

 

-Suspeito que ela é tão chata que a namorada se matou.

 

Me virei para ela e soquei o armário atrás dela, passando perto de seu pescoço, para assustá-la.

 

-QUAL É O SEU PROBLEMA? NUNCA FALEI COM VOCÊ, SUA NOJENTA! SABIA QUE ELA NÃO SE MATOU E QUE INVENTARAM ISSO? ELA MORREU DE CÂNCER, SUA VADIA ESCROTA! FECHA ESSA BOCA PRA FALAR DO QUE NÃO SABE!-Gritei e saí andando, para evitar mais uma briga.

 

Fui para quadra e me sentei na arquibancada. Eu sentia meu rosto arder e meu peito doer.

 

Vagabunda. 

 

-Eu ouvi sua briga com a Naomi.- Olhei pro lado. Aquela voz. Pietra.

 

-Vai vir jogar mais coisas na minha cara?- Olhei para ela, sem mais calma.

 

-Achei bonito você ter defendido ela. A Camilla.- Disse e se sentou ao meu lado.

 

-Legal. Quer se relacionar comigo pra ter uma segurança?- Ironizei.

 

-Pode apostar, sou mais forte que você.- Disse.

 

-Show.- Revirei os olhos.

 

-Eu sinto sua falta. - Admitiu.

 

-É o que a TPM faz com as meninas.- Disse me lembrando do que Rayne disse.- E sinceramente, não seja falsa comigo.

 

-Acho que não é um bom momento para conversar. Te chamo mais tarde, quando eu estiver falando com a Isadora que conheço.

 

Se levantou, quando iria embora, a prendi, segurando seu pulso.

 

-Acredite, eu te protegi de muita coisa e você nem se deu conta. Você jogou tudo na minha cara sem me dar chance de mudar. Se é assim que resolve as coisas na sua vida, você deve passar por muitas coisas difíceis.

 

Ela ficou em silêncio. Voltou a se sentar ao meu lado

 

-Eu senti sua falta. Isso me chateou. Apenas.- Disse, firme.

 

Deixei um silêncio acontecer por um tempo. Eu sou trouxa, sei, mas ficar ali mesmo em silêncio, me revigorava. Eu sentia falta dela também. Não era como Camilla, mas era uma chance de tentar de novo. Ela pediu essa chance e não me arrependo de ter aceitado. No fundo, sua presença me agradava novamente. De novo e de novo.

 

-Desculpa.- Falei segurando o choro.

 

-Sabe que você pode contar comigo, não é? Mesmo se não quiser tentar de novo, eu estou aqui. Volta, Isadora. Não vou exigir participar de seu grupo nem nada. Mas esteja comigo, nem que seja só por dizer.- pediu.

 

-Eu quero tentar de novo.- Sorri.

 

Ela sorriu de volta, destruindo todo aquele muro que criei contra o amor. 

 

Yasmim Evans Lorrenz

 

Quebra de tempo

 

-Fiquei sabendo que a Mabel Moore morreu!- Uma garota cochichou atrás de mim.

 

-O Henrique Grosse sabe disso?- Sua amiga perguntou.

 

-Não, disseram que morreu ontem pela manhã.

 

O que ele tem a ver?

 

No intervalo, o chamei para conversar sobre isso. Quem seria Mabel Moore?

 

-Amor, podemos conversar?- Eu perguntei a ele, com medo da resposta.

 

Me olhou, piedoso.

 

-Claro.- Disse.

 

-Quem é Mabel? Mabel Moore.- Falei

 

Ele ficou em silêncio.

 

-Quem é?- repeti.

 

-Minha ex...- mordeu os lábios.- Que deu à luz há poucos meses.- Engoliu o seco.

 

-Como assim, Henrique Grosse?- Perguntei, exaltada.

 

-Eu sou pai, Yasmim...

 

Henrique Grosse.

 

"-Henrique, eu tenho que te contar algo.- Disse Mabel.

 

-Sim?

 

-Eu...- Começou a chorar fraco.- Eu estou grávida, Henrique. E eu vou me mudar.

 

Foi assim que meu mundo caiu.

 

-Como assim se mudar?!- Perguntei desesperado.- Esse filho é meu também, Mabel!

 

-Henrique, eu vou para Ohio. Acaba aqui, eu vou cuidar do meu filho na casa da minha tia, meus pais me expulsaram.

 

-Não! Mabel, vem morar comigo.- Pedi.

 

-Não! Eu não posso criar um filho aqui, eu vou para Ohio, vou ter uma vida melhor e uma condição melhor, minha tia tem dinheiro e sempre quis ter uma criança. Não vou dar esse trabalho para você, obrigada por tudo.- Disse com sua mão na barriga.

 

-Mabel...- Falei chorando. Eu não sou de aço.

 

-Eu...- Abaixou a cabeça. Ela sempre foi muito fria. Foi com ela que aprendi a ser mais frio ainda.

 

-Qual vai ser o nome?...

 

-Se for uma garota, vai ser Angel. Se for garoto, Noah. Escolhi sozinha porque vou criar sozinha.- Disse.

 

-Eu vou visitá-los. Prometo.- Falei.

 

-Não, Henrique. Preciso te esquecer.- Tirou sua aliança e me devolveu.- Adeus, Henrique."

 

Yasmim ficava em silêncio. Acredito eu que sentiu a mesma dor que senti. Foi o dia mais triste da minha vida. 

 

-O que quer saber dela?- perguntei.

 

-Ela morreu, amor.- Disse, com pena.

 

Senti uma pontada forte no coração. Me sentei no chão do corredor e agarrei meus joelhos. Chorei, esquecendo de que poderia ser comentado depois. Sentou-se ao meu lado e me envolveu num abraço de muito conforto.

 

-Ela é mãe da minha filha...- Falei chorando e soluçando.

 

-Calma, meu amor, vamos ir ver sua filha, prometo. Te protejo do que for.

 

Uma semana depois...

 

-Yasmim!- Corri até ela quando a vi no colégio. A abracei forte e sorri. Se surpreendeu com tanta felicidade de alguém tão duro.

 

-Bom dia! Quanta felicidade.- Sorriu ao me ver feliz.

 

-A tia da Mabel vai trazer ela para cá! Eu vou ver a minha filha!- Falei, alegre.

 

Ela comemorou comigo. Eu sabia que ainda era difícil para ela, mas ela me disse querer passar por isso comigo. Eu sabia que eu tinha apostado meu coração na garota certa! Esteve comigo nas minhas tristezas, puxou minha orelha quando eu vacilei, sorriu quando fiquei feliz e insistiu em me acompanhar em todos os momentos. Eu tinha total ciência de que qualquer outra garota em Louisburg não faria isso por mim. Me largaria ao saber de minha filha Angel, me faria mal entre outras coisas. Mas a minha garota, a boba com sotaque da Austrália, chegou e me fez feliz. E se fosse preciso, seria a mãe de minha filha.

 

Segurei seus ombros e olhei em seus olhos.

 

-Você é a garota certa pra mim, Yasmim.- Falei e ela sorriu. Me abraçou novamente e, depois de dias, minha alegria reacendeu.

 

- Uau, voltou a me amar? - brincou.

 

-Desde o primeiro dia!- A abracei mais forte.

 

-Bom dia, meu casal favorito!- Isadora chegou e jogou uma florzinha amarela em nossas cabeças. 

 

-Bom dia!- Respondemos. 

 

-Que dia feliz. Tô estranhando.- Rayne disse, com sua cara de mau-humorada novamente. 

 

-Eu vou ver minha filha.- eu disse, sorrindo.

 

-Seu viado! Parabéns! - Rayne me abraçou. 

 

-Quando vai vê-la?- Isadora perguntou. 

 

- Semana que vem.- respondi. 

 

Isadora Valerie Foster 

 

Ainda era difícil saber que Henrique tem uma filha. Ouvi boatos na época, mas imaginei que fossem mentira.

 

- Quero conhecer ela também.- sorri.

 

-Ela vai ficar aqui por cinco dias apenas.- Henrique nos disse.

 

- Melhor que nada.

 

Quebra de Tempo.

 

Eu me via sentada na sacada do meu quarto. Olhava as nuvenzinhas no céu. Uma parecia um dragão, outra uma ovelha.

 

Você realmente sabe o que faz, Camilla. Me aconselhou a menina certa.

 

Fechei os olhos e senti o vento refrescar meu rosto. Relaxei meu corpo e alma, conseguindo ouvir de algum lugar, a frase: É tudo pro seu bem.

 

Eu sabia que era ela, e conhecendo ela, eu sabia que estaria sempre por perto me apoiando no que fosse.

 

Peguei meu celular e desbloqueei a tela.

 

[Isadora]: Ei, Pietra

 

[Pietra]: Oi

 

[Isadora]: Te amo, obrigada por não desistir de mim.

 

[Pietra]: Eu te amo também! 

 

Nunca mais repetir o mesmo erro. Dar valor enquanto posso.

 

Rayne Ortega Alencar

 

Eu vi Isadora, sentada na varanda. Sorria, enquanto olhava para o celular. Provavelmente era Pietra a mandando alguma mensagem.

 

Eu ri baixo. Como sempre, uma bobona para essas coisas.

 

Me sentei do chão da minha varanda e li um livro por alguns minutos. O casal do livro dava seu primeiríssimo beijo.

 

Eu no fundo desejava o mesmo para mim. Minhas amigas tinham alguém, e como Mariah confirmou, eu não. 

 

Eu sempre usava para mim, o "joguinho do universo".

 

Eu pensava muito no que eu queria e idealizava isso. E com a força do pensamento, o universo me daria isso.

 

Me traga alguém bom. 

 

Me traga alguém bom. 

 

Me traga alguém bom. 

 

Me traga alguém bom. 

 

Me traga alguém bom. 

 

Eu, de olhos fechados, pedia isso.

 

-Se eu não te conhecesse, suspeitaria de loucura. Mas como conheço, tenho certeza.

 

Abri meus olhos e vi Thiago. Estava olhando para minha sacada.

 

-Vaza daqui, seu fedido.- ri, brincando.

 

-Posso entrar ou vou ter que bancar o príncipe da Rapunzel e subir pelos seus cabelos? - cruzou os braços e riu.

 

-Entra. Te espero na escada.- Falei e corri até as escadas.

 

Eu sabia que o universo nunca falha!

 

-E aí?- Disse, surgindo nas escadas.

 

As subiu e me abraçou, como se não me visse há meses.

 

-Oi, Thiago.- Falei, no fundo envergonhada.

 

-Vim te visitar, senti falta de alguém.- Sorriu e eu soquei seu ombro.

 

O levei para meu quarto e ele chegou se jogando na cama.

 

- Que bagunça, Rayne.- Riu.

 

-Palhaço. O que veio fazer aqui? Sentiu falta de apreciar minha beleza?- Brinquei.

 

-Também. Disso também. E também porque andamos afastados. Queria saber se estava tudo bem com você. Me preocupo com você, sei que é vulnerável para a tristeza mesmo sem parecer.- Sorriu e me sentei ao lado de seu corpo esparramado em minha cama.

 

-Senti sua falta também, mas paro de sentir quando você está com a Dafne.- Digo, me chateando ao pensar.

 

-Eu juro, isso é passado agora. Ela me faz mal demais.- Suspirou tristemente.

 

-Seu trouxa!- Ri de sua cara e ele fez cara de bravo.- Não posso falar nada, também sou trouxa. Não sou correspondida por quem quero.

 

Abaixei a cabeça.

 

-Ei, quem?- perguntou, provavelmente já sabendo ser ele mesmo.

 

-Ninguém não. - Fiz careta.

 

-Rayne Ortega, me conte. Por favor!- implorou.

 

-Não, Thiago Elias!- falei rindo.

 

-Te imploro! Te dou um presente se me contar!- Disse.

 

-Não!

 

-Sério, por favor.- Pediu.

 

-Não! Mesmo que ele me quisesse, eu o machucaria.- Suspirei, triste.

 

-Não tenho certeza.- Sorriu.

 

-Eu tenho.- falei.

 

Ficamos em silêncio. Pensei nisso tudo desde o começo e deixei uma lágrima cair. A limpei antes que algo acontecesse.

 

-Rayne, eu sei que seu melhor amigo é Henrique, mas você pode ter dois. - se sentou na cama e me abraçou.

 

CARALHO, VOCÊ SÓ ME CHATEIA!

 

-É.

 

-Ou até mais que um melhor amigo!- Disse.

 

-Um irmão?- Arqueei a sobrancelha.

 

-Amo quando você se faz de idiota. - Comentou e senti meu coração parar por uma fração de segundos.

 

Quebra de tempo.

 

-WE'RE GONNA BE ALRIGHT!- Cantei, com uma echarpe no pescoço e um óculos colorido de festa, fingindo que meu controle remoto era um microfone e que eu estava num show.

 

Thiago ria feito criança me vendo performar.

 

-Credo, você está ofegante!- Riu ainda mais.

 

-Acha que vida de cantora é só fotos bonitas e milhões no banco?- Pus as mãos na cintura.

 

Riu novamente. O melhor riso.

 

-CARALHO, está muito tarde!- Olhou para o relógio. 19h30.

 

-Dorme aqui, oras.- Pedi como se não fosse nada demais.

 

-Sua mãe deixaria?- Arqueou a sobrancelha.

 

-Se eu disser que você é gay, sim. Você já tem a cara.- Ri e ele me olhou sério.

 

-Um dia te mostro quem é o gay.- Revidou e eu ironizei, fingindo me impressionar.

 

-Pergunta pra sua mãe se você pode dormir aqui.

 

Depois de um tempo em ligação (dizendo para sua mãe que eu sou lésbica), ele fez sinal dizendo que ela permitiu.

 

-Ela vai me trazer umas roupas aqui depois.- Disse quando terminou a ligação.

 

-Bate aí!- Levantei a mão e ele correspondeu.

 

Depois de duas horas, jantamos macarrão instantâneo, afinal minha mãe sairia de casa para um compromisso e Atria estava na casa da "amiguinha".

 

-O de carne é horroroso.- Falei para ele, enquanto ele cozinhava o dele.

 

-Meu pau. Falando em pau, deixa que eu arrumo a mesa.- Disse.

 

-O que tem a ver?- Perguntei.

 

-Nada.- Sorriu.

 

Colocou uma toalha branca na mesa e procurou um castiçal. Eu nem falei onde eram as coisas, ele apenas achou por conta própria. Catou em gavetas as velas e as pôs acesas no castiçal.

 

Colocou duas taças de vidro na mesa e ajeitou dois pratos com talheres na mesa, junto aos guardanapos. Pegou um suco de uva na geladeira e nos serviu antes de tudo, fingindo ser vinho.

 

-Uau, um jantar romântico surpresa! Nem me arrumei.- Sorri.

 

-Tá linda assim mesmo.- Riu.

 

Puxou a cadeira onde eu sentaria e disse:

 

-Senta, eu termino pra nós.

 

-O que você aprontou?

 

-Nada! Você reclama do meu jeito e quando eu mudo você reclama.- disse e eu ri.

 

-Desculpa, desculpa.

 

Quando terminou, pôs minha parte em meu prato, fazendo o mesmo com a dele. Me entregou o tempero e o pus na comida.

 

Levantou sua taça com "vinho" e disse:

 

-Ao nosso macarrão instantâneo!

 

Brindei com ele. Rimos.

 

-Parece cena de filme!- Ri.

 

-Está quase perfeito.- Disse.

 

-O que falta, caro Thiago?- perguntei.

 

-Seu beijo.


Notas Finais


UAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI
VAI YAAAAAAAAAAAS


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