História Dark Secret (CHANBAEK) - Capítulo 15


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Categorias EXO, SHINee
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Min-seok (Xiumin), Minho Choi, Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Taemin Lee, Zhang Yixing (Lay)
Tags Baekhyun, Byun Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Choi Minho, Jonghyun, Kim Jonghyun, Kim Jongin, Lee Taemin, Lgbt, Minho, Park Chanyeol, Shinee, Taekai, Taemin, Zhang Yixing
Visualizações 62
Palavras 1.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Quinze


Baekhyun e Chan foram interrompidos pelo barulho da porta abrindo. Lily, a mãe de Baek, aparece na abertura.

— Desculpe interrompê-los... - ela diz um pouco envergonhada, afinal eles estavam se beijando segundos atrás - filho, eu encontrei no meu livro um feitiço para que as suas presas e os olhos avermelhados sumam. Infelizmente, o feitiço que você fez não pode ser totalmente desfeito, então, apesar de essas características físicas desaparecerem, os seus instintos e sentimentos continuarão aflorados e intensos. - ela fez uma breve pausa - Você precisa parecer um humano! A polícia está entrando em todas as casas das redondezas à procura do suspeito! A nossa doença é muito conhecida e os policiais sabem que há um vampiro à solta. Portanto, quero que você possa ficar camuflado para que passe despercebido! 

— Está certo, mãe, acho que é o mais sensato a se fazer! Além do mais, é muito ruim ir ao trabalho com essas presas! Eu passo os dias temendo que alguém as veja, sabe? Muito obrigado, mãe, de verdade! - Byun fez uma pausa - Kai já sabe? Afinal, ele foi a causa disso tudo!

— Sim, já falei com ele! Eu e ele tivemos uma conversa séria quando ele voltou machucado...ele contou sobre a briga que vocês tiveram e disse que você não teve culpa! Ele chorou muito e acho que está arrependido, mas de qualquer forma, eu lhe dei uma bela bronca! Só quem sofre com essas transformações sabe o quão dolorosas elas podem ser...não fisicamente, mas, enfim, você sabe! 

— Uhum...eu nem falei "oi" para ele hoje! Me nego a olhá-lo no rosto novamente! Ele perdeu a minha confiança e não a terá de volta!

— Entendo e você está certo! De qualquer forma, filho, vamos lá para o terraço! Esse feitiço é realizado de manhã ou de tarde, então a hora é agora! Eu o fiz uma vez e agora ninguém desconfia mais de mim! Aprendi a domar os meus impulsos e vivo muito bem!

— É mesmo...eu vou me policiar mais! Não posso perder a cabeça novamente...o estrago que causei foi imenso! Machuquei muitas pessoas e me arrependo amargamente!

— Sim, é necessário! E o pior é que não te colocarão na cadeia! Há uma espécie de reformatório que abriga vampiros que já causaram algum mal para a sociedade. Se descobrirem que foi você quem causou isso tudo, com toda certeza irá parar lá! Mas sem as presas e os olhos avermelhados, eles não terão provas para condená-lo! - ela olhou Chanyeol - Pode ficar aqui dentro se quiser, Chanyeol! Voltamos rápido! 

— Está bem, dona...?

— Lily!

— Lily! - ele repetiu - Obrigado! - Chan sentou-se na beirada da cama do ruivo.

Byun e a mãe se retiraram para o terraço do apartamento com tudo o que precisavam. Agora, o feitiço marcaria uma nova época de sua vida. Para realizá-lo, era necessário pingar algumas gotas de seu sangue numa folha de árvore e repetir algumas palavras em latim, deixando a folha no chão.

Assim que os procedimentos foram adequadamente realizados, Baekhyun correu para dentro e se olhou no espelho do banheiro. Um imenso sorriso de satisfação surgiu em seus lábios ao não ver as presas. Os olhos já haviam voltado à sua coloração castanha natural. 

— Deu certo, mãe! - o rapaz abraçou a mãe com tanta força que ela quase perdeu o fôlego.

— Que bom, meu filho! Estou feliz que agora você poderá levar uma vida normal ao lado de Chan! - os olhos dela tremulavam de alegria e de comoção.

— Eu também! Chanyeol ficará tão feliz! Eu irei aprender a me controlar! Tenho que fazer isso por Chanyeol, por nós dois!

— Isso mesmo, meu querido!

Ao ouvir os risos animados, Chan saiu do quarto de Baekhyun e foi até a sala, indo direto até o amado e abraçando-o com força.

— Então quer dizer que deu certo? Isso já é metade do caminho, Byun! Agora só falta controlar os seus instintos e então você será praticamente um humano de novo! - o loiro sorria tanto que sentia suas bochechas doerem.

— Eu vou conseguir, Channy, e você ficará orgulhoso de mim! - ele olhou Lily e sorriu - Obrigado, mãe! Sem você nada disso seria possível!

— De nada, meu Byun! Fico muito feliz que tenha dado certo!

— Acho que agora vou voltar para casa! Chanyeol, você vem comigo?

— Só se for agora! - todos riram.

O ruivo e Park se despediram dos pais de Baek, entretanto, apenas Chanyeol se despediu de Kai. Byun preferia manter certa distância deste, já que ele já o havia enganado diversas vezes.

Ao chegar na casa do ruivo, os dois deitaram no sofá e ligaram a televisão. Eles estavam dispostos a relaxar e a ver um bom filme juntos. Sentiam-se sortudos por metade do problema ter sido resolvido. A outra metade dependia unicamente de Byun.

Park o deitou em seu peito, envolvendo-o com os braços. Ambos passaram a tarde assistindo televisão juntos e aproveitando a companhia um do outro.

( . . . )

Anoiteceu. Elena estava jantando com a sua família em seu espaçoso sobrado quando, subitamente, o som da campainha ecoa por todos os cômodos. Sem mais delongas, a esguia mulher se levanta da mesa de jantar e caminha em direção à porta. Seria a polícia? A garota de olhos esverdeados havia assistido o jornal, sabia que eles estavam atrás de um vampiro e ela sabia exatamente o nome do sujeito e quem ele era: Byun Baekhyun.

— Pois não? - ao abrir a porta, a jovem se depara com um sujeito alto e uniformizado.

— Boa noite, senhorita! Gostaria que respondesse algumas questões. - o policial era um homem moreno, musculoso e de aproximadamente 27 anos de idade, sua voz era masculina e harmoniosa.

— Claro! Do que se trata?

— Recebemos diversas denúncias a respeito de um vampiro ou de uma vampira, não sabemos ao certo quem é o sujeito! Tudo o que sabemos é que muitas pessoas foram atacadas aqui, no bairro em que você mora! 

— Ah, sim! A propósito, fui uma das vítimas desse vampiro.

O policial coçou o queixo. Parecia pensativo.

— Sim! Entendo. Estamos passando de casa em casa para conseguir mais informações, mas não temos muitas informações a respeito do sujeito até agora. Por favor, deixe-me entrar! Conversaremos mais profundamente sobre o assunto.

— Entre.

Os dois se sentam num dos sofás da sala. O sujeito retira um bloco de notas com uma caneta do bolso do uniforme.

— Como era o rapaz que a atacou?

— Ele era de estatura mediana, olhos vermelhos e pequenos, cabelos ruivos com alguns fios pretos! Sei também o nome dele.

Essa fala fez com que o homem arregalasse os olhos.

— Sabe? Pode dizer! Diga tudo o que sabe! - ele anotava rapidamente tudo o que Elena lhe dizia.

— Byun Baekhyun...

— Como descobriu o nome dele?

— Fácil! Trabalho junto com o namorado dele, Park Chanyeol, numa agência de publicidade! Esse vampiro me atacou porque sentiu ciúmes de mim e de Park! Mas nós não temos nada, nunca saímos juntos e eu o conheci na sexta-feira!

— Entendi! Saberia me dizer onde Baekhyun mora?

— Infelizmente, não sei onde ele mora! Mas posso vasculhar os arquivos de Chan na agência e trazer para você o endereço dele, assim ficará bem mais fácil prender Byun caso saiba onde o namorado dele mora, já que estão sempre juntos.

— De fato! Se puder fazer isso por nós...não iremos obrigá-la a nada, pois podemos conseguir esse endereço de outra forma!

Elena queria ajudar. Quanto mais cedo a polícia encontrasse Baekhyun e o prendesse, melhor seria para ela. A garota teria mais espaço e mais liberdade para conquistar o coração de Park. Desde o momento em que seus olhos encontraram os de Chan, ela não pensava em mais nada a não ser em conquista-lo, entretanto Baek era um empecilho, estendia-se entre os dois como uma muralha. A jovem precisava se livrar do ruivo, não importava como.

— Não! Eu faço sim, sou a secretária da agência, logo tenho acesso a todos os papéis. Jonghyun, o dono da agência, sempre deixa uma das chaves da sala de arquivos comigo!

— Ótimo! Contaremos com o seu auxílio! Segunda-feira, após o seu turno, apareça na delegacia e procure por mim! Meu nome é Minho, Choi Minho, para ser mais específico.

— Está certo, senhor! Levarei os papéis sem falta!

O moreno alto ergueu-se do sofá e retirou-se da residência onde a jovem vivia. A mente de Elena fantasiava com antecedência os momentos que passaria ao lado do loiro. Finalmente havia surgido uma oportunidade para que ela conseguisse se livrar de uma vez por todas do ruivo. Dentro de poucos dias, Chanyeol seria seu, apenas seu.

( . . . )

Era uma manhã de segunda-feira. O despertador do loiro tocou, emitindo um ruído desagradável e alto. O rapaz desligou o relógio, ergueu-se da cama e colocou a sua roupa social. Ele desceu rapidamente as escadas, caminhou em direção à cozinha e devorou um pedaço de pão.

Zhang já havia saído para o trabalho. Chanyeol entrou no carro e dirigiu até a agência onde trabalhava. Ao adentrar a companhia, notou que Jonghyun e Elena conversavam no andar principal.

— Preciso das chaves da sala dos arquivos! - a garota dizia em tom baixo.

— Certo! Mas por que? - ele franziu o cenho.

— É que deixei uns papéis lá acidentalmente!

— Ok! Aqui está! Mas devolva logo! 

Kim Jonghyun jogou o molho de chaves na direção da mulher.

— Obrigada!

Porém, quando Elena estava prestes a adentrar a sala onde se encontravam os documentos e arquivos, Park a barrou, impedindo-a de entrar.

— O que pretende fazer aqui? - ele cruzou os braços. O seu semblante estava mais sério do que nunca e os seus olhos eram indagadores - Aqui contém apenas informações dos funcionários, por que precisa dessas informações?

— Eu esqueci uns papéis aqui por engano! Preciso pegá-los antes que o Mark chegue e peça por eles!

— O que está acontecendo aqui? - Jonghyun interveio.

— Nada..só perguntei 'pra Elena o que ela queria na sala dos arquivos...

— Ah! Mas pode deixá-la entrar, Chan! Ela esqueceu os documentos de Mark lá dentro.

— Certo, chefe! - Chan se afastou da porta e a morena adentrou o cômodo, fechando a porta logo em seguida.



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