História Dark world - Capítulo 2


Escrita por: e SnowGirl383

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Palavras 2.682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey meus conhecidos e fantasmas que lêem a fic. Aqui vai o segundo capítulo um beijito no rosto e fiquem com o capítulo

Capítulo 2 - Estranha presença


Fanfic / Fanfiction Dark world - Capítulo 2 - Estranha presença

No chão gélido , corpo latejando e contrações em seus musculoso , era assim que se encontrava Simon em quarto com as roupas rasgadas e despertando do desmaio por conta da dor que era muita.

~×~

Acordei com uma dor aguda na região do meu quadril, parecia que ele estava quebrando pois a dor era difícil de suporta. Olhei ao arredor do quarto ainda deitado com o corpo fixo no chão, observei para alguns móveis quebrados e marcas de impacto nas parede , me vir com aquela coisa me jogando nelas e fazendo umas das coisas mais feias e doentes do que um pai pode fazer , mas será que ele era o meu pai ? Porque eu me lembro muito bem que eu o chamava de senhor e a minha mãe de madame , eu era muito submisso a eles e a qualquer pessoa que conseguisse se aproveitar que não era muito difícil .

Depois de um tempo as dores pararam então vi uma oportunidade de tentar me levantar, eu tive a brilhante ideia de me sentar e me arrependi na hora pois a fonte das dores as estavam vindo daquela região, sentir algo quente deslizar entre minhas pernas me causando arrepio e um certo desconforto pois tudo indica que estava saindo de dentro de mim, passei os dedos entre me pernas sentindo o líquido meio mucoso, trouxe a mão para perto da minha visão e vi o líquido branco misturado com vermelho entre meus dedos, o líquido Branco eu não sei o que é mas o vermelho eu acho que é sangue.

Tentei me levantar umas três vezes mas foi em vão, rastejei para a minha cama botando toda a minhas forças para poder subir e era tão visível que eu estava fraco pois os meus braços tremiam com o meu esforço de ficar em pé. Até sentando a dor no meu quadril ainda é grande, passo as mãos em minhas pernas e depois no meu pescoço onde soltei um grunhido de dor e assim quando eu toquei o meu corpo começou a queimar.

Passou um tempo e conseguir recuperar um pouco a minha força , meu corpo ainda queimava de dor e agora vai queimar ainda mais, me levanto me apoiando na cabeceira da cama e depois no criado-mudo

Com as pernas bambas e olhos marejando por conta na dor nas pernas. Ando com dificuldade em direção ao banheiro mas acabo dando a atenção pro espelho e fico perplexo quando eu vi o meu estado, pálido, vários hematomas, roupas rasgadas no peitoral e nas costas e... mordidas? Então era isso que estava doendo, tinha roxos escurecidos e com rastros de sangue por todo o meu peito e costas e tinha mais um mordida bem feia na minha clavícula que estava com sangue ainda fresco, então esse foi recente. Por que aquela coisa fez isso comigo?

Já estava no box Prestes a ligar o chuveiro , e assim que o fiz senti a ardência das mordidas e contrações do por todo o meu corpo quente em contato com a água fria, olhei pra baixo, vi o meu sangue escorrer e fui passar sabonete por meu corpo. Terminei o meu banho e as dores cessaram um pouco, toda vez que eu me sentia infeliz eu ia no cemitério visitar dois grandes amigos que se foram a muito tempo e , faz um tempo que eu não vou lá porque os meus pais descobriram que eu estava saindo , aí você já sabem "o que acontece com garotos desobediente" .

Vesti a primeira roupa que vi, não estava com cabeça pra ficar escolhendo roupa e mais não ia demorar muito mesmo então não fará diferença

Olhei pela janela se dava pra pular mas pelo estado que estou mal sei se vou conseguir mas também nem tem com eu ir pela porta da frente.

— Ok , você consegue....

Pulo e caio em uma das roseira de minha mãe, onde me espeto em seus espinhos, mas ela felizmente amaciou minha queda o que permitiu com que ela não fizesse muito barulho, caminhei em passos rápido pelo caminho do cemitério que não fica muito longe já no lado da minha casa tem uma estrada e é só seguir ele que dá pra saída da cidade para floresta e para o cemitério .

Chagando lá percebo que não mudou quase nada , só mudou os mais 5 túmulos das pessoas morta pelo os monstros que sinceramente eu até acho agora que eles são realmente essas criaturas , nem preciso dizer o por que né ...?

Sabe mesmo eles não estando lá eu conseguia me abrir e sentir que eles estavam lá, lá comigo, eu fala o poucos momentos felizes e ria e eu só queria falar desses momentos mas infelizmente tive que fala as partes sensíveis e cruéis, e cada história terminada era olhos marejado intensamente e soluços altos. Depois que terminei, eu estava com medo de voltar, mas se eu não fosse pra onde iria .....? Ouço um barulho atrás de mim de algo colidindo com os bancos de madeira , olho pra' trás com muita receio e já querendo chorar e correr para longe mas assim quando eu olho não tinha nada só uma estaca fincada no banco . Espera estaca?

Ando em passos lentos até o objetivo pontudo de madeira , pego o mesmo e penso no que eu posso fazer, mas será?

— É eu posso fazer isso , ele me machucou mas ele sempre me machuca porque eu nunca o machuquei Também. Não ele me deu comida e lugar pra dormir, não posso.... Eu tenho que me defender e isso que irei fazer! — Corro para casa, não sei o que se passava na minha cabeça mas fui assim mesmo e a adrenalina só aumentava quando meu perto chegava .

Tinha chegado na entrada e percebo que tem uma bela moto na porta com as chaves — quem deixaria uma moto assim em uma cidade tão perigosa? — chego perto da porta e giro o trinco devegar a abrindo em seguida ela abre rangingo, dando visão da sala e o meu senhor estava lá sentando e normal? Ando lentamente sem fazer barulho mas parece que sentiu o meu cheiro pois virou a cabeça tão rápido que não sei como não ficou tonto.

Ele ia dizer algum mas alguma coisa atingiu o seu pescoço, ele passou a mão no local e resmungando pois parecia que penetrou na pele, ele me fita novamente e aquele mesmo sorriso atormentando surge novamente e os globos oculares começaram com coloração de amarelo vivo que depois foi para um Preto que até de londe pude ver o meu reflexo. Veias se dão amostras no contorno dos olhos e pressão aparecem em seu maxilar. Naquele momento o pavor tomou conta de mim, eu segurava as duas mãos firmes na estaca enquanto meu corpo tremia e os meus olhos estavam embaçados pelas lágrimas de Medo que saíam dos meus olhos.

Ele correu tão rápido pra mim que quase eu não conseguia me jogar, ele foi direto atravessando a porta e parando no outro lado da rua, olhou pra mim com puro ódio e correu na minha direção já preparado pra me morder. Instantâneamente boto a estaca na frente da minha barriga que quando assim eu botei fincou na sua.

~×~

Simon olha para o seu "pai" que estava prestes a morder o seu pescoço mas foi impedido bruscamente pela estaca em sua barriga , Simon logo se afasta e deixa o seu "pai" em pé olhando a o objeto em sua barriga mas logo começou aparecer umas duas linhas de luz nas laterais da estaca, que foram ficando azul lentamente,o mesmo caiu se debatendo imobilizado e sua pele que ganhou uma cor desbotada ( cinza ) que também estava deixando as veias amostras, Jony olho para Simon com puro ódio, o mais novo percebeu que aquela coloração acinzentada estava saindo do corpo do maior então correu para a moto sem nem se preocupar para onde iria, só queira fugir para longe e nunca mais sentir as dores que aquela coisa o dava.

Ele não sabia pilotar mas sabia que nos filmes os personagens apertam o botão para ligar e depois passa a machar e metem e o pé, e foi isso que ele fez, mas ele entrou em desespero pois acabou acelerando a moto demais, não tem o que se preocupar pois ele saiu e seguiu rumo para fora da cidade.

~×~

Eu estava quase saindo da cidade quando sinto o pneu de trás do automóvel ser atingindo brutalmente por alguma coisa, nem deu tempo de pensar em algo pois já estava caído no chão, minha visão estava turva mas eu sabia muito bem quem era , o que ele queira de mim!?

— Pensou que ia fugir de mim Baby? — andava em passos lentos se alimentando do meu medo, eu estava me arrastando no chão com os cotovelos sentindo pequenas pedras furarem a minha pele.

Ele me agarrou pelo pescoço, já me deixando sem ar, me debatia mas parece que isso estava dando energia e mais vontade para ele que cheirou o meu pescoço passando a língua nos recentes hematomas e me dando desconforto, sem ao menos esperar ele enfiar os dentes no meu pescoço me fazendo berrar e me debater com desespero, que como sempre, parecia alimentar ele também.

Já estava sentindo o meu corpo fraco e a sensação da morte estava vindo, finalmente eu iria ver os meus amigos. Mas foi impedido infelizmente. Um homem encima das telhas das casas usou uma espécie de chicote que enrolou no pescoço do meu "pai" que parecia queimar a pele dele, presumi que estava muito quente o chicote pois senti a onda do calor. O homem misterioso o jogou para o meio da pista, e pulou lá de cima do telhado em cima do meu "pai" já no ar pegando outra armar e esfaqueando ela varias vezes com um sorriso doentio no rosto, causando vários gritos de desespero no mais velho. A minha adrenalina voltou não sei de onde veio a minha força mas me levantei nas pressas e ergui a moto a ligando e em seguida dando partida e correndo para a estrada.

O as lágrimas de culpa e de medo nós meus olhos deixava me visão embaçada, a culpa de ver o meu pai morrer na minha frente e eu não poder fazer nada me consumia, mas por que eu estou sentindo culpar com alguém que era tão mal comigo!? Medo ; se a minha mã... Madame vir atrás de mim e usar aquilo?

Eu não quero que ela me ache, ela é muito má comigo e aquilo me machuca muito além de me deixa com medo. O vento gélido deixava a minha vista pior. E por culpa disse acabo saindo da estrada e batendo em uma pedra, que com o impacto me fez saltar da moto me fazendo colidir com a árvore, senti os meus ossos quebrarem . Não sentir dor pois quando cai tinha muita adrenalina em meu organismo, levantei sentindo minhas pernas tremerem, eu tinha que continuar

Não posso ir pra cidade, lá me chamariam de louco, mas duvido que consiga chegar lá de qualquer forma, sei de uma clareira no meio da floresta que tem várias árvores frutíferas, posso viver lá por enquanto, mesmo que duvide que aquela coisa não me ache, tento ser otimista

Continuei andando, me aproximando cada vez mais da floresta, não sei quantas horas são, estou morrendo de frio, por está somente com as roupas leves que tinha antes, daquilo. Não tenho dinheiro. A única coisa que tenho é esperança. Esperança de escapar desse pesadelo.

~×~

Não conseguirei seguir por muito mais tempo. Se antes minhas pernas estavam bambas agora parecem gelatina e estão queimando de dor, sinto minha pele arder pelos recentes cortes causados pelos espinhos na queda, já caí umas três vezes no caminho, não sei por quanto tempo eu andei mas sinto que não sai do lugar, não durarei muito tempo.

~×~

Simon ouve passos ao seu alcanço e olha ao redor exasperado, alguns até diriam com um grande horror, tinha medo de seu "pai" ter conseguido rastrea-lo (Co-atr: denovo) e quisesse matá-lo por ter fugido (Co-atr: DENOVO). Simon ouve os passos cada vez mais perto e tenta andar mais rápido, só que suas pernas o traíram e ele caiu de cara no chão, onde se encolheu e começou a chorar de forma sofrida, tinha medo do que aconteceria a seguir quando ele o pegasse, e tinha certeza que dessa vez não teria o estranho para o salvar.

Mas ao prestar mais atenção nos passos percebeu que não poderia ser daquela coisa, ela tinha passos pesados e longos, já esses eram leves e repetitivos como se o dono dele corresse muito rápido, mas mesmo depois dessa descoberta continuava a se encolher mais e mais a cada momento, até que ouve os passos parar e alguém, cheirar? Não ele não estava cheirando, estava farejando o mesmo, depois dessa descoberta voltou a ouvir os passos só que dessa vez estavam decididos e demorados, como se o dono deles quisesse ver a reação dele com a sua aproximação.

Po-Por favor. Na-não me machuque. Por favor- falei já desesperado ao ouvir seus passos cada vez mais perto, mas quando comecei a falar eles pararam. Entretanto de alguma forma ainda sabia que ele estava ali. Era como se, sentisse.

Eu não vou machucar você- fala uma voz feminina e estranhamente acolhedora- Vire-se quero conversar com você da forma certa- fala de uma forma persuasiva

E-eu não consigo- falo a verdade e ouço ela sorrir

Quer ajuda?- pergunta e confirmo com a cabeça ainda estranhando seu comportamento

O ser feminino pegou Simon com uma grande facilidade e o colocou sentado em uma grande pedra ao lado em que ele estava e se sentou ao lado dele. E algo que Simon não esperava era saber que a nova presença era de uma linda e estranhamente delicada menina com uma linda cabeleira ruiva, uma pele alva e os olhos claros e acolhedores.

Ela sorriu de forma compreensiva pro mesmo, parecia nem ver os machucados que ele carregava por todo o corpo que agora tinham sangue seco ao seu redor ou sentir curiosidade pelo fato de um menino, que não teria mais de 19 anos andando sozinho a noite completamente fraco e com um estado deplorável em um dia de semana sem carregar nada

Bom. Antes de fazer qualquer pergunta sobre quem você é ou o porquê de está assim nessa situação, estado e como chegou aqui eu vou me apresentar.

Meu nome é Flávia Sayuri. Quem é você?- perguntou de forma calma e serena

Simon, Simon Bronk, É um prazer conhecê-la- falo olhando pra ela, que retribui meu olhar sorrindo e vejo que seus caninos são maiores

Bom Simon o prazer é meu mas agora que já nos conhecemos quero saber de uma coisa, onde você mora?- pergunta serenamente e vacilo

Não vou voltar para aquela casa- falo firme já sentido lágrimas embaçarem minha visão

Ok mas o que... Ah santo Drácula- fala quando tombo pro lado cuspindo um bolo de sangue, sangue esse que já não era tão abundante em meu interior, levanto a cabeça completamente fraco e vejo que os olhos dela estão rosa?- O que aconteceu com você?- pergunta mas tombo encima dela completamente arfante e fraco- Oh isso não é nada bom. Fique parado, se tudo der certo você estará novo em folha logo, logo e poderá me dizer tudo sobre você, se sobreviver claro coisa que tenho certeza que não vai se não for transformado . Não sei o por que . Mas você me chamou muito atenção..... Coisa fofa ...! E o que me chama atenção ou me interessa como agora , eu pego pra mim .... Calma aí, isso vai doer muito- fala antes de morder meu pescoço

Simon dá um grito sofrido e rouco, ele sentia como se todas as suas células se desintegrasem de uma vez, e então apagou, sentindo um grande alívio por ter se livrado de toda aquela dor sem saber que a partir daquele dia nada mais seria como antes

- A partir de agora você é meu....


Notas Finais


Capítulo revisado por @SnowGirl383


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