História Dark Secret (CHANBAEK) - Capítulo 16


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Categorias EXO, SHINee
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Jonghyun Kim, Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Min-seok (Xiumin), Minho Choi, Park Chan-yeol (Chanyeol), Taemin Lee, Zhang Yixing (Lay)
Tags Baekhyun, Byun Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Choi Minho, Jonghyun, Kim Jonghyun, Kim Jongin, Lee Taemin, Lgbt, Minho, Park Chanyeol, Shinee, Taekai, Taemin, Zhang Yixing
Visualizações 66
Palavras 1.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Dezesseis


A jovem vasculhou rapidamente as gavetas, procurando avidamente pelos arquivos do loiro. Por sorte, a gaveta de Park era uma das primeiras. Ela a abriu, retirando a ficha do rapaz, que continha todos os dados pessoais do mesmo, incluindo o telefone, o RG e o endereço. 

Elena retirou o celular do bolso e fotografou a página onde estava escrito o endereço da residência de Chan. Após isso, fingiu pegar alguns papéis e saiu da sala.

— Encontrei os papéis. - mentiu.

Jonghyun sorriu.

— Ótimo! Agora tranque a porta e, por favor, devolva as chaves...

— Sem problemas! - ela trancou a porta da sala e entregou as chaves na mão de seu superior.

( . . . )

Chanyeol estava em sua sala trabalhando em um novo projeto para uma perfumaria. Milhares de coisas cruzavam a mente agitada e superexcitada do rapaz. O que Elena estaria fazendo na sala de arquivos?

Na noite daquela sexta-feira, ele a havia levado até o hospital e era assim que ela o estava retribuindo? Vasculhando, possivelmente, as suas coisas para saber mais sobre Byun?

Chan não era nenhum tolo. Sabia muito bem que a moça estava prestes a entregar o ruivo para a polícia. Como ele sabia disso? Bem, era simples, ele sentia os olhares que ela dirigia a ele e sabia que ela estava interessada nele. Era um pouco óbvio, na verdade. Estava mais do que claro que a jovem queria destruir o relacionamento de Byun e de Park para conseguir conquistá-lo.

— Deve ser coisa da minha cabeça! Elena não tem nada a ver com isso... - dizia o loiro para si próprio, tentando iludir-se. 

Talvez fosse tudo uma criação de sua mente. Ele estava tão paranoico com a ideia de Baek ser levado para o reformatório de vampiros, que começara a criar coisas. Além do mais, a polícia não possuiria provas, uma vez que o ruivo estava agora sem as suas presas e sem os seus olhos avermelhados.

Se Baekhyun domasse bem os seus impulsos na frente do delegado, estaria tudo certo. Caso a morena quisesse mesmo entregá-lo à polícia, não obteria êxito, graças ao feitiço feito por Lily.

( . . . )

Elena saiu do trabalho e entrou no carro. A moça dirigiu até a central da delegacia, desceu do carro discretamente e adentrou rapidamente o local. 

Minho estava de pé, conversando com uma das sentinelas da central. Ao ver a moça se aproximando, parou abruptamente a conversa e se dirigiu até ela.

— Boa tarde! Trouxe o que prometeu? - ele sorriu. Aquele era um dos sorrisos mais belos que ela já vira.

— Boa tarde, eu trouxe sim, entretanto preferi tirar uma foto. Se Jonghyun descobrisse que um dos arquivos desapareceu, não iria sossegar até descobrir quem havia feito isso! E eu não quero, de maneira alguma, ser demitida...

— Esperta! Simplifica o nosso trabalho! Deixe-me ver!

Ela entregou o celular nas mãos do moreno, que analisou atentamente a foto e anotou o endereço em seu famoso bloquinho.

— Obrigado! - ele devolveu o celular a ela.

— De nada, senhor Minho! Isso facilita as coisas?

— Sim! Hoje mesmo aparecerei na residência de Chanyeol.

— Certo. Byun provavelmente estará lá! Eles costumam se ver logo após o expediente. 

— Hmm...ok! Bom, obrigado pela ajuda! Já pode voltar 'pra casa!

— Ok! Vou indo!

( . . . )

Chan voltou do trabalho e foi para a cozinha. Lay não estava em casa, havia saído com uma garota. Essa era a oportunidade perfeita para convidar o ruivo para passar a noite com ele. Por esse motivo, havia enviado uma mensagem de voz para o amado, chamando-o para ir visitá-lo.

Chanyeol pensou em surpreender o vampiro. Gostaria de ele mesmo cozinhar algo para eles comerem. Infelizmente, ele não possuía muita habilidade na cozinha, mas nada que o Google não pudesse resolver. O loiro abriu a guia da internet e pesquisou uma receita simples de pizza. Por sorte, possuía todos os ingredientes requeridos para executar o prato.

Park preparou e abriu a massa, fatiou os tomates, preparou o molho e também o recheio. Dentro de poucos minutos, a pizza já estava no forno. A campainha tocou. O loiro abriu a porta e recebeu Baekhyun com um sorriso a desabrochar nos lábios.

— Baek! Entre! Eu decidi fazer o nosso jantar hoje!

Byun deu um selinho nos lábios do amado e sorriu com malícia.

— Mesmo? Achei que você seria o meu prato principal de hoje! - ele riu e adentrou a casa do namorado - Hmm, que cheiro bom! Não coloquei muita fé no que você disse, mas agora vejo que você sabe cozinhar, sim! - Byun sentou-se numa das banquetas da bancada e apoiou a face numa das mãos.

Chanyeol riu e a sua face enrubesceu de leve com a fala do outro.

— E serei, mas mais tarde! - ele riu - Já deve ter assado o suficiente!

O loiro retirou a pizza do forno, colocando-a sobre a bancada. O rapaz pegou o cortador de pizza e serviu um pedaço para cada um deles.

— Pronto! Espero que tenha ficado bom. Eu me esforcei, pense nisso!

— Vou levar isso em conta, jovem aprendiz de culinária! - os dois riram.

Byun saboreou um pedaço da pizza e os seus olhos se arregalaram.

— Hmm, nossa, como uma simples pizza pode ficar tão boa? Você me surpreendeu! Agora me senti até mal por não saber fazer absolutamente nada na cozinha! - o ruivo riu - Eu já consegui queimar um ovo frito! Ele virou carvão!

Chan não conseguiu conter o riso.

— Sério? Você já queimou um ovo frito? Ah, valeu, Baek! Eu também não cozinho nada, quem cozinhou hoje foi o Google! O masterchef da casa é o Yixing, mas ele saiu então tive que me virar.

O ruivo riu muito.

— O masterchef da casa! Ai, ai! Essa foi ótima! Lá em casa eu só compro marmita! Tem dias que eu sinto vontade de fazer uma janta, mas nunca fica bom! Já tentei pegar receitas no Google, já tentei copiar as receitas de um livro, mas nada funciona! Talvez com você me ensinando seja diferente, vai saber! - o ruivo piscou - A fala soou dúbia, mas não falei com duplo sentido, eu juro! - ele levantou a mão direita.

— Ah, entendi! Não fica bom nem com tutorial? Nossa! E eu pensando que cozinhava mal! - o loiro riu - Posso te ensinar sim, posso te ensinar várias coisas, caso queria! - ele sorriu maliciosamente.

— Não! Nem com reza braba! - Byun riu com malícia - Hmm...quero aprender tudo! Sou um aluno muito aplicado mas eu só aprendo na prática, tem algum problema? 

— Nenhum! - Park sorriu, malicioso - O melhor modo de se aprender é na prática, Byun! Isso se aplica a tudo...

Nesse ínterim, Minho procurava avidamente o endereço de Chan. Ao encontrar a habitação dele, ele desceu de seu veículo policial e apertou a campainha. 

— Convidou mais alguém? - perguntou o ruivo.

— Não! 

O loiro foi até a sala e abriu temerosamente a porta.

— Pois não, senhor policial.

— Procuro um sujeito conhecido como Byun Baekhyun! Ele está?

— Ah, está sim! - Chan fez um sinal para que Byun se aproximasse da porta.

Chanyeol sabia que quanto mais relutasse em deixar o policial entrar ou ver Baek, mais ele suspeitaria dele e de seu namorado. Era mais fácil entregar de uma vez os pontos do que ficar se esquivando e arrumando desculpas esfarrapadas e inoportunas. Eles precisavam agir da maneira mais natural possível.

— Olá, Byun! Eu sou Choi Minho, sou policial! Gostaria de fazer uma leve inspeção no senhor. Podemos entrar?

— Claro! - Baek retrucou de prontidão, como se não tivesse nada a esconder.

Os três entraram e o policial começou a examinar as presas e os olhos do vampiro atentamente com uma pequena lanterna de bolso.

— Certo! Você não tem presas e nem olhos avermelhados!

Baekhyun não pôde conter o riso.

— Mas é claro que não! Sou um humano normal, meu senhor!

— Sim, eu sei! É que recebemos uma denúncia dizendo que você atacou uma mulher na rua...

— Isso é mentira, policial! Eu e ela estávamos apenas discutindo! Eu jamais machuquei ninguém, não sou um vampiro, ao contrário do que pensa!

— De fato, não aparenta ser um vampiro! Entretanto... - ele começou a caminhar pela sala, a sua postura imponente era capaz de amedrontar até a pessoa mais corajosa - há uma síndrome extremamente rara que faz com que a pessoa apenas se transforme em vampiro quando está dominada por emoções muito intensas! Você pode não estar transformado agora, mas pode se transformar quando se sentir muito irritado, ansioso ou qualquer outra coisa do gênero. Já ouvi falar nesse gene e ele é raro, mas existe.

Chanyeol engoliu seco e Byun escondeu as mãos trêmulas por trás das costas. Por sorte, nada do que Minho fizesse faria com que as presas ou os olhos avermelhados retornassem. 

— O que o senhor irá fazer? - Chan questionou, algo apreensivo.

— Irei provocar a ira dele! - Choi olhou fundo nos olhos do vampiro - Saiba que não tenho nada contra você, Byun! Apenas quero ter certeza, entende? Não posso deixar um vampiro à solta por aí, pois isso é extremamente perigoso e ele pode fazer mais vítimas no futuro caso carregue esse gene! Além do mais, se eu não encontrar o responsável, perderei o meu emprego.

— Claro! Compreendo! - Baekhyun tentava manter a ansiedade sob controle - Fique à vontade! - disse com aparente tranquilidade.

Minho socou com toda a força a face do vampiro, que se desequilibrou e caiu no chão. A raiva passou a dominar o seu ser. O seu sangue ferveu novamente e ele teve ímpetos de enforcar aquele sujeito, mas conteve-se e não reagiu, apenas cobriu o olho roxo com uma das mãos.

— É...você não reagiu! Melhor, as presas não surgiram, isso é sinal de que não carrega o gene! Com certeza há uma emoção forte dominando a sua alma nesse exato momento...pode ser raiva, indignação, ansiedade, medo...ou você está se sentindo extremamente confuso! Uma coisa é certa: há uma emoção muito forte e profunda dominando a sua mente agora e você não apresentou qualquer característica física de um vampiro! Muito bem, Baek, agora sei que aquela mulher estava mentindo! Sinto muito por isso! Só gostaria de ter certeza de que você não se tornaria um vampiro. Elena terá que se explicar. 

Chan ficou perplexo. Jamais supôs que um policial um dia pudesse agredir um homem que nada havia feito para merecer aquilo. Entretanto, no âmago de seu ser, sabia que Minho estava certo. O único modo de provar que o ruivo não carregava o gene era testando-o.

Afinal, as características, na maioria das vezes, só apareciam quando o sujeito experimentava emoções muito intensas, como ódio ou paixão. Essa era a única maneira de descobrir se ele era um vampiro em potencial. 

Minho retirou-se sem dizer mais nada. Estava convicto de que Elena havia mentido por ciúmes. Estava convicto de que a mulher queria se livrar de Byun e de que o ruivo não tinha nada a ver com a história. Felizmente, para a sorte dos dois, ele estava errado.

 



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