História Dark Side - Interativa - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Assassinato, Conspiração, Crime, Drama, Interativa, Romance, Suspense, Suspense Policial
Visualizações 252
Palavras 1.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


E pra comemorar os + 100 favoritos resolvi postar um capítulo especial!!

Gostaria de aproveitar a oportunidade e agradecer a todos que apoiam meu trabalho e, principalmente, esta fic.
Sintam-se abraçados por mim, chuchus ^^
Qualquer dúvida que tiverem ou ajuda/sugestão que necessitem, podem entrar em contato comigo via MP que estou à disposição.

Capítulo 2 - O dia promete! (Extra)


Fanfic / Fanfiction Dark Side - Interativa - Capítulo 2 - O dia promete! (Extra)

~ Flashback ~

 

15 horas antes do atentado

 

“Bom dia caros ouvintes. Mais um dia agitado na cidade de Nova Iorque. Esta é com certeza a primavera mais florida e também mais quente que a cidade usufrui nos últimos dez anos. Vamos aproveitar o clima, pois o dia promete!”

 

― Com certeza promete!

O tom de voz sarcástico da agente Redfield entregava a ironia de suas palavras.

Em seguida, Jill muda a estação de rádio enquanto seguia dirigindo pela quinta avenida. Pode-se afirmar que ela não é uma daquelas pessoas que acorda de bom humor e sai distribuindo mensagens de otimismo logo pela manhã.

A policial não conseguia pensar em outra coisa a não ser na conclusão do relatório da Corregedoria. Afinal, sua carreira dependia daquilo.

Contudo, naquele momento, Jill afastou as preocupações do trabalho dos pensamentos e fixou sua atenção na música que tocava na rádio, "Feeling good".

Assim, mudou para a pista que estava livre e pisou no acelerador, continuando seu percurso até o Departamento de Polícia.

 

[...]

 

George pegava sua pasta e pertences do carro antes de seguir para o elevador.

Percebeu quando uma de suas agentes chegou no estacionamento do Departamento.

O homem terminou de fechar o carro e esperou por Jill.

― Bom dia!

Havia um pequeno sorriso nos lábios do homem. Algo que costumava demonstrar apenas para os mais próximos.

― Deve ser um bom dia só para você que não está com a corda no pescoço!

Jill não costumava medir muito as palavras, ainda mais quando estava ansiosa. Por sorte, George já estava acostumado com o jeito da mulher.

Ambos entram no elevador e o homem aperta o botão do vigésimo andar.

― Você sabe que a Corregedoria daqui é muito mais exigente do que a de Chicago. Agora não adianta reclamar!

Jill revira os olhos com aquele comentário do chefe.

Há sete anos, a agente Redfield havia pedido transferência de Chicago para Nova Iorque e George foi a primeira pessoa com quem ela teve contato na cidade.

Eles possuíam uma admiração mútua, e mesmo que Jill ultrapassasse alguns limites nas investigações, ela ainda era uma das melhores agentes da equipe de Finnigan.

― Vai dar tudo certo!

A voz serena do homem tranquilizava os nervos de Jill.

Ela sabia que poderia contar com o apoio de George, mas também sabia que o Corregedor Geral não largaria do seu pé facilmente.

A porta do elevador se abre e Finnigan, ao perceber o nervosismo e a ansiedade que tomava conta da sua subordinada, tenta animá-la um pouco:

― Seja otimista! Poderia ter sido pior. Pelo menos prendemos os caras!

George se despede com um aceno, deixando um singelo sorriso nos lábios de Jill. Todos no Departamento sabiam que sem a interferência da agente, eles jamais conseguiriam realizar o flagrante dos traficantes e a apreensão das drogas.

O fato dela ter interceptado ligações telefônicas dos suspeitos sem autorização não deveria importar.

E esta era a razão pela qual a Corregedoria havia aberto um procedimento de investigação disciplinar contra a agente Redfield.

Aquele seria seu último interrogatório antes da leitura da conclusão do relatório da investigação.

Jill respira fundo afastando seus temores e suas inseguranças, afinal ela não havia cometido nenhum ilícito e graças ao seu esforço a polícia conseguiu prender os suspeitos.

Assim, seguiu confiante para a reunião com os membros da Corregedoria.

 

[...]

 

Prefeitura de N.Y.

 

― Senhor, sua mulher ligou mais um vez perguntando se ela deve te esperar para o jantar?

A secretária avisava Benjamin assim que ele terminava de assinar alguns papéis.

O Secretário de Segurança estava sentado de forma despojada na cadeira de couro, afinal, aquela tarde havia sido cansativa. Com os preparativos para a cerimônia daquela noite, toda a agenda havia sido antecipada.

― Ligue para Christine e avise que não sei até que horas devo ficar na cerimônia. Peça para ela não me esperar.

A secretária deixa a sala e o homem pode, finalmente, colocar os pés sob a mesa. Benjamin esfrega os olhos já exaustos e decide checar o celular mais uma vez.

"Nenhuma mensagem dela". Pensou.

Para um homem casado e com uma reputação à zelar, era muito difícil manter as aparências de um casamento fracassado além de manter sob sigilo a relação com uma amante.

Entretanto, Ben conseguia se desdobrar e manter tudo sob controle. Ele era apaixonado pela agente Redfield, mas também não poderia se separar imediatamente da esposa, já que seu sogro fora o homem que intercedeu em sua carreira profissional e lhe garantiu o cargo que ocupa atualmente.

Este é o problema em aceitar favores. As pessoas acabam se comprometendo e, com isso, acabam com pés e mãos atados.

Repentinamente, o celular do Secretário toca.

Ao ver o número, um sorriso malicioso se forma em seus lábios.

― Me diga que você tem uma boa notícia para me dar!

A risada contida de Jill do outro lado da linha fazia o coração de Benjamin acelerar.

― Não foi dessa vez que os caras da Corregedoria conseguiram me suspender!

Benjamin retira os pés de cima da mesa e apoia os cotovelos na mesa. Ele estava feliz e aliviado por aquela notícia.

― Isso é ótimo! Precisamos comemorar.

O homem olha para o relógio e mentalmente tenta organizar seus compromissos.

― Podemos nos ver naquele pub próximo da Times Square! O que me diz?

Jill propõe um encontro para a comemoração.

― Perfeito! Mas eu só vou chegar depois que a cerimônia acabar.

― Tudo bem! Nos vemos a noite.

Jill já estava com uma voz mais animada. Antes que ela encerrasse a ligação, Benjamin resolve se despedir.

― Jill, estou com saudade!

A agente não fazia o tipo romântica, mas como toda mulher, gostava de receber elogios e ser desejada pelo homem pelo qual estava apaixonada.

― Também estou! Até a noite.

Assim, eles se despediram e encerraram a ligação. Durante a noite, teriam muito o que conversar e comemorar. E Benjamin mal podia esperar para matar enfim a saudade que sentia de Jill.

 

[...]

 

Pub da Times Square

 

Para Jill, era estranho o fato de Benjamin não ter respondido à sua mensagem. Mesmo relutante, resolveu aguardar por mais alguns minutos.

Repentinamente, a programação dos televisores do bar foi interrompida para um plantão jornalístico.

 

“Ainda não temos imagens do local, mas fomos informados que houve uma explosão na Prefeitura da cidade de Nova Iorque. Repito, houve uma explosão na Prefeitura de Nova Iorque durante a cerimônia onde o Comissário de Polícia estava discursando.”

 

Ao ouvir a notícia, Jill pegou o celular e começou a ligar para Benjamin.

 

“Você ligou para Benjamin Clarck. No momento não posso atendê-lo. Deixe seu recado.”

 

― Droga, Benjamin! Atende!

As chamadas só caíam na caixa postal.  O faro de Jill a alertava que aquilo não poderia ser um bom sinal.

Todos que estavam no bar começaram a correr para a calçada.

― Mas o quê...

Jill acompanhou a multidão e da rua pode ver a nuvem laranja causada pela grande explosão iluminando o céu da cidade.

 O celular toca e ela atente rapidamente na esperança de ser Benjamin.

― Alô!

O semblante de Jill continua sério. Era apenas uma ligação do Departamento.

― Tudo bem! Eu não estou muito longe. Estou à caminho!

Ela corre para seu veículo estacionado ali perto. Antes de dirigir, ela aproveita para vestir seu colete que estava guardado no carro.

― Mas que diabos está acontecendo?    

Jill acelera com o carro e segue em direção à explosão.

Ali, seu pior e mais sombrio pesadelo teria início.


Notas Finais


Trilha Sonora da Jill: https://www.youtube.com/watch?v=w9v27qaLUUA
(Avicii - Feeling Good)

Instagram: https://www.instagram.com/darksidefic
(Informações extras / Curiosidades / Conheça os Face Claim)


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