História Darkness angel - Capítulo 11


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Arena, Creepypastas, Drama, Luta, Suspense, Vingança
Visualizações 17
Palavras 964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo, divirtam-se!

Capítulo 11 - Negócios de família


-Não tenho pai. -Se manda.

Ele ri.

-Pela sua mãe eu esperava uma filha mais educada.

-Então vejo que tive a quem puxar. Falo e dou uma piscada. -Não tenho tempo pra conversas, preciso dar uma volta na cidade, então...até nunca mais. Digo me virando para chamar Snoopy e ir embora.

-Eu também tenho um acordo para lhe ofertar.

Me viro lentamente pra ele.

-Parece que hoje é o dia dos acordos, não é mesmo? Digo ironicamente. -O que é? -Se for pra oferecer uma pensão e tentar bancar um bom pai, sinto lhe dizer, mas eu já estou grandinha pra isso.

Ele solta uma gargalhada que parece sincera.

-É algo melhor que isso, pode apostar.

-Não estou interessada em porcaria nenhuma que venha de você, caro papai. -Snoopy vem!

Chamo meu cachorro que corre majestosamente até mim. Prendo a corrente em seu pescoço. Lúcifer faz uma cara de espanto ao ver Snoopy.

-Você o fez?!

-Eu não o “fiz”. -Não posso criar vida idiota, eu apenas fiz alguns upgrades nele.

-Se eu fosse você melhoraria o linguajar comigo querida. -Não vai querer me ver nervoso. Ele diz com um sorriso tentando controlar a raiva, sem sucesso.

Eu rio gostosamente.

-Ai, ai...quando vai entender que eu não tenho medo de nada, muito menos de você!

-Eu entendo sua revolta.

-Cala a boca, não sou revoltada, só não vou com sua cara. Falo com um riso convencido de lado pra ele que rosna. Confesso que queria ver até onde ele chegaria, o seu limite, vê-lo perder sua falsa compostura e mostrar quem realmente era.

-Não vai me tirar do sério, porque no fundo você é igualzinha a mim, amor. -Não vai nem ao menos ouvir o que tenho a lhe propor?

Eu não estava muito animada para discussões, a luta com o Slender havia me cansado um pouco e isso sem falar nas outras atividades do dia. Porém, pensando bem, deve ser algo muito importante para que o próprio diabo deixasse o inferno. A curiosidade me toma.

-Fala. Digo exausta daquela situação.

-Você vai participar desse torneio não é mesmo?

-Não vou participar, eu vou ganhar esse torneio. -Por quê?

-Tecnicamente vai trabalhar para o Slender, não é?

-Não trabalho pra ninguém. -Fiz um acordo para me favorecer, apenas isso.

Ele dá um riso satisfeito.

-Tudo não passa de uma farsa. -A qualquer momento uma guerra pode se instalar. -Deuses não tão poderosos com sede de assumir o poder vão estar no torneio. -Há muito tempo, houve guerra, mas todos fizemos as pazes e o torneio foi criado como um símbolo dessa paz. -Para não destruímos o mundo, matamos a sede de sangue com o torneio. -Slender é uma criatura criada por nós e sempre foi fiel, sendo o mestre de cerimônia. Ele faz uma pausa. -O que não significa que não possua ambição.

-Suspeita de sua criação? Pergunto seriamente com os olhos semicerrados.

-Eu não diria suspeita e sim precaução. -Não estamos falando de algo qualquer e sim um mundo inteiro.

-Não vai me dizer que está preocupado com a humanidade, porque aí já estaria forçando a barra.

-Você tem razão. -Não me importo nem um pouco com a humanidade. -Apenas não quero outra guerra, fico satisfeito com o poder que possuo.

-Ok, vou fingir que acredito. -Vá direto ao ponto por favor, a curiosidade está me matando.

-Você vai ser a aposta de Slender, no final terá que lutar contra ele, como um desafio final e que ninguém quase nunca vence.

-Mas aquele garoto, um tal de Jeff, suponho que tenha conseguido.

-Sim, é verdade. -Só venceu porque acabou surpreendendo Slender que o subestimava, ganhando a luta. -O que levantou dúvidas foi Slender estar um passo a frente desta vez, chamando a lutadora mais forte para ser sua aliada, isso significa que ele não pretende perder.

-Pretendendo ou não, irei mata-lo. Digo rispidamente.

-Calma, terá sua vingança no momento exato. -Agora vamos à proposta.

Lhe dou atenção total.

-Quero que fique de olho nele. -Caso ele dê algum passo errado, conte-me.

-E o que eu ganho com isso?

-Muito dinheiro, influência e poder.

-Não estou interessada em dinheiro, quero minha família de volta e se Slender suspeitar de traição, já era.

-Isso você terá com o torneio.

Penso por um tempo, poderia ser uma boa ideia. Ganho o torneio, minha família de volta e uma fortuna de brinde.

-Eu topo.

-Essa é a filhinha do papai.

-Não fode.

 -Desculpe. -Então...temos um trato? Ele pergunta estendendo a mão para um aperto.

-Pode apostar coroa. Aperto sua mão.

-Não me chame assim é embaraçoso.

-Desculpa, não foi minha intenção...coroa.

Seus olhos ficam negros por um instante demonstrando sua raiva, mas logo, voltam ao normal.

-Tenho que ir, boa sorte.

-Espera aí, como vou me comunicar com você?                                          

-É só chamar e faça apenas se for importante.

-Ok.

Após minha confirmação, ele some feito fumaça.

-É Snoopy, nossa vida é um caos mesmo...

1 mês e meio depois.

Subo em meu Venom GT vermelho. Havia um idiota ao meu lado achando que poderia me vencer, coitado. Uma mulher loira seminua fica entre os carros com duas bandeiras quadriculadas de branco e preto levantadas para cima.

-Quando acabarmos, eu vou foder você todinha. O homem gritava para mim enquanto dávamos partida nos carros.

Subo meus óculos escuros e os boto suspensos na cabeça, olhando pra ele com cara arrogante enquanto estouro uma bolha de chiclete.

-Como vai fazer isso se nem pau tem? Grito pra ele.

-O que?!

Bem na hora a mulher baixa as bandeiras e eu acelero com tudo o deixando logo atrás. Gostava de rachas, era emocionante o vento batendo em meus cabelos, ganhar uma partida, a glorificação, a velocidade, desrespeitar as leis era excitante.

-Isso que é vida. Digo enquanto acelero com tudo. 


Notas Finais


Espero que tenham tido uma boa leitura!


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