História Dark Secret (CHANBAEK) - Capítulo 13


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Categorias EXO, SHINee
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Jonghyun Kim, Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Min-seok (Xiumin), Minho Choi, Park Chan-yeol (Chanyeol), Taemin Lee, Zhang Yixing (Lay)
Tags Baekhyun, Byun Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Choi Minho, Jonghyun, Kim Jonghyun, Kim Jongin, Lee Taemin, Lgbt, Minho, Park Chanyeol, Shinee, Taekai, Taemin, Zhang Yixing
Visualizações 51
Palavras 1.746
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Treze


Chanyeol saiu do banheiro após alguns minutos. Ele havia aproveitado para passar no chuveiro e colocar uma roupa limpa. Após sair, notou que o vampiro não estava mais no quarto. Onde ele está?, pensou consigo mesmo. O loiro notou que seu celular estava em cima da cama, com a tela aberta numa mensagem que Elena enviara a ele.

Estava mais do que claro o que havia se passado ali. Baekhyun havia pego o celular dele, lido a mensagem que a secretária deixara a ele e respondido em seu nome. Àquela altura, o ruivo já devia estar discutindo com a mulher na rua da empresa.

— Preciso ir atrás dele!

Chan entrou no carro e dirigiu até a empresa. O carro de Byun estava parado em frente a um beco sem saída. Seria tarde demais? 

O loiro desceu apressadamente do veículo. Baekhyun estava diante da mulher e segurava-a pelo colarinho da blusa. Os olhos dele eram ameaçadores e assustadores. A mulher se debatia, tentando sair. 

— Escute bem o que eu vou te dizer, - o vampiro começou em um tom sádico e ameaçador - se eu souber que você encostou um dedo sequer no meu namorado, não hesitarei em sugar todo o seu delicioso sangue até que você empalideça e morra, está me entendendo? 

— P-por favor...m-me solte...

— Ora, ora, agora está com medo? Na hora de dar em cima de Chanyeol você não mediu as consequências, não é mesmo? - a voz de Byun estava impregnada de cinismo e de raiva.

Ele, então, aproximou-se do pescoço da mulher e fincou as presas, sugando com rapidez o sangue da mesma. Chanyeol correu até ele e o empurrou com toda a força que pôde, fazendo com que o vampiro caísse no chão, soltando a vítima. 

— Seu louco! Ela não fez nada! - Chanyeol gritou enquanto pegava a mulher quase desacordada nos braços. O seu rosto estava sem cor e era nítido que ela estava com uma anemia causada pela grande perda de sangue.

— Ah, Chanyeol, esse não é nem o começo da minha loucura! 

O ruivo saiu do beco à passos largos. Os olhos semi-cerrados e frios davam notas da falta de compaixão que agora habitava o seu coração. Aquela mensagem havia sido como um tapa na cara e Byun sentia a raiva consumir cada centímetro de seu ser, até se apossar totalmente de si. E ele estava a fim de descontá-la...

Park pegou a moça no colo, a colocou dentro do veículo e dirigiu rapidamente até o hospital. De vez em quando, olhava pelo espelho para averiguar se ela estava bem e se estava consciente ainda. Pobre Elena! Nada havia feito para merecer tal destino! Os dois mal se conheciam e não eram nada um do outro. Jamais haviam tido um caso. Byun havia passado dos limites!

— Aguente firme! Vou te levar até o pronto-socorro!

A morena sentia uma fraqueza muito grande, sua visão estava turva e uma tontura forte a deixava desnorteada. Pior do que isso, estava traumatizada com o que vivenciara: um rapaz muito semelhante a um vampiro havia mordido o seu pescoço. 

( . . . )

Park estacionou em frente à entrada do pronto-socorro. Ele desce do automóvel, segura a mulher nos braços fortes e entra correndo pelas portas dos fundos.

— Preciso de ajuda! Rápido! A moça perdeu muito sangue! Ela vai desmaiar!

— Acalme-se, rapaz! - uma enfermeira se aproxima dos dois e deita a jovem numa das macas - Vamos precisar de uma transfusão de sangue! Vou chamar o médio!

A enfermeira, que não aparentava ter mais do que 25 anos, chamou outra para ficar em seu lugar enquanto procurava por um clínico geral. Chan não conseguiu se sentar. A ansiedade o deixava elétrico, agitado. Tudo havia acontecido de forma tão rápida e repentina! Jamais supôs que Byun seria capaz disso um dia. Aquele não era o Baekhyun que ele conhecia.

Elena estava desacordada. Precisava urgentemente de uma bolsa de sangue.

— O doutor irá examiná-la. - a enfermeira retorna, seguida por um médico alto, esbelto e que aparentava ser ainda jovem.

Ele escutou os batimentos cardíacos da jovem, colocando um aparelho para controlar a sua pressão arterial e os seus batimentos cardíacos. Após isso, um enfermeiro traz uma bolsa de sangue, que o médico conecta à jovem por meio de um cano transparente. O sangue vermelho, grosso e escuro, começa a ser passado pelo cabo, chegando até Elena.

Aos poucos, a face da moça começa a ganhar cor e vida e os seus batimentos cardíacos retornam ao ritmo normal e ficam estáveis.

— Vamos colocar uma bolsa primeiro. Se não resolver, colocaremos mais uma.

— Certo! - o loiro assentiu com a cabeça - Vai dar tudo certo... - disse para a moça, mesmo sabendo que ela não o estava ouvindo.

O médico não saiu de perto da maca. Estava curioso com a marca no pescoço de Elena. Parecia uma mordida, mas muito, muito profunda.

— Quem fez isso com ela? Essa mordida não pode ter sido feita por um homem, é muito mais profunda! Ninguém possui dentes tão afiados para fazer um estrago desses!

Chan ficou atônito. Não podia dizer quem a havia feito, caso contrário, poderia mandar Byun para a prisão. Eles não deixariam um vampiro solto por aí, afinal de contas, ele poderia colocar mais vidas em risco.

— Eu e ela somos amigos de trabalho! Estávamos passando a noite numa chácara junto com outros colegas! Creio que tenha sido algumas sanguessugas! Infelizmente, o lugar fica longe do hospital....

Lucas, o clínico, sabia que aquela marca só poderia ter sido feita por dentes afiados. Não desconhecia o fato de que existiam vampiros soltos pela cidade, muitas vezes se passando por pessoas normais, porém fingiu acreditar naquelas palavras.

— Ah, sim! Foi o que eu imaginei! Creio que ela ficará melhor após essa transfusão. Poderá ir para casa após fazer um exame de sangue para nos certificarmos de que ela não está com anemia.

— Certo! 

Após mais ou menos 50 minutos, Elena despertou. A transfusão já havia terminado. 

— O que aconteceu?

— Você desmaiou minutos depois que o meu namorado discutiu com você, creio que tenha ficado muito nervosa!

— Ah...

Elena, entretanto, não acreditou totalmente nas palavras do loiro. Em sua cabeça, Byun a havia mordido e a deixado inconsciente. Se recordava brevemente do homem ter atacado o seu pescoço com os dentes afiados. Podia ser só a sua imaginação, todavia, a sua intuição lhe dizia que aquilo havia de fato ocorrido.

— Eu pensei que tinha sido o seu namo... - Chanyeol a calou antes que ela pudesse concluir a fala.

— Shh...por favor, mantenha sigilo! Se alguém souber, ele irá direto para a prisão! 

Ela arregalou os lindos olhos verdes.

— Então ele é mesmo um...vampiro?

— Uhum! Ninguém pode saber disso, entendeu? Vai ser o nosso segredo!

— Ok! Pode deixar! Só não quero mais vê-lo nunca mais na minha vida! Eu poderia ter morrido, Chanyeol, tem noção disso?

— Tenho! Eu jamais pensei que ele fosse agir assim, Elena, eu juro! Ele sempre teve esse problema e sempre se conteve! Já chegou a ferir muitas pessoas, isso é verdade, mas decidiu parar com isso. Ele estava há mais de 3 anos sem atacar ninguém.

— Nossa, ele é bem perigoso! Como você consegue conviver com ele sem sentir medo?

Ambos pararam de conversar, pois a enfermeira se aproximou deles.

— Moça, vou coletar um pouco de sangue para realizar o exame, certo?

— Sim!

A enfermeira espetou o braço da morena, coletando um pouco de sangue. 

( . . . )

O exame demorou 40 minutos para ficar pronto. O doutor Lucas caminhou até os dois com os resultados na mão.

— Os níveis de glóbulos brancos e vermelhos estão "ok" e você não está mais com anemia graças à transfusão! Está liberada, pode ir para casa.

Elena abriu um sorriso.

— Obrigada, doutor! - ela olhou o loiro - Vamos indo, Chanyeol?

— Vamos! Obrigado, doutor!

Os jovens saíram do hospital e entraram no carro. Park dirigiu até a residência da garota. Ela desceu do carro e o olhou com carinho.

— Obrigada por tudo! - a moça deu um beijo na bochecha dele, o que o fez corar de vergonha.

— De nada! - ele disse algo sem jeito - Melhoras...

Chan esperou a garota entrar. Após isso, retornou para casa. O dia havia sido extremamente exaustivo. E o pior era que ele não fazia ideia de onde Baekhyun poderia estar. E se o vampiro estivesse fazendo novas vítimas? Isso assustava o loiro! Temia as terríveis consequências que a imprudência do ruivo poderia causar.

( . . . )

Byun sentia o seu sangue ferver nas veias. A cabeça pulsava de dor e as suas mãos tremiam. Apesar de estar consciente, os seus instintos eram mais fortes do que a razão nesse momento. O vampiro não se importava em ter machucado a mulher pois, ao seu ver, ela quem estava errada por ter tentado conquistar Chanyeol. Apesar de ele ter dito que ela era inocente, Baek havia lido a mensagem e sabia que aquelas palavras não seriam ditas a um simples amigo.

O vampiro andou um pouco mais e avistou uma mulher loira andando pela calçada do lado esquerdo da rua. Então, ágil e silencioso como um tigre, ele se aproximou dela e a agarrou com força nos braços. Em seguida, aproximou-se mais de seu pescoço e sugou uma grande quantidade de sangue. Tudo aconteceu tão rápido que a mulher nem sequer havia tido tempo para gritar pedindo socorro.

A vítima desmaiou e Byun a colocou no chão, limpando a boca com as costas da mão. Havia pouquíssimos carros e pessoas na rua. Ninguém tivera tempo de processar o que estava acontecendo, uma vez que ele havia sido muito ágil e preciso.

De alguma forma, beber sangue relaxava Baekhyun. Parecia que esse era o único jeito de aliviar toda a raiva e indignação que apertava o seu peito. A traição era uma dor grande demais para ele aguentar. Algo em seu ser lhe dizia que aquilo não era certo, mas o impulsivo rapaz já estava fora de si novamente...novamente os seus sentimentos haviam falado mais alto e ele ainda se arrependeria amargamente de seus feitos.

Quanto mais sangue ele tomava, mais sangue ele desejava. O desejo era absurdo e, novamente, ele se deixou vencer pela tentação, abordando um rapaz alto de cabelos castanhos e mordendo com ferocidade e impulsividade o seu pescoço, bebendo o máximo de sangue que conseguia. Dessa vez, Byun teve que tampar a boca do homem para que esse não gritasse por ajuda. 

A noite estava apenas começando...



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