História Dark Side - Capítulo 18


Escrita por: ~ e ~JJ_Melon

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bdsm, Crossdresser, Dark Lemon, Darkfic, Escravo, Escravo Sexual, Hard Yaoi, Jikook, Kookmin, Lemon, Masoquismo, Pet Play, Petplay, Sadismo, Sadomasoquismo, Sequestro, Sexo, Sugamin, Violencia, Yaoi, Yoonmin
Visualizações 223
Palavras 3.631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaarrr meusa moressss <3333

Sentimos saudades, tenho que reforçar que eu to com o coração partido porque a historinha já está no final, vocês são meus amorzinhos e eu to bem emocionado. Acreditem, nós estamos. ;_;

Enfim, trouxemos outro chap, um pouco maior que o de costume para vocês.

Andy: particularmente eu tenho uma dúvida, me ajudem:

Preferem uma fanfic para continuar essa ou a fanfic que conta o passado deles primeiro? Porque se for a do passado, tudo fica meio perdido e confuso. Tive pensando também em depois soltar a do passado como uma one, enquanto estiver postando a outra, aí ninguém se perde. Enfim, me ajudem!!11!!1

Btw, vamos ler, boa leitura <333

Capítulo 18 - Décimo Oitavo


Quando terminou o horário do banho de sol, todos os detentos começaram a esvaziar o pátio e antes que eu pudesse seguir para minha cela, meu pai me segurou por alguns segundos.

- Yoongi. - ele disse, apertando meus braços com força - Eu vou procurar por você mais tarde. Se comporte.

- Sim, senhor.

Ele deu um beijo em minha testa e me deixou ir. Minha cela era pequena, com uma beliche encostado em uma das paredes, e um banco de concreto do outro. Havia também um vaso sanitário e uma pia. Quando cheguei na cela, me sentei no catre de baixo e abracei meu próprio corpo pensando no que seria a partir dali. Com a presença de papai, talvez se tornasse mais fácil minha estadia na prisão, mas tudo o que eu conseguia pensar era em Jimin. Em coloca minhas mãos nele o mais rápido possível.

Fui tirado dos meus devaneios por um rapaz que entrou na cela. Ele me olhou de cima a baixo e fez uma careta de descontentamento.

- Quem é você? - ele perguntou. Era um rapaz alto e moreno, com o corpo magro e esguio, bonito até.

- Yoongi. - respondi secamente - Seu novo colega de cela.

As sobrancelhas do rapaz se juntaram no topo da testa e espichou a cabeça pra fora da cela procurando por um guarda.

- Quem foi que mandou ele pra cá? - questionou, apontando pra mim.

- Foi o Hoseok, senhor. - o tom usado pelo carcereiro deu a entender que o rapaz com certeza tinha algum tipo de influencia ali dentro.

- Como assim? Esse desgraçado sabe que eu não gosto de dividir cela com ninguém.

- Me desculpe, senhor. Eu não posso fazer nada.

O carcereiro se afastou e o rapaz bufou, colocando as mãos na cintura, andando de um lado pra o outro na minha frente, pensativo.

- Escuta aqui, garoto. - ele disse com uma rouquidão nervosa - Eu não tenho muita paciência pra novatos, então se comporta e fica na tua.

- Eu vou me comportar. - sorri abaixando a cabeça, pensando em meu pai. O rapaz então sentou no banco de concreto à minha frente e esfregou o rosto - Você conhece o Hobi?

- O Hoseok? - ele me fuzilou com o olhar e acenei discretamente - Esse filho da puta existe só pra complicar a minha vida.

Ele se levantou e pegou um maço de cigarro em baixo de seu travesseiro, o acendendo logo depois.

- Você conhece o Hoseok? - ele repetiu a pergunta.

Eu apenas sorri, mordendo a língua para não falar o que não devia. O rapaz não podia saber que ele iria me ajudar a sair dali.

- Como é seu nome? - perguntei para mudar de assunto.

- Eu sou Chanyeol. - ele tirou o cigarro da boca, o segurando entre o polegar e o indicador e com a outra mão, fez um carinho em meu rosto dando um sorriso insinuante com o canto dos lábios - Você até que é uma graça, Yoongi.

Foi a minha vez de encará-lo, afastando sua mão de meu rosto com um movimento do braço, mas ele segurou meu pulso o apertando com força.

- Olha como age comigo, rapaz. Eu não estou brincando.

Continuei o encarando, apertando os dentes para não dizer nenhuma besteira, mas então respirei fundo. Eu tinha de me comportar.

- Se encostar um único dedo em mim, meu pai mata você.

A reação de Chanyeol ao me soltar foi rir. Ele soltou uma gargalhada forte o bastante para fazê-lo de dobrar, abraçando o próprio estômago.

- Que gracinha. O papai vai vir defender você, vai? - seu tom de deboche conseguiu me deixar com raiva, mas eu apenas continuei o encarando, respirando fundo. Então ele se tornou sério e se inclinou para mim, apertando meu queixo e aproximando o rosto do meu e apertando o meu queixo - Acho que isso não vai acontecer.

Chanyeol grunhiu por entre os dentes e me empurrou com força na cama, onde me virei para a parede me encolhendo e fechando os olhos. A vontade que eu tinha era de socar a cara desse rapaz e deixá-lo sem um único dente na boca, mas isso não deixaria papai contente, então apenas abracei meus joelhos, fechando os olhos e esperando o tempo passar.

Ele não me incomodou pelo resto do dia, que passou devagar dentro daquela cela. O jantar aconteceu as sete horas em ponto e no refeitório, eu comi sozinho, não encontrando Chanyeol e nem meu pai, o que me deixou triste. Ao terminar, voltei rapidamente para minha cela, escovando meus dentes e voltando a me deitar, permanecendo ali até que as luzes se apagaram.

Em minha primeira noite na prisão, não consegui dormir. Pensava em papai e onde ele estaria. Estava ansioso para revê-lo, mas nem tão ansioso quanto eu estava para reencontrar Jimin. Meu animalzinho estava me esperando e saber que ele estava na companhia de Jungkook inflamava ainda mais minha vontade de esfolar o garoto até ele implorar pra eu parar, e depois continuar o fodendo até não tem mais forças. Jungkook nunca o teria. Jimin era meu e ninguém poderia tirá-lo de mim. E foi pensando em Jimin que eu consegui adormecer.

Acordei no meio da noite sentindo um pano sendo amarrado em minha boca. Eu estava deitado de bruços e Chanyeol sentou em minhas costas enquanto me amordaçava. Meus gritos saiam abafados enquanto eu me debatia na cama. Senti meu cabelo ser puxado com força para trás a ponto de fazer meus olhos lacrimejarem.

- Fica quietinho, vadia, que eu não vou te machucar. - senti a voz gélida e rouca de Chanyeol em meu ouvido, bem com seu corpo roçando contra o meu - Quero dizer, não tanto.

Ele me imobilizou facilmente, logo se livrando das minhas calças e assim que senti meus pulsos sendo segurados com força em minhas costas, Chanyeol me penetrou, entrando em mim de maneira lenta e implacável; a falta de preparo e lubrificação me fazendo sentir como se minha pele estivesse sendo arrancada da carne, ardendo e me machucando.

Eu tentava gritar, mas era inútil com o pano bloqueando minha boca. Chanyeol continuou se lançando contra mim, fazendo meu corpo chacoalhar na cama, seus grunhidos ásperos mostravam o quanto ele estava empenhando em me violar. Me perguntei como ninguém acordou com aquela bagunça, ou de tinha alguém acordado, por que não faziam nada para me acudir.

Mas então me toquei dessa grande ironia do destino, pois se fosse eu no lugar de Chanyeol, também não teria dó de quem quer que fosse, ou arrebentaria quem quer que tentasse me parar, como fiz com Taehyung uma vez. Então apenas me conformei, chorando com o rosto enfiado no lençol azul de minha cama esperando que ele terminasse e que a dor fosse embora, para começar a planejar minha vingança.

Por fim, Chanyeol gozou em mim, gemendo alto e me empurrando contra o colchão. Seu corpo caiu sobre o meu e pude sentir sua respiração ofegante contra minha nuca.

- Você é bem gostoso, novato. - ele gemeu em meu ouvido - Espero que não se importe se eu comer seu rabo mais vezes.

Dito isso, ele saiu de cima de mim e finalmente pude me virar, me encolhendo como sempre, respirando fundo e mentalizando Chanyeol morto, e Jimin comigo.

Eu precisava apenas me comportar.

Na manhã seguinte, fui o último a entrar no banheiro para o banho, que era coletivo. Não queria que ficassem reparado nas marcas em meu corpo. E eu não fui o único que tive essa ideia.

Enquanto eu tentava relaxar os músculos embaixo da água gelada, senti uma mão em minha cintura e me virei, assustado, para dar de cara com meu pai, me encarando irritado.

- Papai...

- Quem fez isso com você? - ele perguntou, nervoso.

- F-foi o rapaz com quem eu divido a cela. Eu não queria, p-por favor, não me castiga...

Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, senti um soco forte no pé do estômago, e então uma rasteira que me fez cair no chão escorregadio.

- Eu não quero ninguém tocando em você, me ouviu? - ele gritou, chutando minha barriga - Quem foi que fez isso com você?

Comecei a chorar encolhido no chão com a água ainda correndo do chuveiro ligado e ele se ajoelhou ao meu lado, me abraçando.

- Me perdoa, papai... E-eu não queria...

- Eu sei, meu amor. - ele disse, me apertando contra o peito - Sabe que eu faço isso pra o seu bem, não? Não gosto que faça coisas ruins.

- Eu sei... - eu soluçava - Me desculpa...

- Agora me diz, quem fez isso com você?

-Foi o Chanyeol. O n-nome dele é Chanyeol, o moço que divide a cela comigo. - me pendurei nos ombros de papai o encarando com lágrimas nos olhos.

- Eu sei quem ele é meu amor. Não se preocupe, eu vou dar um jeito nisso.

Terminamos de tomar banho e formos ao refeitório tomar café da manhã. Papai me levou até a mesa onde ele costumava sentar, sempre sozinho também.

- Vai se acostumando a ficar sozinho, meu amor. - ele me sussurrou quando um homem mal encarado passou por nós olhando atravessado - Pedófilos e estupradores nunca são vistos com bons olhos, nem mesmo dentro da prisão.

Não muito tempo depois de começarmos a comer, o mesmo carcereiro que falou com Chanyeol na noite anterior, me chamou solicitando que o acompanhasse.

- Min Yoongi. - ele se dirigiu a mim - Tem visita pra você.

- Visita? - perguntei, olhando co fuso para meu pai, me orientando a ir.

O carcereiro não me levou para a sala do parlatório, onde era o local de receber visitas na segurança máxima, mas ele me levou até uma sala de interrogatório e me algemou à cadeira, saindo logo depois.

Esperei alguns minutos, me perguntando quem queria falar comigo, até que Hoseok entrou, sorridente como sempre.

- Bom dia, Suga. - ele puxou a outra cadeira, se sentando na minha frente - Como foi sua primeira noite no confinamento?

- Já tem o plano pra me tirar daqui?

- Claro, meu amigo. Preste atenção. - ele se reclinou por sobre a mesa, chegando mais perto e falando em sussurros - Eu consegui colocar você pra trabalhar aqui dentro, na cozinha, no programa de redução de pena. Você e outro rapaz vão pegar o turno da noite, que é menos movimentado. Você terá que matá-lo. Na cozinha há ferramentas pra isso.

- Eu posso matar uma pessoa. - respondi depois de alguns segundos, sentindo o canto de minha boca sorrir.

- Você vai fazer o seguinte. Vai trocar as identificações e vai atear fogo no corpo. Os mantimentos usados na cozinha são trazidos uma vez por mês, e eu tenho meus contatos com a empresa responsável por essa entrega. A porta da cozinha sempre fica trancada, mas eu vou cuidar para que ela esteja aberta. Você vai sair da cozinha e entrar em um dos contêineres da distribuidora e vai ficar lá dentro até eu te tirar de lá. Você entendeu? Quer que eu repita?

- Eu entendi. Não precisa repetir.

- Ótimo. A próxima entrega vai ser daqui a dois dias. Fique preparado. Hoje mesmo você já será mandado para a cozinha.

- Entendo. Obrigado.

- Está tudo bem com você, Yoongi? Você está estranho.

- Não é nada. É impressão sua. Posso ir agora?

- Claro.

Hoseok se levantou e saiu da sala e logo o carcereiro me soltou para me levar de volta para o refeitório.

Kim Seokjin's POV

Eu estava cansado. Havia dormido muito pouco na noite anterior e tinha quase cem por cento de certeza de que a causa de minha inquietação era Yoongi. Pelo tempo em que fui seu psicólogo, conversavamos bastante sobre como ele, apesar de amar o pai, sabia que era errado as coisas que ele fazia consigo. Sabia que não devia se deixar tocar do modo que o pai o tocava, nem o humilhar e o agredir do modo como o senhor Huang o agredia, mas Yoongi sempre dizia isso quando estava longe do pai, por que quando voltava pra casa, era como se ele se tornasse outra pessoa.

Quando voltava pra perto do pai, ele voltava a ser o "animal submisso e obediente" que Huang queria. Fazer Yoongi enxergar a verdade a respeito do pai não foi o suficiente para fazê-lo superar as marcas que haviam ficado nele. Havia errado em não permanecer ao lado dele, e agora eu me culpava por isso.

Estava decidido a não errar de novo com Jimin.

Estacionei o carro do outro lado da rua da casa de Jeon e fui bater em sua porta, não demorando muito para ser atendido.

- Doutor Jin. Que bom que veio. - Jungkook me cumprimentou com um abraço amigável - Entre por favor.

Pedi licença para entrar na casa e o segui até a cozinha. Reparei em Jimin que brincava com um cachorro no chão da sala, entretido a ponto de não perceber minha presença.

- Então, como ele está? - perguntei em voz baixa, enquanto Jungkook se servia de um copo de água.

- Ele está melhorando. Aos pouquinhos, mas está. Ele tem pesadelos, e tem medo de andar em público. Eu contei pra ele que o Yoongi está vivo.

- Como assim? - perguntei - Yoongi não morreu?

- Você não sabia?

Inicialmente, pensei que pudesse estar havendo algum engano, mas a expressão de Jungkook era séria demais. Ele não mentiria sobre uma coisa dessas.

- Pensei que o Hoseok tivesse te contado. - o Jeon completou e me perguntei porque Hobi não me contou que Yoongi estava vivo.

- Não, ele não me contou? Onde ele está?

- Depois que recebeu alta do hospital, ele foi mandado pra segurança máxima.

- Eu... - respondi, engolindo em seco - Eu não sabia.

Não soube o que fazer. Hoseok havia dito com todas as letras que Yoongi estava morto. Respirei fundo e decidi voltar minha atenção para Jimin, que era minha prioridade naquele momento.

- E o Jimin? Posso falar com ele?

- Por favor.

Segui Jungkook de volta até a sala onde Jimin brincava com um cachorro, sorridente enquanto o animalzinho corria por entre suas pernas.

- Oi. - eu o cumprimentei e ele sorriu.

- Oi.

- Jimin, olha só... - Jungkook disse se abaixando ao lado do garoto, suspirando enquanto acariciava sua cabeça. - Jin gostaria de conversar um pouco só com você. Então eu vou no mercado comprar algumas coisas enquanto vocês ficam ai, tudo bem?

O garoto acenou um sim tímido e me sentei no sofá, de frente pra ele, enquanto Jungkook saia.

- E então, Jimin. Como você está?

- Eu estou bem.

- Esse é seu cachorro? - perguntei e ele respondeu com um sorriso - Como ele chama?

- Keom-Keomi.

- Eu soube que você se assustou quando saiu com o Jungkook. Você ainda sente medo?

- Eu sinto quando nós saímos, é difícil pra mim. - respondeu baixinho, logo suspirando. - Parece que vou encontrar meu mestre, ou que vai aparecer alguém que ele mandou me vigiar.

- Eu entendo você, consigo imaginar o quão horrível seja sentir isso. - suspirei, logo me sentando no chão ao seu lado. - Mas olha só, você não pode esquecer que ele foi preso, nunca mais vai perturbar você e nem ninguém que ele conheça.

- Sim, eu tento, mas parece sempre que tem alguém, mesmo quando tento pensar isso. - sussurrou me fitando com os olhos cheios. - Por favor, me ajuda a parar de sentir isso.

- Jimin, olha só. - suspirei pegando suas mãos enquanto o fitava. - Você entende que eu não tenho como fazê-lo parar de sentir isso, apenas posso ajudá-lo com seus pensamentos. Certo? - ele concordou rapidamente com a cabeça. - Sempre que pensar que tem alguém o vigiando, pense que todos ao seu redor vai fazer de tudo para proteger e salvar você.

- Eu vou tentar. - respondeu baixinho deixando algumas lágrimas caírem.

Apenas concordei com a cabeça e logo o abracei, fazendo seu rosto repousar em meu peito, onde comecei a acariciar seu cabelo com calma.

- Fique tranquilo, e sempre que precisar, sabe que pode falar comigo, uh? - sussurrei beijando sua cabeça o vendo concordar. - Posso tirar uma dúvida com você?

- Pode sim. - me olhou nos olhos sorrindo.

- Algo que não vai acontecer, mas eu só quero saber como seria. - suspirei acariciando seu rosto. - Se acontecesse novamente, Yoongi voltasse, o levasse com ele, o machucasse e depois nós trouxessemos você de volta... Ficaria mal como esteve ou saberia lidar e entender que o único errado é ele?

- Eu... - ele olhou para os lados, logo se encolhendo novamente. - Eu não sei, ele me machuca demais e me faz ficar com muito medo, até mesmo para pensar normalmente.

- Tudo bem, entendo você. Eu só queria saber para podermos tratar isso também. Mas sabe, você me deixa muito contente em ver como já se recuperou. Fico muito contente em vê-lo tão bem. - ri baixinho, logo fitando seu cachorro.

- Obrigado, Kookie e o senhor estão me ajudando bastante. - sorriu largo.

- Eu fico feliz em saber que estou ajudando você, Jimin. Posso pega-lo? - pedi apontando para o cachorrinho.

- Claro. Vai com ele, Keomi. - respondeu me alcançando o filhotinho peludo.

- Olha como é lindo, tão fofinho. - respondi rindo enquanto brincava com o animalzinho em meu colo.

- Olha como é lindo, tão fofinho. - respondi rindo enquanto brincava com o animalzinho em meu colo.

Continuei brincando com Jimin e o cachorro até Jungkook voltar. O rapaz chegou trazendo um bocado de sacolas e tão logo entrou na sala, Jimin se levantou e correu até ele, o abraçando pela cintura. O garoto parecia bastante a vontade com Jungkook e isso era muito bom sinal. Alguém próximo que pudesse ajudá-lo e em quem Jimin confiasse sempre ajudava em casos como o dele.

Me levantei e apertei a mão do Jeon depois que ele se livrou das sacolas.

- Já que o senhor chegou, eu vou indo.

- Como foi a conversa? - ele questionou, preocupado, apertando minha mão.

- Foi bem. Jimin está ótimo. Apenas continue acompanhando ele do modo como está fazendo e ele vai melhorar.

- Obrigado, doutor. - ele sorriu, abraçando Jimin que ainda estava agarrado a si - Não sabe como é bom ouvir isso.

- Mas, Jungkook. Tenha em mente de que ele pode ter crises a qualquer momento e elas são imprevisíveis e inevitáveis. O que eu te peço, é que tenha paciência, e me chame sempre que achar necessário.

- Está certo. - ele olhou para Jimin, que também lhe sorriu - Muito obrigado.

Jungkook então me levou até a porta e voltei para o carro e pensei por alguns segundos antes de dar a partida. Ainda estava surpreso com o fato de Yoongi estar vivo, então decidi tirar algumas coisas a limpo. Enquanto seguia até o presídio federal, pensava no porque de Hoseok ter me escondido algo assim.

Ao chegar, passei pelos procedimentos padrões de identificação e revista e fui levado por um guarda até a sala do parlatório e esperei até que me trouxeram Yoongi.

Aparentemente, ele estava normal. Sentou à minha frente, do outro lado do vidro e chegou a sorrir quando pegou o telefone no gancho e eu fiz o mesmo.

- Oi, Jin. - ele disse com a voz alegre - Tudo bom com você.

- Yoongi. - o tom compadecido de minha voz soou estranho até para mim - Por onde você esteve esse tempo todo?

Ele continuou me encarando com um sorriso leve no rosto, mas não me respondeu. Me lembrei de quando ele ainda se consultava comigo, e de como parou de me visitar, pouco antes de eu descobrir que ele era um foragido, procurado por sequestro e tortura.

- O que aconteceu, Yoongi? Como você veio parar aqui?

- Eu cometi um erro. - sua voz estranhamente infantil me causou arrepios - Confiei nas pessoas erradas e deixei que me pegassem. Mas quando eu sair daqui, não vou cometer os mesmos erros.

- Você não vai mais sair daqui, Yoongi.

- É o que veremos. Mas mesmo que eu permaneça preso, não será de tudo ruim.

- E por que diz isso?

- Por que papai está aqui pra me proteger. - Yoongi afirmou.

- Seu pai? - a essa altura, eu já não confiaria em mais ninguém que me afirmasse o óbito de alguém - Mas ele não estava morto?

- Papai não morreu, Jin. Ele está aqui dentro. - Yoongi se inclinou, olhando para os lados com medo de que o flagrassem - Ele está contente tão contente comigo, por que eu fiz o Jimin como meu escravinho. Ele falou que quando eu sair, é pra eu mostrar o Jimin pra ele.

Essa história começava a ficar cada vez mais confusa. Yoongi estava vivo e fora mandado pra mesma segurança máxima onde estava o Huang.

- Yoongi. Você tem que ficar longe do Huang. - eu sussurrei, o encarando - Ele faz mal pra você e você sabe disso.

Yoongi fechou a expressão, me encarando como se eu tivesse dito a coisa mais errada do mundo.

- Nunca mais repita isso. - ele rosnou - E se você, o Jungkook ou qualquer outro se meter entre mim e o Jimin, eu mato vocês.

Antes que eu pudesse dizer qualquer outra coisa, Yoongi se levantou e pediu para que fosse levado de volta à cela.

Deixei o parlatório frustrado por, além de não ter conseguido as respostas que eu queria, sai dali com mais duvidas ainda.

Na saída do presídio, enquanto pegava minhas coisas, encontrei Hoseok e o convidei para me acompanhar até o carro para que pudéssemos conversar.

- Por que me disse que o Yoongi estava morto? - perguntei sério o encarando.


Notas Finais


Então, o que acharam???

ESPERO QUE TENHAM LIDO AS NOTAS INICIAIS, TEM ALGO QUE PRECISO DE VOCÊS PRA ME AJUDAREMMM.

Enfim, o que esperam dos últimos chaps? Como será que vai acabar???

Beijinhos e muito obrigado por lerem <3


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